50 anos de vida literária BPARD cavalariças 22.11.22 18.00

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LANÇAMENTO PÚBLICO NA BPARD EM 22 NOV PELAS 18.99 COM JOSÉ ANDRADE, SUSANA GOULART COSTA E MARIA JOÃO RUIVO

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LANÇAMENTO PÚBLICO NA BPARD EM 22 NOV COM JOSÉ ANDRADE, SUSANA GOULART COSTA E MARIA JOÃO RUIVO

arranje vacas silenciosas

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Joaquim Fraga shared a link.

Aí se a moda pega nos Açores, tamos lindos estamos.
O mundo/pessoas, está -se a virar do avesso.
O que não era aceitável a uns tempos atrás, está se a tornar normal.
Até onde a raça humana vai chegar???
Tomem juízo…..
Espanha. Proprietários multados em 300 euros por vaca mugir muito alto
NOTICIASAOMINUTO.COM
Espanha. Proprietários multados em 300 euros por vaca mugir muito alto

coca é para os licenciados

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Roberto Y. Carreiro shared a link.

COCAÍNA – A DROGA DOS LICENCIADOS?
Um estudo diz que a cocaína é consumida preferencialmente por licenciados na faixa etária dos 25 a 34 anos…
Assim fica explicado muita coisa…
@ Ryc
Consumidor tipo de cocaína é licenciado e tem entre 25 e 34 anos
JN.PT | BY JORNAL DE NOTÍCIAS
Consumidor tipo de cocaína é licenciado e tem entre 25 e 34 anos
Um inquérito europeu revela que o consumidor tipo de cocaína em Portugal prefere a inalação nasal, consome pontualmente para se divertir e não o faz sozinho. É homem, tem entre 25 e 34 anos e o ensino superior completo. O estudo, realizado no ano passado, mostra ainda que o consumo é maior na…
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Quake Info: Light Mag. 2.8 Earthquake – North Atlantic Ocean, 70 km Southeast of Angra do Heroismo, Azores, Portugal, on Tuesday, Oct 18, 2022 at 8:57 pm (GMT +0)

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Detailed info, map, data, reports, updates about this earthquake: Light mag. 2.8 earthquake – North Atlantic Ocean, 70 km southeast of Angra do Heroismo, Azores, Portugal, on Tuesday, Oct 18, 2022 at 8:57 pm (GMT +0) –

Source: Quake Info: Light Mag. 2.8 Earthquake – North Atlantic Ocean, 70 km Southeast of Angra do Heroismo, Azores, Portugal, on Tuesday, Oct 18, 2022 at 8:57 pm (GMT +0)

TIMOR HAU NIAN DOBEN: Governo timorense aprova medidas para a proteção de cidadãos no estrangeiro

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TIMOR HAU NIAN DOBEN – Blogue timorense com informações e notícias atualizadas diariamente, em Português, Tétum e Inglês.

Source: TIMOR HAU NIAN DOBEN: Governo timorense aprova medidas para a proteção de cidadãos no estrangeiro

