Pedra de Santana, o monumento megalítico brasileiro

in diálogos lusófonos

Patrimônio Lusófono   

Pedra de Santana, o monumento megalítico brasileiro

5/06/2011 02:23:00 PM    

pedra-de-santana-1
Monumentos de pedras, erguidas há muitos milhares de anos, são encontrados aos montes na Europa, sendo Stonehenge o mais conhecido de todos, embora não o mais comum. Menires e Dolmens são encontrados também na França, Portugal e Itália. Curiosamente, o Brasil também possui um raro dólmen, localizado na Bahia, conhecido como Pedra de Santana.

Os Megálitos (do grego mega, megalos = grande, e lithos = pedra) são monumentos erigidos por sociedades neolíticas europeias, produzidos entre o V e o III milênios A.E.C. São geralmente de cunho ritualístico, funerário ou astronômico, cuja tecnologia para construção muitas vezes é desconhecida e gera controvérsias entre especialistas.

carnac Monumento Megalítico de Carnac, França

O Brasil também possui um inusitado monumento megalítico, talvez o único de toda a América do Sul, localizado no povoado de Santana, no município de Paramirim, interior da Bahia. Trata-se de um dólmen (nome derivado do bretão dol = mesa; e men = pedra) constituído por uma câmara formada por uma grande laje pousada sobre pedras verticais que a sustentam, provavelmente de cunho ritualístico. Não se sabe exatamente quem o construiu, usando que tipo de técnica. Provavelmente tenham lançado mão do uso de alavancas para suspender o enorme bloco enquanto encaixavam as pedras menores de sustentação, o que seria um feito colossal para a época, devido ao enorme peso do monumento.

pedra-de-santana-1
pedra-de-santana-2
pedra-de-santana-3

Este é um dos mais curiosos sítios arqueológicos brasileiros. Um monumento ritualístico de pedras totalmente singular, já que não existe nenhum outro dólmen no continente, somente na distante Europa. Não fazia parte da tradição de nossos indígenas erigir monumentos deste tipo, o que torna a construção ainda mais enigmática.

http://ramanavimana.blogspot.pt/2011/05/pedra-de-santana-o-monumento-megalitico.html

>Pedra de Santana, o monumento megalítico brasileiro

>in diálogos lusófonos

Patrimônio Lusófono   

Pedra de Santana, o monumento megalítico brasileiro

5/06/2011 02:23:00 PM    

pedra-de-santana-1
Monumentos de pedras, erguidas há muitos milhares de anos, são encontrados aos montes na Europa, sendo Stonehenge o mais conhecido de todos, embora não o mais comum. Menires e Dolmens são encontrados também na França, Portugal e Itália. Curiosamente, o Brasil também possui um raro dólmen, localizado na Bahia, conhecido como Pedra de Santana.

Os Megálitos (do grego mega, megalos = grande, e lithos = pedra) são monumentos erigidos por sociedades neolíticas europeias, produzidos entre o V e o III milênios A.E.C. São geralmente de cunho ritualístico, funerário ou astronômico, cuja tecnologia para construção muitas vezes é desconhecida e gera controvérsias entre especialistas.

carnac Monumento Megalítico de Carnac, França

O Brasil também possui um inusitado monumento megalítico, talvez o único de toda a América do Sul, localizado no povoado de Santana, no município de Paramirim, interior da Bahia. Trata-se de um dólmen (nome derivado do bretão dol = mesa; e men = pedra) constituído por uma câmara formada por uma grande laje pousada sobre pedras verticais que a sustentam, provavelmente de cunho ritualístico. Não se sabe exatamente quem o construiu, usando que tipo de técnica. Provavelmente tenham lançado mão do uso de alavancas para suspender o enorme bloco enquanto encaixavam as pedras menores de sustentação, o que seria um feito colossal para a época, devido ao enorme peso do monumento.

pedra-de-santana-1
pedra-de-santana-2
pedra-de-santana-3

Este é um dos mais curiosos sítios arqueológicos brasileiros. Um monumento ritualístico de pedras totalmente singular, já que não existe nenhum outro dólmen no continente, somente na distante Europa. Não fazia parte da tradição de nossos indígenas erigir monumentos deste tipo, o que torna a construção ainda mais enigmática.

