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Teresa Machado Themudo and 3 others
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Source: Músico e humorista brasileiro Juca Chaves morreu aos 84 anos – Atualidade – SAPO 24 
ouça-o aqui na sua coletânea dos anos 70
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Poirot and Miss Marple mysteries have passages edited by sensitivity editors for latest HarperCollins editions
Several Agatha Christie novels have been edited to remove potentially offensive language, including insults and references to ethnicity.
Poirot and Miss Marple mysteries written between 1920 and 1976 have had passages reworked or removed in new editions published by HarperCollins to strip them of language and descriptions that modern audiences find offensive, especially those involving the characters Christie’s protagonists encounter outside the UK.
Sensitivity readers had made the edits, which were evident in digital versions of the new editions, including the entire Miss Marple run and selected Poirot novels set to be released or that have been released since 2020, the Telegraph reported
The updates follow edits made to books by Roald Dahl and Ian Fleming to remove offensive references to gender and race in a bid to preserve their relevance to modern readers.
The newspaper reported that the edits cut references to ethnicity, such as describing a character as black, Jewish or gypsy or a female character’s torso as “of black marble” and a judge’s “Indian temper”, and remove terms such as “Oriental” and the N-word. The word “natives” has also been replaced with the word “local”.
Among the examples of changes cited by the Telegraph is the 1937 Poirot novel Death on the Nile, in which the character of Mrs Allerton complains that a group of children are pestering her, saying that “they come back and stare, and stare, and their eyes are simply disgusting, and so are their noses, and I don’t believe I really like children”.
This has been stripped down in a new edition to state: “They come back and stare, and stare. And I don’t believe I really like children.”
The new edition of the 1964 Miss Marple novel A Caribbean Mystery, the amateur detective’s musing that a hotel worker smiling at her has “such lovely white teeth” has been removed, the newspaper added.
Sensitivity readers are a comparatively recent phenomenon in publishing that have gained widespread attention in the past two years. They vet both new publications and older works for potentially offensive language and descriptions, and aim to improve diversity in the publishing industry – though some are paid extremely low wages.
Though this is the first time the content of Christie’s novels have been changed, her 1939 novel And Then There Were None was previously published under a different title that included a racist term, which was last used in 1977.
Agatha Christie Limited, a company run by the author’s great-grandson James Prichard, is understood to handle licensing for her literary and film rights. The company and HarperCollins have been contacted for comment.
Roald Dahl
Dahl’s publisher, Puffin, hired sensitivity readers to rewrite substantial parts of the author’s text to make sure the books “can continue to be enjoyed by all today”; however it will also continue to print the original editions.
On the chopping block were offensive descriptions of characters’ physical appearances, such as the words “fat” and “ugly”, as well as antisemitic references, for instance to the characters’ big noses in The Witches.
Gender-neutral terms were also added – where Charlie and the Chocolate Factory’s Oompa Loompas were “small men”, they are now “small people”. The Cloud-Men in James and the Giant Peach have become Cloud-People.
Ian Fleming
To mark 70 years since Casino Royale, Fleming’s first book featuring the British spy James Bond, was published, a full set of the thrillers will be reissued. This time, they will contain the disclaimer: “This book was written at a time when terms and attitudes which might be considered offensive by modern readers were commonplace.”
Many changes are to remove racist language. In Live and Let Die, Bond’s comment that would-be African criminals in the gold and diamond trades are “pretty law-abiding chaps I should have thought, except when they’ve drunk too much” has been changed to “pretty law-abiding chaps I should have thought”.
Others are to remove sexist language; for example a scene where Bond visits a nightclub in Harlem, and a reference to the “audience panting and grunting like pigs at the trough” has been changed to “Bond could sense the electric tension in the room”.
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Jornalista tinha 77 anos.
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Pais dos estudantes com 11 e 12 anos consideram a obra “pornográfica”.
