CARLOS CÉSAR ACONSELHA REMODELAÇÃO

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Até Carlos César “aconselha” a remodelação.
Está tudo dito.
António Costa, mexe-te!!
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Santos que não são Santos: Aceites pela Igreja, mas nunca canonizados – Sociedade – Correio da Manhã

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São mais de 30, em Portugal, os santos que pontificam em altares e têm culto aceite pela Igreja Católica, mas que nunca foram sujeitos a qualquer processo de canonização.

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LENDA DAS SETE CALDEIRAS

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Lenda das Sete Caldeiras
Há muitos e muitos anos, um agricultor vivia nas Flores com um filho chamado João. Todos os dias, este tinha de ir buscar água para a casa de seu pai, uma vez que próximo da mesma não existia qualquer nascente. João passava a vida a brincar e a sonhar. Todas as pessoas que o conheciam diziam que ele era de coração simples, puro e bom, e que um dia iria realizar grandes feitos.
Um dia João ia carregado com duas bilhas de água que tinha ido buscar a uma nascente longe de sua casa e, pelo caminho, encontrou uma poça de água das chuvas, onde parou para descansar e brincar um pouco. Falando consigo mesmo, disse em voz alta: “Dizem as pessoas que noutros locais há lindas lagoas e caldeiras, na minha ilha não há, mas não faz mal, eu vou fazê-las”.
Esquecendo-se do trabalho que já tinha tido ao ir buscar água tão longe de casa, pegou numa das bilhas de barro e despejou-a no chão. Para seu espanto, com a mesma facilidade com que derramara a água e sonhara em construir lagoas, viu crescer aos seus pés um grande lago que se alojou no fundo de uma caldeira.
Felicíssimo com o acontecimento, João pulou de alegria e pensou: “Daqui para a frente, sempre que encontrar poças de água vou fazer o mesmo!” Dito e feito, encontrou logo outra poça de água à sua esquerda, poucos metros à frente. Não perdendo tempo, e com confiança no que fazia, vazou a outra bilha de água e ficou a ver a água a espraiar-se e dar origem a outra lagoa, desta vez muito funda.
Cheio de contentamento e esquecendo-se do trabalho que lhe dava ir buscar água, voltou à nascente para ir buscar mais. Mal regressava com as bilhas cheias começou novamente a sonhar, e encaminhado pelos seus sonhos de criança foi deambulando pela ilha, encontrando pelo caminho sete poças onde despejou as suas bilhas, e dando assim origem às sete lagoas da ilha das Flores.
Segundo a lenda, foi assim se formaram a Lagoa Funda das Lajes e várias outras menos fundas, como a Caldeira Rasa, cujas margens são muito lodosas e tidas como perigosas. Das brincadeiras do João nasceram ainda a Lagoa Branca, a Lagoa Seca (Santa Cruz das Flores), a Lagoa Comprida, a Lagoa Funda e a Lagoa da Lomba. Todas lagoas diferentes, cheias de águas límpidas e puras como os pensamentos do João que as criou.
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Mariazinha Peixoto

Bom dia☀️, uma bela lenda, as lendas exercem sempre um enorme fascínio sobre nós!
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Fernando A. Pimentel

Mariazinha Peixoto inteiramente de acordo.

SISMO NA TERCEIRA

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INFO // Sismo de magnitude 3,6 sentido na Terceira
O Centro de Informação e Vigilância Sismovulcânica dos Açores (CIVISA) informa que às 07h17 (hora local), do dia 30 de abril foi registado um evento com magnitude 3,6 (Richter) e epicentro a cerca de 2 km a éste da Serreta, ilha Terceira.
De acordo com a informação disponível até ao momento o sismo foi sentido com intensidade máxima V (Escala de Mercalli Modificada) nas freguesias de Altares, Raminho, Serreta, Doze Ribeiras, Santa Bárbara, São Bartolomeu, São Mateus, Terra Chã e São Sebastião (concelho de Angra do Heroísmo) e na freguesia de Biscoitos (concelho de Praia da Vitória).
Mais informação: bit.ly/3ACKFNA

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Inaugurado primeiro centro para o conhecimento do património subaquático dos Açores – Açoriano Oriental

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A Secretária Regional da Educação e dos Assuntos Culturais, Sofia Ribeiro, presidiu hoje à inauguração do primeiro centro para o conhecimento e sensibilização do património subaquático dos Açores, no Banco das Artes, na cidade da Horta.

