Governo dos Açores tem “todas as condições” para cumprir a legislatura – Jornal Açores 9

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O presidente do Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), José Manuel Bolieiro, assegurou hoje que o executivo “tem todas as condições” para cumprir a legislatura, garantido a “coesão governativa” após a demissão do secretário da Saúde por razões políticas. “[Este Governo] tem todas as condições para levar a legislatura até ao fim, como tem levado até aqui. […]

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Faleceu o Dr. Jaime Pereira Forjaz de Sampaio,

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Faleceu o Dr. Jaime Pereira Forjaz de Sampaio, conhecido médico ginecologista e obstetra açoriano.
O Dr. Forjaz de Sampaio era natural da freguesia de Água de Pau, do concelho de Lagoa (Açores), e era casado com a Dra. Maria Teresa de Paiva Pereira da Silva Forjaz de Sampaio.
Era pai da Dra Isabel Forjaz Sampaio, da Arquitecta Maria Forjaz de Sampaio, e do Dr André Forjaz Sampaio, director clínico do Hospital do Divino Espírito Santo de Ponta Delgada, em 2021-2022.
À esposa, filhos e netos a Administração do Açores Global endereça os seus sinceros pêsames.
[Foto da página do Facebook do Dr Jaime Forjaz de Sampaio]
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“A cultura deve ser olhada como bem capacitante em termos económicos” – Açoriano Oriental

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Filipe Franco, artista plástico, que tem patente na Lagoa a exposição “O Lugar da Luz”, alerta para a necessidade de se alterar a forma como a cultura é olhada a nível institucional

Source: “A cultura deve ser olhada como bem capacitante em termos económicos” – Açoriano Oriental

Do assédio como problema social

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« (…) Auilo a que se pode chamar “prática de assédio” conjuga uma série de comportamentos (e.g. abuso, perseguição, insultos, difamação, destruição da confiança e do amor próprio, culpabilização da vítima, agressões físicas e sexuais, retaliações sobre a vítima e pessoas próximas) tão desprezíveis que o termo (do latim obsidiu -, pelo italiano assedio) chega a parecer demasiado frágil para tanta carga. As práticas de assédio estão tão arraigadas na sociedade portuguesa (fruto de regimes autoritários, caracterizados por silenciamento, falta de transparência, impunidade dos poderosos) que demoram a ser identificadas como tal pelas vítimas. No caso das mulheres, tudo isto é intensificado pela questão sexual e pelo machismo imperante na sociedade, que, ao invés de diminuir, tem vindo a ser incrementado pelo ataque generalizado aos direitos dos trabalhadores e dos cidadãos. O Regimento Jurídico das Instituições do Ensino Superior, em discussão com dez anos de atraso, abriu a porta ao fim da gestão democrática das escolas, acabando com a eleição direta dos seus órgãos, anulando a representatividade dos corpos constitutivos e permitindo o surgimento de uma “elite” gestionária que se sente à vontade para exercer o poder como entende; a par disto, a precariedade laboral passou a ser a norma na universidade empresarializada; em consequência, as situações de assédio multiplicam-se.
A ULisboa não está, infelizmente, sozinha neste ranking; as demais instituições não são imunes a esta doença. Como afirmei em crónica anterior, dadas as condições de trabalho e o atavismo das estruturas de poder universitário, o assédio só não existe enquanto não se falar dele. O assédio é vivido em silêncio pelas suas vítimas, sistematicamente ameaçadas e isoladas pelos assediadores, que assim as fragilizam e alimentam os seus sentimentos de culpa, incapacidade e irrelevância. O silêncio, além de conferir invisibilidade aos abusos, torna o assédio uma questão pessoal, passível de retaliação se denunciada, difícil de provar e de combater, impune para os seus perpetradores.
O assédio só não existe enquanto não se falar dele. O assédio é vivido em silêncio pelas suas vítimas, sistematicamente ameaçadas e isoladas pelos assediadores, que assim as fragilizam e alimentam os seus sentimentos de culpa, incapacidade e irrelevância. O silêncio, além de conferir invisibilidade aos abusos, torna o assédio uma questão pessoal, passível de retaliação se denunciada, difícil de provar e de combater, impune para os seus perpetradores.
O assédio corrói, destrói, mata. É urgente, é imprescindível denunciá-lo, estudá-lo, descrevê-lo, dá-lo a conhecer, mostrá-lo como o cancro social que efetivamente é.»
[Margarita Correia, “Diário de Noticias”, 6/03/2023]
Do assédio como problema social
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Do assédio como problema social
Teve lugar a 27 de fevereiro p.p., o encontro Assédio na ULisboa: conceitos, causas, intervenientes, organizado pelo Movimento U; dos seus resultados, será elaborado relatório. No encontro participaram representantes da sociedade civil – sindicatos, Comissão para a Igualdade no Trabalho e na Emp…
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“Imaginário extraterrestre na Cultura Portuguesa