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Os pacientes eram dois idosos que tiveram de esperar meia hora pela chegada de outra viatura, que os levasse a casa depois de uma consulta no Hospital São Francisco Xavier. Comandante dos Bombeiros do Dafundo refere que o IMTT não considera que a PSP tenha razão.
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A Finlândia continua a ser o país mais feliz do mundo. Os países nórdicos ocupam o topo da lista do ranking mundial da felicidade, um relatório das Nações Unidas. Em termos de felicidade Portugal ocupa a posição 56.
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WD-40 is a lifesaver when you need to silence a squeaky door, remove a stubborn screw, or remove gunk and grease from your car’s fenders, windows, and interior. Many people love keeping a roll of duct tape around for its varied uses, and if you’re one of those people, you’ll want to add a can […]
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O comendador Rui Nabeiro propôs-lhe a escrita das suas memórias – que acabou por ser um romance biográfico.
Como recebeu este convite?
No exato momento em que foi feito, deixou-me muito surpreendido. Posteriormente, começou a fazer-me muito sentido, por sermos os dois do Alentejo, por termos mais algumas coisas em comum, como uma grande dedicação à nossa terra. Ainda assim, vi logo o grande potencial que estava presente nessa possibilidade. Rui Nabeiro nasceu em 1931 e, como se sabe, tem uma história muitíssimo preenchida. Ter a oportunidade de conhecê-la a partir da sua própria boca, com os detalhes que a sua memória guarda foi algo que, logo nesse momento, me pareceu ser um grande privilégio e uma extraordinária oportunidade de escrita.
Como foi preparar este livro? Como e com que regularidade comunicavam? Tinham uma lista de temas definidos ou seguiam ao sabor das memórias? E a oportunidade de partilhar de um património de alguém que tem uma história que se confunde com a do país?
Comecei a preparar este livro em setembro de 2019. Numa primeira fase, li vários materiais que encontrei sobre Rui Nabeiro. Ao longo dos anos, deu muitas entrevistas longas, foram feitos múltiplos trabalhos jornalísticos. Essa matéria foi muito importante para definir algumas ideias essenciais sobre os contornos da sua vida. Depois, quando nos começámos a encontrar, tentei sempre que conversássemos sobre aqueles assuntos, cujas respostas só ele me poderia dar. Foram momentos em que viajámos nas suas lembranças, muito precisas quase sempre. Aos poucos, com a convivência, fomos ganhando confiança para entrar em temas pessoais que, em grande medida, me pareciam fundamentais para contar a história deste homem. Como se sabe, houve um período em que tivemos de interromper os encontros ao vivo, esse foi o período mais rigoroso da quarentena. Nessa época, chegámos a ter um encontro virtual, à distância, mas não era a mesma coisa. Então, interrompi o trabalho neste livro, tendo-o retomado um par de meses depois. Para mim, foi muito impactante ouvir estas memórias de Rui Nabeiro. De certa forma, transformaram-se também em memórias minhas.
“Ainda hoje, Rui Nabeiro não gosta de ser tratado por ‘rico’”. O José Luís Peixoto fala dos mitos que existem em torno do Comendador e que este livro pode ajudar a desmistificar.
Mais algum bom exemplo?
São várias as histórias que se contam. A maioria delas, mesmo que não sejam literais, têm um fundo de verdade, surgem de características que, de facto, Rui Nabeiro cultiva e que o fazem ser diferente. Ao escrever este romance, uma das minhas principais intenções era dar conta da sua dimensão humana. Nesse sentido, todo o ser humano é contrário a mitos. Por um lado, é claro que Rui Nabeiro é um rico muito diferente dos ricos mais comuns no Alentejo e, já agora, também no resto do país. Por outro, as suas histórias do contrabando, para dar apenas um exemplo, são lendárias, embora falem de um tempo bem real.
“Temos todos de pensar uns nos outros”, Comendador Rui Nabeiro. Que “lições” aprendeu (e podemos todos aprender) com este Homem de 90 anos?
