pruridos sociais atuais….DECOTE VS AMAMENTAR

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Joao Paulo Esperanca shared a memory.

5 hrs

Os timorenses podiam fazer muita “capacity building” sobre atitudes perante a amamentação em público em países de malais a atravessar um processo de retrocesso civilizacional.

https://www.facebook.com/OkGarotasBlog/videos/1736705616404738/

s pessoas que sexualiza um bebê comendo! 😪
Credits: Joey Salads

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¡O que é realmente desagradável é que as pessoas que sexualiza um bebê comendo! 😪
Credits: Joey Salads

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PRIMEIRO HOMEM-PÁSSARO É FRANCÊS

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Carlos Fino

35 mins

PRIMEIRO HOMEM-PÁSSARO É FRANCÊS
E ATRAVESSOU A MANCHA RUMO A INGLATERRA – NE ME QUITTE PAS!

A week after his failed first attempt, French inventor Franky Zapata has successfully crossed the English Channel on a jet-powered hoverboard.

RT.COM
A week after his failed first attempt, French inventor Franky Zapata has successfully crossed the English Channel on a jet-powered hoverboard.

PRIMEIRO HOMEM-PÁSSARO É FRANCÊS
E ATRAVESSOU A MANCHA RUMO A INGLATERRA – NE ME QUITTE PAS!

 

RT.COM
A week after his failed first attempt, French inventor Franky Zapata has successfully crossed the English Channel on a jet-powered hoverboard.

moçambique tem a pior taxa de cobertura de eletricidade

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Partilhado do amigo Eduardo Calane.

Moçambique possui uma das taxas mais baixas de acesso à rede eléctrica do mundo
Moçambique é considerado um dos piores países do mundo, no que diz respeito ao acesso à rede eléctrica, com apenas 28 por cento da população a usar este recurso.
O rosto das assimetrias é verificável nas zonas rurais, onde apenas 5 por cento da população tem energia. Este facto é tido como um grande potencial para a comercialização de soluções energéticas, tal como é o caso do Fundo de Acesso Sustentável às Energias Renováveis (FASER), lançado, esta quarta-feira (31 de Agosto), em Maputo.
O FASER visa dar resposta à necessidade de propor alternativas para a redução da pobreza, encorajando o crescimento económico nas zonas rurais, urbanas e peri-urbanas do país, através do desenvolvimento de soluções modernas de energia renovável.   Numa iniciativa liderada pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC) e a GIZ, através dos Programas Energising Development (EnDev) e Grune Burgerenergie (GBE), o fundo vai acelerar o acesso à energia para milhões de moçambicanos, promover o desenvolvimento e expansão do sector privado, encorajar o empreendedorismo feminino e prestar resposta rápida às situações de crise humanitária.
Segundo o vice-Ministro dos Recursos Minerais, Augusto Fernandes, com o lançamento deste empreendimento, pretende-se garantir que, até 2030, todos os moçambicanos tenham o acesso universal deste recurso. Assegurou, na ocasião, que até ao fim deste programa vai-se investir perto de 8 milhões de USD. “Este projecto terá uma mais-valia para reforçar a componente da electrificação do país”, sublinhou o governante.
Por sua vez, o Embaixador da Alemanha, Detlev Wolter, garantiu que, com o apoio deste empreendimento, pretende-se alcançar o Objectivo de Desenvolvimento Sustentável de ter energia limpa e sustentável e essencial para o desenvolvimento de Moçambique e que seja acessível para todos.
O diplomata explicou ainda que, numa primeira fase, a iniciativa conta com um valor inicial de 3 milhões de euros, que incluem…

Comments
  • Maria Alagoa Moçambique parou no tempo, ou até mesmo retrocedeu .
    Não foi para isto que se deu a descolonização , mas para que todo povo tivesse mais direitos e desenvolvimento do país .
    Eu como Moçambicana lamento que a miséria grasse pelo povo mais pobre.
  • Raul Ventura Então, e Chora Bassa? Energias renováveis, sim é muito importante. A Hidroeléctrica de Cahora Bassa não é poluente. Aqui se transforma energia hídrica em energia eléctrica…

morreu um carniceiro do genocídio khmer

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Libération

2 hrs

“we are able to confirm that the accused nuon chea (… ) passed away on the evening of August 4, 2019”, said the spokesperson, neth pheaktra, without providing any details on the causes of the Death.