http://ramanavimana.blogspot.pt/2011/05/pedra-de-santana-o-monumento-megalitico.html

Descobrindo o Reintegracionismo

Manuel Miragaia Doldán 31 May 15:31

Um grande vídeo, cheio de criatividade, de “Galiza em positivo”. Aconselho vivamente uma atenta visão.
Muitos parabéns e obrigado aos companheiros de “Galiza em positivo” por este trabalho fílmico, no que mostram uma vez mais que constituim um exemplo de expressão do galeguismo mais contemporáneo e avançado.

>Descobrindo o Reintegracionismo

>

Manuel Miragaia Doldán 31 May 15:31

Um grande vídeo, cheio de criatividade, de “Galiza em positivo”. Aconselho vivamente uma atenta visão.
Muitos parabéns e obrigado aos companheiros de “Galiza em positivo” por este trabalho fílmico, no que mostram uma vez mais que constituim um exemplo de expressão do galeguismo mais contemporáneo e avançado.

LUBANGO (SÁ DA BANDEIRA) FAZ 89 ANOS COMO CIDADE

Lubango, cidade do sul de Angola, assinala 89 anos

Morais Silva, agência Angop
30/05/2012 19:00
Os portugueses da Madeira fundaram, em Janeiro de 1885, a colónia de Sá da Bandeira, que a 31 de Maio de 1923 atingia a categoria de cidade, depois do comboio ter escalado a urbe, vindo do Namibe.
Lubango – Lubango – Com olhos postos no restauro do seu prestígio, a “Cidade Jardim de Angola”, o Lubango, completa nesta quinta-feira 89 anos desde a sua elevação a esta categoria, quando a primeira locomotiva do Caminho-de-ferro de Moçâmedes (CFM) venceu o deserto do Namibe e chegou ao planalto da Huíla.
Passados 89 anos depois da sua elevação a cidade, no ano de 1923, o Lubango tenta, aos poucos, reaver a sua antiga imagem, intenções que não dependem somente das autoridades administrativas locais, mas também do contributo dos seus filhos, para que se torne verdadeiramente numa das urbes mais prósperas do país.
A actual imagem da cidade do Lubango está beliscada. A urbe precisa de ver restaurada toda malha rodoviária interna, fachadas dos edifícios, passeios, jardins e espaços de lazer, reposição da sinalização horizontal, imprimir uma nova dinâmica no sistema de saneamento e impor disciplina aos citadinos.
Os jardins do casco urbano, que muito dinheiro público consumiram para a sua reabilitação, em 2005 e 2006, estão em quase estado de abandono, a administração municipal não consegue dar resposta aos desafios que lhe são impostos, pois é débil o funcionamento dos serviços comunitários. 
A nomeação pelo governador, Isaac dos Anjos, quarta-feira, de um novo administrador, Silvano Leví, formado em gestão urbana, pode ser um catalisador das esperanças por dias melhores por parte dos habitantes de uma das mais belas cidade de Angola.
Na capital huilana, nem tudo são problemas. Concebida para pouco mais de 50 mil habitantes, a urbe suporta actualmente mais de um milhão, distribuídos em quatro comunas (Arimba, Hoque, Quilemba e Huíla), o que dificulta a prestação de alguns serviços básicos com eficácia, como é o caso do saneamento, água e energia eléctrica.
É com olhos no futuro que o governo local projectou, há dois anos, o crescimento da cidade para duas zonas distintas: as centralidades da Eywa, projectada para quatro mil fogos habitacionais, e a da Quilemba, com 11 mil, projectos de iniciativas público-privadas.
 Este mega projecto funcionou como uma verdadeira “arma” para combater as construções anárquicas no casco urbano, possibilitando, deste modo, a implementação de programas de requalificação que vão mudando a imagem da cidade, a exemplo da construção da nova marginal do Mukufi, com uma extensão de 18 quilómetros e com duas faixas de rodagem.
A instalação de um renovado sistema de distribuição de água, electricidade, assim como de postes de iluminação pública são outras acções em execução que, actualmente, dão uma imagem arranhada à urbe, em função das escavações verificadas um pouco por todo município, mas que, em dois meses, os seus habitantes poderão sentir os benefícios.
