″Lamentável″. Antigo presidente critica silêncio do órgão fiscalizador do SIS

Views: 0

Jorge Bacelar Gouveia, que presidiu ao Conselho de Fiscalização das secretas, diz que caso do computador do ministério “não é assunto do SIS”.

Source: ″Lamentável″. Antigo presidente critica silêncio do órgão fiscalizador do SIS

Escassez de talento em Portugal acima dos 80% atinge todos os setores

Views: 0

Desencontro entre competências dos profissionais e necessidades das empresas tem agudizado as carências laborais no país, sobretudo na área tecnológica, dizem grupos de Recursos Humanos.

Source: Escassez de talento em Portugal acima dos 80% atinge todos os setores

Michael J. Fox: ″Parkinson está a bater à porta″

Views: 0

A estrela dos anos 1980 reconhece que a sua saúde está cada vez mais frágil e que não vai viver mais 20 anos, mas mostra-se esperançoso nos resultados da investigação da doença de Parkinson graças à sua fundação.

Source: Michael J. Fox: ″Parkinson está a bater à porta″

Enterramentos infantis e muralha pré-romana descobertos em Conímbriga

Views: 0

Sondagens que seriam só de suporte a um projeto de conservação da muralha de Conímbriga acabaram por revelar algumas surpresas, como parte de um muro que se supunha existir antes da ocupação romana e enterramentos infantis, uma raridade.

Source: Enterramentos infantis e muralha pré-romana descobertos em Conímbriga

os ciclos do medo

Views: 0

OS CICLOS DE MEDO
E O RETORNO DO IRRACIONAL
Acabada a leitura de uma obra de James Blish, intitulada “O Dia depois do Juizo Final” ( Col. Argonauta, nº402) retive dela algumas conclusões que aqui se partilham.
A história da Ciência não tem sido linear e dela pressupomos alguns ciclos de estagnação e dúvida. A seguir, eclodem renascimentos temporários e perídos de memos fulgor e mesmo de contestação. Do autor, retira-se a ideia de que “a mente humana passa por ciclos de medo….incapaz de aborser e aceitar um certo volume de conhecimentos que ela não absorve nem integra. Excedido esse limiar, a mente humana entre em pânico como que rejeitando novas aquisições e inventando motivos para as renegar e regressar a uma nova Idade da Escuridão. As justificações (desculpas) são do foro mítico, da (desrazão).
O autor susgere que estes ciclos podem ser milenares. De inicio, as pessoas vivem satisfeitas com os seus deuses ainda que os temam. Depois, emerge uma secularização imparável, o mundo seculariza-se e os deuses parecem ser cada menos relevantes. Os templos desertificam-se. Depois, subitamente, a secularização atinge os limites do suportável e as pessoas passam a adorar o Grande Satã ou a Grande Mãe Os primeiroa pânicos ocorreram cerca do ano Mil d.C. quando se aguardava a Segunda Vinda de Cristo, razão maior da ascensão do obscurantismo. Com a dealbar do novo milénio as mentes atemorizaram-se com o mesmo, a secularização a ele afetada, as nossas armas biológicas, os nossos computadores, as nossas tablets e smarthfones, a medicina regenerativa, a A.I. que desponta no alvor do “Dia Seguinte”… Medos novos, e de novo o retorno ao Irracional, deus antionómico de um Jeová punitivo. Cultos novos fundados em (in)certezas vistas como negativos dos dogmas originais. Novos demónios eclodem no horizonte dos dias…
All reactions:

2

1 share
Like

Comment
Share

maios na biblioteca da universidade

Views: 0

A Biblioteca da Universidade dos Açores dá as boas-vindas ao mês de maio com esta homenagem a Natália Correia. Ela é o nosso “maio”, continuamente disponível para autógrafos, ou não fosse uma autora tão atual.
Feliz maio!
May be an image of 1 person and text
All reactions:

You, Maria João Ruivo, José Andrade and 49 others

5 comments
2 shares
Like

Comment
Share
View more comments
Active
Sylvie Castro

Professora Leonor, a joia já está pensada! só falta concretizar e escolher o momento da apresentação 🤗 nos Açores, claro! 😘

Metro quadrado de silêncio – Bruno Nogueira – SÁBADO

Views: 1

As pessoas perderam o respeito pelo silêncio. Não sabem o que fazer com ele, procuram tutoriais na Internet para o encontrar dentro da cabeça, ao mesmo tempo que fecham a janela do YouTube e correm desesperadas à procura de qualquer barulho que as faça sentirem-se menos sozinhas com elas próprias.