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Foi em 2014 que dei “à luz” esta obra, que traduz o essencial da minha tese de doutoramento dedicada ao “Imaginário extraterrestre na Cultura Portuguesa – da Modernidade até meados do século XIX” (Lisboa, Âncora Editora) . Uma investigação feita ao longo de mais de uma década sob a supervisão do meu saudoso Mestre, Doutor João Francisco Marques, que já dirigira a minha dissertação de mestrado, na FLUP. Do mesmo modo cabe recordar e enaltecer o igualmente saudoso Doutor Alfredo Diniz, S.J., sumidade preponderante da Universidade Católica, em Braga, que acedeu a prefaciar esta obra. Convergiram, assim, um pensamento laico e gnóstico e um reputado teólogo católico numa abordagem, ao tempo original na área da História no contexto académico europeu. Aqui couberam a astronomia, a cosmologia, a teologia, a física, mas também a poesia, a ficção didática, Fica este pedaço de uma “vida” como sugestão de leitura para os interessados nestas relações intra e multidisciplinares na cultura do nosso país.
Permito-me anexar duas opiniões de dois exímios colegas da Física e da Astronomia sobre este mesmo trabalho, os professores Luís Bernardo e Rui Agostinho:
Moradas Celestes é um livro de temática cosmológica, celestial e humana, que foi escrito com muita erudição e competência. Apresenta uma excelente perspetiva histórica da evolução das ideias religiosas, filosóficas e científicas, centradas na ideia da vida extraterrestre, surgidas, nos séculos XVIII e XIX, em Portugal. A sua leitura é obrigatória para quem quiser entender a mentalidade e a cultura portuguesas dessa época.
Luís Bernardo, Professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, especialista em Física Ótica.
“Moradas Celestes” inicia-nos na discussão sobre a origem dos cometas, que discorre pela clássica visão helenística do cosmos e embrenha-se na nova ciência do renascimento, com a famosa Aula da Esfera no Colégio de Santo Antão e dos pensadores no dealbar do séc XVII. Este livro é uma gesta pelo paulatino entranhar do novo pensamento científico que percorria a humanidade, mas em terras lusas. Pelas páginas discorrem nomes ilustres que marcaram essa evolução: António Viera, António Cordeiro, Luiz Gonzaga, António Verney, o grande Teodoro de Almeida, ou Manuel Álvares entre muitos outros. É delicioso percorrer as suas ideias que detalhada e ordenadamente Joaquim Fernandes nos serve no fio da história, cruzada com os grandes cientistas e marcos de então: sobre o vazio ou o éter do universo, a razão das marés, a origem dos cometas que percorre o diálogo entre o que é da Terra e o que vem do Céu. “Moradas Celestes” tem cunho académico, não romanceado, abrangente, mas de uma riqueza linguística que fascina a leitura e abarca a evolução deste conhecimento em Portugal. Uma obra de referência para “cientistas, filósofos e teólogos”, como se lê na contracapa, mas uma grande satisfação para os todos os outros: um “must”.
Rui Agostinho, físico e astrónomo, diretor do Observatório Astronómico de Lisboa.
Ao cabo de pacientes anos eis a OBRA de uma vida, pelo menos no seu essencial: “Moradas Celestes. O Imaginário Extraterrestre na Cultura Portuguesa” (Âncora Editora, 2014) revela, entre outras muitas curiosidades, alguns contributos pouco conhecidos dos intelectuais portugueses para o entendimento do universo e do nosso lugar no cosmos. Precocidades como a ideia de gravitação e atracção universais, devida ao médico António Luís, em 1540, bem antes de Newton a formular matematicamente; a existência dos dois satélites de Marte descrita por Rafael Bluteau (1638-1734), antes de Jonatan Swift o fazer nas “Viagens de Gulliver” e muito antes de Asaph Hall os observar ao telescópio, em 1877; a noção desmentida ( a”mentira ) do azul do céu”, formulada pelo grande orador e padre António Vieira, explicada cientificamente pela primeira vez pelo físico inglês John Tyndall (1820-1893 ); a fantástica tese espírita, precoce no Ocidente europeu e em Portugal, da tese da reencarnação e da metempsicose proclamada pela Marquesa de Alorna, a exímia poetisa Leonor de Almeida (1750- 1839), nas sua obra poética, e que sonha “peregrinar, de “estrela em estrela”, depois de deixar este mundo…Motivos mais do que bastantes para estarem atentos a esta obra que nas suas quase 400 páginas traça um retrato dos “nossos e dos outros céus”, e dos seus presumíveis habitadores, tais como foram imaginados pelos nossos escritores e pensadores. O livro será apresentado, inicialmente em Lisboa, no dia 27 de Março, na Livraria Bulhosa, do Campo Grande, a hora ainda a definir. Espero reencontrar todos os amigos da região da capital para mais esta partilha. Mais detalhes em breve. Um abraço.
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9 years ago