O Lubango ainda vive sérios problemas no fornecimento de energia eléctrica, cujo processo de distribuição é feito à base de restrições, há mais de quatro anos, já que a única fonte de geração é a barragem hidroeléctrica da Matala, actualmente em reabilitação, necessitando de uma central térmica para cobrir o défice, pois a cidade precisa de mais de 100 megawatts de energia, contrastando com os cerca de 26 disponíveis actuais. 
O abastecimento de água deixou de ser um problema grave na cidade do Lubango, há dois anos, devido aos investimentos feitos no sector, estando actualmente a ser abastecida pelas nascentes da Senhora do Monte, onde a captação é feita através de cinco furos, com capacidade para produzir 95 mil litros de água/hora e pela central de captação da Tundavala com um caudal estimado em 300 mil litros/hora, onde está a ser instalado um novo sistema de distribuição para a cidade, em execução há cinco meses e que deve estar concluído em finais de Junho deste ano.
Na saúde, o município está bem servido, conta com uma rede sanitária com mais de 100 unidades, onde o realce vai para o Hospital Geral Agostinho Neto, com 520 camas, uma central de referência que assume agora o papel do Hospital Universitário.
Na educação, o Lubango assumiu desde 2007 o signo de “Cidade do Conhecimento”, denominação que caiu como uma luva, pois, para além das melhores condições climáticas para estudar, conta com uma rede escolar, do ensino de base ao superior, constituída por mais de cinco mil instituições, capazes de responder às necessidades actuais.
Lembra-se que foi uma das primeiras cidades do interior a possuir ensino de segundo grau (liceu), não só o Liceu Nacional Diogo Cão, mas também a Escola Industrial e Comercial Artur de Paiva e o Instituto Agrícola do Tchivinguiro.
A chamada “Sá da Bandeira”, até 1975, acolhe a sede da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, que, com outras cinco privadas, perfazem uma rede de seis instituições de ensino superior, onde estudam perto de 15 mil citadinos.
A localização geográfica do Lubango, sudoeste do país, limitado pelos paralelos 13 graus e 15 minutos e 16 graus e 30 minutos a sul, assim como pelos meridianos 13 graus e 30 minutos e 16 graus a leste, torna-o num dos pontos de confluência de todos que desejam cruzar Angola.
O Monumento de Cristo Rei, as Fendas da Tundavala e Bimbe, as Águas Cristalinas da Cascata da Huíla, a Serra da Leba (esta última embora pertencente ao município da Humpata, o seu sucesso é feito a partir do Lubango) são, sem sombra de dúvidas, os cartões de visita desta urbe localizada a cerca de 2. 400 metros de altitude.
Pólo de desenvolvimento da província da Huíla por excelência, o Lubango é limitado a norte pelos municípios de Quilengues e Cacula, a leste por Quipungo, a sul pela Chibia e a oeste pela Humpata e Bibala (Namibe).
O seu clima é tropical de altitude, a temperatura média anular ronda aos 20 graus centígrados, sendo Julho o mês mais frio e Novembro o mais quente. A média pluviométrica anual é superior a 1000 milímetros, o que faz com que a vegetação predominante seja baseada em árvores carnudas que surgem no meio de ervas rasteiras, próprias de regiões de transição para o deserto.
A etnia predominante é o subgrupo étnico Ovamuila, do grupo Nhaneka-Humby, que vive disperso em pequenas aldeias.
O primeiro contacto europeu com pessoas da região data de 1627. Embora a soberania portuguesa tenha começado apenas em 1769, mas foram os holandeses que deram os primeiros sinais de povoamento europeu, por volta de 1880. Os portugueses da Madeira fundaram, em Janeiro de 1885, a colónia de Sá da Bandeira, que a 31 de Maio de 1923 atingia a categoria de cidade, depois do comboio ter escalado a urbe, vindo do Namibe.

