a política de espaços verdes de ponta delgada mudou…agora é a lei do mato

Views: 0

Assim vão as zonas verdes em Ponta Delgada (Paim)!
Henrique Schanderl, Alexandrina Bettencourt and 22 others
10 comments
Like

 

View 6 more comments

as aparições de Fátima

Views: 0

Joaquim Fernandes
5h
RECONSTITUINDO O AUTÊNTICO “MILAGRE” DO SOL
HÁ 105 ANOS EM 13 DE OUTUBRO:
A TRAJETÓRIA E OS EFEITOS DO OBJETO VOADOR
QUE DESCEU SOBRE A MULTIDÃO
Uma análise científica passível de réplica experimental/laboratorial que racionaliza com coerência e economia o triplo efeito físico registado na Cova da Iria em 13 de outubro de 1917. Um problema de Ciência, não de Fé. Cf. “As Outras Fátimas” ( Manuscrito, 2021); “As aparições de Fátima e o fenómeno OVNI” ( Estampa, 1995); “Fátima. Mais além da Fé” ( Book Cover, 2017), entre outros títulos mais antigos.
NO DIA EM QUE O “SOL”
BAIXOU À TERRA…
E A CIÊNCIA SUBIU AO “CÉU”
…UM SÉCULO DEPOIS!
– O anti-absurdo explicativo do fenómeno “solar”
e o que podemos deduzir dos testemunhos
do dia 13 de Outubro de 1917
Neste dia, evocativo do chamado “milagre do Sol” sobre a dolina da Cova da Iria, seja-me permitido recomendar a leitura,- a todos os (des)crentes de todos os matizes e que (ainda) não desistiram de pensar…- do nova antologia multidisciplinar “Fátima. Mais além da Fé”, ontem apresentada na Universidade Fernando Pessoa e editada pela Book Cover ( Porto, 2019). A (des)crentes de todos os matizes. Alguns dos 18 textos aí publicados- como os do professor Auguste Meessen, físico teórico da Universidade Católica de Louvaina, ou a reveladora e original investigação do professor José Machado, da UTAD, sobre os originais fotográficos – ou seja, as preciosas “placas” de vidro do conhecido fotógrafo Benoliel – depositadas nos Arquivos do Santuário de Fátima – em que se demonstra que algumas das fotos já publicadas à época e que captam o ambiente do local aquando do “fenómeno solar” foram REALMENTE manipuladas ! – são dois exemplos apenas, dois motivos para uma leitura atenta e reflexiva desta nova reavaliação científica e cultural das “aparições” de Fátima e de aspetos que têm sido ordinariamente desprezados e/ou ignorados durante mais de um século.
Imagem da zona onde se registaram efeitos físicos simultâneos à “descida” do objeto dito “solar” sobre a multidão na Cova da Iria. In “Fátima. Mais além da Fé”, página 23:
No photo description available.
44
4 comments
1 share
Like

Comment
4 comments
  • João Janeiro

    Meu Caro, para quando um livro sobre o tópico? Sei que publicou no passado (80s) mas os livros já não se encontram à venda.
    • Like

    • Reply
    • 4 h
    • Joaquim Fernandes

      João Janeiro caro Amigo, publiquei em 2021 a obra “As Outras Fátimas” (Manuscrito) com uma revisão crítica do elenco de 16 “aparições marianas” não reconhecidas pela Igreja Católica onde reanaliso muitos dos aspetos dos fenómenos de 1917 e não só e uma (ousada) proposta teórica de hipótese explicativa global dos mesmos. Sugiro-lhe ainda, se não conhece, a antologia “Fátima. Mais além da Fé” ( Book Cover, 2017) com ensaios de académicos nacionais e estrangeiros. Abraço.
      6
      • Like

      • Reply
      • 3 h
    • João Janeiro

      Joaquim Fernandes muito obrigado pelas dicas.
      • Like

      • Reply
      • 2 h
  • R Moreno

    OVNIs e religião não podem coexistir?Eu não sou especialista disto mas acho que uma coisa não impede a outra.
    • Like

    • Reply
    • 3 h

JOSÉ ANDRADE EM TOM POÉTICO EM PORTO SANTO

Views: 1

Intervenção proferida na sessão de abertura do V Encontro Internacional de Poesia
Porto Santo, 12 de outubro de 2022
“Senhoras e Senhores
Queridos poetas
O meu poema é

um abraço

.

Um abraço

de nove para três.

