não há vacinas para todos

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Há vacina, não há vacina
Depois de ser vacinado, mostrando o seu musculado físico e com direito a cobertura televisiva, como convém, o Presidente da República garantiu, no dia 19 de Outubro, que havia vacinas contra a gripe suficientes para todos os portugueses que as desejassem receber.
“Até à primeira semana de Dezembro, todos os que quiserem vacinar-se serão, progressivamente, vacinados”, disse Marcelo Rebelo de Sousa. Afinal, não é verdade! Estava mal informado e informou mal!
A directora-geral da Saúde veio dizer agora, meio embaraçada, que a elevada procura da vacina contra a gripe vai fazer com que nem todos consigam ser vacinados, mas assegura que as mais de dois milhões de doses abrangem a “grande maioria” dos grupos de risco.
Pois, a “grande maioria”, diz Graça Freitas, o que significa que muitos portugueses, mesmo necessitando da vacina, não vão ter acesso à mesma. Tristeza! Não foi prevista uma maior procura da vacina, devido à pandemia?
Que país é este em que vivemos? Na área do poder, uns dizem uma coisa, outros dizem outra. As afirmações e contradições são muitas. O povo fica confuso e desiludido. E é neste “caldo” de descrédito que nascem e se desenvolvem os extremismos de toda a ordem, não só políticos, que surgem como “tábuas de salvação”, embora não “salvem” nada.
Não tendes, às vezes, a sensação de que estão a gozar convosco?
DGS admite que a vacina da gripe não vai chegar para todos
JN.PT
DGS admite que a vacina da gripe não vai chegar para todos
A elevada procura da vacina contra a gripe vai fazer com que nem todos consigam ser va

Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL
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