timorense à deriva em lisboa

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Timorenses sem tecto, à deriva em Lisboa, vítimas de redes de tráfico humano
A vagar pelo coração histórico da capital, são vítimas de redes de tráfico de seres humanos. Gente que abusou da confiança deles e que os largou no desconhecido.
19 October 2022
By Francisco Sena Santos
Source: SBS
Nestes últimos três meses, chegaram a Portugal mais de três mil migrantes timorenses. A maior parte, confiou em empresários, eles dizem que paquistaneses e indianos, que lhes prometiam o que, obviamente, é a ambição de uma vida melhor. Mas o que estão a encontrar é frustração, incerteza, angústia.
O trabalho muito precário que começaram por encontrar ao chegar, desapareceu.
Era trabalho temporário em campos do Alentejo, do Ribatejo e da Beira Interior. Era trabalho típico de verão, apanha de fruta. O verão acabou no final de setembro e com o fim do verão também o fim das campanhas agrícolas. E eles ficaram à deriva.
Enquanto ainda tiveram trabalho, foram explorados.
São de poucas falas, sente-se que por um lado têm medo de falar, por outro lidam mal com a fala em português.
Um deles acaba por contar o que lhes pagaram por um mês de trabalho, de manhã à noite.
Recebiam escassos 200 euros por mês, o que é menos de um terço do salário mínimo nacional. Viviam em condições indignas: em camaratas em armazéns, sem condições mínimas de higiene e privacidade.
Alguns contam que nem chegaram a receber o pagamento de um mês porque os intermediários, eles dizem que indianos e paquistaneses, lhes disseram que esse dinheiro era preciso para tratar os documentos da legalização deles em Portugal.
Os documentos nunca apareceram e eles ficaram sem aquele muito escasso dinheiro ganho com o trabalho deles.
É de notar que, para entrar em Portugal os cidadãos timorenses não necessitam de visto, apenas precisam de indicar ao Serviço de Estrangeiros e Fronteiras um local onde vão ficar alojados e devem mostrar que têm algum dinheiro para sobreviver. A lei portuguesa de imigração permite-lhes arranjar trabalho e encetar o processo de legalização em território nacional.
A realidade, agora, é que não têm trabalho, nem dinheiro, nem onde dormir. Vivem agarrados ao telemóvel e com medo de esgotarem o cartão para comunicar.
Sem trabalho no campo, viajaram para Lisboa.
Toda a gente que passa pela Baixa, o centro da cidade de Lisboa repara neles, em grupo, à deriva.
Na tarde desta terça-feira estavam mais de 300 no eixo com uns 500 metros que envolve o Martim Moniz, a Mouraria e o Intendente. É uma zona muito frequentada por migrantes asiáticos.
É o coração histórico da cidade de Lisboa, logo ao lado da grande praça do Rossio.
Alguns abrigam-se à noite nas arcadas do Teatro Nacional, nesta praça. Também há os que se encostam às igrejas de São Domingos e de São Nicolau, na mesma zona.
Outros percorrem mais uns 200 metros e pernoitam apoiados por caixas de cartão sob as arcadas da praça do Terreiro do Paço.
Estes grupos são apenas uma pequena parte dos mais de 3.000 migrantes timorenses chegados a Portugal desde julho.
Têm quase todos entre 18 e 30 anos. Vieram com a aspiração de encontrar um futuro e de poder ajudar a família que continua pobre em Timor.
Tornaram-se um caso social que está a ser acompanhado pelo governo, por organizações de apoio social, várias ligadas à igreja católica, e pelo município de Lisboa.
Para gerir este fluxo imprevisto de timorenses, o governo português criou um grupo de coordenação que inclui representantes de oito ministérios, forças de segurança e entidades públicas nas áreas da segurança social, habitação, emprego e finanças.
Equipas de intervenção social estão a acompanhar estes timorenses a quem está a ser dada informação sobre direitos. Ao mesmo tempo está a ser promovido o acompanhamento nas transferências para alojamento digno – mas eles não querem ficar separados uns dos outros, o que complica alojá-los em Lisboa.
Está a ser garantido apoio alimentar, apoio na questão da documentação que têm ou que precisam, e também encaminhamento para ofertas de trabalho de preferência acompanhadas de alojamento associado.
Ao mesmo tempo, estas equipas de acompanhamento estão a tentar saber onde estão os outros timorenses que também chegaram nestas últimas semanas e que não se sabe onde estarão.
Há a noção de que todos são vítimas de redes de tráfico de seres humanos. Gente que abusou da confiança deles e que os largou no desconhecido.
A polícia está a trabalhar para desmantelar estas redes de tráfico humano que largaram em Portugal estes tantos timorenses.
Um facto a registar: a grande solidariedade humana. Muita gente em Lisboa tenta transmitir-lhes carinho e alguma forma de apoio. Ainda que nalguns casos, com pudor – para que esse apoio não seja considerado intrusivo.
Como comentava uma senhora voltada para um dos grupos no Martim Moniz: temos de saber ajudá-los e respeitá-los.
Fim
Oiça a notícia feita para a rádio SBS em Português no link abaixo:
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“Trabalhador leva para casa 1.707 euros” de salário que “custa à empresa 3.341 euros”, critica-se nas redes sociais – Polígrafo

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“Só para ter uma ideia! Um salário de 2.700 euros custa à empresa 3.341 euros e o trabalhador leva para casa 1.707 euros”, destaca-se em recente publicação no Facebook. O Polígrafo verifica os números em causa.