Professores contratados têm de concorrer ao país todo. “São despedidos se não o fizerem”

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Esta é uma das propostas do Ministério da Educação contestadas pelos professores: “Ou concorrem ao país todo, ou são despedidos”.

Source: Professores contratados têm de concorrer ao país todo. “São despedidos se não o fizerem”

Bispos não afastam padres abusadores

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Newsletter diária • 06 mar 2023

 

 
 
 

 

 

Bispos não afastam padres abusadores sem mais provas e até Papa João Paulo II ocultou casos

 

 

Edição por Gonçalo Lopes

Os abusos sexuais na Igreja Católica portuguesa têm sido tema de destaque nos últimos dias em Portugal, sobretudo depois de na última sexta-feira os bispos portugueses terem analisado em assembleia plenária da Conferência Episcopal Portuguesa o relatório da Comissão Independente ‘Dar Voz ao Silêncio’.

E têm sido destaque, sobretudo, porque foram feitos pedidos de desculpas, muitos, promessas de apoios às vítimas, muitas, mas não houve uma posição firme tomada pela Igreja, face aos alegados abusadores. Registaram-se então muitas críticas a esta posição dos bispos, que defendem que todos têm direito a julgamento antes de serem ‘condenados’.

Houve mesmo quem assumisse que a Igreja tinha muitos dados para poder atuar face aos alegados abusadores, mas o Patriarcado foi taxativo: nenhum padre será afastado “sem os factos comprovados”.

“Se nós tivermos factos, e factos comprovados e sujeitos a contraditório, claro – nós estamos num país de direito e de leis – só pode ser feita pela Santa Sé, não é uma coisa que um bispo possa fazer por si”, referiu o cardeal-patriarca de Lisboa, Manuel Clemente.

