o retrato da vergonha chama-se CONSERVATÓRIA DOS REGISTOS CENTRAIS

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Tenham um pingo de vergonha na cara e NUNCA mais apareçam nas comunidades Portuguesas até não darem dignidade a quem aqui trabalha e a quem precisa desta miséria!
Qualquer conservatória do país, mesmo na terra mais remota, tem melhores condições e funcionamento do que isto. Esta tinha de ser a jóia da coroa.
As pessoas vem para aqui às 5 da manhã e não garante nada. Advogados? Igual. Site para marcação? Uma falácia ilusória. É primitivo. É anterior à idade da pedra.
E depois admiram-se que quem pode investir em Portugal não o faz, porque nem sequer um simples papel consegue resolver quanto mais ter uma empresa de sucesso neste país!
Admiram se que as gerações mais novas se desligam do país da língua e do associativismo.
Há Portugueses espalhados pelo mundo há espera de resposta deste lugar há décadas! O ministério da justiça a cometer ilegalidades e ninguém quer saber.
Valha nos o sporting mais logo… (o pormenor da graffiti diz tudo)
Never give up!
NPG
NPG
Nelson Ponta-Garça “NPG” is a Portuguese American Public Figure. Entrepreneur, Documentary Director, TV Producer, Community Leader, Musician and proud father.
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luto municipal pela morte do poeta António Salvad

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Óbito/António Salvado: Câmara de Castelo Branco decreta dois dias de luto municipal
Castelo Branco, 06 mar 2023 (Lusa) – A Câmara Municipal de Castelo Branco decretou hoje dois dias de luto municipal pela morte do poeta António Salvado, que morreu no domingo aos 87 anos.
Numa nota enviada à agência Lusa, a Câmara de Castelo Branco informou que vai decretar “luto municipal, nos dias 7 e 8 de março de 2023 [terça-feira e quarta-feira] caracterizado no hastear da bandeira do município a meia haste no edifício dos Paços do Concelho”.
“O seu nome e a sua obra vão decerto permanecer na memória de todos albicastrenses, através do seu legado poético, em particular, e pelo acervo bibliográfico e documental que legou à cidade de Castelo Branco, o qual será património da futura Casa António Salvado”, referiu a autarquia.
O poeta albicastrense António Salvado morreu no domingo, aos 87 anos, no Hospital Amato Lusitano, em Castelo Branco, onde se encontrava internado.
Autor de mais de 80 títulos, entre os quais “Poesia nos versos de António Salvado- Antologia”, o seu último livro, editado pelo Ensino Magazine em fevereiro, por ocasião do seu 87.º aniversário e que apresenta um conjunto significativo de poemas selecionado pelo próprio.
O presidente da Câmara de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, “lamentou profundamente” a morte de António Salvado, considerando que “a cidade e toda a região está em consternação”.
António Forte Salvado nasceu em Castelo Branco no dia 20 de fevereiro de 1936, na zona histórica da cidade.
Poeta, ensaísta, crítico, antologiador, tradutor, diretor de publicações, tem colaboração poética em antologias, revistas e suplementos literários.
Obteve várias distinções de que se destaca a comenda da Ordem de Sant’Iago da Espada atribuída, em 2010, pelo conjunto da sua obra poética, assim como a medalha Fray Luis de León de Poesía Iberoamericana, em 2021.
Está traduzido em castelhano, francês, italiano, inglês e japonês. Verteu para português, entre outros, os poetas Claúdio Rodriguez, Ricardo Paseyro, Al.Perez Alencart e António Colinas.
Foi, durante vários anos, diretor do Museu Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, cidade onde também lecionou.
A Câmara Municipal de Castelo Branco apresenta à família enlutada “as mais sinceras e sentidas condolências”.
Em comunicado, a concelhia do PS de Castelo Branco “manifesta o mais profundo pesar perante a notícia do falecimento do Dr. António Salvado, um vulto maior da cultura albicastrense”.
Os socialistas realçam o poeta, “amplamente admirado e estimado” na comunidade, cuja obra deixou uma marca indelével na literatura em língua portuguesa e que “extravasa os limites do concelho e que o colocam igualmente num patamar cimeiro do panorama cultural nacional e internacional, especialmente na esfera iberoamericana”.
“O seu legado perdurará não apenas nos corredores das bibliotecas enriquecidos pelas suas obras, mas também no imaginário de todos aqueles foram e vierem a ser tocados pela luz das suas palavras”, salientam.
Os socialistas deixam ainda as suas “mais consternadas condolências” à família e amigos do poeta albicastrense.
António Salvado licenciou-se em Filologia Românica na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, e foi doutor ‘honoris causa’ pela Universidade da Beira Interior, na Covilhã.
O corpo de António Salvado está em câmara ardente na Igreja de Nossa Senhora de Fátima (Fradinhos) até à manhã de terça-feira.
O cortejo fúnebre decorre a partir das 11:00 para o cemitério de Castelo Branco.
CCC // MAG
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Faleceu o Dr. Jaime Pereira Forjaz de Sampaio,

