Arquivo da Categoria: OBIT OBITUARIO

morreu JOSÉ LUÍS RAMOS

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José Luís Ramos. A Educação em Portugal ficou hoje mais pobre com a morte de um dos seus grandes lutadores, o José Luís Ramos, Professor do Departamento de Pedagogia e Educação da Universidade de Évora, investigador do Centro de Investigação em Educação e Psicologia na Universidade de Évora e Coordenador do Centro de Competências TIC da Universidade de Évora. Uma das pessoas mais dedicadas, competentes e generosas com quem trabalhei em Educação desde os tempos remotos do Projeto Minerva. Graças a ele, o nome do Minerva manteve-se vivo em Portugal, com a criação do Núcleo Minerva da Universidade de Évora. Foi coordenador e co-autor de importantes estudos nacionais e internacionais no domínio das TIC em Educação. Tive o privilégio de ser arguente da sua tese de Doutoramento. Para a Família, o abraço solidário e muito sentido deste seu velho amigo, que nunca o esquecerá. O José Luís vai fazer-nos muita falta!
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  • Suzana Margarida

    Foi meu Professor na Universidade de Évora! Uma pessoa maravilhosa e um excelente profissional. Deixa muitas saudades.
  • Ricardo Vidigal da Silva

    A Academia, a Educação, as TIC , Évora e o País, .. além do meu Lusitano de Évora,onde foi atleta de referência, estão mais pobres . Um Homem bom que nos deixa cedo demais! Paz a sua Alma 🙏. Sentidos pêsames a Toda a Família! Força e Coragem!
  • Teresa Fusil

    Todos ficamos mais pobres 🙁
  • Sónia Luiza Sousa Mendes

    Descanse em paz 🙏
  • Néné Bico Rosa

    Um grande professor e um excelente ser humano,com quem tive o privilégio de partilhar conhecimentos e experiências durante as aulas de mestrado e doutoramento . Toda a comunidade da UE fica mais pobre com a sua partida.

    Um abraço

    à família.

    Manuela Bico RosaGamero
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  • Luis Santa

    Sem dúvida!

    Um abraço

    a todos os que com ele privaram! 🙁

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  • Dulce Franco

    Um grande professor! Foi meu orientador e amigo! Um grande abraço à família
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MORREU ANA LUISA AMARAL

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Morreu. Ainda há dias, começando a brincar mas acabando meio a sério, com a minha mulher pusemos a hipótese de na passagem deste mês para setembro dar uma saltada à Feira do Livro no Porto, que neste ano terá A.L.A. como autora central, para a ouvir e para comprar algum seu livro autografado. Foi-se a presença, fica a sua poesia simples.
Não sei se não tem mensagem, como ela própria aqui admite, se as suas mensagens são elas próprias simples, e impactantes.
Nesta época de militantismos em todos os sentidos, mas em particular nos das causas de minorias várias que são definidas exclusivamente por microminorias intelectualóides que se pretendem donas de tais causas, é também um alívio para o espírito ler este manifesto, se bem o interpreto, no sentido de uma conceção formalista da arte*.
*As teorias essencialistas sustentam que há uma propriedade possível às essências de cada objeto, que torna aqueles que a verificam em obras de arte. As teorias não essencialistas sustentam antes que um objeto é tornado obra de arte se e quando assim for considerado, p. ex. pelos autoproclamados e mutuamente reconhecidos “especialistas”. Entre as teorias essencialistas, a teoria formalista sustenta que o que torna um objeto como obra de arte é uma certa combinação entre os seus traços formais, como cores, brilhos, texturas, sonoridade… e não o facto de representarem objetos como deuses, batalhas e paisagens, ou expressarem emoções do artista que o espetador interpretará.
"A poesia não tem de ter mensagem nenhuma", diz Ana Luísa Amaral
OBSERVADOR.PT
“A poesia não tem de ter mensagem nenhuma”, diz Ana Luísa Amaral
Em entrevista no dia de lançamento do seu novo livro “Mundo”, Ana Luísa Amaral defende que a “poesia não tem de ter mensagem nenhuma”, e que um tradutor deve “ter uma imensa paixão pela sua língua.”
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Morre aos 96 anos atriz Maria Fernanda, filha de Cecília Meireles – diariocampineiro.com.br

