A TRETA DOS CARROS ELÉTRICOS

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A TRETA DOS CARROS ELÉCTRICOS
O lobi poderoso do fabrico de carros eléctricos anunciou à humanidade que a vantagem era a defesa do ambiente e a redução do CO2 e da produção oriunda do petróleo. MENTIRA!
Pensem bem:
– Os pneus dos carros eléctricos são iguais aos dos outros veículos. Emitem enorme quantidade de CO2 e derivam do petróleo.
– Os assentos e todo o interior são revestidos com produtos de plástico e que derivam do petróleo e emitem grande quantidade de CO2.
– Todo o chassi e o corpo exterior dos carros derivam do petróleo e emitem grande quantidade de CO2.
– Todos os cabos eléctricos existentes nos carros eléctricos derivam do petróleo e a sua produção emite imenso CO2.
– As borrachas dos limpa-brisas são oriundas do peróleo e emitem imenso CO2.
– O revestimento das portas e dos tejadilhos são à base de produtos que derivam do petróleo e que emitem CO2.
– O vidro dos espelhos deriva do petróleo e emite grande quantidade de CO2.
– Os tapetes dos carros eléctricos derivam de produtos oriundos do petróleo e mitem CO2.
– As baterias de lítio quando rebentam provocam tal explosão que mata os passageiros dos carros eléctricos.
COMPRAR CARROS TESLA É APOIAR TRUMP
Quem adquire um carro Tesla não se apercebe que o proprietário é o meliante Elon Musk que apoia a campanha eleitoral de Donal Trump. Comprar um Tesla é apoiar Donald Trump.
Se você diz que é um democrata que apoia Kamala Harris para presidente dos EUA como é que pode comprar um Tesla?
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João Severino

Pensei que este post iria ter uma grande reacção dos amigos. Fiquei desapontado pela quase nula resposta. Possivelmente os meus amigos têm preferido comprar carros eléctricos.

Guiné-Bissau: “Antes eram golpes de Estado, agora são golpes presidenciais” – Xanana Gusmão

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A Guiné-Bissau passou de golpes de Estado para golpes presidenciais, as palavras são do primeiro-ministro de Timor Leste. Em entrevista à agência Lusa, Xanana Gusmão disse ainda ter dúvidas sobre se…

Source: Guiné-Bissau: “Antes eram golpes de Estado, agora são golpes presidenciais” – Xanana Gusmão

quando é que os açores ficaram independentes????

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Joaquim Coutinho Costa is feeling sad.

AÇORES JÁ SÃO INDEPENDENTES
RTP 1 maior sismo em Portugal desde 1969

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Ana Isabel Amado

Falta de conhecimento, o que é grave pois são jornalistas e deveriam saber do que falam
  • 3 hours ago
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Luis Filipe Franco

Ana Isabel Amado Na CNN também ehehehehe Estou farto de constatar ao longo de décadas que os Açores não fazem parte de Portugal no emaginário coletivo do povo português – o pior é quando esse fato se reflete nas decisões politicas
  • 2 hours ago
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sismo, terramoto, terremoto

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«Terramoto»? Ou será «terremoto»? Ou «sismo»?

Uma noite agitada leva-me a voltar a esta página e às crónicas sobre a língua.

Marco Neves

Ago 26

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Localização aproximada (a sério)

1. Filhos e tremores

Em Janeiro de 2020, muito antes de os adultos se preocuparem a sério com um certo vírus, os miúdos da escola do Simão, o meu filho mais velho, já não paravam de falar de um perigo longínquo que vinha aí. O Simão tinha então sete anos e, com algum medo, falou-me da obsessão das conversas do recreio e eu fiz o que fazem os pais: acalmei-o. Caí no erro de dizer que não iria acontecer nada de especial.

Semanas depois, fechados em casa, o miúdo fazia questão de me lembrar, muitas vezes e a rir (é o que vale), a minha frase infeliz.