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Faleceu o Dr. Jaime Pereira Forjaz de Sampaio, conhecido médico ginecologista e obstetra açoriano.
O Dr. Forjaz de Sampaio era natural da freguesia de Água de Pau, do concelho de Lagoa (Açores), e era casado com a Dra. Maria Teresa de Paiva Pereira da Silva Forjaz de Sampaio.
Era pai da Dra Isabel Forjaz Sampaio, da Arquitecta Maria Forjaz de Sampaio, e do Dr André Forjaz Sampaio, director clínico do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, em 2021-2022.
À esposa, filhos e netos a Administração do Açores Global endereça os seus sinceros pêsames.
[Foto da página do Facebook do Dr Jaime Forjaz de Sampaio]
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morreu Bassma Kodmani (1958-2023)

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Bassma Kodmani (1958-2023)
A morte de Bassma Kdmani é uma enorme tristeza. Perco uma grande amiga, com quem muito colaborei ao longo de 40 anos. Ela gostava de lembrar que a sua primeira intervenção numa conferência tinha sido no início dos anos 80, num seminário do Instituto de Estudos Estratégicos e Internacionais (IEEI) sobre as relações euro-mediterrâneas, tema, aliás, que nos uniria nas décadas seguintes. Bassma era então jovem investigadora do Instituto Francês de Relações Internacionais, país que acolhera seus pais, exilados sírios. Nos anos seguintes, Bassma Kodmani afirmou-se como uma das mais brilhantes analistas do Médio Oriente e tive o privilégio de poder contar com o seu saber, quer no IEEI, quer no Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia. Em 2011, assumiu plenamente a sua origem síria, mobilizando-se no apoio à luta pela liberdade contra a repressão de Assad e veio a assumir o papel de porta-voz do Conselho Nacional Sírio. Vivi de perto as suas angústias, a sua recusa do sectarismo, as suas esperanças num futuro democrático para o país dos seus antepassados. Nesse período ela dirigia a Arab ReformIniciative (ARI), que tinha fundado. Eu era investigador associado, a seu convite.
Há poucos anos participou, com o brilho habitual, no ciclo Debates Cruzados, de que fui comissário, organizados pela Fundação Gulbenkian, em Paris. Nessa altura apelou à hospitalidade para os refugiados sírios e denunciou os crimes de guerra cometidos, na Síria, pelas tropas de Assad e Putin.
A melhor forma de homenagearmos Bassma é continuarmos a apoiar todos aqueles que nos países árabes lutam pela democracia e a exigir que a União Europeia abandone a política de apoio às ditaduras do Norte de África, em nome de uma suposta segurança que estas trariam. Como dizia Bassma, a Europa não devia ter medo da democracia, pois só ela pode trazer a estabilidade e o desenvolvendo sustentados, em liberdade.
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ATÉ BREVE RUY CASTELAR

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Um autêntico “Dinossauro” da comunicação… Saudades do “Fantástico” da Comercial. Ficava “madrugadas em claro” a ouvir este senhor… com quem tive o privilégio e orgulho de privar. Obrigado e… Até breve Ruy Castelar!
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MORREU galvão teles

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Óbito/Galvão Teles: Presidente da República evoca “um grande democrata”
Lisboa, 02 de mar 2023 (Lusa) – O Presidente da República evocou o advogado José Manuel Galvão Teles, que morreu hoje aos 84 anos, classificando-o como “um grande democrata” e combatente contra a ditadura.
Numa nota colocada no sítio da Presidência da Repíblica na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa lembra que “José Manuel Galvão Telles foi um grande democrata, um grande advogado, um grande lutador, desde a sua juventude, pela liberdade contra a ditadura, pelo pluralismo contra a repressão, pela igualdade contra a discriminação, pela fraternidade contra a exclusão”.
“Militante pelos ideais socialistas e, depois, dirigente do Partido Socialista, esteve presente praticamente em todos os momentos essenciais da vida política portuguesa dos últimos 50 anos”, escreve Marcelo, lembrando que o tinha condecorado em novembro passado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade.
O chefe de Estado apresenta à sua família de Galvão teles “a expressão de uma antiga amizade e grata solidariedade pelo seu contributo a Portugal”.
José Manuel Galvão Teles morreu hoje, em Lisboa, aos 84 anos, vítima de doença prolongada, sendo o seu funeral realizado no sábado, anunciou a sociedade de advogados que fundou.
Era advogado há 60 anos, com inscrição na Ordem dos Advogados em 1963 e desde jovem que se destacou na luta ativa pela democracia, tendo ficado “reconhecido como um político convicto da importância dos direitos fundamentais e um homem de cultura”.
JPS (ARA) // JMR
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Alunos do curso de formação de Guardas matam ratazana em camarata – Sociedade – Correio da Manhã

