Financiamento europeu à Cultura deve ter contingente para as RUP – Açoriano Oriental

Views: 3

Fique a par da atualidade nos Açores com o jornal mais antigo de Portugal.

Source: Financiamento europeu à Cultura deve ter contingente para as RUP – Açoriano Oriental

Quem são os humanos que se identificam como animais (não é um transtorno psicológico) – ZAP Notícias

Views: 2

A subcultura digital é ainda relativamente pequena, mas está em crescimento e a atrair atenção (e controvérsia) em vários países, inclusive em Portugal. Quem são os therians e o que explica este fenómeno? Os therians são pessoas que dizem identificar-se, a um nível profundo e pessoal, com animais não humanos, de acordo com o guia dos therians. Não são furries, que apenas se vestem de animais: os therians identificam-se mesmo como seres não humanos. São cada vez mais, estão cada vez mais presentes nas redes sociais e, por isso, cada vez mais, também, alvo de ridicularização, rejeição pública e estigmatização.

Source: Quem são os humanos que se identificam como animais (não é um transtorno psicológico) – ZAP Notícias

dia mundial da poesia

Views: 2

“Um tesouro escondido”: Imprensa internacional destaca descoberta em Portugal que está a “fascinar o mundo” – Notícias de hoje – IOL

Views: 2

Portugal surpreende a imprensa internacional com um enigma histórico descrito como um verdadeiro “tesouro escondido”

Source: “Um tesouro escondido”: Imprensa internacional destaca descoberta em Portugal que está a “fascinar o mundo” – Notícias de hoje – IOL

Castelo de Leiria “em risco de derrocada”, alerta a Câmara – Sociedade – Correio da Manhã

Views: 5

Vice-presidente da autarquia alerta para danos derivados do mau tempo. Parte da muralha interna do monumento ruiu e há receio que um deslizamento de terras arraste o castelo.

Source: Castelo de Leiria “em risco de derrocada”, alerta a Câmara – Sociedade – Correio da Manhã

PDL CAPITAL DA (IN)CULTURA

Views: 4

Filipa Fonseca
Senior Communication Consultant
Tel. +351 917 176 862

Restauro de anjo em igreja romana ficou igualzinho a Meloni. Vaticano manda apagar

Views: 5

Restaurador admitiu inspiração na primeira-ministra e apagou-a da basílica, após anúncio de duas investigações. A “mulher mais poderosa do país” achou graça, mas admitiu: não é nenhum anjo. O restauro de uma figura angelical na Basílica de San Lorenzo in Lucina, no centro de Roma, tornou-se alvo de duas investigações. Porquê? As semelhanças do “novo” anjo com a “mulher mais poderosa do país” são inegáveis. Tanto a diocese local como o Ministério da Cultura italiano estão a investigar a mudança brusca na aparência daquele que antes seria um querubim ( anjos ou animais mencionados no Antigo Testamento que estariam em

Source: Restauro de anjo em igreja romana ficou igualzinho a Meloni. Vaticano manda apagar

