Médico brasileiro faz cirurgia que reverte Alzheimer e memória retorna | BRAZILIAN PRESS // O maior jornal brasileiro fora do Brasil

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Um médico neurologista brasileiro, que fez especialização em Toronto, no Canadá conseguiu frear e reverter a doença de Alzheimer em um paciente de 77 anos

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O TRANSPLANTE DE MAZAGÃO PARA O BRASIL

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  • Alfredo Granhão Arqueólogos da Universidade Federal de Pernambuco não acreditavam no que haviam encontrado. Ao sul de Macapá, às margens do Rio Mutuacá, ruínas de um projecto colonial, organizado e modesto, envolvendo traçados de ruas, campas colectivas e alicerces deSee more
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  • Alfredo Granhão Depois do enorme terramoto de 1755, que também afectou a cidade portuguesa de Mazagão, na costa Africana, a coroa portuguesa viu-se obrigada a abdicar da praça-forte por dificuldades económicas para a recuperar e pelos constantes ataques dos muçulmanos.
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  • Alfredo Granhão Entre os anos de 1770 e 1773, fidalgos portugueses (cerca de 2 mil pessoas distribuídas em 470 famílias) exilados pela invasão muçulmana da Vila de Mazagão, no Marrocos, desembarcaram em Belém do Pará com o objectivo de reconstruir, na foz da Bacia Amazónica, no Amapá, sua cidade-forte.
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e depois admiram-se dos populismos vencerem???

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Dinis Freitas shared a link to the group: Remexido.

No caso dos partidos, há 12 partidos – BE, CDS, PS, PSD, PEV e PCP, PND, MMS, PCTP MRPP, MPT, PDA e PPV aos quais tinham sido imputadas infrações que significam coimas entre os 10 e os 400 IAS (4.350 a 174 mil euros). E a isto acrescem contra-ordenações a que tinham sido condenados PSD, PCP e PEV e que somariam 110 mil euros a 4,2 milhões de euros só no que respeita às contas de 2009.

a beleza dos vulcões

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a beleza dos vulcões

A beleza não é sempre serena por parte da Natureza por vezes bela mas medonha como é este o caso.

Não é um milagre, mas um espetáculo da natureza o do kawah ijen, vulcão a leste de Java na Indonésia, com lava azul.

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Quais são as palavras mais feias do português?

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Uma língua é feita de palavras bonitas, palavras úteis, palavras irritantes, palavras que deliciam, palavras que não servem para nada, palavras feias como tudo. Pois, hoje, apetece-me falar destas últimas.

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Por que o tempo sempre anda para a frente, nunca para trás – BBC News Brasil

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Algo que todos nós sabemos é que o tempo se move em uma direção. Mas você já se perguntou sobre qual é o motivo? Os cientistas já fizeram esse questionamento, e encontraram a resposta em um motor a vapor.

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O incrível poder do nosso cérebro de esticar (ou encolher) o tempo – BBC News Brasil

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Você já se perguntou por que o último ano passou tão rápido? Neurocientista explica o poder que o cérebro tem de manipular o tempo.

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A Batalha do Cabo Matapão 1717

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Associação dos Autarcas Monárquicos

BATALHA DE MATAPÃO

Comportamento inacreditável dos Estados Italianos, em relação a Portugal

Já aqui comentei a má vontade dos responsáveis dos Estados Italianos, desde tempos imemoriais, em relação ao Reino de Portugal. Tentaram fazer correr que Cristóvão Colombo, que não falava uma palavra de italiano, tinha nascido em Génova. Por outro lado, tentaram apropriar-se de uma série de descobrimentos, feitos por portugueses, apontando gente da sua nacionalidade como seus hipotéticos autores. Mas a deslealdade em relação a Portugal, não ficou por aqui. Longe das vistas da Europa profunda e do Papa, municiaram com armamento sofisticado e especialistas militares o exército turco que navegava pelo Oriente, combatendo as frotas portuguesas do Índico. Na verdade, tinham perdido a corrida comercial com os portugueses, que faziam chegar à Europa os produtos orientais, por um preço muito mais baixo, através da Rota do Cabo, rodeando, por mar, o Sul de África, isto é, o Cabo das Tormentas. Os Estados Italianos continuavam a fornecer-se das especiarias e demais produtos orientais, pela via marítima mediterrânica e através de caras e morosas caravanas terrestres. Numa perspectiva de negócios perdidos com a concorrência portuguesa, a situação era grave!!!. Todavia, nas suas manobras e escuras intenções, os nossos amigos saíram-se sempre mal. Desse modo, o azedume nunca mais desapareceu. A azia violenta contra os portugueses não esmoreceu com o tempo e antes continuou a levedar no silêncio, esperando que os portugueses se esquecessem e tivessem fraca memória para as tropelias feitas pelos transalpinos, através da história. Assim aguardavam pela ocasião certa para voltarem à carga, quando ninguém já desse fé. Sabiam que os portugueses só pela traição e pelas costas poderiam ser desfeiteados. E o momento oportuno, para uma vingança, na sua turva perspectiva, chegou!!!

