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Scott Morrison has announced strict new measures to curb the spread of Covid-19.
Source: All overseas arrivals into Australia must self-isolate for two weeks
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Scott Morrison has announced strict new measures to curb the spread of Covid-19.
Source: All overseas arrivals into Australia must self-isolate for two weeks
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»»Não se deixem enganar, por RTPs, SICs, TVIs, CNNs, e afins…««

Não se deixem enganar, por RTPs, SICs, TVIs, CNNs, e afins…
Atentem bem no seguinte.
Kristian Andersen é uma bióloga evolucionária do Scripps Research Institute que analisou sequências do 2019-nCoV para tentar esclarecer sua origem. Ele disse que o cenário é “inteiramente plausível” de pessoas infectadas trazendo o vírus para o mercado de frutos do mar de algum lugar externo. De acordo com o artigo da Science:
“Andersen publicou sua análise de 27 genomas disponíveis do 2019-nCoV em 25 de Janeiro em um site de pesquisa em virologia. Ele sugere que eles tinham um “ancestral comum mais recente” – o que significa uma fonte comum – desde 1 de Outubro de 2019 “.
Foi interessante notar que Lucey também observou que o MERS originalmente era proveniente de um paciente na Arábia Saudita em Junho de 2012, mas estudos posteriores e mais detalhados o rastrearam até um surto hospitalar de pneumonia inexplicável na Jordânia em Abril daquele ano. . Lucey disse que, a partir de amostras armazenadas de pessoas que morreram na Jordânia, as autoridades médicas confirmaram que foram infectadas pelo vírus MERS. (10)
Isso daria impulso à cautela do público em aceitar a “narrativa oficial” que os meios de comunicação ocidentais sempre estão tão ansiosos em fornecer – como fizeram com SARS, MERS e ZIKA. Todas as ‘narrativas oficiais’ foram comprovadas mais tarde. como, completamente erradas.
Nesse caso, os meios de comunicação ocidentais inundaram as suas páginas por meses sobre o vírus COVID-19 originário do mercado de frutos do mar de Wuhan, causado por pessoas que comem morcegos e animais selvagens. Tudo isso foi provado errado.
Não só o vírus não se originou no mercado de frutos do mar, como não se originou em Wuhan, e agora ficou provado que não se originou na China, mas foi trazido para a China a partir de outro país. Parte da prova dessa afirmação é que as variedades genómicas do vírus no Irão e na Itália foram sequenciadas e declaradas, como não pertencendo à variedade que infectou a China e, por definição, se deveram ter originado em outros locais.
Parece que a única possibilidade de originação são os EUA, porque somente esse país tem o “tronco de árvore” de todas as variedades. E, portanto, pode ser verdade que a fonte original do vírus COVID-19 foi o laboratório militar de bio-guerra dos EUA em Fort Detrick. Isso não seria uma surpresa, já que o CDC desligou completamente Fort Detrick, mas também porque, como relatado num passado recente, entre 2005 e 2012, os EUA haviam passado por 1.059 eventos em que patógenos haviam sido roubados ou escapado da biografia americana. – laboratórios durante os dez anos anteriores – uma média de um a cada três dias.
Não se assustem porque a verdade limpa a alma.
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Sinceramente não entendo. Ou melhor, entendo mas preferia não entender. É que para a grunharia qualquer coisa que o Governo português faça, está mal feita, enquanto os traques deste e do Trompas cheiram a bolinhos de canela. O costume.
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Ontem, a CMTV passou a preocupante reportagem que se pode ver na imagem, sobre uma suposta fuga hospitalar de duas pacientes suspeitas de estarem infectadas pelo novo Coronavírus.
A reportagem tinha todos os elementos que habitualmente agradam ao público da CMTV: pessoas em fuga da polícia, o potencial perigo para terceiros e o agravamento do alarme social. Com todos os ingredientes com que a CMTV preenche os seus espaços de notícias, era uma história bombástica demais para não ser exibida.
Só que tinha um problema fundamental: a notícia era falsa.