>LUBANGO (SÁ DA BANDEIRA) FAZ 89 ANOS COMO CIDADE

>

Lubango, cidade do sul de Angola, assinala 89 anos

Os portugueses da Madeira fundaram, em Janeiro de 1885, a colónia de Sá da Bandeira, que a 31 de Maio de 1923 atingia a categoria de cidade, depois do comboio ter escalado a urbe, vindo do Namibe.
Lubango – Lubango – Com olhos postos no restauro do seu prestígio, a “Cidade Jardim de Angola”, o Lubango, completa nesta quinta-feira 89 anos desde a sua elevação a esta categoria, quando a primeira locomotiva do Caminho-de-ferro de Moçâmedes (CFM) venceu o deserto do Namibe e chegou ao planalto da Huíla.
Passados 89 anos depois da sua elevação a cidade, no ano de 1923, o Lubango tenta, aos poucos, reaver a sua antiga imagem, intenções que não dependem somente das autoridades administrativas locais, mas também do contributo dos seus filhos, para que se torne verdadeiramente numa das urbes mais prósperas do país.
A actual imagem da cidade do Lubango está beliscada. A urbe precisa de ver restaurada toda malha rodoviária interna, fachadas dos edifícios, passeios, jardins e espaços de lazer, reposição da sinalização horizontal, imprimir uma nova dinâmica no sistema de saneamento e impor disciplina aos citadinos.
Os jardins do casco urbano, que muito dinheiro público consumiram para a sua reabilitação, em 2005 e 2006, estão em quase estado de abandono, a administração municipal não consegue dar resposta aos desafios que lhe são impostos, pois é débil o funcionamento dos serviços comunitários. 
A nomeação pelo governador, Isaac dos Anjos, quarta-feira, de um novo administrador, Silvano Leví, formado em gestão urbana, pode ser um catalisador das esperanças por dias melhores por parte dos habitantes de uma das mais belas cidade de Angola.
Na capital huilana, nem tudo são problemas. Concebida para pouco mais de 50 mil habitantes, a urbe suporta actualmente mais de um milhão, distribuídos em quatro comunas (Arimba, Hoque, Quilemba e Huíla), o que dificulta a prestação de alguns serviços básicos com eficácia, como é o caso do saneamento, água e energia eléctrica.
É com olhos no futuro que o governo local projectou, há dois anos, o crescimento da cidade para duas zonas distintas: as centralidades da Eywa, projectada para quatro mil fogos habitacionais, e a da Quilemba, com 11 mil, projectos de iniciativas público-privadas.
 Este mega projecto funcionou como uma verdadeira “arma” para combater as construções anárquicas no casco urbano, possibilitando, deste modo, a implementação de programas de requalificação que vão mudando a imagem da cidade, a exemplo da construção da nova marginal do Mukufi, com uma extensão de 18 quilómetros e com duas faixas de rodagem.
A instalação de um renovado sistema de distribuição de água, electricidade, assim como de postes de iluminação pública são outras acções em execução que, actualmente, dão uma imagem arranhada à urbe, em função das escavações verificadas um pouco por todo município, mas que, em dois meses, os seus habitantes poderão sentir os benefícios.
O Lubango ainda vive sérios problemas no fornecimento de energia eléctrica, cujo processo de distribuição é feito à base de restrições, há mais de quatro anos, já que a única fonte de geração é a barragem hidroeléctrica da Matala, actualmente em reabilitação, necessitando de uma central térmica para cobrir o défice, pois a cidade precisa de mais de 100 megawatts de energia, contrastando com os cerca de 26 disponíveis actuais. 
O abastecimento de água deixou de ser um problema grave na cidade do Lubango, há dois anos, devido aos investimentos feitos no sector, estando actualmente a ser abastecida pelas nascentes da Senhora do Monte, onde a captação é feita através de cinco furos, com capacidade para produzir 95 mil litros de água/hora e pela central de captação da Tundavala com um caudal estimado em 300 mil litros/hora, onde está a ser instalado um novo sistema de distribuição para a cidade, em execução há cinco meses e que deve estar concluído em finais de Junho deste ano.
Na saúde, o município está bem servido, conta com uma rede sanitária com mais de 100 unidades, onde o realce vai para o Hospital Geral Agostinho Neto, com 520 camas, uma central de referência que assume agora o papel do Hospital Universitário.
Na educação, o Lubango assumiu desde 2007 o signo de “Cidade do Conhecimento”, denominação que caiu como uma luva, pois, para além das melhores condições climáticas para estudar, conta com uma rede escolar, do ensino de base ao superior, constituída por mais de cinco mil instituições, capazes de responder às necessidades actuais.
Lembra-se que foi uma das primeiras cidades do interior a possuir ensino de segundo grau (liceu), não só o Liceu Nacional Diogo Cão, mas também a Escola Industrial e Comercial Artur de Paiva e o Instituto Agrícola do Tchivinguiro.
A chamada “Sá da Bandeira”, até 1975, acolhe a sede da Universidade Mandume Ya Ndemufayo, que, com outras cinco privadas, perfazem uma rede de seis instituições de ensino superior, onde estudam perto de 15 mil citadinos.
A localização geográfica do Lubango, sudoeste do país, limitado pelos paralelos 13 graus e 15 minutos e 16 graus e 30 minutos a sul, assim como pelos meridianos 13 graus e 30 minutos e 16 graus a leste, torna-o num dos pontos de confluência de todos que desejam cruzar Angola.
O Monumento de Cristo Rei, as Fendas da Tundavala e Bimbe, as Águas Cristalinas da Cascata da Huíla, a Serra da Leba (esta última embora pertencente ao município da Humpata, o seu sucesso é feito a partir do Lubango) são, sem sombra de dúvidas, os cartões de visita desta urbe localizada a cerca de 2. 400 metros de altitude.
Pólo de desenvolvimento da província da Huíla por excelência, o Lubango é limitado a norte pelos municípios de Quilengues e Cacula, a leste por Quipungo, a sul pela Chibia e a oeste pela Humpata e Bibala (Namibe).
O seu clima é tropical de altitude, a temperatura média anular ronda aos 20 graus centígrados, sendo Julho o mês mais frio e Novembro o mais quente. A média pluviométrica anual é superior a 1000 milímetros, o que faz com que a vegetação predominante seja baseada em árvores carnudas que surgem no meio de ervas rasteiras, próprias de regiões de transição para o deserto.
A etnia predominante é o subgrupo étnico Ovamuila, do grupo Nhaneka-Humby, que vive disperso em pequenas aldeias.
O primeiro contacto europeu com pessoas da região data de 1627. Embora a soberania portuguesa tenha começado apenas em 1769, mas foram os holandeses que deram os primeiros sinais de povoamento europeu, por volta de 1880. Os portugueses da Madeira fundaram, em Janeiro de 1885, a colónia de Sá da Bandeira, que a 31 de Maio de 1923 atingia a categoria de cidade, depois do comboio ter escalado a urbe, vindo do Namibe.