De nove ilhas dos Açores para três arquipélagos do Atlântico.
De nove poetas açorianos – Álamo Oliveira, Ângela Almeida, Armando Moreira, Daniel Gonçalves, Eduíno de Jesus, Henrique Levy, Leonardo Sousa, Urbano Bettencourt e Victor Meireles – para três irmãos da Macaronésia:
– João Carlos Abreu, comissário do Encontro na Madeira e no Mundo
– Aquiles García Brito, comissário nas Canárias
– Vera Duarte Pina, comissária em Cabo Verde
Pela minha parte, enquanto comissário nos Açores, sou de todos o menos poeta.
Mas quero dançar este texto como uma valsa, a dois tempos.
Primeiro tempo:
– Na Poesia, como no Amor, a essência do encontro é a ausência de desencontros.
Com este primeiro tempo, quero enaltecer a resistência dos nossos Encontros.
Tão ou mais importante do que criar um primeiro Encontro Internacional de Poesia, é continuar com um segundo, um terceiro, um quarto, um quinto…
E levá-lo da Cidade dos Poetas para o Refúgio de Poetas, para as Ilhas Afortunadas, até ao fim da Macaronésia…
O mesmo é dizer que nascemos em Ponta Delgada em 2017 e ali voltámos em 2019, que crescemos para o Porto Santo em 2018 e aqui estamos em 2022, que chegámos a Las Palmas em 2021 e navegaremos para Cabo Verde em 2023, quando o vento estiver de feição.
Segundo tempo:
– Um bom barco só chega a bom porto com bom comandante.
Com este segundo tempo, quero agradecer a liderança do nosso comandante.
João Carlos Abreu é o alfa e o omega do Encontro Internacional de Poesia.
Este Encontro nasceu dele, está com ele, continuará por ele.
Ele foi o nosso fundador, é o nosso mentor, será o nosso patrono.
Poeta maior de coração sem fronteiras, ele concebeu e comanda os nossos reencontros como a suprema celebração da melhor especiaria poética: a poesia com sabor a sal.
Nas ilhas, nas nossas ilhas, o poema ganha uma maresia engrandecedora que só os poetas marinheiros sabem e sentem.
Pela poesia, a nossa ilha fica do tamanho do mundo.
Com a poesia, as nossas ilhas formam um continente sem mar dentro a separar.
A onda salgada que afaga e afoga o basalto viúvo de Ponta Delgada é a mesma que abraça e abrasa a areia nubente de Las Palmas ou da Praia. Amarada e amadrinhada pela boda ibérica do Funchal.
Açores, Madeira, Canárias e Cabo Verde namoram há séculos!
É tempo de união, de facto.
Primeiro, a união geográfica, de vizinhança macaronésica.
Depois, a união histórica, de cumplicidade peninsular.
Agora, a união cultural, que resume e assume o espaço e o tempo num Encontro Internacional de Poesia já escrito em cinco versos.
Volvidos quatro séculos com Saudades da Terra dos quatro arquipélagos, o historiador micaelense Gaspar Frutuoso parece ter iluminado o poeta madeirense João Carlos Abreu para

um abraço

de letras às ilhas atlânticas.

Desancorados pela geografia, navegados pela história, aportados pela cultura.
À sombra luminosa de Antero de Quental, Herberto Hélder, José de Anchieta ou Corsino Fortes, os Encontros Internacionais de Poesia rasgam agora a rota a seguir. Por cada um e para todos.
Estes Encontros valem pela Poesia.
Mas valem também pela Macaronésia.
Com a Poesia, somos um arquipélago de 27 ilhas.
Com a Macaronésia, fazemos o melhor de todos os poemas:
Boavista
Brava
Corvo
El Hierro
Faial
Flores
Fogo
Fuerteventura
Graciosa
Gran Canaria
La Gomera
Lanzarote
La Palma
Madeira
Maio
Pico
Porto Santo
Sal
Santa Maria
Santiago
Santo Antão
São Jorge
São Miguel
São Nicolau
São Vicente
Tenerife
Terceira
Que em cada uma dessas ilhas, a Poesia vos abençoe !”
José Andrade
May be an image of 1 person, standing and text that says "PESTANA PORTO SANTO"
You, Pedro Paulo Camara, Vilca Merizio and 32 others
5 comments
2 shares
Like

Comment
Share
5 comments
  • Vilca Merizio

    Poesia pura que só quem tem sensibilidade apurada pode criar. Calou profundo em mim a sua emoção no dizer sinceramente o que sente. E isso só os poetas conseguem fazer.
    2
    • Like

    • Reply
    • 1 h
  • Jose Maria Jorge

    Como sempre um texto exemplar.

    Parabéns

    ! Abraço

  • Ana Galvao

    Gosto do texto
    • Like

    • Reply
    • 2 m
  • Sergio Luiz Ferreira

    Uma bela poesia escrita por quem diz não ser poeta!