Corria o ano de 1717 e uma enorme frota turca invadiu o Mar Mediterrâneo, com o intuito de delapidar as cidades cristãs da costa sul europeia. Claro que os principais interessados na defesa do mediterrâneo europeu, eram os Estados Italianos e a Ilha de Malta que imediatamente reuniram as suas armadas para se defenderem, bem como aos seus interesses comerciais. Por essa razão, solicitaram insistentemente uma ajuda ao Papa Clemente XI, para meter no empreendimento defensivo cristão os Países da Península Ibérica e o seu respectivo poder naval. O Papa colocou logo a sua própria e insignificante armada na linha de combate e implorou aos Soberanos Ibéricos a necessária ajuda. A Espanha não respondeu ao apelo feito, mas o Rei D. João V, prontamente, enviou uma frota de guerra, chefiada pelo Conde de Rio Grande, D. Lopo Furtado de Mendonça, constituída por cinco naus, duas fragatas e uma série de embarcações mais pequenas.

No dia 19 de Julho de 1717, portanto há mais de trezentos anos, chegaram os navios portugueses junto das armadas de Veneza, Génova, Florença e Malta e dos navios do Papado. Junto do Cabo Matapão, ao Sul da Grécia, no Peloponeso, entre os Golfos de Lacónia e de Mesena, quando se aproximou a numerosa armada turca, que cobria assustadoramente a linha do horizonte, deu-se o inesperado!!!. Os navios dos Estados Italianos, aterrorizados pela multidão de unidades da armada turca, puseram-se ao fresco, rumando em fuga miserável e abandonando cobardemente os navios do Papa e a Armada Portuguesa. Mas a marinharia portuguesa e as suas chefias já estavam bem habituadas a estas confrontações desiguais, defrontando frotas muito mais numerosas, como já tinha acontecido nomeadamente em Ormuz, no Oriente, e no Mediterrâneo, em Lepanto em 1571. Por essa razão, sem hesitações, os portugueses prontamente atacaram os navios principais turcos, metendo uma série de barcos ao fundo com tiros certeiros e fazendo abordagens aos navios mais pesados da frente da armada inimiga, cuja tripulação se atirava ao mar, desesperada e aterrada perante a ferocidade e o poder combativo da marinhagem portuguesa que lhes caia em cima, voando das suas próprias embarcações para a coberta dos vasos de guerra turcos. O comportamento e a operacionalidade da frota portuguesa colocaram em fuga aquela numerosa armada, tomada de medo perante a estratégia portuguesa e a coragem dos seus tripulantes

A má-língua logo levantou a suspeita de que os responsáveis dos Estados Italianos aproveitaram a ocasião soberana para ajustar velhas contas com os portugueses, fazendo uma retirada à traição e abandonando, na praça pública, os portugueses e os mandatários do próprio Papa. Na verdade, um comportamento indigno, sob todos os aspectos.

A Batalha do Cabo Matapão constitui mais uma página ilustre da História Portuguesa e com tal peso a nível mundial que o Papa Clemente XI., deu o título de Rei Fidelíssimo a Sua Majestade, o Senhor D. João V.

António Moniz Palme, Conselheiro da APAM Associação Portuguesa dos Autarcas Monárquicos

A GRETA NOS HOLOFOTES E O BOYAN ESQUECIDO

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Maria João Roxo Perdigâo and Luna Telles Ribeiro shared a link.