Camus> AS IDADES DO HOMEM

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“Quando se passa dos sessenta, são poucas as coisas que nos parecem absurdas.”

 

REVISTAPAZES.COM|BY REVISTA PAZES
https://www.revistapazes.com/envelhecer-camus/?fbclid=IwAR3bgp-rJbqNUZKB9eSnOg8TIvLphLlL-sYk4uyht6ucEbeR4uDdrttadEI

A PAROLICE DAS ROTUNDAS

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Vítor de Sousa
Quando as coisas vêm para a placa central das rotundas é porque estão em fase de desaparecimento, mitificação ou ambas.

PUBLICO.PT
Quando as coisas vêm para a placa central das rotundas é porque estão em fase de desaparecimento, mitificação ou ambas.

50 mins

As rotundas como mostra parola de pretensos ex-libris locais. A minha rotunda é melhor do que a tua.
Como nos conta Álvaro Domingues (“Público, domingo, p. 33, em “O chão pacífico da lavoira”), as rotundas servem para albergar coisas que estão em vias de desaparecer, ou em vias de mitificação, ou ambas. E, olhar para a maior parte das rotundas – uma moda recente que, antes, figurava quase só em Lisboa ou no Porto, ou apenas no livro do código da estrada -, é olhar para a patetice local de quem, em meia dúzia de metros de terra, quer que represente qualquer coisa. Mesmo que, à pala das árvores entretanto plantadas, se deixe de vislumbrar o ícone, nem se consiga ver o fluxo automóvel.
Há mesmo uma localidade portuguesa a quem chamam a terra das rotundas em que um candidato à “cambra” prometia “uma rotunda vitória”. No Porto, à da Boavista, ainda chamam de “Rotista da Boa Bunda”. Nas mais recentes, há batismos alternativos para todos os gostos, a começar por uma localidade em que uma delas é referida como “calhaus da rotunda”. E, um destes dias – é só alguém vestir-se de Scolari – vamos ver rotundas vestidas de verde e vermelho, mostrando aos totós a ‘portugalidade’ que deviam ter. A bem dos eleitos locais que, aliados às empresas de marketing, podem não saber dizer tá-tá, mas vestem a pose de grandes líderes do povo.
PS: Quem é o povo?!
“Nas rotundas, contudo, o passado não é abolido; o pretérito conjuga-se no presente em estilo hiper-realista e tamanho natural que não esqueceu a garça, o canino e outros figurantes das lavoiras”.
(…) “Dessa majestática iconografia do poder, esta é todo o seu contrário: o cavalo perdeu a sela, ocavaleiro ea pose, e olha submisso para o chão na sua condição de animalde trabalho; a mulher, o xaile, lenço e avental pretos, conduz a cavalgadura por uma corda; o homem, segurando na rabiça do arado, parece tão cavado no chão como o próprio arado. (…) São apenas visões visões fugazes para automobilistas do Porto para o Montijo, Vila Franca, Lisboa, Coimbra, Setúbal e suas muitas redondezas”.

OS ERROS DO NOVO PORTO DA HORTA

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Manuel Leal shared a post to the group: DIÁSPORA DE IDENTIDADE AÇORIANA.

11 hrs

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José Miguel Barros to Porto da Horta – Açores

1871, passados 148 anos parece incrível e surreal como se conseguem fazer erros numa baía de tanto relevo histórico que teve pela sua geografia natural. Baía natural que tornou o Porto da Horta num abrigo marítimo no meio do Atlântico. Em 1871 não só se sabia com rigor as batimétricas (medida da profundidade), como tinha-se o cuidado de saber que na preia-mar (maré cheia, estofo da maré) o molhe teria de ter altura suficiente acima desta. Já para não falar que se contava com o método de construção deste molhe a construir em 1871, de modo que se usasse pedras das pedreiras da ilha do Faial. E não é que este molhe que se está a falar é o mesmo molhe sul que ainda existe e perdura após 148 anos. Talvez fosse bom que o Sr. Dr. Miguel Costa e o Sr. Eng. (o mesmo que fez o erro no molhe norte) passassem pelo Museu da Horta e vissem o que se fez e como se fez há 148 anos atrás. Só não vê o mal que está feito e que se vai fazer, quem não quer.