Ontem, ao final da tarde, ainda a deixar passar os dias de férias, pusemo-nos os quatro a ver canais de televisão ao calhas. Parámos num daqueles canais sempre a dar filmes e começámos a ver cenas de um terramoto. Os miúdos ainda viram uns segundos das cenas de destruição e ficaram com um certo respeito (digamos assim). O filme era uma daquelas películas todas parecidas umas com as outras em que o mundo quase que acaba e, no fim, há uma bandeira dos EUA a ondear. O título era San Andreas. A famosa falha de Santo André…

Não caí de novo no erro de dizer que aquilo não pode acontecer — tanto o Simão como o Matias sabem que um terramoto é possível. Disse-lhes apenas que não era muito provável que acontecesse hoje. Ainda por cima, nem sequer estamos em Lisboa, terra de tremores famosos. Estamos a passar uns dias em Vila Nova de Santo André. Só que este Santo André não é o da Califórnia. Estamos seguros, aqui.

2. Eis senão quando…

Horas depois, estava a dormir sossegado, com o Simão ao lado (nas férias andamos sempre trocados). De repente, acordo com as janelas a abanar. Ventania? Se era ventania, conseguia pôr as camas a tremer também. O Simão acorda e olha para mim: o que é isto? E eu: bolas, nunca mais digo nada.

Também há uma falha no nosso Santo André? Vamos ter uma bandeira portuguesa a ondear no final do nosso filme, com o país em ruínas? A Zélia acorda também. O Matias dorme sossegado (de manhã, ficou um pouco triste por não ter tido a oportunidade de se acagaçar com o resto da família).

Em poucos segundos, passou. Não, não é desta. Como qualquer português prevenido, vou ao telemóvel. No Twitter, já havia publicações a mostrar onde tinha sido o epicentro: aqui mesmo a poucos quilómetros de onde estamos (mas enterrado por baixo do mar).

O Google a ajudar a localizar o sismo. Estamos no ponto azul…

Fomos dormir. Ou melhor: fomos tentar dormir. Aproveitei a insónia sísmica para pensar que tinha de voltar a escrever regularmente nesta página, voltar ao início, quando ganhei este vício de escrever sobre a língua e sobre as línguas, antes de desatar a fazer vídeos sobre o mesmo tema.

Pois bem: volto à página. O tema só pode ser este: terramotos.

3. A origem de «terramoto» e de «sismo»

«Terramoto» é uma palavra antiga (afinal, sempre os tivemos, por cá), de origem latina. Vem de «terraemotus», ou seja, «movimento da terra». Esse «moto» era uma forma do verbo que veio a dar origem ao nosso «mover».

A forma mais antiga da palavra, em português, é «terremoto». No entanto, há muito que começámos a ver, na escrita, a variante «terramoto», por influência da palavra «terra».

A palavra, depois de tremer durante uns séculos, estabilizou como «terremoto» no Brasil e como «terramoto» em Portugal (as duas formas estão nos dicionários).

Além de «terramoto», nas suas duas formas, existe ainda «tremor de terra» e «abalo». Ao lado desses termos tradicionais, temos ainda, como é sabido, a palavra «sismo» — os pergaminhos gregos da palavra escondem a sua juventude. Embora já existisse antes (pelo menos em francês e em italiano), só no século XX se vulgarizou o termo e as suas derivadas na nossa língua. Ninguém, por altura do terramoto de 1755, diria «sismo».

Uma palavra pode ser recente e ter dentro de si elementos muito antigos. Os materiais gregos e latinos estão numa espécie de armazém da língua, sempre ao dispor de quem precisa de criar palavras. Aliás, estão no armazém de muitas línguas — quando uma se lembra de produzir um novo vocábulo, há muitos casos em que as outras vão ao mesmo armazém e copiam a criação, à sua maneira.