Quando a cultura ignora os talentos regionais

Views: 1

Quando a cultura ignora os talentos regionais
Em Portugal há um hábito que nos sai naturalmente: dar mais valor a quem vem de fora do que a quem cresce ao nosso lado. Nos Açores, esse hábito ganha contornos quase poéticos, se não fosse tão pouco inocente. Olhamos para o exterior como quem olha para um palco iluminado e, por vezes, esquecemo-nos de acender a luz dentro de casa.
Valoriza-se o artista que chega, o nome que já vem embalado, o reconhecimento que traz selo de aprovação exterior – mesmo que essa aprovação seja, por vezes, superficial ou circunstancial. O talento local, esse, fica muitas vezes em suspenso, como se precisasse primeiro de partir para depois merecer aplauso. É uma lógica estranha, mas persistente: só acreditamos verdadeiramente em quem já foi validado longe. Perto é para abafar, desvalorizar, criticar.
O exemplo recente de Sofia Ribeiro como embaixadora da ilha Terceira ilustra este paradoxo. Não sendo terceirense, representa oficialmente a ilha. Não está em causa o seu mérito, nem o seu percurso. A questão é outra, mais incómoda: o que diz isto sobre a forma como olhamos para os artistas locais? Quantos criadores terceirenses, que trabalham diariamente com cultura, nunca foram sequer considerados para esse lugar simbólico?
O caso torna-se ainda mais gritante quando pensamos em nomes como Nuno Bettencourt. Natural da ilha Terceira e músico de reconhecimento internacional, acaba de conquistar um Grammy e continua a levar o nome dos Açores aos maiores palcos do mundo. Poderia ser ele – entre tantos outros açorianos com mérito, percurso e impacto real – um embaixador natural da ilha que o viu nascer. Em vez disso, escolhe-se quem nasceu longe, como se a proximidade diminuísse o valor, como se o sucesso só fosse legítimo quando vem carimbado de fora. Que mensagem passa esta incoerência? Que raio de lógica cultural é esta que ignora quem já provou, vezes sem conta, ser capaz de representar os Açores de forma ampla, consistente e profundamente enraizada?
Há aqui qualquer coisa de profundamente ridícula. Um certo deslumbramento com o exterior, misturado com desconfiança em relação ao que nos é próximo. O artista local é visto como “um de nós”, o que, paradoxalmente, o torna menos extraordinário. Falta-lhe a distância necessária para ser admirado. Como se o talento precisasse de quilómetros para ganhar valor.
É curioso como se fala tanto de identidade açoriana e tão pouco de quem a constrói diariamente. A cultura não nasce em discursos, nem em campanhas, nem em cargos inventados ou carinhas bonitinhas na TV. Nasce do trabalho persistente de pessoas concretas, muitas vezes invisíveis, que criam apesar da falta de apoios, de público ou de reconhecimento.
Valorizar quem vem de fora não é, por si só, um erro. O erro está em fazê-lo à custa de quem está, ou nasceu, cá. Uma cultura saudável acolhe, mas também sustenta. Convida, mas não esquece. Celebra o exterior sem amputar o interior.
Porque quando escolhemos ignorar os nossos, não estamos a ser cosmopolitas – estamos apenas a ser pequenos e medíocres. E assim continuamos: ilhas cheias de talento, mas vazias de coragem para o reconhecer.
Só lá fora, somos os maiores – parece que quanto mais longe, melhor.
Ao Nuno, parabéns, por levar o nome dos Açores pelo mundo, pelo seu trabalho e por todos os reconhecimentos.
Aos que por cá decidem, talvez fique um resto de vergonha… E não se esqueçam de mudar o nome do aeroporto!
Catarina Valadão
Pedro Paulo Camara

Catarina, é esta a franqueza necessária. É isso.

Palacete que foi do sogro de Eça de Queirós e outros dois do Estado ao abandono no Porto – Imobiliário – Jornal de Negócios

Views: 3

Em causa está, na Praça da República, o palacete que corporizou o Instituto Francês do Porto (propriedade da Embaixada de França) e o da Ordem dos Advogados (do Ministério da Justiça), destacando-se ainda o devoluto palacete da Segurança Social na Rua do Campo Lindo.

Source: Palacete que foi do sogro de Eça de Queirós e outros dois do Estado ao abandono no Porto – Imobiliário – Jornal de Negócios

 

 

DO “PALACETE” QUE NUNCA PODERIA TER SIDO DO SOGRO DE EÇA
O grupo” Medialivre tem uma ninhada de grande estofo: o “Correio da Manha”, um “very rigged” Jornal de Negócios, bem como a “Flash” – publicação indispensável em qualquer quarto-de-banho que se preze (obviamente para passar o tempo).
Em princípio, os construtores deste bico-d’obra são bons vendedores, mas, enfim, toda a gente se engana – como é o caso do autor deste gordo e apetitoso título patente no “Jornal de Negócios”.
Acontece que este “palacete” (muito gosta o jornalismo menor da palavra “palacete”…) nunca foi do “sogro de Eça de Queirós” pela razão simples de ter sido construído depois da morte de António Benedito de Castro, 4º conde de Resende, que casou com a viscondessa de Beire, Maria Balbina de Figueiroa Pamplona Carneiro Rangel.
Eça pouco ou nada conheceu o seu futuro sogro, que morreu em 1865 – aos 20 anos do escritor.
Quem faria o projecto de urbanização da Quinta de Santo Ovídeo, que implicou a sua demolição – inevitável dado o plano de expansão do Município do Porto – foi o 6º conde de Resende, de seu nome Manoel Pedro Benedito de Castro, que depois do casamento da sua irmâ Emília com o escritor Eça de Queiroz passou obviamente a ser cunhado do escritor.
Por razões de casamentos entre primos, ambos foram meus bisavôs.
E assim, por estes factos, aconselho os vendedores e criadores de panfletos do “Jornal de Negócios” a investigar as relações reais dos seus chamarizes com a verdadeira realidade.
Passem bem ou mal – tanto me faz
António Eça de Queiroz