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José Miguel Barros to Porto da Horta – Açores

1871, passados 148 anos parece incrível e surreal como se conseguem fazer erros numa baía de tanto relevo histórico que teve pela sua geografia natural. Baía natural que tornou o Porto da Horta num abrigo marítimo no meio do Atlântico. Em 1871 não só se sabia com rigor as batimétricas (medida da profundidade), como tinha-se o cuidado de saber que na preia-mar (maré cheia, estofo da maré) o molhe teria de ter altura suficiente acima desta. Já para não falar que se contava com o método de construção deste molhe a construir em 1871, de modo que se usasse pedras das pedreiras da ilha do Faial. E não é que este molhe que se está a falar é o mesmo molhe sul que ainda existe e perdura após 148 anos. Talvez fosse bom que o Sr. Dr. Miguel Costa e o Sr. Eng. (o mesmo que fez o erro no molhe norte) passassem pelo Museu da Horta e vissem o que se fez e como se fez há 148 anos atrás. Só não vê o mal que está feito e que se vai fazer, quem não quer.

Portugal, o calor em 1930 OS CICLOS DE MUITO CALOR NÃO SÃO NOVIDADE

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Virgínia Valdez shared a post to the group: Rastos Quimicos Portugal//Chemtrail Activism.

1 hr

OS CICLOS DE MUITO CALOR NÃO SÃO NOVIDADE…
…como se pode ver neste resumo-memória publicado já há um ano.

«Uma escaldante onda de calor está varrendo Portugal, tendo elevado a temperatura a 45,5ºC à sombra. Em Lisboa a temperatura subiu a 35ºC, tendo sido em Elvas que se registou o máximo de 45ºC».
A notícia podia ser de agora, mas não é: foi publicada em 1949, no jornal A Manhã. E se ouvir dizer por aí que “a vaga de calor que passou sobre o país nos últimos dias provocou incêndios nas florestas”, não pense que só agora é notícia, porque já em 1938 foi escrito, no Diário da Tarde. O calor em Portugal tem estado presente nos jornais — portugueses e não só — ao longo dos anos, em episódios que marcam a história.»

E a altura de marchar para a praia!
VL

https://24.sapo.pt/…/um-calor-tropical-incendios-nas-flores…

“Uma escaldante onda de calor está varrendo Portugal, tendo elevado a temperatura a 45,5ºC à sombra. Em Lisboa a temperatura subiu a 35ºC, tendo sido em Elvas …

 

24.SAPO.PT
“Uma escaldante onda de calor está varrendo Portugal, tendo elevado a temperatura a 45,5ºC à sombra. Em Lisboa a temperatura subiu a 35ºC, tendo sido em Elvas …

Portugal Presente

4 hrs

OS CICLOS DE MUITO CALOR NÃO SÃO NOVIDADE…
…como se pode ver neste resumo-memória publicado já há um ano.

«Uma escaldante onda de calor está varrendo Portugal, tendo elevado a temperatura a 45,5ºC à sombra. Em Lisboa a temperatura subiu a 35ºC, tendo sido em Elvas que se registou o máximo de 45ºC».
A notícia podia ser de agora, mas não é: foi publicada em 1949, no jornal A Manhã. E se ouvir dizer por aí que “a vaga de calor que passou sobre o país nos últimos dias provocou incêndios nas florestas”, não pense que só agora é notícia, porque já em 1938 foi escrito, no Diário da Tarde. O calor em Portugal tem estado presente nos jornais — portugueses e não só — ao longo dos anos, em episódios que marcam a história.»

