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Source: Estórias da História: 18 de Fevereiro de 1665: Portugal entrega a cidade de Bombaim, na Índia, à coroa inglesa, como dote de Catarina de Bragança
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Já somos mais de 3000 nesta luta pela preservação da Lagoa do Fogo!
Junta-te a nós pela protecção desta área protegida!

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Página dedicada aos que gostam dos Açores, e queiram partilhar o que temos de melhor.
Source: Guia: O que não pode perder em cada uma das nove ilhas dos Açores – I Love Azores
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Ainda se constroem mosteiros em solo português e o mais recente está a ser edificado em Miranda do Douro, no distrito de Bragança. O futuro Mosteiro Trapista de Santa Maria, Mãe da Igreja será a casa de 40 monjas italianas da Ordem Trapista, sendo que dez destas chegarão já em outubro a Portugal.
Source: Está a nascer um novo mosteiro em Bragança. E vai receber 40 monjas de clausura italianas – DN
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Líder do povo Mbundu e rainha de Ndongo e Matamba, Njinga é uma figura eminente e reconhecida em Angola até hoje.
Source: A rainha africana que liderou resistência aos portugueses e se tornou símbolo – BBC News Brasil
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Portugal descobriu Angkor Wat
A descoberta para o mundo ocidental das maravilhas de Angkor, um dos mais impressionantes conjuntos de ruínas de todo o mundo, é erradamente atribuída ao francês Henri Mouhot, em 1860. Todas as enciclopédias trazem escarrapachada esta enorme mentira, inclusive as enciclopédias que se publicam em Portugal.
Poderia citar aqui vários exemplos de textos de cronistas portugueses dos séculos XVI e XVII que se referem à descoberta destas ruínas e as visitas a elas efectuadas por vários religiosos e aventureiros portugueses, mas limito-me a transcrever um trecho do livro Ethiopia Oriental, de Frei João dos Santos, datado de 1609, escrito, portanto, duzentos e cinquenta e um anos antes da tão apregoada «descoberta» de Mouhot.
Ei-lo: «No tempo em que o P. Fr. Silvestre andava no reino de Camboja, se descobriu uma cidade, a que chamam Angor, situada a duzentas léguas pela terra dentro, começando a contar da entrada do rio; a qual estava despovoada, cheia de mato e erva, e habitada de bestas feras.»
Depois de nos descrever com pormenor as características da imponente estrutura, o dominicano Frei João dos Santos salienta que «nunca se soube da fundação desta cidade, nem da causa porque se despovoou, que é uma coisa admirável, e muito mais não haver pedra em todo este território, e haver-se de trazer para este edifício dali a trinta léguas, onde somente há pedra com que se podia edificar», para finalizar dizendo que «o rei de Camboja se passou com a sua corte e nela vive» e que «os nossos religiosos estiveram nela, e os capuchos de S. Francisco, que me contaram estas coisas, e muita gente da Índia que vive nela».
Ora, se considerarmos que o Frei Silvestre aqui citado é contemporâneo de Frei Gaspar da Cruz – o primeiro religioso português a visitar o Camboja e reinos circundantes –, que estaria em Malaca entre 1550-1560, podemos deduzir que os portugueses tinham tido contacto com Angkor ainda nos meados do século XVI, praticamente três séculos antes da visita do francês que ficaria com os louros da sua descoberta. Na verdade, Frei António da Madalena terá sido a primeira pessoa a revelar a existência das ruínas de Angkor Wat ao mundo ocidental.
Joaquim Magalhães de Castro
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//O MAL, ONDE ESTÁ O MAL?//
A viagem de Metro entre Roma e Cais do Sodré de hoje foi pródiga em factos para reflexão filosófica.
Começou logo no torniquete. No chão, um homem estava deitado, meio inanimado. Perto de si, o segurança. Toda a gente passava, ninguém queria saber. A empatia suspende quando temos coisas mais importantes para fazer…
Entrei no Metro. Hora de ponta. Na Alameda, um senhor, com duas crianças de colo, gémeas, procurava desesperadamente avançar no corredor. Estava tudo muito entretido, ninguém ligou puto. Dei um f****-se, quiçá pela tensão do dia, e perguntei se não havia voluntários para o prioritário. Um jovem, que estava de costas e não vira, foi o único a levantar-se.
Já na Baixa Chiado, perto do fim da linha, foi tudo para junto da porta, bloqueando assim a entrada de mais gente. O corredor ficou vago. Dei outro f****-se e perguntei se não queriam facilitar a vida a quem queria entrar. Um grupo de putos na casa dos 20 anos ainda gozaram com a minha cara. Nem liguei.
Não pretendo, com este “post”, superiorizar-me. Para desmistificar, eu esclareço a sua moralidade. Se perguntassem a todas estas pessoas, que mostraram uma enorme frieza e falta de empatia, quem são os maus da sociedade, elas apontar-me.iam o dedo a mim, por estar no “eixo do mal”. Mas é aqui que bate o ponto. Todos nós temos que nos olhar ao espelho e avaliar a nossa coerência e o nosso papel na Terra. É que eu, quando olho à minha volta, vejo hordas de pessoas a forçar mostrarem-se limpas sujando os outros, mas não vejo assim tanta gente a tomar banho…
Onde está o mal?
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Airbus has revealed new model of an aircraft it says could slash fuel consumption by 20 percent compared to today’s single-aisle jets. The Maveric, as it’s called, looks a lot like a B-2 Bomber.