Source: “Trabalhador leva para casa 1.707 euros” de salário que “custa à empresa 3.341 euros”, critica-se nas redes sociais – Polígrafo

Açores mar alteroso na costa norte de s miguel

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A ilha a norte também se enfurece.
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Tomás Quental, Sandra Fernandes and 17 others
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o falhanço da autonomia (título meu)

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á .
Eis que, finalmente, uma figura de primeira linha dos nossos órgãos regionais ganha coragem para denunciar o que os políticos escondem há vários anos.
O Presidente da Assembleia Legislativa Regional, Luís Garcia, alertou, na ilha das Flores, há poucos dias, que a Autonomia regional “tem falhado” na concretização da coesão entre as ilhas do arquipélago, havendo que encontrar “caminhos e soluções” para resolver o problema.
Gabo-lhe a coragem Sr. Presidente, mas presumo que já venha tarde para este debate, sempre recusado pelos líderes políticos desta região e que já devia ter sido promovido há muitos anos.
Primeiro foi o “desenvolvimento harmónico” e, depois, as “Ilhas de Coesão”, tudo projectos malogrados dos sucessivos governos regionais e dos respectivos partidos.
É um falhanço que se arrasta há décadas e que, agora, se degradou com a própria degradação dos partidos políticos e o descrédito que se apoderou no eleitorado das ilhas mais atingidas por este rotundo fiasco.
Quando um parlamento e as respectivas forças políticas lá representadas não conseguem pôr de pé uma Reforma da Autonomia, como é que podemos acreditar nos partidos e na construção de uma política de coesão nesta Região?
Quando os partidos políticos se apoderam do processo autonómico como uma conquista apenas deles, ignorando os cidadãos e a participação cívica há muito reclamada, com representação nos órgãos próprios de governo da Região, como é que as populações das esquecidas “Ilhas de Coesão” hão-de acreditar neste debate?
Passados todos estes anos temos um parlamento que nem consegue construir uma proposta de reforma, em que os cidadãos independentes se sintam representados e os eleitores tenham a oportunidade de eleger directamente os seus representantes.
Esta incapacidade tem levado ao afastamento cada vez mais crescente dos cidadãos na participação dos actos eleitorais e no debate cívico, com os partidos a capturarem a Autonomia e todo o sistema representativo como se fossem donos da nossa consciência.
Esta é uma das maiores lacunas da nossa Autonomia, agravada pelo falhanço da tal coesão regional e pela falta de equilíbrio nos investimentos públicos entre as várias ilhas.
Quando a população de uma ilha não consegue ter acesso atempado a um médico especialista, como vai acreditar na coesão?
Quando uma população tem que se deslocar a outra ilha, em condições severas, para nascer um filho, é isto coesão?
Mesmo aqui ao lado, em Santa Maria, como é que as populações podem acreditar na coesão se nem transporte marítimo em condições possuem, todo o ano, para exportar os seus bens ou passageiros para a ilha mais próxima?
Não faltaram os avisos para este falhanço.
Em Junho de 2011 (mais de uma década) escrevi então: “…o modelo que desenvolvemos ao longo destes anos falhou redondamente em relação às ilhas mais pequenas. Continuamos hoje com os mesmos tiques centralistas das três capitais de distrito, ignorando as restantes ilhas. Vamos fazendo por cá o que criticamos no Terreiro do Paço. Temos assim, nos dias de hoje, três ilhas e o resto chamam-lhes “coesão”. Resultado: seis ilhas entraram em descrença quanto ao seu futuro. Não há grandes investimentos, não se aposta nas pessoas, ignora-se a produção local, dificultam-se as acessibilidades, incentiva-se a importação, promete-se betão e esquece-se a Educação. Não surpreende, pois, a desertificação”.
E os avisos continuavam: “… A tripolaridade política ganhou dimensão a partir do momento em que, até nos confins das Fajãs de S. Jorge, sentiu-se que ela iria radiar mais desenvolvimento para as ilhas mais pequenas. Só que este modelo político fechou-se demasiado nas suas capelinhas das três capitais de distrito e, hoje, o tão propalado desenvolvimento harmónico não passa de uma miragem nas “ilhas de coesão”.”
Perdemos tanto tempo para reflectir sobre isto e em vez do parlamento disponibilizar milhões para criação de assessores, secretárias e conselheiros, devia ter olhado para outras prioridades, como esta da Coesão, em que as populações vêem uns a tratarem-se bem e outros a serem tratados com desprezo e esquecimento.
Vou concluir como concluí em 2011: “Cada ilha de coesão é uma potencialidade acrescida no nosso modelo autonómico. Deixar morrer o espírito empreendedor de cada uma delas, castigadas só por ficarem longe da centralidade regional, é um crime histórico que nenhum político gostará de subscrever na caminhada autonómica da era democrática. No meio de tantos desafios, devíamos dar mais atenção a este: voltarmos a ser 9 ilhas!”.
Desconfio que já vamos tarde.
(Osvaldo Cabral – Diário dos Açores de 19.10.2022)
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