Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL

People who fully recover from the coronavirus can be left with ’20 to 30%’ less lung function, and gasping for breath when they walk quickly, Hong Kong doctors find

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The Hong Kong Hospital Authority made the discovery after observing the first wave of discharged patients in the city.

Source: People who fully recover from the coronavirus can be left with ’20 to 30%’ less lung function, and gasping for breath when they walk quickly, Hong Kong doctors find

mais imagens do dilúvio em Díli

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Rosely Forganes to Timor, Crocodilo Voador
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Sandra Goncalves to SG LIVE

INUDASAUN DILI iha bekusi ema nain 5 mota Lori 3 konsege salva mate 1 no 1 seluk seidauk hetan…😭😭😭😭😭😭

açores pq é que Lisboa não deixa fechar os aeroportos?

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a única razão para não estarem fechados é a República (Lisboa) não deixar?????

 

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Filipe Tavares to Info Açores

É inútil fechar escolas, bares, piscinas, ginásios, parar romeiros, e proibir cruzeiros, jogos, rally, festivais, missas, procissões, festas do Santo Cristo, etc… etc… submeter a população a todo este sacrifício quando estamos a permitir a entrada de pessoas que chegam por via aérea às nossas ilhas. Não adianta solicitar o preenchimento de formulários e enviar os passageiros para quarentena nas suas residências com as suas famílias, quando qualquer pessoa que apresente ou não sintomas de qualquer coisa poderá estar a transportar o coronavírus e contagiar todos aqueles com quem se cruza durante o seu percurso (avião, aeroporto, transporte, residência, etc…). Ainda não perceberam que qualquer aeroporto de onde partem as pessoas que chegam aos Açores, é já uma zona de risco???? As medidas de restrição ao nível do movimento aéreo são totalmente ineficazes do ponto de vista da contenção do vírus. Esta situação é inadmissível. Vão fechar os aeroportos ou precisam de uma ajudinha do povo? O esforço que será feito a partir de 2ª Feira será em vão se não for acompanhado por medidas drásticas de isolamento! É puro desperdício de oportunidade. É trabalhar mal! Medidas drásticas de isolamento não significa que deixaremos de ser abastecidos. O tempo que necessitamos é para conter a propagação do vírus. Após esse tempo, veremos como agir, se haverá vacina ou não. Agora precisamos de proteção máxima, enquanto podemos. Se pretendem continuar a trazer algumas pessoas para cá, que sejam apenas os residentes em trânsito, que seja determinado o prazo para regressarem e requisitem hotéis para que sejam submetidos a quarentena controlada e segura com direito a análises para todos. A nossa população está muito longe de compreender a gravidade desta epidemia, não tem conhecimento, a iliteracia em saúde e higiene é gigante, nem terá tempo ou possibilidade de se proteger convenientemente. Não sabem o que significa período de incubação, e que não é necessário ter sintomas de algo para transmitir o vírus. Basta andar pelas ruas, conversar com o povo e perceber que o nível de inconsciência é estratosférico. Ou protegemos a nossa população ou por favor, admitam de uma vez que já há casos positivos por cá, porque o que estão a fazer não cabe na cabeça de ninguém. Proteger os açorianos é tirar partido do nosso isolamento enquanto ilhéus. Se o nosso presidente Vasco Cordeiro não tiver autoridade para impedir a entrada de passageiros nos nossos aeroportos, se o nosso presidente Marcelo Rebelo de Sousa não estiver sintonizado com esta necessidade, o povo terá de agir!

Coronavirus pandemic: New Zealand enforces mandatory quarantine for all international passengers

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Prime Minister Jacinda Ardern announced the measure on Saturday, as the WHO declared the EU to be the new virus epicentre and Jakarta closed schools.

Source: Coronavirus pandemic: New Zealand enforces mandatory quarantine for all international passengers

SERÁ LISBOA QUE NÃO NOS DEIXA FECHAR OS AEROPORTOS?

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Não queremos ler mais post’s como este.
Exigimos o encerramento dos aeroportos nos Açores, já que não conseguem cumprir as diretivas do GRA…
Se eu fico em casa, não posso aceitar a entrada de gente sem qualquer controlo na minha terra, isto dá-me o direito de exigir…
Votamos por um governo que defenda o seu povo e isto doa a quem doer.
Um murro na mesa e quem manda na Região é o Governo Regional. Vamos ver…

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  • Mané Martim Julgo que o GRA não tem poder sobre esta matéria.
    A segurança de portos e aeroportos compete exclusivamente às forças de segurança (polícia e GNR) que são da responsabilidade do governo de Portugal.
    O presidente do governo anunciou a interdição de desembarque de passageiros dos cruzeiros, porque esta também foi uma determinação do governo de Portugal.

    Até agora, nesta situação o Vasco Cordeiro tem se limitado a ser um PAPAGAIO imitando simplesmente as directivas de Lisboa.