    Parabéns

    ! Viva nossa Atlanticidade!

    • Like

    • Reply
    • 1 m

ALMEIDA MAIA NA MAIA

Views: 1

Perante uma plateia completamente preenchida, alunos interessadíssimos e entidades locais, estive com o Nuno Costa Santos e o Telmo R. Nunes na apresentação da «Nova Antologia de Autores Açorianos», que teve lugar na Escola Básica Integrada da Maia. Após as leituras de Aníbal C. Pires, Helena Chrystello teve direito a uma emocionante homenagem. A equipa desta Biblioteca, dirigida por Dora Silva, está novamente de

parabéns

: um modelo de trabalho árduo, inovação e empenho na divulgação da nossa literatura. Há escolas a fazer imensamente mais do que se pensa.

Pode ser uma imagem de 9 pessoas, pessoas sentadas, pessoas em pé e interiores
Paula Cabral, Rafael Carvalho and 37 others
1 comment
1 share
Like

Comment
Share
1 comment
  • Telmo R. Nunes

    Foi um momento muito agradável e de aprendizagens muito significativas.

    Parabéns

    aos promotores deste encontro e, claro, à coordenadora da «Nova Antologia de Autores Açorianos», professora Helena Chrystello.

    • Like

    • Reply
    • 8 m

FÁTIMA 13 OUTUBRO POR JOAQUIM FERNANDES

Views: 0

O QUE SE CELEBRA EM FÁTIMA
EM 13 DE OUTUBRO?
PURA DISSONÂNCIA COGNITIVA
Os testemunhos humanos e gráficos parecem sustentar a possibilidade plena de o que se celebra em Fátima, a 13 de outubro de 1917, sustentam a hipótese de uma flagrante manifestação de “dissonância cognitiva”: o ambiente de credulidade estereotipado na multidão, induzida por força de prévios anúncios e pagelas com a imagem da Virgem Maria suportavam previamente a essência e a forma dos fenómenos aéreos que ali se viriam a manifestar nesse dia. Recorde-se que já em 13 de setembro anterior testemunhos minimamente qualificados e insuspeitos de um grupo de sacerdotes haviam apontado a presença na atmosfera da Cova da Iria de um objeto voador de forma oval que foi interpretado como sendo – imagina-se ! – “o aeroplano que havia transportado a Virgem Maria até ao local das “aparições”. Poder-se-ia lembrar o popular aforismo “com a verdade me enganas”. O modelo dessa forma aérea que evoluiu sobre a multidão na Cova da Iria apresenta-se aqui, em dois planos distintos, na reconstituição do saudoso amigo e artista Claro Fângio. Tal como uma das fotografias, esta catalogada como D107 – obtidas em 13 de outubro de 1917 quando do afamado e temido “milagre do sol” e que o estudo do nosso colega professor José Barbosa Machado, da UTAD, permite supor tratar-se da evolução complexa de um outro objeto oval – numa primeira fase a ascensão do mesmo seguida de uma alteração de rumo em ângulo reto na horizontal – e que foi denunciado por diversas testemunhas situadas junto da pequena azinheira como tendo produzido uma coluna de fumo na sua rota inicial. Tal como ficou registado na foto que aqui se recorda e que corrobora os testemunhos verbais sem que fotógrafo e testemunhas no terreno se conhecessem ou houvesse posterior troca de informações sobre o dito objeto aéreo e as suas evoluções. Um curioso e instrutivo “acaso” desta singularidade anómala que continua a ser “aprisionada” na esfera do religioso visceral e ingénuo…Todos os detalhes se remetem para o livro “As Outras Fátimas” (Manuscrito, 2021)
Roberto Y. Carreiro and 43 others
9 comments
7 shares
Like

Comment
Share
9 comments
All comments

  • Jose Alcântara Cruz

    Não justificam a paragem da chuva e o facto de tudo ter secado de imediato!!!!!
    • Like

    • Reply
    • 1 h
  • Jose Alcântara Cruz

    Cambada de ignorantes
    • Like

    • Reply
    • 1 h
  • Carlos de Figueiredo

    Essas placas de vidro com as fotografias da época deviam ser alvo de um scanning de última geração, com a maior qualidade possível, de forma a se poder extrair delas o máximo de informação e discernir entre aquilo que foi fotografado e os efeitos provo…

    See more
    • Like

    • Reply
    • 56 m
    • Edited
  • R Moreno

    Você deve saber,mas existe vários casos iguais ao de Fátima em Portugal, não é único.
  • Luis Bacharel

    É ler os relatos da Irmã Lúcia. Quem depois de ler aquilo acreditar em Fátima, é doido 😝
  • João Simões

    Então haveria de ser o quê?