Que histórias mais o surpreenderam?
Creio que o exemplo de Rui Nabeiro é muito marcante e deixa-nos a todos a refletir sobre o nosso papel na sociedade, de que forma contribuímos para o coletivo a que pertencemos. Uma das características reconhecidamente mais fortes de Rui Nabeiro é a sua generosidade. Pela minha parte, sinto que há uma imensa sabedoria nessa generosidade. Acredito que os 90 anos que cumpriu recentemente contribuem bastante para essa visão do mundo, essa clareza no discernimento que faz daquilo que é importante. Ainda assim, pelo que li e pelo que apreendi da oportunidade que tive de privar com ele, tenho a sensação de que sempre teve essas qualidades. No fundo, parece-me, esse é o grande segredo da sua vitalidade, distingue de forma muito objetiva aquilo que considera importante, e é a esses valores que se dedica completamente.
Foto: facebook José Luís Peixoto
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Em seis países da União Europeia, o café é mesmo considerado um luxo e é taxado com um imposto especial.
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Ponta Delgada foi o local que escolhi para viver. Ponta Delgada é a cidade onde nasceram os meus filhos. Ponta Delgada é, por todas as razões, a minha cidade. E, por isso, entristece-me profundamente tudo o que de menos positivo acontece por aqui. E a verdade é que tem acontecido, com trágica regularidade, muitos episódios […]
Source: Opinião: Hernâni Bettencourt | Há outra Ponta Delgada – Jornal Açores 9
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Yuval Noah Harari é professor na Universidade Hebraica de Jerusalém e é autor de ‘Sapiens: Uma Breve História da Humanidade’ e ‘Homo Deus: Uma Breve História do Amanhã’. Em um artigo publicado no The Guardian, intitulado O Significado da Vida em um Mundo sem Trabalho, o escritor comenta sobre uma nova classe de pessoas que deve surgir até 2050: a dos inúteis.
“São pessoas que não serão apenas desempregadas, mas que não serão empregáveis”, diz o historiador.
“A questão mais importante na economia do século 21 pode muito bem ser: o que devemos fazer com todas as pessoas supérfluas, uma vez que temos algoritmos não-conscientes altamente inteligentes que podem fazer quase tudo melhor que os humanos? A maioria das crianças que atualmente aprendem na escola provavelmente será irrelevante quando chegar aos 40 anos.”
A grande questão então será como manter esses indivíduos satisfeitos e ocupados. “As pessoas devem se envolver em atividades com algum propósito. Caso contrário, irão enlouquecer. Afinal, o que a classe inútil irá fazer o dia todo?”.
Veja o artigo abaixo:
A maioria dos empregos que existem hoje pode desaparecer dentro de décadas. À medida que a inteligência artificial supera os seres humanos em tarefas cada vez mais, ela substituirá humanos em mais e mais trabalhos. Muitas novas profissões provavelmente aparecerão: designers do mundo virtual, por exemplo. Mas essas profissões provavelmente exigirão mais criatividade e flexibilidade, e não está claro se os motoristas de táxi ou agentes de seguros desempregados de 40 anos poderão se reinventar como designers do mundo virtual (tente imaginar um mundo virtual criado por um agente de seguros!?). E mesmo que o ex-agente de seguros de alguma forma faça a transição para um designer de mundo virtual, o ritmo do progresso é tal que, dentro de mais uma década, ele pode ter que se reinventar novamente.
O problema crucial não é criar novos empregos. O problema crucial é a criação de novos empregos que os humanos apresentam melhor desempenho do que os algoritmos. Consequentemente, até 2050, uma nova classe de pessoas poderá surgir – a classe desocupada. Pessoas que não estão apenas desempregadas, mas desempregáveis.A mesma tecnologia que torna os seres humanos inúteis também pode tornar viável alimentar e apoiar as massas desempregadas através de algum esquema de renda básica universal. O problema real será, então, manter as massas ocupadas e o conteúdo. As pessoas devem se envolver em atividades propositadas, ou ficam loucas. Então, o que a classe desocupada irá fazer o dia todo?
milhares de anos, bilhões de pessoas encontraram significado em jogar jogos de realidade virtual. No passado, chamamos essas “religiões” de jogos de realidade virtual.
