Edição crítica de “Os Lusíadas” prova que original teve contrafação e esclarece dúvida com séculos – Expresso

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Uma investigadora portuguesa está a realizar aquela que será a primeira edição critica completa da obra camoniana alguma vez feita. Algumas das primeiras conclusões são surpreendentes

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Tem apenas 40 habitantes no interior das muralhas é conhecido como o castelo do anel pelo seu formato

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Sortelha é uma das mais belas e antigas vilas portuguesas, tendo mantido a sua fisionomia urbana e arquitectónica inalterada desde o renascimento até aos nossos dias. A visita pelas ruas e vielas do aglomerado, enclausuradas por um anel defensivo, e vigiadas por um so

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PORTUGAL – TV EM 1954

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José Calçada

Fisicamente, sim — mas nada mais do que isso. Era uma emissão do sector americano da Base das Lajes, com um alcance territorial muito limitado. Nunca se poderia afirmar que a Terceira tinha televisão… …
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João Silveira

José Calçada É verdade. Morava (e moro) em S. Bento e não ouvíamos falar. Também elecricidade… era poer um canudo.

Gravado em São Barnabé (Almuinha). Arquivos RTP. Em 1999.…

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Gravado em São Barnabé (Almuinha). Arquivos RTP. Em 1999.…

Gimonde (Bragança)

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Gimonde (Bragança)
É uma das mais características aldeias de Bragança. Famosa pela sua arte de bem receber e pela sua ponte em xisto, Gimonde é uma caixinha de surpresas.
Situada no concelho de Bragança, Gimonde oferece a quem o visita o melhor e o mais genuíno da terra fria transmontana, sempre com o calor humano e a arte de bem receber dos seus habitantes. As paisagens soberbas, a riqueza patrimonial e o pitoresco do quotidiano rural fazem de Gimonde o sítio ideal para uma escapadela de fim-de-semana ou férias, em total comunhão com a natureza.
A freguesia, integrada na orla meridional do Parque Natural de Montesinho, é bem conhecida pelos seus atractivos turísticos, os quais se desdobram pelas vertentes paisagísticas, monumental, arqueológica e, inclusivamente, gastronómica. Na pitoresca aldeia contabilizam-se diversos restaurantes, alguns deles afamados quer pelo atendimento, quer pelas iguarias tradicionais (sobretudo o soberbo fumeiro e deliciosas compotas).
Desde os finais do século passado, pelo menos, que aqui foi assinalado um povoado castrejo, conhecido toponimicamente por Arrabalde. Reconhecido e sumariamente prospectado por Pereira Lopo e, posteriormente, pelo Abade de Baçal, aquele arruinado recinto fortificado castrejo terá conhecido intensa romanização. A Ponte de Gimonde, também referida como Ponte Velha, localiza-se sobre o rio Malar e é a principal atracção desta aldeia, a par com as suas paisagens e a sua excelente gastronomia.
Classificada em 1990 como “Imóvel de Interesse Público”, a “Ponte de Gimonde” (ou “Ponte velha”, como é mais vulgarmente conhecida) ergue-se sobre o Rio Malara. Com acesso pela EN 218, faz a travessia a cerca de oito quilómetros de Bragança, cem metros a montante da ponte de finais de século XIX actualmente em uso. Na origem, tratar-se-ia de uma estrutura edificada durante o processo de romanização desta região do Noroeste peninsular, integrando a denominada “via XVII”, que estabelecia a ligação entre Bracara Augusta (Braga) e Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves), e que serviria de igual modo os habitantes do “Castro de Gimonde”, onde foram identificados e recolhidos inúmeros vestígios de ocupação romana.
Construída primitivamente na matéria prima mais abundante na região – o xisto – argamassado com barro, em opus incertum, poucos serão, na verdade, os seus vestígios remanescentes. A actual ponte, em alvenaria de xisto, tem seis arcos quase iguais de volta perfeita construídos com aduelas estreitas e compridas em placas de xisto aparelhadas.
O seu comprimento é de 144m por uma largura total de 4,5 metros. De ambos os lados possui cinco talhamares de perfil triangular. O tabuleiro em corcova encontra-se delimitado por guardas de xisto com 0,40 metros de espessura. A meio do corpo da ponte estava um grande olhal redondo que serviu para conduzir a água para um moinho que aqui existiu. Com efeito, esta ponte resulta de uma profunda intervenção conduzida durante o período medieval, numa clara evidência da pertinência dos propósitos que servia e para os quais fora concebida de início, tendo sido então utilizada pelos peregrinos que se deslocavam a Santiago de Compostela.

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António Nunes

Terra de bom pão e boa chicha!!!

quando a TAP era IMPERIAL

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1º voo da Linha Aérea Imperial dos TAP
Fez ontem “77 anos” que o Comandante Manuel Maria da Rocha aterrou em Lourenço Marques no1º voo da Linha Aérea Imperial dos TAP em Dakota.
A bordo seguiram ainda 27 kg de correio para Angola e 37 kg para Moçambique. A altitude máxima não excedeu os 2.000 metros e a velocidade de cruzeiro os 270 km/h. A chegada a Luanda ocorreu pelas 18:14h do dia 4 de Janeiro de 1947 e a Lourenço Marques às 12:55h do dia 6 (tempo total de voo: 46 horas e 45 minutos).
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Jose, Carlos and 1.7K others

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O beco português que esconde um segredo hediondo | Contacto

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É um ponto, quase à paisana, no local turístico mais visitado de Portugal. Entre o Mosteiro dos Jerónimos e o Palácio de Belém fica o Beco do Chão Salgado. Ali se esconde, à vista dos olhares incautos dos turistas (e não só), um segredo hediondo: o Processo dos Távoras.

Source: O beco português que esconde um segredo hediondo | Contacto

a casa e ruínas do Abade de Baçal

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Mario Doutel

Que não haja duvidas e uma vez por todas, a casa do Abade tem uma parte recuperada e pertença de familiar e outra parte em ruina que não pertence à família onde está fixada esta placa. Assim não se deve dizer que a casa do Abade de Baçal está degradada. Metade está recuperada e habitada o que significa que a casa(metade) do Abade de Baçal está habitável. A outra metade já não é casa mas sim uma ruina.
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