O FAVORITO PORTUGÊS DE PEDRO O GRANDE

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*** O FAVORITO PORTUGÊS DE PEDRO O GRANDE ***
~ Um grumete que chegou a conde, general e chefe das polícias ~
A história incrível de António de Vieira, um judeu português na corte do czar de todas as Rússias.
«Não devem ter sido muitos os portugueses que deixaram um rasto tão forte na história de países estrangeiros com o que António Manuel Luís de Vieira e alguns dos seus descendentes conseguiram nos destinos da Rússia. Apesar da sua modesta origem social e de ter contra si o facto de ser um judeu de origem portuguesa, conseguiu uma carreira brilhante no Império Russo.»
José Milhazes nasceu na Póvoa de Varzim em 1958. Tradutor de autores clássicos e políticos russos, tornou-se conhecido enquanto correspondente em Moscovo da SIC, TSF e jornal Público. Doutorado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é autor de vários livros. Vive em Moscovo desde 1977. É atualmente correspondente da SIC e da RDP, colunista do Observador, e leciona o curso de Estudos Portugueses no Centro de Cultura e Língua Portuguesa na Rússia.
Ano de Edição / Impressão / 2015
Número Páginas / 200
ISBN / 9789722056915
Editora / LIVROS D’HOJE
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“Existem depósitos de resíduos ilegais nas Furnas” – Jornal Açores 9

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A denuncia foi feita hoje, pelo Núcleo Regional dos Açores da IRIS. Num comunicado, aquela instituição, fez saber que enviou esta quinta-feira, à Junta de Freguesia das Furnas, à Câmara Municipal da Povoação e ao SEPNA- Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente uma denúncia de deposição ilegal de resíduos na Canada das Murtas, […]

Source: “Existem depósitos de resíduos ilegais nas Furnas” – Jornal Açores 9

agora é moda…o formulário LEONOR SAMPAIO SILVA

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Já há algum tempo não venho cá informar-vos acerca das últimas modas. Hoje falo-vos desta tendência omnipresente:
O formulário
O formulário, apesar dos seus antecedentes toscos, como qualquer espécie que se preze (as declarações, as fichas de inscrição, as minutas) é, em rigor, uma invenção do século XXI. Pelo menos na sua versão omnipresente e eletrónica, foi nos últimos anos que a descoberta da escrita minimal se tornou indispensável a uma vida plena. A grande diferença em relação aos antepassados primitivos é que a sua evolução concretizou o ideal de igualdade ao nível físico e intelectual que a nossa própria espécie não conseguiu atingir em muitos milénios de existência.
Passo a explicar: enquanto os primeiros seres desta admirável nova espécie eram documentos muito desiguais em extensão, forma e conteúdo – uns baixos e magros, outros altos e encorpados, uns tímidos e iletrados, outros confiantes e palavrosos – o formulário é a prova de que a escrita encontrou a utopia da uniformidade em que todos vivem felizes numa sociedade sem assimetrias linguísticas ou exclusão conceptual.
Como os campos estão pré-definidos, o nível de exigência intelectual é zero. Se, dantes, era necessário decidir pelo texto corrido ou pela estruturação em esquema, pelo emprego de adjetivos ou pela linguagem neutral, pelo estilo sintético ou analítico, correndo-se o risco de se parecer incompetente por se errar na linha da assinatura, na saudação inicial, na divisão em parágrafos, na ordem em que se referia lugar e data, escrevendo em pânico, telefonando a pedir conselho, elaborando rascunhos, dando-os a ler, atirando-os para o lixo, tremendo e rezando para não se fazer má figura, graças ao formulário esta tortura terminou.
Tudo o que se pede agora é que o(a) requerente/declarador/candidato(a) – doravante chamado de Homoform – forneça dados e apresente comprovativos. Também se pede senha e, nos casos mais importantes, informação em inglês, ou um mínimo de conhecimento dessa língua para se perceber que um PLF não é um Plano de Libertação e Fuga!
Nesta utopia documental, a assinatura foi extinta – vestígio elitista de uma discursividade barroca. Só temos de estar sempre online e preparados para preencher um formulário antes de sairmos de casa, dizendo para onde vamos, o que iremos fazer e a que hora regressaremos, de preferência em inglês.
LSS. «Agora é Moda», publicado no AÇORIANO ORIENTAL em abril.
Ilustração de Carla Medeiros.
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    Paula Cabral

    Adorei o seu texto! A burocracia é um fenómeno que me fascina ( pela negativa, claro está!) e que me interessa perceber, quanto mais absurda se torna. A ‘burrocracia’, como lhe chamava Herberto Hélder, tem algo de transcendente! 😁
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  • Maria Clara

    Convenhamos que esta nova moda veio salvar muita gente de ” sérios problemas” 🙂 . Bjs, Leonor, bom feriado
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FALE PORTUGU~ES E PEÇA UMA CERVEJA EM MUNIQUE

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【A CAUSA DAS COISAS】
Quando forem a Munique e quiserem pedir uma cerveja em português, mas que o barman não vos entenda, já sabem, respondam-lhe mesmo irritados, ele vai vos en(a)tender na hora!!!
Pode ser uma imagem de bebida
Artur Arêde and 22 others
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DESOBEDECEU E EVITOU A GUERRA NUCLEAR EM 1983

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On 26th September 1983, the world almost plunged into the third world war. However, a military officer in the Soviet Union, Stanislav Petrov, “prevented nuclear war” by disobeying orders.
The Man Who Prevented Nuclear War By Disobeying Orders
TRUTHTHEORY.COM
The Man Who Prevented Nuclear War By Disobeying Orders
During the height of the cold war, there was a man who prevented nuclear war by disobeying orders. Interestingly, he was a Soviet military officer too.
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BE/Açores lamenta gasto de 3 ME para “deslocar” bagacina para construção de prisão em São Miguel – Jornal Açores 9

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O líder do BE/Açores lamentou hoje que se tenha investido três milhões de euros a “deslocar” bagacina da zona onde está projetado construir o novo Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada para um terreno vizinho. António Lima, que já tinha visitado a Mata das Feiticeiras, local para onde está projetado o novo Estabelecimento Prisional de Ponta […]

Source: BE/Açores lamenta gasto de 3 ME para “deslocar” bagacina para construção de prisão em São Miguel – Jornal Açores 9