    OS AÇORIANOS NÃO PRECISAM DE PAPAGAIOS
    PRECISAMOS DE HOMENS COMPETENTES PARA GOVERNAR ESTA TERRA

  • Carlos Arruda Foram e bem dadas determinadas instruçoes de actuaçao face aos passageiros entrados. Se nao estao a ser cumpridas, alguem esta a falhar. Actue-se de forma eficaz. A árvore nao faz a floresta.

PONTA DELGADA AINDA SEM CONTROLO DE TRÁFEGO AÉREO PARA PASSAGEIROS

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14 de Março de 2020. Um dia como os outros no Aeroporto de Ponta Delgada. Não há vestígios de qualquer tipo de controle.

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Indignação _ Alerta , recomendações, planos de contingência, restrições, cancelamentos, etc, vai na volta, o telejornal Açores de hoje, 13 de março, permite assistimos a uma contínua entrada de passageiros na região, sem o mínimo de controlo… Incompreensível!

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covid-19 diminuir o contacto social

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Qual o objetivo das medidas de diminuição do contacto social para combate ao COVID-19?
Sabemos algumas coisas: Ou se tomam medidas públicas ou não se tomam.
Se não se tomam, podemos ter como exemplo o Irão e as suas valas comuns.Se se tomam, podemos achatar a curva de contágio, mesmo que esse contágio seja inevitável. Podemos diminuir drásticamente a mortalidade e a morbilidade.
Se for inevitável, o que temos todos que evitar é ficar doentes ao mesmo tempo, caso contrário os sistemas de saúde ficam incapacitados na sua resposta.
Há maior probabilidade de cura com sistemas de saúde do que sem eles.
Atrasar a contaminação traz muitas vantagens e achatar a curva de contágio também. Ambas garantem saúde.
Não há papel higiénico, máscaras ou álcool que nos possam salvar da nossa irresponsabilidade.
A corrida desenfreada aos supermercados pode trazer-nos mais problemas no futuro do que o não saber lidar serenamente com o COVID-19. A curva de procura de bens está neste momento claramente desfasada de qualquer realidade.

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depois da tromba de água em Díli

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Notícias em Português sobre Timor-Leste

3 hrs

Depois das cheias, o lodo que enche as casas da Rua de Santa Cruz, em Díli
António Sampaio, Lusa
14 mar

Na Rua de Santa Cruz, que passa em frente ao cemitério mais conhecido de Díli, os mais velhos dizem que nunca se tinha visto nada antes como a tromba de água que na sexta-feira galgou a ribeira próxima.
As enxurradas da noite de sexta-feira causaram pelo menos três mortos, mas na proteção civil fala-se de mais, com vários feridos e pelo menos 200 pessoas desalojadas e vários feridos.
Assoreada, com lixo, com detritos acumulados e uma corrente forte, alimentada por fortes chuvas na montanha, a ribeira não se conteve nos leitos e saiu, inundando casas, a Escola Portuguesa de Díli e até o cemitério de Santa Cruz.
“Foi muito complicado. Tivemos muita água, que entra toda na casa. Nunca tinha visto isto. É a primeira vez que entra água aqui”, conta à Lusa Delfim da Costa, 62 anos, as mãos e os braços cheios de lama.
“Não temos nada, só uma ou duas pás e temos que usar as mãos para tirar tudo. Todos a ajudar a tirar terra”, explica, apontando a família, incluindo crianças, que vão enchendo um carrinho de mão com lama.
Mais à frente Manuel Correia, 57 anos, também diz que é a primeira vez desde que ali vive “há muito tempo”.
“A ribeira rebentou e a água veio com muita força. Foi um desastre para a população daqui de Quintal Boot, Quintal Kik, Santa Cruz. Há muitas casas estragadas ali dentro”, explica, apontando para um beco cheio de lama.
“Fico tudo estragado. Dentro da casa não se aproveita nada. Perdi tudo”, confirma um dos vizinhos, Armindo Manuel.
Cá fora, no seu quintal, amontoam-se enlameados os pertences que tirou de casa, algumas cadeiras de plástico, um pequeno frigorifico tombado, uma máquina de lavar e umas colunas cobertas de lama.
Praticamente ao lado, Angelina da Silva mostra a entrada da casa toda enlameada, com um colchão sujo e ainda encharcado tirado da casa onde, diz, a água chegou “muito alto”.
O impacto da lama torna-se evidente no próprio cemitério onde a enchente varreu as campas, deixando lama acumulada em todo o lado, incluindo no caminho de calçada portuguesa que marca hoje o local tornado tragicamente famoso pelo massacre de 12 de novembro de 1991.
“Ai senhor. Foi muito mau. Água arrasta tudo. Fica tudo estragado. O morro caiu na ribeira e a água entra com muita força. Passou pelo cemitério, atravessa com muita força. Aqui muitas casas, também não se aproveita nada”, explica.
Os efeitos da quantidade de detritos, terra e lama alastrada notam-se perto da Ponte Meira, a pequena ponte que atravessa a ribeira, por trás da escola portuguesa.
O leito da ribeira parece ter desaparecido e, em alguns locais, estão praticamente ao nível da estrada, o que causa receio aos habitantes locais, especialmente porque a chuva pode voltar nos próximos dias.
Seguindo o curso da ribeira, para norte, a lama e o pó são a marca dominante, com muitas pessoas a começar desde cedo a tentar limpar as casas, as lojas e os armazéns onde se acumulam dezenas de centímetros de lama.
Na estrada de Bidau, equipamento pesado tentar limpar toneladas de pedra e terra que bloquearam a passagem, enquanto ao lado alguns vão limpando como podem, com pás, pedaços de madeira e com as mãos.
Montes de lixo vão-se acumulando nas bermas.
Mais para leste, na zona de Becora, os problemas também são imensos, com grandes danos ao mercado e em particular à Escola 5 de maio onde uma montanha de lixo, lama e pedras enche agora praticamente todas as salas de aula.
Limpar os espaços vai exigir, em muitos locais, equipamento pesado e o trabalho vai durar vários dias.
No caso de Becora uma árvore gigante foi arrastada pela ribeira e bloqueou a passagem numa das pontes, fazendo acumular progressivamente terra e lama até ao ponto em que a água saltou do leito e inundou toda à volta.
A avaliação no terreno ainda está a ser feita, tanto do ponto de vista de Obras Públicas com da Proteção Civil.
“Os dados preliminares recolhidos pelo nosso pessoal no terreno indicam que há cerca de 200 vítimas afetadas pelas inundações. Mas ainda estamos a recolher os dados para ter informação mais precisa”, disse à Lusa o diretor nacional da Proteção Civil, Ismael Babo.
Numa primeira fase, que começou já na noite de sexta-feira, as autoridades estão a realojar famílias afetadas, distribuir apoios alimentares e de outros bens essenciais para “resiliência durante este período”.
Para já há três locais que estão a servir como acolhimento temporário.