Muita polémica em cima da mesa e pior ficou esta segunda-feira, ao saber-se que, antes de se ter tornado papa, João Paulo II teve conhecimento e ocultou casos de pedofilia, de acordo com um canal de notícias da Polónia.

Quando era cardeal e bispo de Cracóvia, Karol Wojtyla soube de atos de pedofilia cometidos na sua diocese por padres, que foram transferidos de paróquia para evitar um escândalo, adiantou o autor da investigação, Michal Gutowski.

Uma testemunha, que não quis ser identificada, confirma na reportagem que informou pessoalmente o cardeal Wojtyla sobre os atos de pedofilia cometidos por um padre em 1973.

“Wojtyla queria, em primeiro lugar, ter certeza de que não se tratava de uma mentira. Pediu que ninguém fosse informado e disse que se encarregaria do assunto”, contou a testemunha, acrescentando que o cardeal lhe perguntou explicitamente se seria possível manter o assunto em sigilo.

 

Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

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Interrogado se os padres acusados não podem ser suspensos preventivamente, o cardeal-patriarca de Lisboa descartou esse cenário, referindo que “não pode ser porque é sujeito a contraditório”.

Source: Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

A IGREJA NA IDADE MÉDIA

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Portugal em plena idade média.
May be an image of text that says "Segundo o cardeal-patriarca de Lisboa, "muitos dos casos em apreço" são de "há 50, 60, de há muitos anos", numa altura em que legislação não era nada disto, nem sequer era crime público, nem era um crime contra as pessoas, eram meros atentados ao pudor que eram tratados com boas palavras"."
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Maria Antónia Fraga

Aninhas, de onde foi retirada esta citação, sabe?
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Ana Monteiro

Maria Antónia Fraga eu também concordo que só se condenem pessoas após factos comprovados. Já chega a Inquisição em que a igreja perseguiu e condenou injustamente milhares de pessoas. Não entendo é como a desculpa da legislação pode sobrepor-se à ética. https://www.dn.pt/…/manuel-clemente-suspensao-de-padres…
Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé
DN.PT
Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

Manuel Clemente: Suspensão de padres só com ″factos comprovados″ e processo na Santa Sé

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O petróleo não é de origem fóssil?

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O petróleo não é de origem fóssil?

O Petróleo não é de origem fóssil, continua a ser gerado ininterruptamente pela Terra e é inesgotável <http://citadino.blogspot.com/2009/10/o-petroleo-nao-e-de-origem-fossil.html>

<http://1.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9oBpoFgPI/AAAAAAAADLM/N63vS2GK6Dg/s1600-h/mundo_oleo.jpg>

Artigo retirado de: «Qual crise energética? <http://www.inacreditavel.com.br/novo/mostrar_artigo.asp?id=515> » (Obs. MJ: Publicado onde e quando?)

Foi-nos sempre dito que o petróleo é um combustível fóssil, que surgiu há 500 milhões de anos, tendo por origem a decomposição de plantas e animais mortos. Restos de organismos teriam sido aprisionados no fundo dos oceanos numa camada de lama e cobertos por outras camadas de solo, formando ao longo do tempo o petróleo.

Foi-nos sempre dito que a energia do sol é captada pelos seres vivos e que podemos libertar novamente essa energia armazenada há centenas de milhões de anos através da combustão do petróleo.

É-nos dito que as reservas de combustíveis fósseis, especialmente o petróleo, duram, no máximo, até cerca de 2060.

Outro fator, para além da extinção das reservas petrolíferas, é o momento em que a produção de petróleo atinge o seu cume, começando então a decrescer. Este ponto máximo da extração petrolífera é chamado de “Peak-Oil” [Pico Petrolífero]. Como é em função deste pico que varia a oferta e a procura, este pode ter um papel crucial nos preços do petróleo.

