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Source: Lere: “Um país sem história não tem alma” | TATOLI Agência Noticiosa de Timor-Leste
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British scientists say they have discovered that babies brought up in bilingual homes are faster in switching between tasks. Dominic Brookshaw is an associate professor of Persian literature at Oxford university. Release date:
https://www.bbc.co.uk/programmes/p084tvrz
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British scientists say they have discovered that babies brought up in bilingual homes are faster in switching between tasks. Dominic Brookshaw is an associate professor of Persian literature at …
www.bbc.co.uk
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El doctor Jesús Cuadrado atiende desde hace cuarenta años en su consulta de Medicina General y Geriatría todo tipo de virus. Trata en esta entrevista con
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Os funcionários do Serviço Nacional de Saúde britânico estão a ser aconselhados a cortar a barba e o bigode por causa do coronavírus.
Source: Coronavírus. Se tem barba ou bigode saiba que deve cortar
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VALHA-NOS DEUS!
(Via José Silva Pinto)

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PARA ACABAR DE VEZ COM O VÍRUS DA CORONAHISTERIA
Evitei até hoje pronunciar-me sobre este assunto; mas chegados à situação actual, acho que é uma questão de serviço cívico enquanto matemático.
O gráfico acima, que consta de um site de Johns Hopkins que acompanha a situação do coronavirus em tempo real (1) e que recomendo a todos que descarreguem para o telemóvel, compara o número de infecções por coronavírus na China (laranja) e resto do Mundo (amarelo) com os casos de recuperação. À data de hoje (1/3/2020) há 42.600 recuperados, de um total de 87.000 casos identificados. Devemos ficar preocupados? Não, pelo contrário. Devemos ficar muito tranquilizados. Note-se que a curva dos recuperados acompanha perfeitamente a das infecções, com um tempo de latência de 3-4 semanas. O número de recuperados hoje, 1/3/2020, é igual ao total de infectados em todo o Mundo em 10/2/2020. A taxa de recuperação para os casos de infecção registados em Fevereiro é superior a 99%.
Para ganhar sensibilidade para a evolução da doença, transcrevo os números em bruto. I é o número de infectados, R de recuperados.
22 Jan: I = 547, R=28
29 Jan: I = 7.700, R=133
5 Fev: I= 20.000, R= 1.100
12 Fev: I=50.200, R= 5.200
19 Fev: I=75.700, R= 16.100
26 Fev: 81.000, R= 30.400
1 Mar (hoje): I=87.000, R=42.600
Ou seja, em Janeiro quase não havia recuperados; hoje mais de metade do total de infectados já recuperou. Num mês, o número de recuperados cresceu por um factor de 300. Curiosamente, nunca vi estes números referidos na imprensa, mais preocupada com visões do apocalipse.
Estamos pois a braços de uma virose essencialmente inócua (mais pormenores abaixo), com um período de recuperação de 3-4 semanas, após o qual, de acordo com os melhores números actuais, 99,3% dos infectados recuperam sem complicações.
Do ponto de vista da saúde pública, a questão colocada pelo nCOVID-19 é apenas a sua elevadíssima taxa de contágio. A OMS estima um valor de R_0, grandeza que nos modelos matemáticos SIR (Susceptíveis-Infectados-Recuperados) determina a taxa de propagação exponencial, de 2,3. Para comparação, a gripe sazonal tem R_0=1.3, propagando-se de forma muito mais lenta. Para saber mais sobre o que isto quer dizer e sobre os modelos matemáticos de epidemiologia veja-se por exemplo (2) ou (3).
Por outro lado, os números mostram que se trata de uma virose essencialmente inócua: o período de recuperação é de 3-4 semanas, após o qual 99,3% dos infectados estão recuperados. A estimativa actual da OMS para a taxa de mortalidade para casos surgidos depois de 1 de Fevereiro, portanto depois do surto inicial, é actualmente de 0,7% (4) Esta é mais baixa do que a da gripe sazonal, que é de 1%. Como termo de comparação, o vírus Ébola tem uma taxa de mortalidade próxima dos 50%.
A virose em si não é complicada; um dos maiores virologistas espanhóis e Presidente da Sociedade Espanhola de Virologia, José Antonio Lopez Guerrero, descreve-o como “mais do que um catarro, menos do que uma gripe” (5). 80% dos casos são assintomáticos ou têm sintomas muito leves. Apenas em 5% dos casos existem complicações graves, na sua grande maioria em grupos de risco: por exemplo, pessoas com bronquites crónicas, DPOC ou sistema imunitário estruturalmente enfraquecido como doentes oncológicos. São essas pessoas que podem estar em perigo – tal como estariam, com o mesmo nível de risco, se contraíssem uma gripe comum.
O coronavírus já está em Portugal, isso é uma inevitabilidade cósmica. Isso é preocupante? Não particularmente, a menos que se pertença ou se esteja em contacto próximo com um grupo de risco. Como descrevi acima, ele é menos perigoso do que uma gripe. Mas, tal como alguém com uma gripe toma precauções para não a passar, também aqui essas precauções devem ser tomadas, de forma mais drástica divido à altíssima taxa de contágio.
Se o coronavírus servir para implantar socialmente comportamentos como lavar mãos frequentemente ou não espirrar para o ar, tanto melhor. Podemos ter de cancelar algumas viagens de avião, como aconteceu comigo, mas vamos viver a vida normalmente. De resto, não há qualquer motivo para pânico ou sentimentos de apocalipse, apesar da desinformação constante e do alarmismo mediático a que assistimos diariamente – esse sim, o mais perigoso vírus de toda esta história.
(1) https://gisanddata.maps.arcgis.com/…/opsdashboa…/index.html…
(2) http://maddmaths.simai.eu/divulgazi…/…/epidemie-matematica/…
(3) https://triplebyte.com/blog/modeling-infectious-diseases.
(4) https://www.who.int/…/who-china-joint-mission-on-covid-19-f…
(5) https://elcultural.com/covid-19-mas-que-un-catarro-menos-qu…
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Foram os próprios clientes que denunciaram a situação às autoridades e acusam empresa de humilhar funcionária.
Source: SIC Notícias | “Há quatro dias sentada numa balança de um supermercado de Faro”