4. Uma arrumação recente

Com o crescente uso de «sismo», ocorreu uma especialização de «terremoto»: passou a ser usado, em geral, para sismos de grande intensidade.

Passámos a ter:

  • «sismo» para todos os abalos terrestres;
  • «tremor de terra» para sismos de pouca intensidade;
  • «terramoto» para sismos de maior intensidade.

Agora, onde começa um tremor e acaba um terramoto fica ao critério de cada um…

Ao longo do tempo, as palavras mudam não só na forma, mas também naquilo que abarcam do mundo. As definições técnicas tentam arrumar estes constantes tremores semânticos, mas no dia-a-dia vivemos num mundo linguístico mais fluido que fixo (o nosso cérebro não se importa).

5. Estragos e praias

A insónia passou. Dormimos algumas horas.

De manhã, o nosso tremor de Santo André serviu para falarmos do que fazer quando passarmos por um terramoto daqueles mais a sério. Curiosamente, o caso até parece que lhes tirou o medo de falar do tema.

O Matias, que não acordou durante o abalo, quis ver todas as imagens possíveis a passar em repetição nos canais de notícias. Apareceu, lá pelo meio, o estrago material deste nosso terramoto: um rodapé um pouco maltratado (a culpa foi do sismo ou foi dum rato; não percebi bem).

Enfim: as imagens das câmaras a tremer eram bem menos assustadoras que o filme da véspera. Santo André por Santo André, preferimos este.

Agora, vamos para a praia — pode ser que a próxima crónica seja sobre essa palavra, que também tem muito que se lhe diga.

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E, pronto, foi a primeira desta nova série de crónicas sobre a língua. Peço-lhe que partilhe por mais pessoas. Já agora, não se esqueça que tem ao dispor uma página para encomendar os meus livros (muito em breve darei notícias sobre o mais recente, que sai em Outubro). Obrigado!

Se quiser, pode seguir o meu trabalho no WhatsApp. Não se esqueça de activar as notificações (o sino na parte superior do canal). Muito obrigado!

Pode encontrar os meus livros nesta página. Obrigado!

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© 2024 Marco Neves
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todos os cemitérios deviam ter estes anúncios

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sismos? olha aqui

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“O meu sismo é maior do que o teu”
#sillyseason

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Marco Raposo

Só pra lembrar! May be an image of map and text

Sismos de magnitude igual ou superior a 5 na escala de Richter registados nos Açores nos últimos 10 anos:

30 de abril de 2013: Um sismo de magnitude 5,0 ocorreu a oeste da Ilha de São Miguel. O epicentro foi no mar, sendo ligeiramente sentido em algumas áreas costeiras.

8 de fevereiro de 2015: Um sismo de magnitude 5,3 foi registado na Crista Médio-Atlântica, ao sul da Ilha do Faial. O evento foi sentido em várias ilhas.

11 de janeiro de 2021: Um sismo de magnitude 5,1 ocorreu a oeste da Ilha do Faial. Este sismo foi sentido com intensidade IV/V nas freguesias de Capelo, Castelo Branco, Praia do Norte e Feteira.

18 de agosto de 2022: Um sismo de magnitude 5,2 ocorreu a norte-nordeste da Ilha do Corvo, com epicentro no mar.

17 de março de 2023: Dois sismos consecutivos, de magnitudes 5,0 e 5,1, ocorreram ao largo da Ilha Terceira.

#sismos
#terremotos
#açores

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André Silveira, Catarina Valadão and 11 others

Portugal ‘acordou’ a tremer. Foi o sismo mais forte dos últimos 55 anos

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Portugal acordou com um fenómeno pouco normal, mas que vem sendo mais habitual do que seria de esperar. Proteção Civil diz que não há motivos para entrar em pânico, mas portugueses estão assustados.

Source: Portugal ‘acordou’ a tremer. Foi o sismo mais forte dos últimos 55 anos

 

“O meu sismo é maior do que o teu”
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