O que é uma religião, se não um grande jogo de realidade virtual desempenhado por milhões de pessoas juntas? Religiões como o Islã e o Cristianismo inventam leis imaginárias, como “não comem carne de porco”, “repita as mesmas preces um número determinado de vezes por dia”, “não faça sexo com alguém do seu próprio gênero” e assim por diante. Essas leis existem apenas na imaginação humana. Nenhuma lei natural exige a repetição de fórmulas mágicas, e nenhuma lei natural proíbe a homossexualidade ou a ingestão de porco. Muçulmanos e cristãos atravessam a vida tentando ganhar pontos em seu jogo de realidade virtual favorito. Se você reza todos os dias, você obtém pontos. Se você esqueceu de orar, você perde pontos. Se, no final da sua vida, você ganhar pontos suficientes, depois de morrer, você vai ao próximo nível do jogo (também conhecido como o paraíso).
Como as religiões nos mostram, a realidade virtual não precisa ser encerrada dentro de uma caixa isolada. Em vez disso, ele pode se sobrepor à realidade física. No passado, isso foi feito com a imaginação humana e com livros sagrados, e no século 21 pode ser feito com smartphones.
Algum tempo atrás, fui com o meu sobrinho de seis anos, Matan, para caçar Pokémon. Enquanto caminhávamos pela rua, Matan continuava a olhar para o seu telefone inteligente, o que lhe permitia detectar Pokémon à nossa volta. Eu não vi nenhum Pokémon, porque não carregava um smartphone. Então vimos outras duas crianças na rua que estavam caçando o mesmo Pokémon, e quase começamos a lutar com eles. Parecia-me como a situação era semelhante ao conflito entre judeus e muçulmanos sobre a cidade sagrada de Jerusalém. Quando você olha a realidade objetiva de Jerusalém, tudo que você vê são pedras e edifícios. Não há santidade em qualquer lugar. Mas quando você olha através de smartbooks (como a Bíblia e o Alcorão), você vê lugares sagrados e anjos em todos os lugares.
A ideia de encontrar um significado na vida ao jogar jogos de realidade virtual é, evidentemente, comum não apenas às religiões, mas também às ideologias seculares e estilos de vida. O consumo também é um jogo de realidade virtual. Você ganha pontos adquirindo carros novos, comprando marcas caras e tendo férias no exterior, e se você tiver mais pontos do que todos os outros, dizendo a si próprio que ganhou o jogo.
Você pode contrariar dizendo que as pessoas realmente gostam de seus carros e férias. Isso certamente é verdade. Mas os religiosos realmente gostam de orar e realizar cerimônias, e meu sobrinho realmente gosta de caçar Pokémon. No final, a ação real sempre ocorre dentro do cérebro humano. Não importa se os neurônios são estimulados observando pixels em uma tela de computador, olhando para fora das janelas de um resort do Caribe ou vendo o céu nos olhos da mente? Em todos os casos, o significado que atribuímos ao que vemos é gerado pelas nossas próprias mentes. Não é realmente “lá fora”. Para o melhor de nosso conhecimento científico, a vida humana não tem significado. O significado da vida é sempre uma história de ficção criada por nós humanos.
Em seu ensaio inovador, Deep Play: Notas sobre a Briga de Galos em Bali (1973), o antropólogo Clifford Geertz descreve como na ilha de Bali, as pessoas passaram muito tempo e dinheiro apostando em brigas de galos. As apostas e as lutas envolveram rituais elaborados, e os resultados tiveram um impacto substancial na posição social, econômica e política de jogadores e espectadores.