sons e sabores de CABO VERDE

PORTUGAL

Sons, sabores e saberes de Cabo Verde animam Lisboa

Da Redação
31/05/2012 08:45
Festival organizado pelo Fundo de Apoio Social de Cabo-verdianos em Portugal começa hoje e prossegue até domingo, para promover a valorização da cultura cabo-verdiana, com música, dança, gastronomia e conferências, entre outras actividades.
Lisboa – Lisboa – Começa hoje em Lisboa, e seguirá até ao próximo domingo, 3 de junho, a iniciativa “Sons, Sabores e Saberes de Cabo Verde” promovida pelo Fundo de Apoio Social de Cabo-verdianos em Portugal. O evento vai decorrer na Alameda D. Afonso Henriques, na capital portuguesa, e conta com o apoio da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa).
“Esta iniciativa pretende promover a valorização da cultura cabo-verdiana, contribuindo para a sua divulgação junto da comunidade. Pretende, igualmente, proporcionar o acompanhamento das dinâmicas culturais contemporâneas, facultando o contato direto com algumas das mais significativas expressões”, informou a UCCLA em comunicado.
O evento cabo-verdiano em Lisboa terá música, dança, gastronomia, conferências e diversas actividades culturais. Na sexta-feira, sábado e domingo o festival começa logo de manhã e prolonga-se até à noite.

