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preciso desta bebida e já…
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marquei uma viagem interilhas na SATA, há mais de 15 dias que a cancelei e remarquei para outubro, hoje comunicam que o reembolso pode demorar 45 dias ,,,,,,,,, mas avisaram que tinha de pagar a nova viagem até dia 2.9….
parabéns SATA …acabo de cancelar a segunda viagem por não me terem devolvido o dinheiro para a pagar… será que quando me reembolsarem daqui a 45 dias me pagam juros do dinheiro que involuntariamente lhes emprestei????
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VOCÊ SABIA DISSO?
2300 anos atrás, muito antes do Islã, os árabes descobriram que forçar as pessoas a cobrir o nariz e a boca quebrava sua vontade e individualidade e as despersonalizava. Isso os tornou submissos. É por isso que impõem a toda mulher a obrigatoriedade de uso de um tecido no rosto.
Então o Islã o transformou no símbolo de submissão da mulher a Alah, o homem dono do Harém e ao rei.
A psicologia moderna explica isso: sem rosto não existimos como seres independentes. A criança se olha no espelho entre os dois e três anos e é descoberta como um ser independente. A máscara é o começo da exclusão da individualidade.
Quem não conhece sua história está condenado a repeti-la …
Tury Carpo
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Do Miradouro de Fafião pode avistar a magnitude das serras e vales do Gerês. A vista é deslumbrante, mas para quem não gosta de alturas pode ser um desafio lá chegar.
Source: O novo miradouro do Gerês é só para corajosos
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A única coisa que não consigo entender é porque razão o que esta senhora diz não é óbvio para quem nos impõe esta ditadura mediática neurótica
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Para que se perceba definitivamente !
Não se iludam com a cara de vítima do Sr Presidente do GVR Açores.

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6º Galope
Na reciclagem da estupefacção a manifestação blandiciosa de um sistema de enganos mas também a manipulação bastarda do acontecimento que nos burla com ostentação para que a sumptuosidade do poder esmague qualquer iniciativa fora dos parâmetros controladores da ordem mercantil que exibem claramente a ficção da liberdade com o fascínio das fronteiras do gosto da moda do cânone imposto em cada temporada para que seja obsoleto na seguinte e o dinheiro rode imundo através do endividamento dos deslumbrados com o novo feito do velho sem que a novidade seja real na estrutura do produto que nos consome o espírito e nos lança para a decepção do desejo incumprido e a consequente violência no espaço doméstico e público ao espelho da inveja e da codícia como factores incontornáveis da desordem psíquica no seio de comunidades à deriva no pântano social de aparências que escondem misérias caseiras e destroem equilíbrios provocando conflitos onde se exibem as falaciosas democracias musculadas contra quem os sustenta nos poleiros dourados como contra-indicação de serviço público que alimenta a cleptocracia protegida por ordens sinistras que através dos apelidos dominam há séculos contra a tranquilidade convivial de um planeta que se revolta com pandemias e caóticas manifestações do clima escancarando a tragédia para que o excesso seja travado à lei da morte e o desapego do essencial seja forçado na deambulação pelas ruas cinzentas e os novos horizontes sejam miragens como montras inacessíveis exibidas nas artérias da penúria exposta despudoradamente nas televisões à hora dos banquetes dos seus promotores que a história condecorará nas suas páginas se a revolução não regressar rapidamente à ordem do dia
Luís Filipe Sarmento, «Rouge – galopar», 2020
Foto: Isabel Nolasco