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A atriz Maria Fernanda, filha da poetisa Cecília Meireles, morreu nesta sábado (30) no Rio de Janeiro aos 96 anos. Ela estava internada desde terça-feira (26)

Source: Morre aos 96 anos atriz Maria Fernanda, filha de Cecília Meireles – diariocampineiro.com.br

Morreu o cientista James Lovelock, aos 103 anos.

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Morreu o cientista James Lovelock, aos 103 anos. O inglês foi quem propôs a hipótese de Gaia, que defende que a Terra age como um superorganismo. Selecionamos um texto do nosso acervo que trata das contribuições dele, que foi um dos pais do ambientalismo.
+++++
E ao falar de Teoria de Gaia, não podemos deixar de citar Lynn Margulis, cocriadora da hipótese e que ao longo da sua carreira sofreu muito com o machismo na ciência. https://cienciahoje.org.br/…/para-que-serve-o-dna-das…/
+++
Para terminar, este texto conta a história do russo Vladimir Vernadsky (1863-1945), que descreveu a biosfera. São muitas as semelhanças entre “Biosfera” de Vernadsky e “Gaia” de Margulis e Lovelock.

óbito

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Mariama Barbosa morreu esta sexta-feira, 29, em Lisboa, aos 47 anos, vítima de cancro no estômago, sabe a FLASH!, junto de fonte próxima.
A agência Showpress, agência para a qual Mariama também trabalhava, confirmou o falecimento da comentadora do programa ‘Passadeira Vermelha´.
Descansa em Paz
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Henrique José Martins Semedo, J M Domingues Silva and 4 others
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morreu Valdemarde Lima Oliveira

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Esta madrugada perdi mais um amigo de longa data. Faleceu o Valdemar de Lima Oliveira, um Açoriano de gema, acérrimo defensor da sua terra, não só pela sua participação na FLA, que culminou com a vil e cobarde detenção, de madrugada, em casa, e posterior deportação do Valdemar e outros 30 bravos Micaelenses para a ilha Terceira na sequência da manifestação de 6 de Junho de 1975 e os muitos acontecimentos que se seguiram, bem como nos inúmeros artigos de opinião, que publicou na imprensa regional, em defesa dos interesses dos Açores.
Partiu um homem bom, livre e sem medo.
As minhas sentidas condolências a toda a família enlutada. Descansa em paz amigo Valdemar !
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MORREU DÉDÉ

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Carlos Martins

A senhora das limpezas enganou-se e desligou-lhe a tomada do ventilador…
Morreu José Eduardo dos Santos
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Morreu José Eduardo dos Santos
O antigo presidente angolano tinha 79 anos.

RTP Notícias

‼Última Hora | O ex-presidente de Angola tinha 79 anos e estava internado numa unidade de cuidados intensivos em Barcelona, Espanha.
Morreu José Eduardo dos Santos, ex-Presidente de Angola
RTP.PT
Morreu José Eduardo dos Santos, ex-Presidente de Angola
O ex-presidente de Angola tinha 79 a