À hora que a CMTV passou a reportagem, já era sabido que a situação tinha sido um mero mal-entendido e que não havia mulheres suspeitas de estarem infectadas em fuga. Não obstante, a CMTV decidiu transmitir a notícia falsa, o que indica que ou o fizeram com dolo, sabendo que estavam deliberadamente a difundir uma falsidade que agravaria o ambiente de alarme social, ou fizeram-no por incompetência, falhando na responsabilidade jornalística de confirmar as histórias antes da transmissão.
O alerta foi dado pelo jornalista Filipe Caetano, no Twitter, que denunciou a mentira difundida pela CMTV, acrescentando que a TVI24 tinha feito o seu devido trabalho de verificação – ou seja, contactar as entidades responsáveis envolvidas na história – e tinha averiguado a verdade. E a verdade era diferente da alarmante história passada na CMTV.
Não sabemos se a decisão da CMTV de manter esta peça no alinhamento do seu jornal da noite se deveu a malícia ou a incompetência, mas sabemos que a malícia e a incompetência são características que habitualmente definem o trabalho desenvolvido pelos dois principais serviços do grupo Cofina, a CMTV e o Correio da Manhã.
Numa época em que todos os serviços informativos devem ter cuidados redobrados para transmitirem notícias rigorosas e esclarecedoras, a CMTV continua a pautar a sua actuação pelo exacto oposto, com um tipo de jornalismo sensacionalista e irresponsável que explora o medo, a insegurança e a miséria para aumentar os ratings e a venda de jornais.
Desde peças a sugerirem que o papa estaria infectado com o novo Coronavírus até jornalistas da CMTV a ocuparem a linha SNS24 para fins de reportagem, e não com uma emergência médica real, a CMTV tem sido o exemplo de tudo o que não se deve fazer no jornalismo. No momento excepcional que vivemos agora, ese tipo de prática é especialmente grave.
A situação da jornalista da CMTV a ocupar a linha SNS24 mereceu, aliás, duras críticas do Sindicato de Jornalistas.
Reforçamos o alerta que temos vindo a fazer: se procuram informações de natureza médica, laboral ou de segurança, recorram aos canais oficiais, através dos sites da DGS, do Ministério da Administração Interna, da Segurança Social ou das forças de segurança.
Se procuram informação sobre a actualidade nacional e internacional, recorram a jornais com um histórico sólido de profissionalismo, rigor e isenção.
Acima de tudo, não recorram à CMTV ou ao Correio da Manhã para terem actualizações sobre a pandemia do novo Coronavírus. As notícias falsas e o sensacionalismo que se praticam no grupo Cofina são precisamente o tipo de conteúdos que se devem evitar durante esta crise de saúde pública.
Uma Página Numa Rede Social
https://twitter.com/UmaPaginaSocial
Fontes e referências:
https://jornalistas.eu/nota-do-conselho-deontologico-sobre…/
Os tweets de Filipe Caetano, o jornalista da TVI:
https://twitter.com/filicaetano/status/1238945451451318273
https://twitter.com/filicaetano/status/1238968911762079744
https://twitter.com/filicaetano/status/1238944185018957826
O esclarecimento sobre a falsa fuga das mulheres suspeitas de terem coronavírus:
https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1331281747260201&id=737720606616321
https://observador.pt/…/psp-nega-fuga-de-duas-mulheres-sus…/

Ontem, a CMTV passou a preocupante reportagem que se pode ver na imagem, sobre uma suposta fuga hospitalar de duas pacientes suspeitas de estarem infectadas pelo novo Coronavírus.
A reportagem tinha todos os elementos que habitualmente agradam ao público da CMTV: pessoas em fuga da polícia, o potencial perigo para terceiros e o agravamento do alarme social. Com todos os ingredientes com que a CMTV preenche os seus espaços de notícias, era uma história bombástica demais para não ser exibida.
Só que tinha um problema fundamental: a notícia era falsa.