devemos fechar os aeroportos e já -Açores

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É inútil fechar escolas, bares, piscinas, ginásios, parar romeiros, e proibir cruzeiros, jogos, rally, festivais, missas, procissões, festas do Santo Cristo, etc… etc… quando estamos a permitir a entrada de pessoas que chegam por via aérea às nossas ilhas. Não adianta solicitar o preenchimento de formulários e enviar os passageiros para quarentena nas suas residências com as suas famílias, quando qualquer pessoa que apresente ou não sintomas de qualquer coisa poderá estar a transportar o coronavírus e contagiar todos aqueles com quem se cruzam durante o percurso (avião, aeroporto, transporte, residência, etc…). As medidas de restrição ao nível do movimento aéreo são totalmente ineficazes do ponto de vista da contenção do contágio. Esta situação é inadmissível. Vão fechar os aeroportos ou precisam de uma ajudinha do povo? O esforço que será feito a partir de 2ª Feira será em vão, se não for acompanhado por medidas drásticas de isolamento, caso contrário não faz qualquer sentido!!! É puro desperdício de oportunidade. É trabalhar mal! O tempo que necessitamos é para conter a propagação do vírus. Após esse tempo, veremos como agir, se haverá vacina ou não. Agora precisamos de proteção máxima, enquanto podemos. Se pretendem continuar a trazer algumas pessoas para cá, que sejam os residentes em transito e requisitem um hotel para uma quarentena controlada e segura com direito a análises para todos.

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  • Luis Anselmo Filipe concordo contigo. Esta conferência de imprensa de hoje deu para perceber que a Região anda sempre a reboque da República e sem iniciativa própria. Quando é muito mais frágil e tem de ter medidas diferentes e próprias. Mas falta a coragem. Muita parra e pouca uva. Que o Senhor Santo Cristo nos ajude.
  • Pedro Bettencourt d’Oliveira acalma te se faz favor porque há Açorianos como eu que vieram ter com Pais doentes ao continente e tem de voltar porque tem Filhos pequenos aí que dependem deles como eu tenho… Sinceramente achas que ainda não entrou aí?!? Só se for por Milagre do Senhor Stº Cristo…
  • Ricardo Pereira Ainda não percebeste q o vírus veio para ficar. Que não é uma questão de se mas quando é q vai haver o primeiro caso. Podias fechar o aeroporto 15 dias, quando abrisse outra vez aí vinha o vírus. O mundo inteiro vai ser afectado com isto, o máximo que podemos fazer é adiar ao máximo e prolongar no tempo o período activo da epidemia, para dar tempo aos hospitais de agir. Contenção e solidariedade entre todos.
    • Filipe Tavares Eu já percebi que por agora é evita-lo! Quando houver segurança abrimos a porta! Mais nada.