MORREU O POETA João Rui de Sousa (1928-2022),

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Ernesto Rodrigues sonoerdtpS8mga1lcl58l326 1 650a3ucmfmt h 9c 8 6f · João Rui de Sousa (1928-2022), meu velho Amigo, faleceu hoje. 1. Entrei em contacto com a poesia de João Rui de Sousa por acaso, jovem perdido nas alturas de Bragança: ao analisar «Meditação em Samos» (1970), em «A Poesia Portuguesa Hoje» (1973) – longe de imaginar que João Rui e eu nos tornaríamos amigos, regularmente à mesa, cúmplices em certas aventuras e até companheiros de uma volta à ilha da Madeira em bicicleta –, Gastão Cruz identificava nesse quarto livro alguns pressupostos clássicos do autor, como equilíbrio, harmonia, ordem, nitidez. Penhor dessa sintaxe íntima era o fogo – ora, «O Fogo Repartido» (1960-1980; 1983) reuniria a produção de duas décadas, com inéditos, outros saídos na revista & etc. As opiniões que nesta soma se congraçavam eram de monta, tendo algumas merecido embora alfinetada de João Gaspar Simões em recensão do Diário de Notícias (9-VI-1983). Assim, Jorge de Sena, nas Líricas Portuguesas (II, 21983), considerou a «grande arte da metrificação fluente, severidade da expressão irónica, viril secura no manejo das metáforas, e um moralismo áspero que nunca se concede a facilidade do protesto retórico». David Mourão-Ferreira (Portugal – A Terra e o Homem, 3.ª Série, II, 1981), enquanto lamentava a «extrema discrição com que [João Rui de Sousa] vem aparecendo», o que lhe retirava «uma notabilidade mais ampla, a que os seus textos têm irrecusável direito», mostrava-o inserindo «a fixação do insólito e a transfiguração do quotidiano em quadros muito pessoais de permanente meditação ontológica, através de uma linguagem por vezes elíptica mas nunca descarnada, numa sistemática recusa a todas as seduções da facilidade». Do mais falam ilustres resumidos na Concisa Instrução aos Nautas (1999), seu décimo segundo título – decerto, a sua edição mais breve e modesta, folhas soltas presas por um fio, em que assenta este meu texto –, devendo retomar-se a síntese de Fernando J. B. Martinho no capítulo “Fidelidade ao humano” de Tendências Dominantes da Poesia Portuguesa da Década de 50 (1996: 271 ss; 22013), quando cura da Cassiopeia, «antologia de poesia e ensaio» co-fundada, em Março de 1955, por João Rui de Sousa. Dito isto, como quem faz balanço para fecho de contas do autor de Fernando Pessoa – Empregado de Escritório (22010), o que acrescenta aquele hoje raro livro de cordel, cuidado no Funchal pelo comum e malogrado Amigo José António Gonçalves? Em primeiro lugar – e mais do que no luxuoso, circunstancial, descritivo Respirar pela Água (1998; com pinturas de Carmo Pólvora), afirmando a mudança de paradigma no que toca aos elementos naturais –, temos um propósito de unidade que o vocábulo ‘instrução’ indicia. Esta provê à técnica do olhar, qual arte de marear na costa madeirense, mas sulcam-na interrogações em cinco dos onze poemas em trânsito para aquela “Visão primeira do Porto da Cruz”, último texto, e matriz, inaugural memória do chão paterno. Recordação, este «retrato» na câmara escura da intimidade vem disparado «em transe» – atitude, já, do poeta iónico, picado pelo espírito do lugar. Neste sentido, João Rui de Sousa tornou-se emérito poeta madeirense – se quiserem laureá–lo, e ele aceitar… –, como não há muitos: «Ter as mãos que se entreabrem / à ilha que seja berço, / […].» Um desejo. …Porque, e num segundo momento, o inspirado caminho de regresso, «conciso», se possível, à casa do Pai, acontece de fora (e, com o Poeta, estivemos frente à casa do Pai), mar fora, até à exclamação de “Terra à vista!”, e, logo, este verso semiparentético, que encaminha para história pessoal: «Voltar. Voltar a onde não estive / (ou estive?). […]» Balouçados na estrutura anaforizante das