mais sobre a descolonização de Timor 1975

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CONTINUANDO…

Vou prosseguir, bisbilhotando uma ou outra passagem do livro, que já referenciei, “Timor, a Verdade Histórica”, ainda que tenha muitas passagens muito longe de a ela (a verdade) corresponderem. Mas tudo ajuda a nos aproximarmos da nossa intenção, impossível, até porque muitos intervenientes já partiram, e penso que nunca confessariam o que esteve, na realidade, por detrás da hecatombe timorense.
Comecemos por um título “A FRETILIN nasceu alguns anos antes da queda do fascismo em Portugal”, denominação que cai imediatamente por terra, não só por aquilo que conhecemos, mas também pela ‘nota’ que ali está, retirada da pág. 28 do livro, “Timor — quem é o culpado?”,de que foi autor António Cravo Cascais, e que é do teor seguinte: “Esta afirmação é falsa. Antes do ’25 de Abril’ não havia FRETILIN”. Já a segunda parte da nota, não pode ser crível e deve ser absolutamente falsa, não se sabendo onde o dr. Cravo Cascais, infelizmente já há muito falecido, foi buscar que “e o Ramos Horta até era informador da PIDE/DGS”. O que é verdade, e de conhecimento geral, é que ele foi durante um ano ‘a ares’ para Moçambique, enviado pelo governo de Valente Pires, a solicitação daquela polícia.
Passemos, então, adiante: “Aliás estas intenções já se vinham revelando, quer pela actuação de elementos radicais da ASDT/FRETILIN, em 11 de Setembro de 1974. Verificava-se, pois, que a FRETILIN enveredou por uma via revolucionária, apologista da violência, o que de modo algum era permitido pelo programa do MFA, tanto mais que em Timor não havia antecedentes recentes de movimentação armada contra o domínio colonial. Nestas circunstâncias, surpreende que o governo local não tivesse tomado atitude semelhante à que a formação da APODETI provocara, decidindo ou pedindo instruções a Lisboa sobre a viabilidade da existência da FRETILIN, com as características que anunciava e praticava já. A surpresa é tanto maior dado que o Comando Militar referiu em documento “a necessidade de actuar energicamente sobre os extremistas da FRETILIN, que visam ser o único interlocutor válido, sob pena de se contrariar o espírito do MFA”. Uma atitude de firmeza expulsando alguns elementos indesejáveis à evolução pacífica do processo de descolonização estava, aliás, prevista nas directivas verbais dadas pelo EMGFA ao encarregado de governo.”
“Um dos aspectos mais importantes neste período foi o diferendo entre o tenente-coronel Herdade, encarregado do Governo e o comandante militar, e o Major Metello, CEM/CTIT e delegado do MFA. Daqui resultou a grande quebra de autoridade e a divisão dos militares, em especial os oficiais, formando grupos de apoio a cada um deles; os oficiais mais conservadores ligaram-se ao encarregado do governo, que representava a linha hierárquica tradicional; o delegado do MFA ficou muito isolado no meio militar (praticamente apoiado pelos elementos da Comissão de Autodeterminação e alguns oficiais milicianos) e civil. Ao grupo que apoiava o encarregado do governo juntaram-se também funcionários civis e elementos conservadores.”
“Esta situação motivou a utilização de ligações directas, fora do conhecimento militar, entre o delegado do MFA e Lisboa e também com as unidades militares locais. A manutenção em Timor de duas entidades altamente responsáveis, durante dois meses, que logo de início revelaram incompatibilidade de processos, agravou substancialmente a “unidade” militar.”
“Houve necessidade, em Agosto, transferir para outro território três oficiais milicianos que desenvolviam actividade partidária a favor da ASDT (posteriormente FRETILIN).”
“Os militares metropolitanos, praças e milicianos, desenvolveram intensa actividade reivindicativa, com reuniões na via pública, visando forçar o seu embarque para a Metrópole. Chegou-se ao ponto de, com conhecimento do próprio comandante militar, os metropolitanos terem entregue uma carta com reivindicações ao Ministro Almeida Santos na altura em que desembarcou em Díli.”
“Esta situação determinou a deslocação do Major Hugo dos Santos a Timor, onde teve prolongadas reuniões no âmbito militar; houve uma certa acalmia mas a situação continuou a considerar-se “potencialmente efervescente”.
“A chegada da COM veio provocar um agravamento importante da já deficiente disciplina no meio militar. A indisciplina demonstrada pelos metropolitanos provocou pânico na população, desenvolvendo a ideia de que “Portugal teria a intenção de abandonar Timor”. A influência também foi grande entre os militares naturais, que viam quebrar-se o prestígio com que se habituaram a considerar os europeus. O agravamento do estado de disciplina obrigou à necessidade de abreviar a timorização das Forças militares, mandando regressar à Metrópole os elementos dispensáveis.”

É PARA CONTINUAR…