açores covid, à espera de quê (ontem já era taRde) ELIAS PEREIRA

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Covid – à espera de quê?
A segunda vaga da Pandemia no mundo e na europa tem sido devastadora, quer na sua proliferação, quer no número de óbitos.
Em Portugal, o Verão que deveria ser a preparação do Outono permitiu declarações dos mais altos responsáveis da nação acerca do milagre português, e, concomitantemente assistia-se a festas de natureza política, touradas para os dignatários da nação, espetáculos desportivos incluindo Liga dos Campeões e Formula 1, enfim, entre outras atividades.
Como se já não bastasse as contradições graves da DGS desde Março aliou-se ainda um desleixo nacional que desmotivou as preocupações que já vinham consolidadas desde a primeira onda.
Entre nós, as contradições também foram assinaláveis, mas a época estival também não serviu para preparar o Outono.
Ao contrário do que se passava a nível nacional assistimos a futebol com espectadores, em período pré-eleitoral, em sinal claro de despreocupação coletiva.
Como se tal não bastasse no dia em que reabriram as aulas eliminou-se o limite do horário de encerramento dos bares, um exemplo que vale por muitos.
É de salientar que, a declaração da Autoridade Pública Regional que o estado de emergência já deveria ter sido declarado mais cedo não é consentânea com a situação atual.
Uma delas, entre outras, é a possibilidade de exigir, sem pagamento de voucher, a todos os passageiros que viajem para os Açores a obrigatoriedade da realização do teste previamente e não quando cheguem à Região, o que desde logo diminuía o risco dos passageiros em viagem e aliviava os serviços regionais de testagem.
Esta exigência deveria ter sido implementada no dia da declaração de estado de emergência. Hoje é tarde, amanhã será muito mais.
É urgente implementar medidas imediatas, confinamentos localizados, restrições de horários ou encerramento de estabelecimentos em determinados locais e aumentar a testagem rapidamente, entre outras.
Porventura, já será tarde, mas se nada for feito hoje, amanhã tudo piorará.
Fiquem todos bem.
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chrys chrystello quando naõ se era candidato a nada por muito menos criaram-se cercas sanitárias, agora com muitos mais casos e com o assento na ALRAA deixemos os problema spara o sucessor…

Sobre CHRYS CHRYSTELLO

Chrys Chrystello jornalista, tradutor e presidente da direção da AICL
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