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International reading tests administered in 79 countries find most teens to be gullible when consuming information.
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É isto que mais me dói: terem desaparecido milhares de bicharocos que povoaram a minha infância. Onde estão as centenas de joaninhas, cabrinhas de Nossa Senhora, libélulas de várias cores, estrelas do mar, tartarugas, búzios, lapas, cardumes imensos de peixes junto à costa?
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Local, junto à estação da Luz, no centro da capital paulista, será reaberto em junho de 2020
Source: Restauração do Museu da Língua Portuguesa, em SP, está pronta – 17/12/2019 – São Paulo – Agora
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Ontem (16/12/2019) proferi uma palestra para os alunos de agropecuária da Escola Profissional da Praia da Vitória sobre emissões de gases com efeito de estufa.
Essa é uma problemática emergente e pertinente e a investigação nessa área tem aumentado.
Investigações recentes mostram que a alimentação de vacas com algas marinhas reduz 99% das emissões de gases com efeito estufa que podem ser associado aos “arrotos” de metano desses animais. Contrariamente ao que se pensa o metano não sai por trás, sai pela frente.

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JÁ NÃO APRENDI ESTA LIÇÃO
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O presidente da Associação de Turismo dos Açores (ATA) adiantou que a operação da norte-americana Delta Air Lines entre Nova Iorque e Ponta Delgada, que termina em 2020, representa 10% das dormidas de turistas em São Miguel.
Source: Operação da Delta em São Miguel representa 10% das dormidas – Açoriano Oriental
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In the face of this mega-blaze, the leadership vacuum has been astounding, writes Former Fire and Rescue NSW commissioner Greg Mullins.
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Sou um universitário. Mas se há coisa deveras alarmante, hoje, na universidade, é ela ter renunciado completamente à sua natureza e missão, para se dobrar à ideologia da época, uma ideologia empresarial e comercial.
A universidade nasceu, entre os séculos XI e XIII, como a casa do pensamento. Por essa razão, lhe foram cometidas tarefas de investigação e ensino.
Já no nosso tempo, pediu-se à universidade que passasse a incluir na sua missão uma ligação à comunidade.
Depois disso, falou-se na necessidade de uma ligação da universidade às empresas.
Hoje, uma universidade deve ser uma empresa.
Através das tecnologias da informação, as bolsas financeiras foram colocadas em conexão – e foi assim que se criou o mercado global.
Mas, logo se deu mais um passo, porque o próprio mercado acabou por se converter na metáfora a que ficou sujeita toda a vida humana. De facto as tecnologias da informação não param de nos mobilizar, total e infinitamente, para uma qualquer competição e estatística, e um qualquer ranking, empreendedorismo e websummit.
E engana-se, redondamente, quem pensa que o neoliberalismo é uma teoria que se cinge a ordenar, com mão de ferro, as políticas económicas e financeiras. Muito mais do que isso, o neoliberalismo é um modo de vida, que captura, em permanência, toda a existência humana.
Com a mobilização tecnológica, deixámos o regime da palavra e do pensamento e passamos a reger-nos pelos números e pela medida. Mas sem pensamento, o humano deixou de ter fundamento seguro, território conhecido e identidade estável.
Deixando, entretanto, de contar com o pensamento, a universidade está hoje por conta de procedimentos, de matriz tecnológica, que no ensino e na investigação certificam meras rotinas e conformidades.
É sobre os regimes empresariais da “qualidade”, aplicados na universidade ao ensino e à investigação, que escrevi hoje uma crónica no Correio do Minho.
Penso que se a universidade não souber derrotar este regime, não vai sobreviver. A missão da universidade é a da salvaguarda das possibilidades da (a)ventura do pensamento. Cabe-lhe fazer do ensino e da ciência uma ideia, que encarne um princípio de resistência crítica e uma força de dissidência, ambos comandados por “uma justiça do pensamento”. Tudo o resto são passos para o abismo.