REIS GALEGOS

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“Por exemplo, poucos sabem, e poucos o visitan, que hai un Panteón Real na catedral de Santiago de Compostela, até hai moi pouco indicado como Capela das Reliquias por estaren depositadas na mesma tamén as duns santos. Mesmo hoxe, non se indica de onde eran os reis das tumbas con vultos xacentes alí instaladas. E, se se fai, como nas placas que os acompañan para identificalos, dise que son reis de León: na catedral de Santiago de Compostela!!! Galiza é o nome que non se ousa pronunciar, e o de reino de Galiza menos. Porén, existir, existen e existiron, e xustamente con ese rango que agora se agocha con deliberada intención”
“Pois ben, os vultos xacentes que descansan na sede compostelá, unha saga familiar, unida por unha definida liña estratéxica galego-portuguesa e de oposición ás pretensións hexemonistas castelás, abribúense oficialmente a: Raimundo de Borgoña ( morto 1107), xenro de Afonso VI, casado coa súa filla Urraca, conde da Galiza e pai do futuro Afonso VII; a raiña Berenguela (morta 1149), esposa do emperador Afonso VII, educado na Galiza e coroado rei na catedral compostelá, con sete anos de idade, filla do Conde de Barcelona e da Condesa de Provenza, dona Dulce; Fernando II (morto 1188), fillo dela e do emperador Afonso VII, a quen este, por indicación da clase dirixente galega, en concreto dos Trava (Fernán Peres de Trava), deixou os reinos de Galiza e León, mentres entregaba o de Castela ao seu outro fillo, Sancho; Afonso VIII (morto 1230), o fillo de Fernando II con Urraca de Portugal, o último rei galego, malia terse preocupado, de forma consciente e decidida en vida, de impedir ou dificultar calquera alternativa que significase a unidade con Castela ou favorecer a propensión hexemonista fronte ao bloque occidental galego-portugués. E, por último, Xoana de Castro (morta 1374) emparentada de lonxe con esta saga familiar, filla de Pedro de Fernandes de Castro, Conde de Lemos, Samos, Cabreira e Ribeira, educado na corte do rei Dinis de Portugal, máximo representante da clase direixente galego-portuguesa no reinado de Afonso XI (X para nós) da Galiza, León e Castela, pai de quen vai ser o referente máis senlleiro da continuidade reforzada da estratexia de unidade galego-portuguesa na segunda metade do século XIV, no reinado de Pedro I, “El Cruel”, Fernán Ruys de Castro. Esposa por unha noite deste monarca, morreu xustamente no momento en que fracasa esta estratexia, após unha guerra civil en Castela (a sublevación dos bastardos contra o seu irmán Pedro I) que significou a internacionalización do conflito.”
Tirado do livro A RELEVANCIA DO REINO GALEGO MEDIEVAL. TOMO I, de Francisco Rodríguez.
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O sentido do poema- Sentir o trascendente – PGL

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“Todos: filósofos, pintores, músicos, escultores, arquitectos y astrólogos, buscan en el fondo lo mismo, su propia verdad, la del universo, que sólo es expresable con flores y cantos. Por eso en todos los órdenes de la cultura náhuatl hallamos siempre presente el arte: la divinización de las cosas, como el factor decisivo” (Texto “Flor y

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Os Trabalhos Inacabados | Artur Alonso – Incomunidade

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  OS TRABALHOS INACABADOS   “Eu sou apenas  a água que tomei  indo para o mar”  (Haiku – Concha Roussia – Galiza)   PRELÚDIO   Existe a semente – a vontade de irradiar – o rebento que traz todas as informações ao mundo. O sentido do ser, dentro de cada ser, por esta precisa, precária e consistente semente foi inscrito.   Quando ela chegar à Taça – o útero maternal – a gestação pode ser feita. Em este local, por meio da semente original, foi plantada a Árvore da Vida. Por meio dela, a sombra e a luz, se encontram: […]

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GUITARRA GALEGA

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Música de Avelina Valladares, do irmão Marcial Valladares e do militar, músico e guitarrista italiano Frederico Moretti, da mesma geração que o pai e a mãe, José Dionísio e Concha. Obras pertencentes ao Fundo Valladares de música para guitarra. Várias pessoas recolheram ontem fragmentos do recital em São Vicente de Berres, igreja que tantas vezes visitou a família Valladares.

Ensino do galego ‘O que está a faltar’: mais língua portuguesa na escola? – PGL

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Valentín García, secretario xeral de Política Lingüística, e Eliseu Mera, diretor do IES Plurilíngüe de Valga e vice-presidente da Associaçom Galega da Língua (AGAL) conversárom recentemente sobre a introduçom do português nas aulas.

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ISABEL REI 1

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Isabel Rei Samartim is feeling excited.

O caro Christian Salles dedicou um programa do seu QUINTAL DA GALIZA ao meu texto “O mito da norma oficial”, um artigo breve que escrevi há muitos anos, publicado no Portal Galego da Língua e que ainda pode ler-se aqui:
O Christian recitou o texto e tudo! E acabou com as moinheiras para guitarra/viola/violão. Não sei como agradecer.
Antes também leu um parágrafo do artigo do Anjo Formoso Varela, que pode ler-se aqui:
Confira o podcast abaixo 👇

283. PGL (Portal Galego da Língua) – O mito da norma oficial – Isabel Rei Samartim
Listen to this episode from QUINTAL DA GALIZA on Spotify. Músicas: 1. Pará – Paula Cavalciuk; 2. Quatro Moinheiras – Insturmental com guitarra galega – Isabel Rei Samartim Texto: https://pgl.gal/o-mito-da-norma-oficial/ Isabel Rei Samartim – No Youtube: https://www.youtube.com/c/IsabelRei/featured…
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SARAMAGO AO SOM DA GUITARRA GALEGA

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Ontem na leitura do Ensaio sobre a cegueira do Jose Saramago que teve lugar no Centro Galego de Arte Contemporânea em Compostela e acabou com uma intervenção musical. Obrigada ao Eduardo Maragoto pelo convite e à Mar Lopes Gonçalves pelo acompanhamento. O César C. Morán Fraga também estava lá, e a Antia CL e mais amig@s que leram antes. Para encerrar o ato foram ditas umas palavras com as que concordo plenamente: Na oralidade, há uma língua por cada pessoa e nunca duas pessoas falam igual, sendo que todas leram pelo mesmo texto escrito. Parabéns à organização e a todas nós! E, por cima, levei uma camiseta do livro dos Conselhos: Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara. 🎁
Fiz Pousa, Jan Figueiras and 64 others
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guitarra galega

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Para conhecer melhor o novo Álbum de Guitarra Galega. Nível básico. Artigo na Mundoclasico.com: https://www.mundoclasico.com/articulo/37926/Um-novo-Álbum-de-guitarra-galega
Depois da espléndida edição dos cadernos para guitarra e para canto e guitarra realizada pela editorial Viso em março de 2022, não podia a autora deste Álbum de guitarra galega pensar que no mesmo ano viria à luz uma nova antologia de partituras. A proposta feita ao diretor da editora, o professor e doutor Javier Jurado Luque, bem conhecido na musicologia galega, recebeu aprovação e no verão iniciaram-se os passos para a sua edição. É devido agradecer à também editora Ana Rodríguez Jular a eleição e elaboração da capa do álbum, do índice e dos textos complementares. E, naturalmente, a Karolis Biveinis pelo seu meticuloso trabalho na edição das partituras, a paciência nas correções e o excelente resultado final.
Fiz Pousa, Xiko Paradelo and 17 others
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