À hora que a CMTV passou a reportagem, já era sabido que a situação tinha sido um mero mal-entendido e que não havia mulheres suspeitas de estarem infectadas em fuga. Não obstante, a CMTV decidiu transmitir a notícia falsa, o que indica que ou o fizeram com dolo, sabendo que estavam deliberadamente a difundir uma falsidade que agravaria o ambiente de alarme social, ou fizeram-no por incompetência, falhando na responsabilidade jornalística de confirmar as histórias antes da transmissão.
O alerta foi dado pelo jornalista Filipe Caetano, no Twitter, que denunciou a mentira difundida pela CMTV, acrescentando que a TVI24 tinha feito o seu devido trabalho de verificação – ou seja, contactar as entidades responsáveis envolvidas na história – e tinha averiguado a verdade. E a verdade era diferente da alarmante história passada na CMTV.
Não sabemos se a decisão da CMTV de manter esta peça no alinhamento do seu jornal da noite se deveu a malícia ou a incompetência, mas sabemos que a malícia e a incompetência são características que habitualmente definem o trabalho desenvolvido pelos dois principais serviços do grupo Cofina, a CMTV e o Correio da Manhã.
Numa época em que todos os serviços informativos devem ter cuidados redobrados para transmitirem notícias rigorosas e esclarecedoras, a CMTV continua a pautar a sua actuação pelo exacto oposto, com um tipo de jornalismo sensacionalista e irresponsável que explora o medo, a insegurança e a miséria para aumentar os ratings e a venda de jornais.
Desde peças a sugerirem que o papa estaria infectado com o novo Coronavírus até jornalistas da CMTV a ocuparem a linha Saúde 24 para fins de reportagem, e não com uma emergência médica real, a CMTV tem sido o exemplo de tudo o que não se deve fazer no jornalismo. No momento excepcional que vivemos, esse tipo de prática é especialmente grave.
A situação da jornalista da CMTV a ocupar a linha Saúde 24 mereceu, aliás, duras críticas do Sindicato de Jornalistas.
Reforçamos o alerta que temos vindo a fazer: se procuram informações de natureza médica, laboral ou de segurança, recorram aos canais oficiais, através dos sites da DGS, do Ministério da Administração Interna, da Segurança Social ou das forças de segurança.
Se procuram informação sobre a actualidade nacional e internacional, recorram a jornais com um histórico sólido de profissionalismo, rigor e isenção.
Acima de tudo, não recorram à CMTV ou ao Correio da Manhã para terem actualizações sobre a pandemia do novo Coronavírus. As notícias falsas e o sensacionalismo que se praticam no grupo Cofina são precisamente o tipo de conteúdos que se devem evitar durante esta crise de saúde pública.
Uma Página Numa Rede Social
https://twitter.com/UmaPaginaSocial
Fontes e referências:
https://jornalistas.eu/nota-do-conselho-deontologico-sobre…/
Os tweets de Filipe Caetano, o jornalista da TVI:
https://twitter.com/filicaetano/status/1238945451451318273
https://twitter.com/filicaetano/status/1238968911762079744
https://twitter.com/filicaetano/status/1238944185018957826
O esclarecimento sobre a falsa fuga das mulheres suspeitas de terem coronavírus:
https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1331281747260201&id=737720606616321
https://observador.pt/…/psp-nega-fuga-de-duas-mulheres-sus…
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O QUE SE PASSA NA ÁUSTRIA, segundo um testemunho directo:
“Aqui na Áustria estamos em lockdown por uma semana e há instruções claras para não deixar crianças com os avós. As escolas mantêm serviços mínimos para casos especiais como profissionais de saúde e segurança que não podem ficar em casa. Só alguns serviços estão abertos: farmácias, supermercados, hospitais e clínicas, correios e bancos. Os aeroportos estão com serviço reduzido para assegurar o regresso a casa e quase todas as fronteiras estão fechadas (com alguma flexibilidade em deixar passar residentes mas ficam em quarentena). O Presidente e PM falaram ao país a pedir a todos para respeitarem o isolamento social. Nos locais mais afetados o lockdown é total e é provável que Viena fique tb completamente isolada nas próximas 48 horas. A vida continua online com as escolas e serviços a funcionar na cloud.”
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