>sons e sabores de CABO VERDE

>

PORTUGAL

Sons, sabores e saberes de Cabo Verde animam Lisboa

Festival organizado pelo Fundo de Apoio Social de Cabo-verdianos em Portugal começa hoje e prossegue até domingo, para promover a valorização da cultura cabo-verdiana, com música, dança, gastronomia e conferências, entre outras actividades.

1

Lisboa – Lisboa – Começa hoje em Lisboa, e seguirá até ao próximo domingo, 3 de junho, a iniciativa “Sons, Sabores e Saberes de Cabo Verde” promovida pelo Fundo de Apoio Social de Cabo-verdianos em Portugal. O evento vai decorrer na Alameda D. Afonso Henriques, na capital portuguesa, e conta com o apoio da UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa).
“Esta iniciativa pretende promover a valorização da cultura cabo-verdiana, contribuindo para a sua divulgação junto da comunidade. Pretende, igualmente, proporcionar o acompanhamento das dinâmicas culturais contemporâneas, facultando o contato direto com algumas das mais significativas expressões”, informou a UCCLA em comunicado.
O evento cabo-verdiano em Lisboa terá música, dança, gastronomia, conferências e diversas actividades culturais. Na sexta-feira, sábado e domingo o festival começa logo de manhã e prolonga-se até à noite.

 

ortugal Monumentos megalíticos da freguesia de Belas estão abandonados e a ser destruídos

in diálogos lusófonos
Patrimônio

Portugal Monumentos megalíticos da freguesia de Belas estão abandonados e a ser destruídos

As águas da CREL caem por cima de um obelisco porque os técnicos da obra, ao vê-lo assinalado no mapa, pensaram tratar-se de um poço

Por José Bento Amaro

Os exemplos de abandono do patrimônio, na freguesia de Belas, são vários. Junto a alguns monumentos da freguesia se acumula lixo e até peças de automóveis.



Um trabalhador da autarquia destruiu uma galeria funerária e nas obras da AE 16 as explosões deitaram abaixo uma anta.


Um cenário que se repete por cima do túnel de Carenque, da CREL. Também as pegadas dos dinossauros de Pego Longo foram cobertas de modo a poderem ficar preservadas, mas à superfície só existe lixo.


Mas não só os monumentos do período megalítico estão ameaçados!  Temos um exemplo até caricato e que se arrasta há vários anos. Diz respeito ao obelisco erguido no século XIX, em homenagem a D. João VI, na Quinta do Marquês, e classificado  como imóvel de interesse público.
A água que se acumula na CREL(estrada) desagua em cima do obelisco. O viaduto da CREL, situado à entrada de Belas, foi construído por cima do monumento e no projeto havia, no lugar da edificação, um pequeno círculo que pretendia assinalar um vestígio.
Os técnicos responsáveis pela obra entenderam, no entanto, que esse círculo simbolizava o local onde deveriam cair as águas pluviais que tinham de escorrer do viaduto. E daí o obelisco tem vindo a levar com descargas diretas de águas sempre que chove, acentuando-se a sua degradação.


Texto adaptado  http://jornal.publico.pt/noticia/26-05-2012/monumentos-megaliticos-de-belas-estao-abandonados-e-a-ser-destruidos-24608066.htm

>ortugal Monumentos megalíticos da freguesia de Belas estão abandonados e a ser destruídos

>in diálogos lusófonos
Patrimônio

Portugal Monumentos megalíticos da freguesia de Belas estão abandonados e a ser destruídos

As águas da CREL caem por cima de um obelisco porque os técnicos da obra, ao vê-lo assinalado no mapa, pensaram tratar-se de um poço

Por José Bento Amaro

Os exemplos de abandono do patrimônio, na freguesia de Belas, são vários. Junto a alguns monumentos da freguesia se acumula lixo e até peças de automóveis.



