Exclusive: Lithuania PM Rejects Russia’s ‘Nonsense’ Threat

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Ingrida Šimonytė told Newsweek she is more worried by Vladimir Putin’s imperial ambitions than fringe elements of Russia’s parliament.

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Elusive Plane Puzzled European Air Defenses, Then Its Crew Vanished

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The anonymous plane is making headlines for its mysterious expedition, and European air defenders still aren’t exactly sure what to make of it.

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POTRAA TURISMO AÇORIANO, DE MASSAS E CONFUSÃO 1

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Confusão no turismo açoriano
O Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores, mais conhecido por POTRAA, está suspenso desde 2015 – vejam bem!!! -, para revisão e actualização.
Como é óbvio e toda a gente percebe, enquanto o POTRAA está suspenso não se aplica pelo menos parcialmente, pelo que é mais fácil e mais livre aprovar e licenciar empreendimentos turísticos em qualquer lado e mesmo sem ter em atenção o tipo de turismo que mais interessa ao arquipélago. Já perceberam tudo, com certeza…
Depois estranham que uma conhecida e prestigiada publicação internacional alerte, com toda a razão, que os Açores correm sério risco de terem turismo massificado, atentatório do ambiente e dos valores regionais, que identificam e diferenciam estas ilhas. Mas há gente que também não quer saber disso para nada, desde que “corra” algum dinheiro para os respectivos bolsos. As gerações futuras? Pois que se desenrasquem…Infelizmente, grassa muita dessa mentalidade, que muito prejudica o arquipélago.
A ilha do Pico tem sido a que mais tem prosseguido e desenvolvido um tipo de turismo virado para o património arquitectónico, ambiental, agrícola e cultural, aproveitando, principalmente, a montanha, as vinhas e as adegas, num conjunto perfeito e harmonioso. Muito bem, muito bem!
A anterior maioria socialista açoriana, através do Governo Regional e da Assembleia Legislativa, teve todas as condições – desde logo de tempo- para actualizar e aprovar o POTRAA, mas, lamentavelmente, não o fez. Porquê?
Entretanto, o actual presidente do Governo Regional dos Açores, social-democrata, anunciou que vai ser submetido – talvez já tenha sido- ao parlamento regional o Plano de Ordenamento Turístico da Região Autónoma dos Açores (POTRAA), documento que esteve em consulta pública.
O PS queixa-se agora que a revisão do POTRAA peca por defeito, alegando que se baseia em dados desactualizados. Ou seja: enquanto os dois maiores partidos nos Açores brigam por causa do – há vários anos suspenso, suspenso, repito – POTRAA, assiste-se ao licenciamento praticamente de tudo quanto a empreendimentos turísticos. Não venham dizer, como de costume, que a responsabilidade é “de Lisboa”. Não, não é, de todo! É apenas e tão só dos decisores políticos açorianos, no parlamento e nos executivos (o anterior e o actual), alguns claramente incompetentes.
Em conclusão: a ilha do Pico dá “cartas” para todo o arquipélago em termos turísticos, beneficiando a economia e promovendo os valores locais. É preciso tanto tempo, tanto estudo e tanto parecer para actualizar o POTRAA, quando as melhores opções e soluções estão à vista de todos? Vão “brincar” aos POTRAA para outro lado! Os Açores merecem muito mais e muito melhor!
Basta de uma certa confusão, pois, no turismo açoriano, um turismo diferente mais de beleza incomparável. É preciso salvaguardar, sem quaisquer cedências, os valores destas ilhas, como também têm feito, exemplarmente, entre outros, a Quinta do Martelo, na ilha Terceira, e o Hotel Terra Nostra e o Jardim José do Canto, na ilha de São Miguel. Tudo o resto é conversa da treta, tão ao gosto de vários políticos.
Paula Cabral, Maria Das Neves Baptista and 3 others
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  • Paula Cabral

    Tomás, Lisboa tem dado jeito para desculpar muita negligência dos sucessivos governos…
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    • 50 m
  • Emilia Peixoto

    Como sempre a falar pelos açorianos são poucos os que enfrentam sem receio os políticos que o são por interesses lhes dá jeito Obrigada sro Tomás Quental Boa tarde abraço
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    • 21 m
  • Maria Teixeira

    Parabéns pelo excelente texto, consequente raciocínio e triste realidade para os nossos Açores e suas magníficas ilhas de inquestionável beleza.
    Açores quem que como os viu, nunca mais os torna a ver.

    Quem nunca os viu nunca mais sabe o que não viu.…

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ALMEIDA MAIA Mais um pouco sobre «A Escrava Açoriana»,

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Mais um pouco sobre «A Escrava Açoriana», romance Cultura Editora que estará nas livrarias a 30 de junho. Datas de apresentação nas lojas Fnac de Lisboa, Porto, Braga e Coimbra serão divulgadas amanhã. #aescravaaçoriana
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Duarte Melo, Lena Goulart and 4 others
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O SONHO DO ESCRAVO

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A mentalidade dos pobres trabalhadores que votam nos partidos dos patrões que os exploram já vem dos tempos antigos
Diz um trabalhador para o outro:
«Trabalhar e ser explorado pelos outros não é injusto. Se eu trabalhar muito no futuro poderei construir a minha própria pirâmide»
May be a cartoon
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SIDÓNIO BETTENCOURT SOBRE MACHADO PIRES