Source: Inaugurado primeiro centro para o conhecimento do património subaquático dos Açores – Açoriano Oriental

PIRES CABRAL, AINDA HÁ GRIJÓ?

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Ainda há Grijó?
Há mais de 50 anos que frequento Grijó: desde que casei — com a minha Mulher e com Grijó.
A Grijó desses tempos, chamei, num arroubo de generosidade, ‘arredores do paraíso’, em paga do bem que me sentia lá. Hoje pus de lado essa metáfora ousada. Ano após ano, paulatina mas tenazmente, o paraíso tem-se vindo a degradar. Porque só faz sentido chamar arredores do paraíso a um lugar onde haja gente — e em Grijó não há. Todos os anos a morte vem acertar contas com a aldeia — e todos os anos Grijó fica um pouco menos povoado. Este ano foi o Sr. Alberto Alves, príncipe dos marceneiros e coleccionador de móveis e retábulos, que desertou. A morte não abre mão do seu direito de vir colher quem acha que está em termos de ser colhido.
Este fim de semana fomos a Grijó, minha Mulher e eu. À chegada, na sexta-feira, sabem quantas pessoas vimos na rua? Dez? Frio. Cinco? Frio. Três? Nem isso. Vimos uma: o Sr. António, por alcunha Machucho, que costuma vir sentar-se num banco do largo defronte da igreja, ocupado alternadamente em cismar e dormitar. Nem mais uma pessoa às seis da tarde — uma tarde luminosa, nem quente nem fria, que convidava ao ar livre.
E, à compita com o Sr. António Machucho, ponho-me também a cismar. Comparo a situação presente com o que acontecia há 50 anos. O que acontecia há 50 anos era isto. A um canto, um grupinho de três ou quatro mulheres confabulava. Mais além, passava um homem, de sacho ao ombro, a caminho da horta de que custosamente arranca o sustento da família. Acompanha-o a mulher, dois passos atrás, com uma cestinha na mão, que no regresso virá cheia com meia dúzia de tomates, outras tantas cenouras, porventura algumas maçãs, uma couve lombarda, um pé de alface. Perto, seis ou sete crianças escachouçavam — isto é, brincavam em grandes corrimaças e grande grita.
Há 50 anos, a aldeia já não era o formigueiro humano que devia ter sido há 100 anos, mas tão-pouco era o deserto que é hoje. E o pensamento entra a devanear: o que será daqui a cinco ou dez anos, quando a morte tiver saldado contas com o lar da terceira idade.
Um tractor passa à minha porta, com grande estrondo de ferragens, interrompendo-me a meditação. E dou-me conta de que há cinco ou seis tractores na aldeia, de outros tantos indivíduos que cultivam os campos, quer sejam de sua propriedade ou arrendados. As ruas deixaram de ser para as pessoas e passaram a ser para os tractores. Nem tão mal. Antes os tractores barulhentos e desengonçados do que ninguém nas ruas.
Mas que custa, custa. Então a falta das crianças arrasa-nos. Saímos para um breve passeio. E temos a consolação de ver como os prados estão lindos, cobertos com uma alcatifa fofa e luminosa, feita de milhares de florinhas amarelas, como nem Sua Santidade o Papa terá nos seus salões do Vaticano. E isso a dois passos de nossas casa.
E Grijó volta a ser, como por milagre, os arredores do paraíso. Abençoada Primavera!
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As mentiras de Costa e outras golpadas nacionais

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Neste país anedótico, que já recebeu e vai receber dinheiro suficiente para não sermos uns miseráveis, outra história que ilustra a prepotência do Governo diz respeito ao consulado de João Gomes Cravinho enquanto ministro da Defesa.

Source: As mentiras de Costa e outras golpadas nacionais