O ponto máximo da extração petrolífera ou “Peak-Oil” é o instante em que a taxa de extração petrolífera atinge o seu máximo absoluto em todas as bacias petrolíferas. Este momento é alcançado quando tenha sido extraído metade de todo o petróleo passível de ser explorado. <http://4.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9sCaUJN5I/AAAAAAAADLc/hM9GU-YEXbo/s1600-h/pico+petrolifero.jpg> O Pico Petrolífero É afirmado que o ponto de extração máximo já foi alcançado no passado e que vamos de encontro a uma crise energética. A prova desta afirmação, dizem-nos, é o aumento contínuo da cotação do petróleo, de 25 dólares o barril em 2002 para 134 dólares em 6/6/2008 (este artigo foi escrito nesta data).

Por este motivo, dizem-nos que a esperada lacuna energética deve ser suprida através de menor consumo e pela procura de outras alternativas, tal como energias renováveis. Devemos abandonar o petróleo o mais rapidamente possível, pois ele irá acabar em breve.

É-nos afirmado que o petróleo se formou há centenas de milhões de anos, que existe em quantidade fixa, e que quando tivermos extraído a última gota, terá acabado para sempre a era do petróleo.

Mas o que é que aconteceria se toda esta história não tiver nenhum fundamento e tudo não passar de uma lenda? O que seria se o combustível petróleo não fosse de origem fóssil, não proviesse de organismos extintos, mas fosse de outra natureza? E se o petróleo, afinal, existe em abundância e continua a ser formado ininterruptamente pela Terra? E se não existir nenhuma crise energética e nenhum “Peak-Oil”? <http://4.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/SuCq0HbtuMI/AAAAAAAADMU/OJ_TP5nd9EA/s1600-h/Medo+do+Pico+Petrolifero.jpg> O Pico Petrolífero está Aqui A afirmação de que haveria um ponto máximo na extração do petróleo foi divulgada em pânico, já em 1919, embora nesse tempo ainda não se chamasse “Peak-Oil” (este é somente um novo rótulo). Naquele tempo, foi afirmado pelos “especialistas” que o petróleo só chegaria para os próximos 20 anos. O que aconteceu na realidade? Desde então, a data do fim do petróleo foi sempre impelida para o futuro, e hoje, 90 anos depois, temos ainda petróleo, embora a extração e o consumo tenham vindo a aumentar todos os anos. O Petróleo Abiótico (não fóssil) De onde veio, no fim de contas, a história de que o petróleo teria surgido de fósseis de organismos vivos e seria, portanto, biótico? O geólogo russo Mikhailo Lomonossov teve esta ideia pela primeira vez em 1757: “o petróleo surge de pequenos corpos de animais e plantas, enclausurados em sedimentos sob alta pressão e temperatura e transformam-se em petróleo após um período inimaginável“. Não sabemos que observações o levaram a afirmar isso, simplesmente esta teoria nunca foi confirmada e é aceita sem provas há mais de 200 anos e ensinada nas universidades. <http://2.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St91vSvDrtI/AAAAAAAADL0/Mip3qdoH4dU/s1600-h/Development+of+the+oil+and+natural+gas+shown+in+three+steps.jpg> A teoria da origem do Petróleo como resultado da decomposição de restos de plantas e animais

(clicar na imagem para ampliar) Porém, nunca foram encontrados fósseis de animais ou plantas nas reservas de petróleo. Esta falta de provas mostra que a teoria do combustível fóssil é unicamente uma crença sem qualquer base científica. Os geólogos que espalham a teoria do combustível fóssil, não apresentaram ainda qualquer prova da transformação de organismos em petróleo.

Um dos elementos mais presentes sobre a Terra no nosso sistema solar é o carbono. Nós, seres humanos, somos formados em grande parte por carbono, assim como todos os outros seres vivos e plantas do planeta. E em pelo menos 10 planetas e luas de nosso sistema solar foram observadas grandes quantidades de hidrocarbonetos, a base para o petróleo.

