NÃO SE CONFUNDA WC SÓ EM CASA

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Por mim, escolho o bebedouro… é mais fácil e não precisa de ser politicamente correto 🥱😤
Gostaria de recordar…o WC é para cumprir uma função básica, não é para ser um motivo de dúvida filosófica da nossa existência nesta encarnação ou se estamos na fila certa ou errada ou nem por isso…
Para quem só queria fazer um xixi como eu, cá fica o que significa binário no Priberam. Não ajuda…mas estes WC também não existem para tornar a vida mais fácil a alguém aflitinho
bi·ná·ri·o
(latim binarius, -a, -um, duplo)
adjectivo
1. Que tem dois valores, dois elementos ou duas unidades (ex.: sistema binário; composto binário).
2. Diz-se de uma relação que pode ligar duas grandezas.
3. Diz-se do sistema de numeração que tem por base 2 e que emprega os algarismos 0 e 2.
4. [Música] Que tem dois tempos (ex.: compasso binário).
nome masculino
5. Conjunto de duas forças iguais, mas contrárias, que actuam no extremo de uma recta.
“binária”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021, https://dicionario.priberam.org/bin%C3%A1ria [consultado em 05-09-2022].
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  • Alice Santos Costa

    Há pouco atrás ia a qualquer uma uma: Binária não Binária e até ia ao bebedouro se fosse preciso 😅
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  • Susana Espada Gonçalves

    Se se tratasse do que realmente importa. Fantochada
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  • Isabel Neves

    Mais parecem casas de banho para matemáticos.😂😂
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  • Isabel Manata

    Na era digital em que impera o sistema binário, até tem de imperar no w.c ?Isto não está nada fácil …Acho que estas questões deveriam ser levantadas, quando as necessidades básicas deste mundo estivessem satisfeitas, caso contrário, discutimos e import…

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    • Isa Amaral

      Isabel Manata não me parece. É mesmo a maravilha do pensamento politicamente correto e de preferência único. Sinceramente é o que penso e fico possessa com parvoíces destas.
      Mais importante era uma boa sinalética e menos pensamento fofinho e moderno.
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  • João Barbosa

    Tudo 0 e 1
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RIP Mikhail Gorbatchev

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RIP Mikhail Gorbatchev
Morreu o político da Perestroika e da Glasnost. Figura incontornável do final do século XX e um nome que li muitas vezes enquanto estudante de Relações Internacionais.
Em 1989 caiu o muro de Berlim e o nome do homem que nos ensinou a palavra Perestroika e Glasnot passou a ser central para quem acompanhou ao milímetro as mudanças que a perestroika trouxe ao mundo.
A perestroika tinha como objetivo reorganizar os setores da sociedade soviética que estavam à beira de um colapso social e econômico.
O governo de Gorbachev ( 1985 e 1991) representou o fim do regime soviético e tentou instalar o capitalismo de Estado – ou socialismo soviético.
Dentro da política interna, Gorbachev instaurou a Perestroika e a Glasnost, como formas de mudança. A primeira representava os meios de se chegar à mudança na economia e na sociedade, enquanto que a segunda palavra foi escolhida para representar a abertura política da URSS.
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O TRAUMA DA MORADA

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//O TRAUMA DA MORADA//
Partilho abaixo um texto do Miguel Esteves Cardoso, no qual me revejo. Enquanto povo, ainda damos muita importância a questões de status que, numa análise lógica e racional, são totalmente desprovidas de sentido. E tudo começa com pequenos detalhes na própria imprensa. Esta refere-se sempre aos lisboetas como pessoas e aos outros como “populares”. Raios parta o atraso…
“Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha um problema. Era em Carnaxide.
Nunca mais ninguém o viu.
Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.
Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.
Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alfornelos, Murtosa, Angeja… ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de Angola.
Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau. (…)
Ao ler os nomes de alguns sítios – Penedo, Magoito, Porrais, Venda das Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para estar na Europa.
De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai considerar?
Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não é nada comparado com certos nomes portugueses.
Imagine-se o impacte de dizer “Eu sou da Margalha” (Gavião) no meio de um jantar.
Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente “E a menina de onde é?”, e a menina diz: “Eu sou da Fonte da Rata” (Espinho).
Já para não falar em “Picha”, no concelho de Pedrógão Grande e de “Rata”, em Arruda dos Vinhos, Beja, Castelo de Paiva, Espinho, Maia, Melgaço, Montemor-o-Novo, Santarém, Santiago do Cacém e Tondela.
Temos, assim, em Portugal, uma “Picha” para 11 “Ratas”. O que vale é que mesmo ao lado da “Picha”, temos a “Venda da Gaita”…
E ainda existe “Colhões”, perto de Coimbra.
E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando “E onde mora, presentemente?”, Só para ouvir dizer que a senhora habita na Herdade da Chouriça (Estremoz).
É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda, logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade de Vergão Fundeiro?
Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome de uma versão transmontana do “Garganta Funda”.
Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela (em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso?
Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de uma Vergadelas?
É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da “terra”.
Ninguém é do Porto ou de Lisboa.
Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem apetecer mentir.
Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).
É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos estrangeiros (“I am from the Fountain of Drink and Go Away…”).
Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo como sendo originário de Filha Boa.
Verá que não é bem atendido. Não há limites. Há até um lugar chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros.
Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira.
Vai Mais um Rissol. (…)
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chichi”.
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ANDAM A CONSTRUIR ESTA SOCIEDADE ASSIM