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Em Memória de Machado Pires
UM DESGOSTO CONFESSO
Em 2013, Machado Pires lançou na “Letras Lavadas”o livro “Páginas Sobre a Açorianidade” e convidei o Senhor Professor a estar num “Atlântida” dessa altura. Como tinha responsabilidades directivas na RTP Açores, foi a oportunidade certa para o desafiar a construir,com inteira liberdade, um guião para à televisão Assim foi, com o desejo implícito que fosse uma série de programas a passar na RTP 2.A RTP Açores colocou à disposição todos os meios possíveis, até o carro de exteriores, Vitorino (nem de propósito…) foi mobilizado.
Sempre que o encontrava na rua ou quando subia até ao Gabinete para conversar falava-me sempre na emissão do AÇORIANIDADE na RTP 2. A última vez foi na sua casa quando me concedeu um testemunho para o dia da inauguração da Biblioteca do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina – Brasil, com o seu nome. Era visível o seu desgosto. Depois da apresentação dos programas no auditório da RTP em Lisboa, com imensos convidados de grande responsabilidade de decisão, ficou o vazio.
Em sua memória ficam as palavras de enquadramento proferidas em Lisboa, na sua presença.
Mas estou certo, porque o Tempo é maior que as peripécias dos egos de circunstância,
que a RTP Açores tem hoje uma preciosidade única que vai servir para muitos estudiosos. Machado Pires não responde. Pergunta respondendo…
António Machado Pires, é hoje o símbolo da integridade intelectual açoriana, a voz purificadora de um pensamento universal nascido nas ilhas; vigor e vibração, que das correntes ancestrais e contemporâneas dão sentido à geografia e à história; conforto à sociologia e antropologia cultural. Senhor da Língua e seu expressar Pátrio. Filósofo de um Tempo sempre por vir. Cientista da Palavra e das palavras. Sacrário dos nossos sentimentos.
António Machado Pires, Reitor da Universidade dos Açores, Professor Catedrático Jubilado, condecorado, galardoado, é uma distinta personalidade deste país, que nos dá a honra de uma convivialidade afetuosa, simples, discreta e sempre contagiante, na difusão de ideias fundamentadas daquilo a que Nemésio um dia chamou de “Açorianidade”.
Da sua vasta e consagrada obra literária, e desse fervor ilhéu, quis o destino, mercê da sugestão de pessoas amigas do Professor António Machado Pires, que viéssemos a usufruir de um excelente “ livrinho” – assim tratado por amor e carinho – tão simplesmente chamado “Páginas Sobre a Açorianidade”. Uma relíquia que li, sublinhei, reli e recomendei. Um livro de cabeceira, cartilha ou missal, que obriga a entender e a pensar a condição de “ SER-SE “ ilhéu; ilhéu açoriano.
Como dizia Nemésio, comunicador mor da RTP, (o seu poder comunicacional já mereceu mereceu uma tese…) a Vida açoriana não data espiritualmente da colonização das ilhas; antes se projecta num passado telúrico que os geólogos reduzirão a tempo, se quiserem… “ou como encontramos nestas belíssimas PÁGINAS compiladas na escrita de uma reflexão profundamente demorada.
“A “açorianidade” é a da alma que se transporta quando se emigra, como também aquilo que de cada um de nós se espera quando nós vivemos fora”…ou “Ser açoriano é mais do que ser-se politicamente, é ser-se consequência da história portuguesa, peninsular, europeia, ocidental e cristã.É-se mais do que se pensa, às vezes menos do que se quer pensar. Transportaram-se na pele séculos de ocidentalidade jogados e desenvolvidos com êxito neste ponto do Atlântico “.
Há muito que o Professor Machado Pires, pensa como poucos, a razão de ser de um Serviço Público de Televisão nos Açores, e sobre o seu futuro escreveu um dia há muitos anos: “ A televisão nos Açores é um benefício indiscutível. Televisão nos Açores e dos Açores. Não precisamos de números nem de estatísticas. A educação tem aspectos que não se quantificam. Só pela recolha e seleção de informações e indicadores culturais já se justificará a existência de um centro de televisão nos Açores…Nada disso nos parece excluir emissões geradas nos açores com produção local, para nós e para os outros. Não é só a região que precisa receber informação de fora mas tem o direito e o potencial cultural capaz de se fazer ver no resto do país e no mundo.
Da conjugação destas realidades intrínsecas e circunstanciais, ao convite ao Professor Machado Pires, para regressar à Televisão, foi um instante. Programa simples, coloquial, sem artefactos, mas com as ideias de uma pequena lição conversada. O nome estava encontrado e o cenário a sala Teófilo de Braga da moderna e acolhedora Biblioteca Pública, frente ao jardim Antero de Quental, pertinho da residência em Ponta Delgada.
O Fernando Paiva aceitou o desafio, escolheu a equipa, e devagar, com ternura e muito entusiasmo, fomos atrás das ideias e do Senhor Professor. Doze programas, 10 convidados, um conceito, várias abordagens um tema em comum: “Açorianidade”. Da vulcanologia ao povoamento, dos falares à emigração e ao Brasil açorita, do ar ao mar…de Roberto Mesquita e suas “Almas Cativas” a Antero de Quental, de Raul Brandão a Vitorino Nemésio, sublinhados por convidados escolhidos inteiramente pelo autor /apresentador, deste programa.
Para esta apresentação e a título de exemplo escolhemos o MAR, pela sua abrangência, pela sua especificidade, pela sua expressão, talvez porque Nemésio já dizia: “Somos de carne e de pedra. Os nossos olhos mergulham no mar”.
“ …Quando penso no mar, o mar regressa
A certa forma que só teve em mim –
Que onde ele acaba, o coração começa.”
“AÇORIANIDADE” – É um programa da serena inquietação, da ilha, da ciência, do pensamento e do coração.
Muito Obrigado Senhor Professor, António Machado Pires. Sidónio Bettencourt
Pode ser uma imagem de 1 pessoa, óculos graduados e texto
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