Arquivo da Categoria: AICL Lusofonia Chrys Nini diversos

São Tomé e Príncipe – Quase 10% da população emigrou para Portugal nos últimos 3 anos – RTP África

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Os dados revelam que, durante este período, quase 40 mil pessoas deixaram o arquipélago, sendo que 72% desta população emigrante tem idades compreendidas entre os 18 e os 35 anos. Mais de metade escolhe Portugal para viver, motivada por laços culturais e procura de melhores condições económicas. A introdução do Acordo de Mobilidade da Comunidade […]

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Agressões em creche nos Açores. Falta de reações políticas gera revolta

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Várias crianças, de 1 a 3 anos de idade, foram agredidas por quatro funcionárias de uma creche de Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, nos Açores. Apesar da violência das imagens, não há, para já, reações por parte do Governo regional nem da maioria dos partidos.

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Problemas com voos: calcular indemnização

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Os voos cancelados, atrasados e as situações de overbooking podem dar origem a indemnização. As regras aplicam-se a qualquer Estado-Membro e aos territórios que deles façam parte. Aplicam-se ainda à Noruega, à Islândia e à Suíça. A nossa calculadora revela em menos de um minuto, e de forma gratuita, se tem direito a uma compensação.

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Mário Centeno avisa: “Portugal não tem nenhum futuro” sem imigrantes

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O governador do Banco de Portugal avisou que sem essa mobilidade no mercado de trabalho “nós tínhamos perdido dois terços do crescimento económico”.

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ALRAA – Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores – Nota de Imprensa da Presidência da ALRAA – António dos Santos Avelar vence Prémio Literário Vitorino Nemésio com o romance “Irma”

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um dos últimos textos de ÁLAMO DE OLIVEIRA nos colóquios

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TEXTO DE HOMENAGEM A HELENA CHRYSTELLO

 

O seu desaparecimento (Dr.ª Helena Chrystello) do nosso convívio não é substituível. Aliás continuamos a dar pela sua presença através do ambiente de amizade que nos deixou nestes momentos de partilha de saberes e de preocupações culturais.

 

LEMBRAR A DOUTORA HELENA CHRYSTELLO

 

Embora me apeteça, não vou entrar numa de fazer emergir a minha profunda saudade pela minha amiga Helena Chrystello. Prefiro lembrá-la como mulher de inteligência abrangente, amante desta nossa açorianidade de especificidades únicas, senhora de generosa partilha de saberes e, sobretudo, capaz de mobilizar outras personalidades e de lhes atribuir, sem pressão de orientações de qualquer espécie, tarefas que visaram o desenvolvimento do que importa dar a conhecer coletivamente.

 

Ela foi, como todos sabem, a colaboradora principal dos Colóquios da Lusofonia, inspiradora e mentora dos seus conteúdos e dos seus comunicadores. Desde o primeiro Colóquio, que esteve extremamente atenta aos linguistas que se debatiam por um acordo ortográfico o mais consensual possível, pois havia propostas algo confusas nas pessoas que lecionavam a crianças, como era o caso da Professora Helena.

 

Após a aprovação do «acordo», ela iniciou um programa editorial que veio permitir a divulgação, de forma sucinta, por que selecionada, da produção literária de autores açorianos, organizando com outros voluntários e estudiosos e fazendo publicar antologias de ficção narrativa, nomeadamente contos e textos teatrais. Foram publicações que ficaram como que amadrinhadas por ela, sabendo, por vezes, procurar quem prefaciasse o trabalho de seleção, avalizando a obra que passava a ser pública.

 

Há que dizer que este trabalho – que nem sempre coincidiu com o melhor estado da sua saúde – era sempre feito no momento da sua apresentação, com grande alegria e desprendimento de pertença. O seu entusiasmo era contagiante e o seu espírito de humor também. Transformava-se, voluntariamente, como uma sombra de si mesma, mas com a boca do coração carregada das palavras certas, chamando a atenção para o que precisava, acima de tudo, ser corrigido.

 

A sua fragilidade física era-nos um erro de visão. Paradoxalmente, era essa fragilidade que lhe dava uma força absoluta e alegre.

 

Senhora de elevada cultura e erudição, Helena Chrystello supervisionou a versão francesa de Burra Preta com uma Lágrima, da autoria de Miguel Lopes. A sua revisão, além de me ter proporcionado uma aproximação ao tradutor, deu para usufruir da amizade que me dedicava.

 

Acrescento que a sua formação académica fê-la desenvolver, profissionalmente, o cargo de Coordenadora do Departamento de Línguas na Escola Básica 2,3 da Maia – S. Miguel. Durante vários anos dedicou-se ao estudo e divulgação de autores açorianos, tendo preparado alguns desses trabalhos em parceria com Maria do Rosário Girão, Professora Associada do Departamento de Estudos Românicos do Instituto de Letras e Ciências Humanas da Universidade do Minho.

 

Esta referência a parcerias pretende também mostrar a humildade de Helena Chrystello, que apreciava grata a colaboração de outras pessoas nos trabalhos que realizava e aos quais quis emprestar olhares diferentes.

 

Lugar-comum será afirmar que Helena Chrystello tem feito muita falta não só na preparação e realização dos Colóquios da Lusofonia, como na divulgação da escrita açoriana, nomeadamente, na ficção narrativa. Ela tinha uma forma muito pessoal de incentivar os autores, não os untando com euforias descabidas mas adjetivando assertivamente cada trabalho. Os frequentadores dos Colóquios da Lusofonia sempre encontraram palavras de estímulo e de apreço. O seu desaparecimento do nosso convívio não é substituível. Continuamos a dar pela sua presença através do ambiente de amizade que nos deixou nestes momentos de partilha de saberes e de preocupações culturais.

 

Na verdade, gostaria muito de lhe falar e de ouvir as suas respostas sobre este momento de largo e taciturno silêncio cultural, que não mostra desenho, nem objetivos e que nos encerra atrás de muralhas inexpressivas, sem portas que conduzam ao dia de amanhã. Estamos literalmente a atravessar o deserto, embora ainda se consigam encontrar alguns brevíssimos oásis.

Com a Helena podíamos, com certeza, dar abrigo e divulgação ao nosso pecúlio cultural. A Professora Helena não deixaria de apaziguar esta minha inconsolável inatividade. E, com o seu sorriso sereno e sincero, dir-me-ia que amanhã poderá ser ainda um dia surpreendente. Ela tinha sempre aberta a janela da esperança.

 

Não vou dizer saudade, embora me apeteça.

 

Raminho, maio de 2024

Álamo Oliveira

Vai apanhar um TVDE? Estas são as regras que têm de ser cumpridas

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As plataformas dos TVDE devem assegurar o cumprimento de algumas regras com o objetivo de garantir a segurança dos passageiros que recorrem a este tipo de transportes, de acordo com a DECO PROTeste. Conheça-as aqui.

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CHRYS NOVO SUSTO SAÚDE

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chamada de urg^ncia do HDES pelas 10.30: O HOSPITAL MANDOU-ME IR JÁ URGÊNCIAS POR CAUSA DO POTÁSSIO ANORMALMENTE ELEVADO PODE AFETAR CORAÇÃO

Cheguei 11.30, e estive todo o dia

Rx TAC Eletrocardiograma, análises várias, medicamentação alterada e alta, muito bem tratado todo o dia no modular…

REGRESSEI 21.45 mil e um exames feitos e situação estabilbilizada