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GNR refere que os alunos foram mudados de quarto e que já procedeu à desinfeção do espaço.

Source: Alunos do curso de formação de Guardas matam ratazana em camarata – Sociedade – Correio da Manhã

há homens assim

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Há vidas assim…
Prescindiu da fortuna que os pais lhe deixaram para ajudar os outros.
Um sem-abrigo que ensina alunos da Faculdade a custo zero.
Uma celebridade que merecia honras de Estado.
Cansado de lidar com gente que se faz passar por aquilo que não é, depois de ver as igrejas cheias de pecadores e os cemitérios com tanta gente nobre, partilho este exemplo de mais um dos meus heróis anónimos.
Este Senhor que para muitos é um sem-abrigo, é um homem nobre. Professor Universitário aposentado, licenciado em Engenharia com distinção, co-autor de livros de matemática e engenharia, prescinde da sua confortável reforma para ajudar os que precisam mais do que ele. Não tocou na fortuna que herdou dos pais e não usa o carro topo de gama que o pai lhe ofereceu.
Na sua humilde casa ou em locais públicos, ensina os jovens universitários e outros estudantes que o procuram sem nunca cobrar um cêntimo.
Vive com o indispensável para sobreviver e recusa ajudas porque é um “homem rico” e tem a vida que escolheu.
O engenheiro Valdemar Caldeira não vai gostar, não lhe digam nada… O Engenheiro Caldeira não tem facebook, nem computador, nem telemóvel.
Mas tem tempo, esperança e solidariedade para dar a quem precisa.
Que lição de vida!
(Seguindo Joaquim Alhinho)
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COTA MAS FELIZ

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“Somos a geração que comeu Pensal🥣, Amparo e 33 com brinde, leite 🥛com Toddy, papas de farinha Maizena, gemadas e óleo de fígado de bacalhau. Somos a geração que comia Bombocas, Tulicreme à colherada, barrávamos as Bolachas Maria🥯 com manteiga 🧈e comíamos papo-secos🍞🥐 com marmelada. Somos de uma geração que comeu açúcar🥞 que se fartou!!!
O detergente da roupa o OMO também vinha com brinde…íamos atrás das nossas mães para o tanque da aldeia, á espera do momento da abertura da embalagem…🤣
As nossas festas de anos tinham sandes de fiambre e queijo, salada de frutas🍎🍇🍉🍊🍓 e mousse de chocolate. Comíamos batatas fritas🍟, guisados🥘, fritos e estufados🍲. Apesar disto, somos também uma geração que aprendeu a comer sopa🍛, peixe 🐟🐙cozido, legumes 🥦🥕🍅e fruta🍉🍈🍌 a todas as refeições. Não havia comida especial para nós.
Nas férias grandes íamos para a praia 🏖ou para a terra dos pais🚞🚉. Somos a geração que brincava na rua até à hora de jantar 🕕e, no Verão☀️, ainda podíamos brincar depois dessa hora🕙🌙. Andávamos de bicicleta 🚲e íamos a pé 🦶para a escola, sozinhos 🧒ou com amigos 👧👦e sabíamos a tabuada de cor.
Só havia um canal de televisão📺 e a família👨‍👩‍👧‍👦 juntava-se a ver o TV Rural, a Cornélia, 1 2 3 com a sua bota 🥾botilde, Duarte e Companhia, os Jogos Sem Fronteiras, o Tarzan, o Bonanza, a Casa 🏚na Pradaria, o Sandokan 🐅e o Topo Gigio🐭. Somos a geração dos Soldados 👨‍✈️👮‍♂️💸da Fortuna, do Espaço 1999, do Dallas, da Balada de Hill Street, do Barco ⛵do Amor❤, da Fama, do Miami Vice🏎, do Verão Azul e do Justiceiro🕵️‍♂️. Somos a geração da “Gabriela-Cravo e Canela” e da “Vila Faia “. Somos a geração que viu os desenhos 🥰ANIMADOS do Popeye da Heidi e do Marco, da abelha Maia, e viu filmes em que as meninas👧 eram princesas à espera do príncipe 🤴encantado.
Somos da geração do Top 🚀Gun, do Oficial👨‍✈️ e Cavalheiro🤵 e da Lagoa🏝 Azul. Somos da geração que ligávamos para o “Quando o telefona ☎️toca”, ouvíamos os Parodiantes de Lisboa e o Oceano Pacífico🌊. Líamos “As Gémeas”, “Os Cinco”, “Os Sete” e tínhamos todos “A minha Agenda📒“.
Ainda somos do tempo em que os carros 🚗não tinham cinto de segurança nos bancos traseiros nem ar condicionado. Jogávamos ao Monopólio”, à “glória” ao “Sabichão” à carica e ao berlinde. Somos da geração que fazíamos festas 🥳de garagem, frequentávamos as Matinés e dancávamos slows🕺💃. Somos a geração dos bichos da seda. Brincávamos aos Índios e Cowboys com pistolas 🗡a fingir e nenhum mal aconteceu!
Porque a nossa geração fez tudo com conta, peso e medida.
A nossa geração teve mães👩‍🦱👩‍🦳👩‍🦰 que faziam o que podiam da melhor forma que sabiam e não viam um papão em cada esquina. As nossas mães, eram as mães, que nos deixavam lamber a massa crua dos bolos🍰🍪 mas que diziam que comer o bolo quente nos dava a volta à barriga….
Serei cota sim👩‍🦳…. com muito gosto!!!! Que saudades deste tempo, que não volta mais e foi super feliz 🙏❤️😊
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NÃO A ESSE CARNAVAL

