Proteção Civil nos Açores regista sete ocorrências em São Miguel e Terceira – SIC Notícias

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As ocorrências obrigaram à intervenção de bombeiros, serviços municipais de Proteção Civil e direção regional das Obras Públicas.

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FINALMENTE AÇORES EM 1º LUGAR NALGUMA COISA: lideram consumo de drogas e álcool a nível nacional – Açoriano Oriental

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Dados do relatório do SICAD (Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências) traçam um quadro negro na região no consumo de drogas e álcool

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Bárbara Chaves reúne com entidades nacionais para estabelecer consensos sobre a atual situação do Aeroporto de Santa Maria – Jornal Açores 9

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A Presidente do Município de Vila do Porto e o Vice-presidente da autarquia reuniram, em Lisboa, com o Presidente da Comissão Executiva da VINCI/ANA Aeroportos de Portugal, Thierry Ligonnièrerry, com o Secretário de Estado das Comunicações, Hugo Mendes, e com o Deputado do PS à Assembleia da República, Francisco César, com o objetivo de estabelecer […]

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Responsáveis pela medicina nuclear na ilha Terceira pedem escusa de responsabilidade – Jornal Açores 9

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A Isopor, empresa que assegura os tratamentos de medicina nuclear no hospital da ilha Terceira, Açores, pediu hoje escusa de responsabilidade pelos atrasos nos cuidados de saúde, acusando o executivo regional de falta de comunicação. Na declaração pública de escusa de responsabilidade, enviada às redações, o grupo Isopor critica a “inexistência de um canal de […]

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EVACUADOS EM ALCANTARA

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Vinte e duas pessoas retiradas de habitações e de um supermercado em Alcântara
Lisboa, 13 dez 2022 (Lusa) – Dezasseis pessoas foram retiradas das suas habitações e outras seis de um supermercado em Alcântara, Lisboa, na sequência de inundações devido ao mau tempo, disse à agência Lusa o presidente da Junta de Freguesia.
“Dezasseis pessoas foram retiradas das suas habitações e seis do Pingo Doce na Rua Rodrigues Faria cerca das 05:30”, disse à Lusa Davide Amado.
De acordo com o presidente da junta, apenas uma das pessoas retiradas foi transportada ao hospital por precaução.
“Estive agora a falar com os bombeiros que a acompanharam e está bem. Foi apenas por precaução”, disse.
DD // SB
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Riacho com forte corrente devido à chuva destrói estrada em Elvas – Sociedade – Correio da Manhã

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Região do Alentejo é uma das mais afetadas pelo mau tempo.

Source: Riacho com forte corrente devido à chuva destrói estrada em Elvas – Sociedade – Correio da Manhã

 

https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/riacho-com-forte-corrente-devido-a-chuva-destroi-autoestrada-em-elvas?&utm_source=Newsletter&utm_campaign=Editorial_CM_Boatarde&utm_medium=email&sfmc_segment=NEW&sfmc_term=NEW##utm##

Imagens de drone mostram estradas totalmente inundadas em Portalegre – Vídeos – Correio da Manhã

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As estradas da vila de Sousel, no distrito de Portalegre, ficaram totalmente inundadas após a chuva intensa que caiu durante a madrugada desta terça-feira.

Source: Imagens de drone mostram estradas totalmente inundadas em Portalegre – Vídeos – Correio da Manhã

inundações e a plastificação das cidades

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Pode ser uma imagem de mapa e texto que diz "Interflúyio Escoamento superficial Subafluente Confluência Escoamento subterrâneo Vale Afluente Rio principal"

 

Não é meu costume abordar por aqui assuntos correntes, mas este está a tocar-me particularmente, porque tem na sua origem um paradigma cultural em decadência, substituído por algo que eu designo (de forma rápida) por urbanismo obsessivo.
A cidade retirou as pessoas da natureza e deu-lhes uma sensação errada de protecção contra essa mesma natureza. A cidade organizou as pessoas e, nos últimos anos, -..
Deu às pessoas uma sensação de poder, omnipotência (e até de imortalidade) que só é abalada quando sucedem desgraças, como acontece com as cheias.
Mas mesmo nessas alturas, os ditos técnicos “conceituados” e adaptados à referida plastificação, o que nos dizem é que ”as soluções têm sido adiadas”.
Acabo de ouvir isso mesmo de um responsável. Ou seja, é preciso construir mais coisas que resistam à força da natureza, porque isso é economicamente necessário e civilizacionalmente indispensável.
E, entretanto, vão-se distribuindo umas culpas (mediáticas) por vários serviços e entidades. Desde a protecção civil até à meteorologia… não, não me enganei, foi mesmo a meteorologia.
Em todos os casos, a solução quem vem sendo apontada passa por construir mais qualquer coisa que, tecnicamente, “é a solução”. Mais do mesmo, portanto.
?… perguntava Cícero.
Devo dizer que me lembro muito bem das cheias de 1967, ocorridas numa noite de sábado para domingo, que mataram mais de 400 pessoas, nos sítios do costume: bacia hidrográfica do Trancão, bacia de Benfica-Alcântara, e de Algés.
Gonçalo Ribeiro Teles explicou porque é que isso acontecia e porque é que isso ia voltar a acontecer. E as razões não mudaram: nem as que provocam estas cheias, nem as que sustentam ilusórias soluções que assentam em construir mais qualquer coisa.
E esta reacção é cultural, assenta numa noção estereotipada de progresso e crescimento, que ninguém quer por em causa. Até porque o sistema em si retirou às pessoas a capacidade de abrandar (já não digo parar) e reflectir: reflectir na desumanidade a que se sujeitam alegremente.
Convido-vos a ver a entrevista de Ribeiro Teles, dada em 1973 à RTP, que partilho do portal do Zé Castela Jacques.
[13m 39s que valem bem a pena]
E junto a imagem esquemática de uma bacia hidrográfica e do seu funcionamento natural. O que fizemos foi construir, asfaltar e impermeabilizar estas encostas e leitos de rios e afluentes. Era o progresso e o crescimento. Mas quando vem a água ela leva tudo à frente. Com ou sem protecção civil.

 

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