redondilhas iniciais, agora retomada no impositivo «Voltar» – antes de, à frente, o polissíndeto reforçar a copulativa existencial –, percebe-se um conhecimento «ao menos pela névoa», aquela (quem sabe?) reminiscência de velhos filósofos, momento em que a contingência vira essência, as coisas só existem enquanto conservam «o sonho por sentido» e o poeta se transforma na mítica tripulação em busca da «luminosa / penumbra de emoção e afecto», de fantástico (aí estão os «animais faustosos, retumbantes»), já longe dos ‘sombreados’ que envolvem Enquanto a Noite, a Folhagem (1991). A erótica de Obstinação do Corpo (1996), entretanto, não se mostrará tão feliz, ou optimista – subsiste um grito quase cinquentenário quando interpela o “Ilhéu de Baixo (ou da Cal)” –, como este abraço-revisitação à casa «com traves de magia e alimento». Eis como do fogo se veio à água; raiz, enfim, para fechar a parábola. A imagem do farol em centelhas de letras, na capa de 1999, é, por isso, um achado. Nesse peregrinar costeiro – elemento calmo, alma enraizada, inscrita «neste rosto e nesta fala» –, temos, derradeiramente, nauta pacificado, em visões pacientes e desenhadas das naturezas humana e marinha. A paisagem transmuda-se em não raros quadros à Bosch ou de herdeiros surrealistas (por exemplo: «Eis as trepadeiras coleantes / que vão do mar ao fundo / (com olhos muito grandes de cobalto) / ao trono mais íngreme da verdura»), o que significa recomposição da ilha – e dou exemplo chagalliano –, «com telhados planando entre animais / suspensos entre a pedra e um fio de treva». Na lógica quinhentista, por outro lado, nauta avisado aparelha também «a alma para a morte», como diz Camões (Os Lusíadas, IV, 86). Ora, este descobrimento de João Rui de Sousa, que se lê ao contrário, se informado não fosse, mais aparelhado do que é – do argumento ao léxico, do búzio regular de toantes e consoantes a sinestesias e imagens visualmente fortes, como aquela «extensa lança arremessada / ao coração das águas» referida à Ponta de São Lourenço –, e para uso próprio e alheio, seria difícil de encontrar. Depara-se-lhe a origem da vida, não perigo de morte. Não é subversão pequena. Em transe prosodicamente vigiado – interpolo a notável imagem de “Cuidar a razão”, num já bastante diferente Os Percursos, as Estações (2000: 29): «Administra a tua razão / como um anjo louco» –, este, digamos, poema em 11 cantos ao Arquipélago acrescenta-lhe uma espécie bibliográfica – logo, regional –, e, face ao sobressalto temático na produção de João Rui de Sousa, retempera a sua lira, que também reequaciona. Como será, doravante, esta lírica, já sobre a praia dos afectos, e despedidas, como se deve a quem embarca? Encontro uma síntese admirável dessa caminhada de quatro decénios em “Colar” (2000: 131): As vozes são pátrias repartidas / por muitos lábios. // E os lábios são rosas embebidas / por um ardor de estames. // E os estames são aves surpreendidas / pelo furor de tudo quanto ousamos. Assim, «E já no porto da ínclita Ulisseia» (Os Lusíadas, IV, 84), e já deste lado da amizade, é bom, Poenauta, tê-lo entre nós. 2. No acto da atribuição do Prémio Vida Literária (2012) pela Associação Portuguesa de Escritores, olhando tardiamente, mas com justiça, a 13 volumes reunidos em dois da Obra Poética. 