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No photo description available.
A sociedade não necessita de inteligência; na verdade a sociedade tem muito medo da inteligência. A sociedade precisa de pessoas estúpidas. Porquê? Porque pessoas estúpidas são manipuláveis.
As pessoas inteligentes não são necessariamente obedientes; elas podem obedecer, elas podem não obedecer. Mas a pessoa estúpida precisa de alguém para comandá-la, porque ela não possui nenhuma inteligência para viver por si própria. Ela quer alguém para dirigi-la; ela procura e busca seus próprios tiranos.
Os políticos não querem que a inteligência aconteça no mundo, os sacerdotes não querem que a inteligência aconteça no mundo, os generais não querem que a inteligência aconteça no mundo. Ninguém realmente a deseja.
Eles querem que todo mundo permaneça estúpido, assim todo mundo é obediente, conformista, nunca sai fora do rebanho, permanece sempre parte da multidão, é controlável, manipulável, manobrável.
A pessoa inteligente é rebelde. Inteligência é rebelião. A pessoa inteligente decide por si própria se diz sim ou não.
Osho
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vigarice Becel

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【A CAUSA DAS COISAS】
As malabarices (leia-se trafulhices), que algumas marcas usam para ganhar mais uns cobres nas margens, não se compadece com a exigência de seriedade com que deveriam pautar a sua postura no mercado.
Usam os mais obscuros expedientes e de uma forma “rasteira” para ludibriar os clientes. A resposta mais adequada, seria deixar nas prateleiras o produto e assim perceberem, que as “manhas” têm efeitos negativos!!!
A Becel que tinha uma embalagem de 500 grs alterou o peso para 450 grs e subiu o preço quase para o dobro, de aprox. 3.5€ para mais de 5€ diminuído a quantidade em 50 grs, mas mantendo a dimensão e forma e até design da embalagem. NAO ACABA AQUI.
OU SEJA, Não satisfeitos mantiveram a embalagem e diminuíram mais 50grs passando a 400 grs. , Curiosamente vendem em simultâneo as embalagens de 400 e 450 grs, no mesmo linerar ao mesmo preço em ponto de venda. Coloca-se a questão qual é o preço de quilo deste produto da mesma referência quando 450 e 400 tem o mesmo pvp.
Mais ainda, será que para o ano compramos só a embalagem de meio quilo já sem produto??? Já que as 500 passaram a 450 e já são só 400 sem que o consumidor tenha real percepção disso, pois a dimensão da embalagem não muda e ninguém vai ler a gramagem no acto de compra..
Isto não é Marketing ou estratégia, é puramente vigarizar o consumidor de forma impune.
Leiam e republiquem SFF.
Como somos enganados sem perceber.
A Becel que tinha uma embalagem de 500 grs alterou o peso para 450 grs e subiu o preço quase para o dobro, de aprox. 3.5€ para mais de 5€ diminuído a quantidade em 50 grs, mas mantendo a dimensão e forma e até design da embalagem. NAO ACABA AQUI.
OU SEJA, Não satisfeitos mantiveram a embalagem e diminuíram mais 50grs passando a 400 grs. , Curiosamente vendem em simultâneo as embalagens de 400 e 450 grs, no mesmo linerar ao mesmo preço em ponto de venda. Coloca-se a questão qual é o preço de quilo deste produto da mesma referência quando 450 e 400 tem o mesmo pvp.
Mais ainda, será que para o ano compramos só a embalagem de meio quilo já sem produto??? Já que as 500 passaram a 450 e já são só 400 sem que o consumidor tenha real percepção disso, pois a dimensão da embalagem não muda e ninguém vai ler a gramagem no acto de compra..
Isto não é Marketing ou estratégia, é puramente vigarizar o consumidor de forma impune.
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Igreja: Diocese de Angra manifesta «consternação» e «tristeza» pelo falecimento de D. António Sousa Braga – Agência ECCLESIA

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