A sonda espacial Cassini descobriu, ao passar próximo de Titan, a lua de Saturno, que ela está repleta de hidrocarbonetos líquidos. Mas não havendo lá vida para produzir os hidrocarbonetos, estes devem ser fruto de alguma outra transformação química. Devido à sua particular configuração atómica, o carbono possui a capacidade de formar moléculas complexas e apresenta, entre todos os elementos químicos, a maior complexidade de ligações químicas. <http://1.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St95l5QYBoI/AAAAAAAADL8/00TxcG-1rRQ/s1600-h/Titans+hydrocarbon+pools.jpg> Daily Telegraph – Lagoas de hidrocarbonetos no planeta Titan <http://images.google.pt/imgres?imgurl=http://resources1.news.com.au/images/2009/08/14/1225761/587177-titan.jpg&amp;imgrefurl=http://www.dailytelegraph.com.au/news/national/earth-look-alike-the-demand-for-budget-property-and-mags-apology-to-bec-hewitt-popu> Aqui na Terra, as placas continentais flutuam sobre uma inimaginável quantidade de hidrocarbonetos. Nas profundezas do manto terrestre surgem, sob determinada temperatura, pressão e condições adequadas, grandes quantidades de hidrocarbonetos. A rocha calcária anorgânica é transformada num processo químico. Os hidrocarbonetos que daí resultam, são mais leves que as camadas de solo e rocha sedimentares, e por isso sobem pelas fendas da Terra e acumulam-se sob camadas impermeáveis da crosta terrestre.

O magma quente é o fornecedor de energia para este fenómeno geológico. O resultado dá pelo nome de petróleo abiótico, porque não surgiu a partir da decomposição de formas biológicas de vida, mas antes por um processo químico no interior da Terra. E este processo acontece ininterruptamente. O petróleo é produzido continuamente.

Eis alguns dos argumentos mais relevantes que comprovam que o petróleo é de origem abiótica (não fóssil):

  • O petróleo é extraído de grandes profundidades, ultrapassando os 13 km. Isso contradiz totalmente a tese dos fósseis, pois os restos dos seres vivos marinhos nunca chegaram a tais profundidades e a temperatura (elevadíssima) teria destruído todo o material orgânico.
  • As reservas de petróleo, que deveriam estar vazias desde os anos 70, voltam a encher-se novamente por si mesmas. O petróleo fóssil não pode explicar este fenómeno. Só pode ser explicado pela produção incessante de petróleo abiótico no interior da Terra.

  • A quantidade de petróleo extraída nos últimos 100 anos supera a quantidade de petróleo que poderia ter sido formado através da biomassa. Nunca existiu material vegetal e animal suficiente para ser transformado em tanto petróleo. Somente um processo de fabricação de hidrocarbonetos no interior da Terra pode explicar esta quantidade gigantesca.

  • Quando observamos as grandes reservas de petróleo no mundo é notório que elas surgem onde as placas tectónicas estão em contacto uma com as outras ou se deslocam. Nestas regiões existem inúmeras fendas, um indício de que o petróleo provém do interior da Terra e migra vagarosamente através das aberturas para a superfície. <http://3.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St97BGbRTRI/AAAAAAAADME/l_6auzs_kyY/s1600-h/tectonic.gif> Placas Tectónicas – Em laboratório foram criadas condições semelhantes àquelas que predominam nas profundezas do planeta. Foi possível produzir metano, etano e propano. Estas experiências provam que os hidrocarbonetos podem formar-se no interior da Terra através de simples reações anorgânicas – e não pela decomposição de organismos mortos, como é geralmente aceite.

  • O petróleo não pode ter 500 milhões de anos e permanecer tão “fresco” no solo até hoje. As longas moléculas de carbono ter-se-iam decomposto. O petróleo que utilizamos é recente, caso contrário já se teria volatilizado há muito tempo. Isto contradiz o aparecimento do petróleo fóssil, mas comprova a teoria do petróleo abiótico.

