nova administraçao hospital ponta delgada

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As maiores felicidades para a nova equipa! Tem uma grande tarefa pela frente.
Em particular à minha irmã, Lúcia

Lucia Rodrigues

!

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Cristina Fraga é a nova Presidente do Hospital de Ponta Delgada
O Conselho de Administração do Hospital do Divino Espírito Santo em Ponta Delgada foi exonerado pelo Secretário Regional da Saúde, soube o nosso jornal de fonte segura.
A exoneração foi comunicada ontem, ao princípio da tarde, a todos os elementos do referido Conselho de Administração.
O Diário dos Açores sabe que a nova equipa que vai dirigir o HDES será presidida pela médica Cristina Fraga, até agora Directora do Serviço de Hematologia do HDES.
Ainda de acordo com as nossas fontes, toda a equipa que acompanha Cristina Fraga é dos quadros hospitalares, nomeadamente o médico André Sampaio, a enfermeira Lúcia Rodrigues e o gestor Márcio Pereira.
O até agora Conselho de Administração do HDES era contestado internamente, que culminou há poucas semanas com um comunicado do Sindicato Independente dos Médicos a acusar os seus administradores de “prepotência” e má gestão.
Aquele Sindicato afirmava que o Conselho de Administração não parecia preocupado com a falta de médicos no hospital, “talvez por estar ocupado a tapar buracos com a contratação externa, muitas vezes com custos superiores, mas sobretudo com perda da qualidade nos cuidados a que isto leva, por falta de hierarquia, falta de articulação, falta de integração em equipas de trabalho e falta de seguimento subsequente dos doentes”.
“O Conselho de Administração afasta os médicos, pois mantém para com estes uma prepotência e arrogância que satisfariam alguns líderes totalitários de todos conhecidos. Sucedem-se os acontecimentos negativos para a saúde dos açorianos e dos micaelenses em especial, sem que se vislumbre uma solução. O que se vê é apenas a política do quero, posso e mando”, acusava ainda o referido sindicato.
Cristina Fraga, a nova Presidente do HDES, que deverá tomar posse na próxima Segunda-feira, é considerada como uma das médicas mais “profissionais eticamente” e que tem elevado à excelência o
seu Serviço de Hematologia, elogiado por todos.
É conhecida pela sua organização e também pela sua luta para efectivar uma Rede Regional de Sangue e elaborar um Plano Regional de Promoção da Dádiva, “primeiro para conseguir atrair e fidelizar dadores mais jovens, e depois para que se rentabilizassem recursos tão preciosos em toda a Região”, nas palavras da própria.
(Diário dos Açores de 16/01/2021)

Fadiga pandémica: a outra doença que está a fazer cada vez mais vítimas em Portugal – NiT

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Cansaço, falta de energia ou pouca vontade de fazer seja o que for. Tem-se sentido assim? Saiba que não está sozinho. Milhares de pessoas passam por isto todos os dias. E a culpa pode ser da pandemia, mas não tem nada que ver com o vírus propriamente dito. Claro que estar infetado com Covid-19 ou … Continued

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Homem recusa usar máscara e acaba detido pela GNR. Veja as imagens – Portugal – Correio da Manhã

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Detido foi advertido pelas autoridades mas continuou sem colocar a máscara.

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UMA CRIANÇA DE 6 ANOS COM TARELO

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Do mural de uma amiga:
“Maria (nome fictício), 6 anos habituada a dizer o que pensa. Sem medo.
A minha filha, de 6 anos, chegou ontem a casa toda indignada. Dizia que não percebia este Governo: tem a quem sair. Gesticulava e dizia que era necessário fazer qualquer coisa. Achei curioso e pedi para me explicar a razão da sua indignação. Levantou-se e disse em voz muito alta:
– “Pai, isto é injusto e não faz sentido nenhum. Um pai tem uma filha de 5 anos, e ganha o dinheiro num restaurante da família. Ele tem de fechar, ficando a menina sem dinheiro para os lápis, para a roupa e para o lanche, mas a filha continua a ir à escola, a apanhar vírus para levar para casa. Porque as crianças brincam, dão abraços, são crianças e não ficam doentes. Isto não é nada correto. Mais valia meter a criança em casa, uns dias, e deixar o pai trabalhar, com máscara, com poucas pessoas e sempre a passar gel nas mãos. Até podia nem ver a filha nesses dias, falavam pelo chat” – disse tudo isto com o dedo no ar, em riste.
Repito, ela tem 6 anos.”
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FINALMENTE, CA DO HDES PONTA DELGADA DEMITIDO

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ÚLTIMA HORA // Demissão no HDES
O Secretário Regional da Saúde demite o Conselho de Administração do Hospital do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada.
A nova administração vai ser nomeada na próxima segunda-feira.
Notícia para desenvolver no Telejornal, às 20h00 – na RTP Açores.

SIC Notícias | Covid-19. Médico especialista em anestesiologia aponta dois erros na gestão da pandemia em Portugal

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Pedro Girão, especialista em anestesiologia, considera que algumas medidas dos últimos meses foram tomadas às cegas.