1960-2000 (2002) , bem como ao crítico disperso, ao prefaciador, ao editor de Mário Saa, Poesia e Alguma Prosa (2006), entre outras dádivas –, reli Lavra e Pousio (2005), reiterando a paixão pelo desporto, numa Leonor camoniana preparando-se para o salto em altura (p. 85), e Quarteto para as Próximas Chuvas (2008). Este abre e fecha com «O ser é transformável e transforma-se.», representativo de ecos e toadas – variações em anáfora, discretas repetições em copulativos (verbo e conjunção), dícticos de tempo e lugar – e da acção que sobre nós exerce quem nos sofre. Rareia desenlace («Um dia me olharás e não respondo.» [p. 66]), algum sob modo de «sombras», ou de expressionismo cru, não a metáfora líquida prevalecente: «e a corça de seiva a percorrer / a escuridão dos corpos trucidados.» (p. 20) Há um crescente grau de indissociabilidade, que é a perda de nós mesmos, quando não nos perdemos em enumeração. Veja-se a narrativa em bela redondilha menor (não é única) de “Frio”, que encerra: «Sentado num banco / o frio era tanto / que o frio era eu!» (p. 46) E um discreto Cesário revisto em Álvaro de Campos: «Ó esquinas e portais, tanques e calçadas, / sois coisas que em voragem vão no mundo / e que nestes meus dedos fazem escala!» (p. 73) O real desce ao discurso das formas (há heptassílabos inesperados, outras metrificações discretas) em registos da técnica espacial, do elemento vegetal, do exemplo agrícola ou espécie botânica, que foram os primeiros amores do nosso diplomado e sua originária actividade profissional. Nessa empiria se apoia a quarta parte, ‘O rosto (o rasto) da escrita’, em torno da poética autoral, a que dá passagem “Límpidas palavras” (p. 82), final da terceira parte, ‘Fulgurações’. As palavras “Vêm de dentro” e têm o destino das plantas, que não são senhoras de si mesmas. Sê-lo-á o próprio sujeito? “Ossos do ofício” conclui: Repito. É nestes dias de sol (de sul) / que eu trabalho. // Mesmo quando apenas sombras / crescem. E a dor é já um sal / irrecusável. (p. 131) É como se outro mar invadisse o mar de brincar que é a vida. E, neste reino de sombras que o muito ler adensa, só atingíssemos o «vulto» daquilo por que vivemos, situação presente do autor empírico. «Vultos» reiterados encontraremos em Ardorosa Súmula (2016), onde o que arde – motivo dos inícios desta poética – é, agora, o olhar, enquanto regressa, também, uma prosopografia da «escrita que tarda» e Eros renasce, na madureza clássica de “Intensificação”. Sabe bem encerrar com Alberto Caeiro na retentiva, num desses inesperados finais que também marcam João Rui de Sousa: É em íngremes serranias – e talvez ao luar – / que acompanho o gado (o vulto / das palavras) de que às vezes sou dono / e sou pastor. // Bem junto a ele, e vislumbrando ao longe / ruínas e caminhos, hortejos e silvedos / (e mesmo um corpo em chamas de guitarra), / reencontro o fio das frases e os poemas / − seus currais. (2008: 132) Teresa Martins Marques sonoerdtpS8mga1lcl58l326 1 650a3ucmfmt h 9c 8 6f · 2 comments Luís Filipe Marcão Privei com o João Rui nos encontros de poesia e sensibilidades poéticas em Monsaraz, finais dos anos 90. Um poeta maduro que sabia acolher os mais novos. Descanse em paz. Reply17 h Maria Cantinho sonoerdtpS8mga1lcl58l326 1 650a3ucmfmt h 9c 8 6f · 2 comments Ruy Ventura Devo-lhe atenções que nunca lhe pagarei! Já se sabe onde e quando será o funeral? Reply3 h

Perdeu-se um professor de excelência

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Hoje dia da Região Autónoma dos Açores, a região ficou mais pobre !
Perdeu um excelente homem e um profissional de excelência; eras o expoente máximo na Gestão de Qualidade nos Açores .
Perdeu-se um professor de excelência que transformou-se num bom amigo .
Como professor eras exigente ( no bom sentido da palavra) através das tuas enormes competências técnicas e teóricas sobre Gestão de Qualidade.
Foi contigo Prof José Carlos que experimentei sushi pela primeira vez no fantástico Umai!
Saber onde comer bem era uma das tuas especialidades , dialogar contigo era sinónimo de aprendizagem constante .
Eras de um trato fácil e sempre com um sorriso que mesmo nas dificuldades ajudava a resolver os problemas!
O mundo é muito cruel sem percebemos o porquê!!!
À Carlota, Maria e Mafalda os meus sentidos pêsames e um abraço de força !
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