Em 1970, os russos começaram a perfurar poços a grandes profundidades, ultrapassando os 13.000 metros. Desde então, as grandes petrolíferas russas, incluindo a Iukos, perfuraram mais de 310 poços e extraem de lá petróleo. No último ano, a Rússia ultrapassou a extração do maior produtor mundial, a Arábia Saudita.

Os russos dominam a complexa técnica de perfuração profunda há mais de 30 anos e exploram inesgotáveis reservas de petróleo das profundezas na Terra. Este facto é ignorado pelo Ocidente. Os russos provaram ser totalmente falsa a explicação dos geólogos ocidentais de que o petróleo seria o fruto de material orgânico decomposto.

Nos anos 40 e 50, os especialistas russos descobriram, para sua surpresa, que as reservas petrolíferas se re-enchiam por si próprias e por baixo. Chegaram à conclusão que o petróleo é produzido nas profundezas da Terra e emigra para cima, onde se acumula. Puderam comprovar isso através das perfurações profundas.

Entretanto, nos anos 90, a Rússia estava de tal modo à frente do Ocidente na tecnologia de perfuração profunda, que Wall Street e os bancos Rockfeller e Rothschild forneceram dinheiro a Michail Chodorkowski com a missão de comprar a empresa Iukos por 309 milhões de dólares, a fim de obter o know-how da perfuração a grande profundidade. <http://3.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St9tcfi4_QI/AAAAAAAADLk/ZIMrnUbW26s/s1600-h/Chodorkowski.jpg> Michail Chodorkowski mandado prender por Putin Pode-se agora perceber por que é que o presidente Wladimir Putin fez regressar a Iukos e outras petrolíferas novamente para mãos russas. Isso era decisivo economicamente para a Rússia, e Putin expulsou e prendeu alguns oligarcas russos.

Entretanto, os chamados “cientistas”, os lobistas, os jornalistas a soldo e os políticos querem que acreditemos que o fim do petróleo está a chegar, porque supostamente a produção já atingiu o seu pico e agora está a decrescer. Naturalmente, a intenção é criar um clima que justifique o alto preço do petróleo e com isso obter lucros gigantescos.

Sabe-se agora que o petróleo pode ser explorado praticamente em toda a parte, desde que se esteja disposto a investir nos altos custos de uma perfuração profunda. Qualquer país se pode tornar independente em matéria de energia. Simplesmente, os donos das petrolíferas querem países dependentes e que paguem caro pelo petróleo importado.

A afirmação de que existe um máximo na extração de petróleo é, de facto, um golpe e uma mentira da elite global. Trata-se de construir uma escassez e um encarecimento artificial. Tudo se resume a negócios, lucro, poder e controle.

Aliás, é absolutamente claro para todos que o Iraque foi invadido por causa do petróleo. Somente, não foi para extrair o petróleo, mas, pelo contrário, para evitar que o petróleo iraquiano inundasse o mercado e os preços caíssem. Antes da guerra, o Iraque extraía seis milhões de barris por dia, e hoje não chega a dois milhões. A diferença foi retirada do mercado. Saddam Hussein ameaçou extrair quantidades enormes de petróleo e inundar o mercado.

Tal significou a sua sentença de morte, e por esse motivo o Iraque foi atacado e Saddam enforcado. Agora os EUA têm lá tropas permanentemente. Ninguém tem licença para explorar o petróleo do país com a segunda maior reserva petrolífera do mundo. Por isso, o Irão, com a terceira maior reserva petrolífera do mundo, é agora também ameaçado por querer construir «armas de destruição massiva».

<http://2.bp.blogspot.com/_d63sI4E0bP0/St98oOEANQI/AAAAAAAADMM/Uns2SlNm8zE/s1600-h/Rumaylah_Oil_Fields.jpg> Soldado americano junto aos campos petrolíferos de Rumaylah no Iraque