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ginásios fechados

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Pedro Arruda

is with

Rita Castro

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A Villa by the Sea

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🇵🇹 Fechar os ginásios é, claramente, a mais idiota de todas as medidas de contenção do SARS-CoV-2. A saúde começa num estilo de vida saudável e o exercício físico, e os ginásios, são um elemento fundamental desse caminho de fortalecimento do corpo e do espírito, já agora. Bem sei que se pode fazer exercício em qualquer lado, mas aquilo que os governos estão a fazer, com este tipo de medidas, e de mensagem, é apenas estúpido.
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🇬🇧 Closing gyms is, clearly, the most idiotic of all measures that governments are imposing to contain SARS-CoV-2 from spreading. Health begins with a healthy lifestyle and exercise and gyms are a key element on that path to strengthen the body and the mind. I know that you can exercise anywhere but what governments are doing with this kind of measures and message is just plain stupid.
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  • Pedro as modalidades de equipa nos miudos ate 18.anos estao paradas desde Marco 2020
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    • João Capucho

      meu caro eu sei… isso e o fecho de escolas (cá na ilha estão fechadas…) é absolutamente destruidor. Os miúdos são quem mais vai sofrer com esta estupidez toda do Covid e as consequências futuras disto tudo são imprevisíveis… abraço .…

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      • 1 h

Surto de gripe em Portugal é dos mais fortes da Europa – DN

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Um dos vírus com maior circulação este ano é agressivo para os mais idosos, o que pode justificar alguma subida na mortalidade.

Source: Surto de gripe em Portugal é dos mais fortes da Europa – DN

Conversas pandémicas XXXIX – Marcha-atrás

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Conversas pandémicas XXXIX – Marcha-atrás
1. Ponto de situação
Portugal ultrapassou, no dia 13.01.2021, os 15 óbitos diários por milhão de habitantes. Um número muito superior aos de países como a Alemanha, Noruega, Espanha ou Itália.
As vagas em Cuidados Intensivos são reduzidíssimas, e o internamento por COVID19 está em valores record.
Não esqueçamos que as restantes doenças não desapareceram, e que continuam a ser necessárias vagas para internar quem precisa, por outras causas. A falta de vagas de internamento é um dos indicadores do estado de rotura do SNS, que se vislumbra.
Urgia apostar na vacinação, como forma de aligeirar o impacto da pandemia, na população. Quer em termos de gravidade da doença (nomeadamente, nos grupos de risco) quer em termos de dimensão.
Ora, o que vemos é a vacinação a evoluir de forma muito lenta, sendo que temos taxas de vacinação inferiores a países como a Roménia.
2. Tudo aponta para que haja uma enorme subnotificação de infecções por COVID19
Nos Estados Unidos, os números reais de infectados serão de uma dimensão gigantesca. Mais de 60 milhões de pessoas. [https://jamanetwork.com/…/jamanetwo…/fullarticle/2774584]
3. As novas variantes do SARSCOV2
Os novos dados são bastante preocupantes: tudo aponta para que a nova variante B117 não seja apenas mais infecciosa; ela é, potencialmente, mais infecciosa em crianças no grupo etário 0-9 anos (+24 %) e 10-19 anos (+14 %), e menos entre 60-79 anos, em comparação com as variantes comuns; mas, e ainda mais preocupante – a estimativa do R é muito mais alta. [https://www.imperial.ac.uk/…/2020-12-31-COVID19-Report…]
Os últimos dados dos internamentos hospitalares, em Inglaterra, mostram que os internamentos em crianças de menos de 5 anos estão a aumentar. Mas, também aumentaram os internamentos de crianças dos 6 aos 17 anos.
Além disso, as curvas de hospitalização pediátrica estão a aumentar mais rapidamente do que a dos adultos.
Todos estes dados têm levado vários países a adoptarem uma atitude prudente ,perante a manutenção das actividades lectivas, levando em muitos casos á suspensão das mesmas.
A cautela ditaria que precisaríamos de todos os professores, e funcionários das escolas, vacinados antes de retomarmos toda a actividade lectiva normal.
Assentar o debate da manutenção, ou abertura, das escolas, na baixa taxa de contágio ocorrida nas mesmas, questão sobre a qual haverá uma certa maioria científica a concordar, esbarra num aspecto muito simples: ninguém sabe o real número de crianças infectadas assintomáticas nas escolas. Ninguém sabe.
O que sabemos, de um 1º período absolutamente extenuante, quer para os serviços de Saúde Pública, quer para as escolas, é que em muitos casos se detectaram crianças infectadas, assintomáticas, após serem testadas porque vários elementos do seu agregado familiar estavam infectados.
Também sabemos que, em rastreios realizados, se encontraram crianças infectadas, totalmente assintomáticas. Poderão, essas crianças assintomáticas, constituir uma parte importante de cadeias, que culminam em situações de elevado peso de doença?
Mais uma vez, fazendo uso da sua Autonomia, a Região Autónoma dos Açores, perante o aumento de casos (bastante inferior, em termos de incidência, ao do continente), tomou medidas de dobrada prudência, que certamente terão impacto até ao fim deste mês.
Saibamos aguardar, pacientemente e sem ruido, pelo tempo necessário para surtirem efeito as medidas. A máxima “uma árvore demora décadas a crescer, mas minutos a arder” é de um realismo atroz aplicada a esta Pandemia: demoramos semanas a recuperar a estabilidade que a inconsciência de meia dúzia de cidadãos destruiu em poucos dias.
O acerto das medidas adoptadas previamente é facilmente verificável, quando verificamos que existindo 2 ilhas com transmissão comunitária, numa houve um aumento de casos (particularmente, em 3 das mais de 60 freguesias) e noutra houve uma redução casos activos. Estivessem as medidas, adoptadas previamente, erradas, e assistiríamos a um aumento da incidência semelhante, em ambas as ilhas. E não foi isso que verificamos. Saibamos tirar a lição certa disto, ao invés de atirarmos celeremente a pedra sempre pronta para ser lançada.
Mario Freitas
Médico consultor (graduado) em Saúde Pública e Delegado de Saúde
(Diário dos Açores de 15/01/2021)
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  • as contas como devem ser feitas! uma questão estranhíssima é o numero de mortes ter uma progressão estatisticamente sem acontecimentos erráticos e o numero de infetados andar em “versão hi-lo” algo de estranho se passa……..
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