nov 25

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HÁ CENSURA EM PORTUGAL – VIVA O 25 DE NOVEMBRO

Esta é a PROVA de que há CONTROLO da Comunicação Social em Portugal, 48 ano depois de ABRIL.
  • Hoje comemoraram-se os 47 anos do 25 de Novembro de 1975, que fez terminar o PREC comunista e estabeleceu definitivamente um regime democrático em Portugal.
  • Se o 25 de Abril de 1974 nos deu a liberdade, o 25 de Novembro de 1975 deu-nos a DEMOCRACIA, contra o regime comunista do PCP, a mando da ex-União Soviética, que se preparava para definitivamente controlar o país.
  • Tal como em 25 de Abril SALGUEIRO MAIA marchou para Lisboa para nos dar a LIBERDADE, também no 25 de Novembro comandou nova coluna militar que rumou a Lisboa, para contribuir para a derrota das forças comunistas, e fazer vencer a DEMOCRACIA (pena este FACTO HISTÓRICO ser escondido dos portugueses).

Aprovado aumento de verba para Açores e Madeira para assegurar ligações aéreas – Açoriano Oriental

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Os deputados aprovaram esta quinta-feira o reforço das verbas, de 3,5 para 9 milhões de euros para a entidade que vier a assegurar os serviços aéreos regulares, em rotas liberalizadas, entre o continente e as regiões autónomas.

Source: Aprovado aumento de verba para Açores e Madeira para assegurar ligações aéreas – Açoriano Oriental

MORREU JOSÉ RUY

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*** JOSÉ RUY ***
Faleceu no dia 23/11/2022.
Um dos mais extraordinários contadores de histórias através da banda desenhada.
Os Açores a ele devem, pelo menos, três excelentes livros.
A nossa singela homenagem.
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morreu CUNHA TELES

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1 h

Os seus filmes ficam na história do cinema português.
Um abraço de pêsames sentidos a Pandora.
António da Cunha Telles, nome-chave do Cinema Novo português, morreu esta quarta-feira aos 87 anos
EXPRESSO.PT
António da Cunha Telles, nome-chave do Cinema Novo português, morreu esta quarta-feira aos 87 anos

Alberto De Carvalho

Morreu produtor e realizador António da Cunha Telles, nome-chave do Cinema Novo português
Lisboa, 24 nov 2022 (Lusa) – O produtor e realizador António da Cunha Telles, um dos nomes indissociáveis do Cinema Novo português nos anos de 1960, morreu na quarta-feira aos 87 anos, disse à agência Lusa a filha, a produtora Pandora da Cunha Telles.
De acordo com a produtora, António da Cunha Telles morreu no Hospital Cuf Tejo, em Lisboa, e o funeral irá realizar-se no sábado também na capital.
Realizador de “O Cerco”, em 1970, a sua ligação ao cinema e à emergência da nova expressão remonta ao início da década de 1960, com a produção de filmes fundadores do Cinema Novo português como “Os verdes anos” (1963), de Paulo Rocha, e “Belarmino” (1964), de Fernando Lopes.
António Cohen da Cunha Telles, que nasceu no Funchal, em fevereiro de 1935, tinha praticamente concluído, e ainda inédito, o filme “Cherchez la femme”.
SS// MAG
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