Um trabalhador da autarquia destruiu uma galeria funerária e nas obras da AE 16 as explosões deitaram abaixo uma anta.


Um cenário que se repete por cima do túnel de Carenque, da CREL. Também as pegadas dos dinossauros de Pego Longo foram cobertas de modo a poderem ficar preservadas, mas à superfície só existe lixo.


Mas não só os monumentos do período megalítico estão ameaçados!  Temos um exemplo até caricato e que se arrasta há vários anos. Diz respeito ao obelisco erguido no século XIX, em homenagem a D. João VI, na Quinta do Marquês, e classificado  como imóvel de interesse público.
A água que se acumula na CREL(estrada) desagua em cima do obelisco. O viaduto da CREL, situado à entrada de Belas, foi construído por cima do monumento e no projeto havia, no lugar da edificação, um pequeno círculo que pretendia assinalar um vestígio.
Os técnicos responsáveis pela obra entenderam, no entanto, que esse círculo simbolizava o local onde deveriam cair as águas pluviais que tinham de escorrer do viaduto. E daí o obelisco tem vindo a levar com descargas diretas de águas sempre que chove, acentuando-se a sua degradação.


Texto adaptado  http://jornal.publico.pt/noticia/26-05-2012/monumentos-megaliticos-de-belas-estao-abandonados-e-a-ser-destruidos-24608066.htm

António Vieira sobre os portugueses

in diálogos lusófonos
Reflexão de Padre António Vieira sobre os portugueses

Nascer pequeno e morrer grande, é chegar a ser homem. Por isso nos deu Deus tão pouca terra para o nascimento, e tantas para a sepultura. Para nascer, pouca terra; para morrer toda a terra: para nascer, Portugal: para morrer o mundo.
Sermão de Santo António, Roma, na Igreja de Santo António dos Portugueses, 1670, § IV

>António Vieira sobre os portugueses

>

in diálogos lusófonos
Reflexão de Padre António Vieira sobre os portugueses

Nascer pequeno e morrer grande, é chegar a ser homem. Por isso nos deu Deus tão pouca terra para o nascimento, e tantas para a sepultura. Para nascer, pouca terra; para morrer toda a terra: para nascer, Portugal: para morrer o mundo.
Sermão de Santo António, Roma, na Igreja de Santo António dos Portugueses, 1670, § IV

A RELEVÂNCIA DA VÍRGULA

Sobre a Vírgula

Muito bonita a campanha dos 100 anos da ABI
 (Associação Brasileira de Imprensa).

 Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
 Não, espere.
 Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
 Isso só, ele resolve.
 Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
 Vamos perder, nada foi resolvido.
 Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
 Não queremos saber.
 Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar. 

 Não tenha clemência!
 Não, tenha clemência!

 
Uma vírgula muda tudo.
 ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
 

 

Detalhes Adicionais:
COLOQUE UMA VÍRGULA NA SEGUINTE FRASE:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER…

 * Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM…


>A RELEVÂNCIA DA VÍRGULA

>

Sobre a Vírgula

Muito bonita a campanha dos 100 anos da ABI
 (Associação Brasileira de Imprensa).

 Vírgula pode ser uma pausa… ou não.
 Não, espere.
 Não espere..

Ela pode sumir com seu dinheiro.
23,4.
2,34.

Pode criar heróis..
 Isso só, ele resolve.
 Isso só ele resolve.

Ela pode ser a solução.
 Vamos perder, nada foi resolvido.
 Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião.
 Não queremos saber.
 Não, queremos saber.

A vírgula pode condenar ou salvar. 

 Não tenha clemência!
 Não, tenha clemência!

 
Uma vírgula muda tudo.
 ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
 

 

Detalhes Adicionais:
COLOQUE UMA VÍRGULA NA SEGUINTE FRASE:

SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.

* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER…

 * Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM…


leitor de PT para iPad

notice to lusophone fans who have an
iPad:

=================

Niiiws PT, a Portuguese newsreader for iPad, was just released in the US
Apps store. This free app aggregates and presents the top stories from the
Portuguese press. More information here:
http://itunes.apple.com/pt/app/niiiws-pt/id519561040?ls=1&mt=8