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How a Flawed Experiment “Proved” That Free Will Doesn’t Exist – Scientific American Blog Network

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It did no such thing—but the result has become conventional wisdom nevertheless

Source: How a Flawed Experiment “Proved” That Free Will Doesn’t Exist – Scientific American Blog Network

estrada infernal mas linda

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Alfredo Granhão shared a video to the group: “Essência da música, arte e poesia”.
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https://www.facebook.com/serra.catarinense.brasil/videos/1066050796739849/?t=17
O jornal britânico The Guardian, listou a Serra do Rio do Rastro com o quinto lugar entre os dez estradas de tirar o folego, denominando como um dos lugares mais espetaculares para se conhecer ao redor do mundo , rodovia SC-390, rota com muitas curvas e cachoeiras, que passa por um cenário espetacular do início ao fim. ( fonte . Agência de Notícias São Joaquim Online).Brasil.https://www.facebook.com/serra.catarinense.brasil/videos/1066050796739849/?v=1066050796739849

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Serra Catarinense – Brasil

O jornal britânico The Guardian, listou a Serra do Rio do Rastro com o quinto lugar entre os dez estradas de tirar o folego, denominando como um dos lugares mais espetaculares para se conhecer ao redor do mundo , rodovia SC-390, rota com muitas curvas e cachoeiras, que passa por um cenário espetacular do início ao fim. ( fonte . Agência de Notícias São Joaquim Online).

DOM AFONSO HENRIQUES biografia

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nazis sempre presentes na história recente do Brasil

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LEITURA INDISPENSÁVEL!

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Meu Professor de História

Um professor de História, em uma escola no Rio de Janeiro, foi dar aula sobre nazismo. Ele mostrou para seus alunos a suástica e disse que aquele era o símbolo dos nazistas. Uma aluna levantou a mão e disse que já viu no sítio da sua família um tijolo com aquele mesmo símbolo. Isso despertou a curiosidade no professor, que procurou saber mais sobre o assunto. Aquele tijolo pertencia a uma construção demolida no sítio que era um casebre.

Sidney Aguilar (o professor) não sabia que em sua pesquisa iria descobrir uma história tão bizarra que iria se transformar no documentário chamado “Menino 23”.

Esse sítio pertence a família Rocha Miranda, uma das famílias mais importantes da História do Rio de Janeiro de origem escravocrata. Em sua pesquisa, Sidney descobriu que a família Rocha Miranda tinha um integrante que era MEMBRO do partido nazista aqui no Brasil, que era o MAIOR partido nazista fora da Alemanha e que outras pessoas da família eram ligados ao Partido Integralista Brasileiro, que era um “fascismo tupiniquim”.

Tá achando bizarro? Calma que vai ficar ainda mais. Em sua pesquisa, Sidney descobriu que a família Rocha Miranda adotou 50 crianças de um orfanato para escraviza-las e todas elas eram NEGRAS. No documentário, um homem conhecido como Seu Aloísio, que foi uma das vítimas, disse que as crianças não eram chamadas por nomes, mas sim por números e o seu era 23.

Os meninos só foram libertados do cárcere quando o governo Vargas rompeu de vez as relações com o Eixo. Daí, os nazistas, assim como o Partido Integralista, foram perseguidos e a família Rocha Miranda perdeu o status que tinha.

Hoje isso parece algo extremamente absurdo, mas para época não era. Segue uma frase de um Deputado Federal chamado Alfredo da Matta em discurso no ano de 1933: “A eugenia, senhor presidente, visa a aplicação de conhecimentos úteis e indispensáveis para reprodução e melhoria da raça.”

No tempo que os garotos foram feitos de escravos, o Brasil vivia o ápice da política de superioridade racial e de “branqueamento”, impulsionadas pelo darwinismo social. Isso não faz 200 ou 100 anos: isso faz apenas 89 anos. Como que em tão pouco tempo o nosso país deixou de racista? Aos que dizem que o Brasil não é um país racista: será mesmo?

Hoje, o nome da família Rocha Miranda carrega o nome de um importante bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro.

Segundo a pesquisadora Adriana Abreu Magalhães Dias, antropóloga da Unicamp, o Brasil tem mais de 300 células nazistas em funcionamento. Em suas pesquisas especializadas na ascensão da extrema direita, Adriana também identificou mais de 6.500 endereços eletrônicos de organizações nazistas somente em língua portuguesa e dezenas de milhares de neonazistas brasileiros em fóruns internacionais.

obs: esse documentário é INCRÍVEL e foi produzido pela produtora Giros Interativa LTDA com o grande apoio da ANCINE (que hoje corre sério risco de ser extinta no governo Bolsonaro) e está disponível no Youtube.

De Leandro Marin (História no Paint).

Timor debate atribuição de nacionalidade a jornalista que filmou massacre

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O Parlamento Nacional timorense debate na terça-feira, em plenário, a atribuição da nacionalidade ao jornalista britânico Max Stahl, que filmou o massacre de Santa Cruz, em reconhecimento pelo seu papel na luta pela libertação de Timor-Leste.

Source: Timor debate atribuição de nacionalidade a jornalista que filmou massacre