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👏👏👏👏 Bravo! Vale a pena ler!
“É essencial investir na família e instituições, no fundo, amparar os nossos idosos e proporcionar-lhes o direito à vida e bem-estar, aos afetos que deverão ser imutáveis, constantes. Mas vamos ser mais sensatos. Os nossos pais e avós não são para exibir no Carnaval. Salvo se gostarem e o quiserem, claro!”
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Às portas de mais um Carnaval
Eu não quero fantasiar-me de princesa aos 80 anos, quando na realidade fui plebeia a vida inteira e não sonhei ser outra coisa…
Não gosto do Carnaval. Nunca me mascarei. Para mim será impensável vir a fazê-lo ou a “exigirem-me” que o faça, quando estiver num Lar.
É comum vermos os nossos idosos, sobretudo nestes dias, mascarados em desfiles carnavalescos. Surge-me de imediato a dúvida se estão todos ali por gostarem muito do Carnaval ou se vão, independentemente da sua real vontade, a cumprirem o estabelecido no Plano Anual de Atividades da instituição.
Sei que é lúdico e que a alegria é um estado psíquico que devemos proporcionar a todos os indivíduos, mas a verdade é que essa atitude tem que vir também de dentro, não chega só o que recebe do exterior. Neste caso, penso eu e por mim falo, tem que fazer parte da história cultural e pessoal de cada um. O respeito à dignidade é fundamental. Não me parece que a minha mãe que nunca gostou de Carnaval, agora aos 80 anos e se estivesse num Lar ou associação, fosse “obrigada”, a participar num desfile, pelas ruas da cidade, o fizesse.
Eu nem o permitiria, estando na posse de todas as minhas faculdades mentais.
Passei por um destes desfiles e falando com algumas pessoas adivinhei-lhes uma tristeza silenciosa que nada condiz com o Carnaval, dedicado à folia.
São estas as contradições da vida. A mesma vida que põe a nu, tantas vezes o ridículo de sermos considerados um rebanho…
E isto vem a propósito do que vejo nas nossas instituições: lares, juntas de freguesias e/ou outras associações que acolhem os nossos idosos.
Bem sei que a sociedade está em processo de envelhecimento e que continuará a ser necessário uma reorganização da mesma e o empenhamento de todos, repondo a dignidade – às vezes pouco levada a sério, como forma de defesa dos direitos usurpados a quem deu tudo.
É essencial investir na família e instituições, no fundo, amparar os nossos idosos e proporcionar-lhes o direito à vida e bem-estar, aos afetos que deverão ser imutáveis, constantes. Mas vamos ser mais sensatos. Os nossos pais e avós não são para exibir no Carnaval. Salvo se gostarem e o quiserem, claro!
Acredito, contudo, nas instituições e no seu papel social e cultural, numa sociedade de oportunidades e mais justa.
É caso para dizer: “Não me obriguem a vir para a rua gritar…” a minha indignação.
Ainda bem que o Carnaval são 3 dias!
Rosa Fonseca
(imagem pública – Net)

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