Source: Metro quadrado de silêncio – Bruno Nogueira – SÁBADO

Posso ser multado por estar ao telemóvel, mesmo tendo o veículo parado?

Views: 0

Multa por estar ao telemóvel mesmo com o veículo parado pode ser aplicada? O uso de telemóvel ao volante é uma das contraordenações que mais coimas acabam por provocar. Mas você sabia que poderá ser autuado também quando usa o telemóvel mesmo que tenha o seu veículo parado? Tenha cuidado e saiba mais sobre esta…

Source: Posso ser multado por estar ao telemóvel, mesmo tendo o veículo parado?

discussão sobre abaixamento preço leite nos açores

Views: 0

ALFABETO DE ALVÃO

Views: 14

O ENIGMÁTICO ALFABETO IBÉRICO – ALVÃO E GLOZEL
Para os epigrafistas, a escrita, implicando um alto grau de síntese e de abstracção, teria nascido no Oriente. Mais afirmavam que a origem do alfabeto propriamente dito seria fenícia. Porém, a descoberta de inscrições ibéricas encontradas em dólmens e em fragmentos de cerâmica, bem como o achado arqueológico de Glozel, cujas inscrições eram aparentadas àquelas, vieram revolucionar todos os conceitos tidos até então como certos.
Em 1891, Estácio da Veiga defendeu a tese de que o “alfabeto, longe de ter tido origem, como é suposição corrente, na Fenícia, provinha da Península Ibérica.” Essa sua tese viu-se reforçada com a descoberta, em 1894, pelos abades José Brenha e Rafael Rodrigues, de inscrições aparentemente alfabéticas numa anta de Carrazedo de Alvão, próximo de Vila Pouca de Aguiar (Trás-os-Montes).
Este alfabeto, denominado de Alvão, é constituído por dezenas de sinais e símbolos que traduzem não só fonemas como também ideias complexas no âmbito do simbolismo universal. Mendes Corrêa reconheceu a autenticidade do alfabeto do Alvão, o que demonstra a existência de um alfabeto ocidental próprio.
Em 1925, a jazida arqueológica de Glozel, no sul de França, estudada por Antonin Morlet, revelou inúmeros objectos e placas de argila cobertos de sinais alfabetiformes. O arqueólogo francês, conta-nos Mendes Corrêa, “conseguiu encontrar cerca de 100 caracteres diferentes, considerando-os como pertencentes a um primitivo alfabeto neolítico ocidental, do qual teriam derivado, com as simplificações necessárias, vários alfabetos mediterrânicos, os quais estariam assim longe de se deverem considerar os mais antigos.”
Vários arqueólogos de nomeada, como Leite de Vasconcelos, o abade de Breuil ou Salomon Reinach, debruçaram-se sobre esta surpreendente descoberta. Reinach, ao cabo de dois dias de investigações, declarou: “Afirmo sem hesitações, já que não posso recusar o testemunho dos meus próprios olhos e a evidência das descobertas feitas na minha presença, que todos estes objectos, por mais extraordinário que possa parecer, são autênticos, sem retoques, todos da mesma origem.”
A analogia das pedras de Glozel (França) com as de Alvão é por demais significativa, a ponto de S. Reinach afirmar que “Glozel e Alvão confirmam-se mutuamente. Duvidei, já não duvido”. Numa carta dirigida a Leite de Vasconcelos, o arqueólogo alemão acentuou “o facto de terem sido os portugueses os verdadeiros precursores nesta ordem de descobertas relativas às origens do alfabeto”.
Para Mendes Corrêa, esses sinais alfabéticos encontrados na Península, bem como no sul de França “…demonstravam a tese da existência de uma remota escrita pré-histórica na Europa Ocidental (…). Em caso algum a escrita ibérica poderá considerar-se derivada do alfabeto fenício. A maior parte dos caracteres ibéricos não está representada na escrita fenícia. Portanto, ou se trata de escritas com origens distintas, ou foi a fenícia que derivou da ibérica, e não esta daquela.”
in “Templários”, Vol. 2, Eduardo Amarante
Consultar também o “Código Linguístico Hieroglífico Lusibérico” em: https://www.apeiron-edicoes.com/…/novidade-codico…/