As brigas de galos eram tão importantes para os balineses que, quando o governo indonésio declarou a prática ilegal, as pessoas ignoraram a lei e se arriscavam a prisão e multas pesadas. Para os balineses, as brigas eram “jogo profundo” – um jogo confeccionado que é investido com tanto significado que se torna realidade. Um antropólogo balines poderia, sem dúvida, ter escrito ensaios semelhantes sobre futebol na Argentina, Brasil ou no judaísmo em Israel.
De fato, uma seção particularmente interessante da sociedade israelense fornece um laboratório exclusivo de como viver uma vida satisfeita em um mundo pós-trabalho. Em Israel, um percentual significativa de homens judeus ultra-ortodoxos nunca trabalhou. Eles passam toda a vida estudando escrituras sagradas e realizando rituais de religião. Eles e suas famílias não morrem de fome, em parte porque as esposas muitas vezes trabalham, e em parte porque o governo lhes fornece generosos subsídios. Embora geralmente vivam na pobreza, o apoio do governo significa que eles nunca faltam para as necessidades básicas da vida.
Isso é uma renda básica universal em ação. Embora sejam pobres e nunca trabalhem, em pesquisa após pesquisa, esses homens judeus ultra-ortodoxos relatam níveis mais elevados de satisfação com a vida do que qualquer outra parte da sociedade israelense. Nos levantamentos globais sobre a satisfação da vida, Israel está quase sempre no topo, graças em parte ao contributo destes pensadores profundos e desempregados.
Você não precisa ir a Israel para ver o mundo do pós-trabalho. Se você tem em casa um filho adolescente que gosta de jogos de computador, você pode realizar sua própria experiência. Fornecer-lhe um subsídio mínimo de Coca-cola e pizza e, em seguida, remover todas as demandas de trabalho e toda a supervisão dos pais. O resultado provável é que ele permanecerá em seu quarto por dias, colado na tela. Ele não vai fazer qualquer lição de casa ou tarefas domésticas, vai ignorar a escola, ignorar as refeições e até mesmo ignorar os chuveiros e dormir. No entanto, é improvável que ele sofra de tédio ou uma sensação de sem propósito. Pelo menos não no curto prazo.
Portanto, as realidades virtuais provavelmente serão fundamentais para fornecer significado à classe desocupada do mundo pós-trabalho. Talvez essas realidades virtuais sejam geradas dentro dos computadores. Talvez sejam gerados fora dos computadores, sob a forma de novas religiões e ideologias. Talvez seja uma combinação dos dois. As possibilidades são infinitas, e ninguém sabe com certeza que tipos de peças profundas nos envolverão em 2050.
Em qualquer caso, o fim do trabalho não significará necessariamente o fim do significado, porque o significado é gerado pela imaginação em vez de pelo trabalho. O trabalho é essencial apenas para o significado de acordo com algumas ideologias e estilos de vida. Os escravos ingleses do século XVIII, os judeus ultra-ortodoxos atuais e as crianças em todas as culturas e eras encontraram muito interesse e significado na vida, mesmo sem trabalhar. As pessoas em 2050 provavelmente poderão jogar jogos mais profundos e construir mundos virtuais mais complexos do que em qualquer momento anterior da história.
E quanto à verdade? E a realidade? Realmente queremos viver em um mundo no qual bilhões de pessoas estão imersas em fantasias, buscando objetivos criativos e obedecendo leis imaginárias? Bem, goste ou não, esse é o mundo em que vivemos há milhares de anos.
Texto originalmente publicado em asomadetodosafetos e adaptado pela equipe do blog Cantinho.
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Vivian Sarkis
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As pessoas perderam o respeito pelo silêncio. Não sabem o que fazer com ele, procuram tutoriais na Internet para o encontrar dentro da cabeça, ao mesmo tempo que fecham a janela do YouTube e correm desesperadas à procura de qualquer barulho que as faça sentirem-se menos sozinhas com elas próprias.
Source: Metro quadrado de silêncio – Bruno Nogueira – SÁBADO