All reactions:

18

GALIZA E LÍNGUA

Views: 0

A LINGUAIGE PORTUGUESA E O ESPANHOL
UMA COMPARAÇÃO INADEQUADA
A comparação da terminologia “lingua espanhola ” com “língua portuguesa ” não é muito lógica nem comparável passe o pleonasmo.
Aquilo que se convencionou chamar português tem origem num espaço territorial muito estrito onde se formou uma comunidade de falantes muito particular entre as duas beiras do rio Douro que partilham um mesmo nome, Portugal, Portugale, Portucale ou Portus de Cale.
Alargando o leque territorial desde dois castros em ambos os lados da foz do Douro, que são no fundo dous marcos de pedra de dois territórios mais bastos, vamos ao longo da história “marcar” ao norte a Callaecia derivada dos callaecos de Calle e ao sul a Lusitânia desses mesmos Callaecos de Calle e praticamente até Conimbriga, Colimbriga ou Coimbra, de que Calle ao sul do Douro fazia parte já ao tempo do Paroquial dos Suevos.
Essa Calle ou também Portucale de Coimbra era denominada pelos Romanos como Castrum Antiquum ou Romanorum. Era a Cale antiga dos Romanos. A cale ou Portucale ao norte era o Castrum Novum ou Suevorum, porque os suevos lhe deram o estatuto episcopal e se tornou após 572 a capital de um bispado ao norte do Douro até ao Ave a esbarrar com a diocese metropolitana de Braga que por seu lado esbarrava no rio Lima na diocese de Tui que esbarrava esta lá em cima na ria de Vigo.
É este espaço bastante basto que formatará o que se designará a linguaige do português. Do Mondego de Coimbra até a ria de Vigo.
E porque português, porque o ponto de inflexão de ambos os territorios galaicos e lusitanos é de facto Portucale-Portucale.
Relativamente à língua Castelã que se designou espanhola no mundo, é inadequado o termo generalista “espanhol” porque Hispânia, Hespanha ou Espanha não é um ponto estrito no mapa geográfico tal como é Castela ou Portucale, Astorga, Leão ou Miranda, de onde surgem comunidades de falantes bastante coesas ou homogéneas.
Espanha como espaço geográfico abrange muitas línguas diferentes ou diferenciáveis e com diassistemas até incompativeis como é o caso do Euskera.
Será pois perfeitamente ambíguo e desadequado chamar ao castelão de espanhol, quando isso é inadmissível na própria constituição espanhola.
Pois nessa constituição está escarrapachado que existem várias línguas espanholas e oficiais.
O castelão, o basco, o galego e o catalão.
Até para aumentar a ambiguidade deveria também incluir o português da Galiza e o português de Olivença como língua oficial espanhola.
Porque na Galiza também existe português ao sul dessa mesma Galiza na parte do Jurez/Xurés.
Claro que toda esta ambiguidade teria que ser reformulada na constituição espanhola.
Mas isso terão que ser os espanhóis a fazer. Todos os espanhóis e não apenas os de Madrid.
Foto: excerto da obra de João de Barros, escrita em 1549, GEOGRAPHIA D ‘ANTRE DOURO E MINHO E TRAS-OS-MONTES.
May be an image of studying, diary, book and text
All reactions:

9

5 comments
1 share
Like

Comment
Share
Adriano Arantes

Aqui o João de Barros insiste em georreferenciar o Entre-Douro e Minho como pertença da Galiza que ele considera o Reino ou província da Gallaecia antiga e arrisca em afirmar que Espanha é toda a península e Portugal é um reino dessa Espanha como são Castela, Leão, Aragão e Navarra.
Daqui se pode retirar a ideologia da época quinhentista. A Galiza não era Leão, Castela ou Portugal. Era um reyno ou província histórica que incluia de forma histórica, cultural e linguística o Antre Douro e Minho.
E essa é a parte interessante desta história comum. A intemporalidade da Galiza.
Palavrinha única que apenas existe na língua oficial portuguesa. Em Espanha é Galicia tal como na oficial CA da Galicia.
View more comments