uma imagem de espanha

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Retrato do Reino de Espanha.
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Ex-astronauta da NASA participa em projeto nos Açores que liga estudantes à Estação Espacial Internacional – SIC Notícias

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Norte-americano John Danny Olivas está em São Miguel.

Source: Ex-astronauta da NASA participa em projeto nos Açores que liga estudantes à Estação Espacial Internacional – SIC Notícias

nós e nós António Bulcão

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Nós e nós
Na minha geração, fomos treinados para sermos nós e os outros. Sendo que nós éramos os bons e os outros eram os maus.
Tudo estava programado para nos inculcar no cérebro esta divisão. Os cóbois eram os bons, os índios eram os maus. Os americanos eram os bons, os russos eram os maus. Os livros de banda desenhada e os filmes eram agentes desta doutrinação.
As brincadeiras de rapazes reflectiam, depois, esta deformação do espírito. Ninguém queria ser escolhido para índio, porque os cóbois estavam sempre em enorme vantagem. Bastava um pum com a boca para o índio morrer, mesmo que a pistola fosse de pau. O índio tinha de correr muito mais, até apanhar o cóboi, sendo que, se não lhe tocasse no corpo, o cóboi não morria.
Claro que achava estranha, tão grande diferença. Nos filmes, os índios passavam a cavalo, em gritos de estremecer, e raramente conseguiam acertar com uma flecha num cóboi. Um cóboi atirava-se de cima de um telhado para cima do índio que passava em cima de um cavalo, e caía sempre em cima dele. Isto se lhe faltassem as balas, porque se as tivesse, só com um tiro matava três ou quatro índios.
Passaram ainda alguns anos, até ler umas coisinhas sobre a história da América e perceber que os americanos eram os índios. E passaram ainda mais anos até ver “Danças com Lobos”, e perceber quem eram, afinal, os maus…
Mas foi esta geração, que estava prestes a tornar-se homens e mulheres, a começar a democracia em Portugal. Transportando para a política o vício dos nós e os outros.
Nós os bons, que somos do partido tal. Os outros maus, porque de outro partido. Mesmo dentro do mesmo partido, havia também os bons, que estavam com os líderes, e os maus, que contestavam as decisões da liderança. Os bons, que queriam estar ao pé de quem mandava, para terem passaporte para a Assembleia, e os maus, invejosos que só diziam mal porque não iam para a Assembleia.
Passadas as eleições, as coisas acalmam-se no interior dos partidos, até daí a quatro anos. Mas os nós e os outros continuam na Assembleia. O que vier da oposição é sempre mau, para quem está no poder. E o que vier do governo é sempre mau, para a oposição.
Exemplo: propostas que o PS tinha enquanto oposição, não as implementou quando chegou ao poder. Serviam apenas enquanto era oposição. Para chatear o governo do PSD. Sem preocupações orçamentais. Sim porque sim. Só que, já no governo, nem pensar em ir para a frente com as medidas. Custariam muito. Pesariam muito no orçamento. Aconteceu com a equiparação dos trabalhadores das IPSS. Deviam ser equiparados aos seus congéneres do público. Mais que justo. A trabalho igual, salário igual. Mas depois, em 2000, toca de votar contra uma proposta da oposição que replicava uma proposta do próprio PS anos atrás…
Outro exemplo: nos dias que correm, o PS defende que o Governo deve aplicar os milhões de euros “ganhos” com o aumento de receitas de IVA em ajudas directas para famílias e empresas. Mas, há menos de ano, votaram contra o orçamento proposto pelo governo actual , alegando que o aumento do diferencial fiscal iria causar um rombo nas contas da Região…
Quando somos nós a propor, é lindo. Quando são os outros, que coisa horrorosa. Mesmo que os outros proponham o que já tínhamos proposto.
Este clima de guerrilha não favorece a Região. Menos ajuda a democracia a firmar-se enquanto regime. Que venha o dia em que sejamos nós e nós, sempre que em causa estiver o futuro dos Açores e do seu povo.
António Bulcão
(publicada hoje no Diário Insular)
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Visão | Efetivo da PSP vai aumentar nos Açores mas “não muito” – diretor nacional

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O diretor da Polícia de Segurança Pública avançou hoje que o efetivo de polícias vai aumentar nos Açores, mas “não será muito”, e defendeu uma redução do número de esquadras no país

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‘O pensamento crítico morreu’, afirma o filósofo italiano Franco Berardi – Revista Prosa Verso e Arte

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“A possibilidade de futuro passa por estarmos abertos ao imprevisível” A trajetória de Franco Berardi é no mínimo eclética. Na década de 60, ingressa no grupo Poder Operário, quando estudava na Faculdade de Letras e Filosofia da Universidade de Bolonha, onde se licenciou em Estética. Em 1975, funda a revista “A/Traverso”, que se transforma no […]

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HÁ ANOS QUE O DIGO E ESCREVO, cHRYS c

motim na cadeia de ANGRA

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9 m

JORNAL DAS 18h00 | com Pedro Moreira
Destaques:
▪ Motim, esta tarde, na cadeira de Angra do Heroísmo
▪ Diretor Nacional da PSP está nos Açores e reconhece problemas da polícia em todo o pais – a Região não é exceção
▪ Comemora-se hoje o Dia da Europa – olhamos para a reflexão que se faz em todo o continente e como estão os Açores relativamente a dependência energética.
https://www.facebook.com/watch?v=1020931975477231
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o bigode da Baronesa

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a Mota replied to a comment.
Para acabar com a polémica da postagem da Princesa persa de bigodes, saibam que Portugal teve uma Baronesa que possuía um grande bigode, sinal de força para a época, seu retrato está no Museu Grão Vasco em Viseu do qual tive a sorte de visitar e fazer esta foto, o nome da senhora em questão é D Eugénia Cândida da Fonseca da Silva Mendes…
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Hidroavião retirado de albufeira em Montalegre 25 anos depois de afundar | Diário de Trás-os-Montes

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Um hidroavião acidentado foi retirado da albufeira do Alto Rabagão, em Montalegre, numa operação que teve como objetivo despoluir e aproveitou a descida de cerca de 30 metros da linha de água devido à seca.

Source: Hidroavião retirado de albufeira em Montalegre 25 anos depois de afundar | Diário de Trás-os-Montes

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CORREÇÃO: Seca: Hidroavião retirado de albufeira em Montalegre 25 anos depois de afundar
NOVA VERSÃO PARA CORRIGIR NO QUINTO PARÁGRAFO A DATA DO ACIDENTE: 13 DE JULHO DE 1997 E NÃO 2007
Montalegre, Vila Real, 09 mai 2022 (Lusa) – Um hidroavião acidentado foi retirado da albufeira do Alto Rabagão, em Montalegre, numa operação que teve como objetivo despoluir e aproveitou a descida de cerca de 30 metros da linha de água devido à seca.
O vice-presidente da Câmara de Montalegre, David Teixeira, afirmou hoje que o desafio passou por retirar um “monstro debaixo de água” e despoluir, assim, a albufeira do Alto Rabagão, localmente conhecida como dos Pisões.
A operação realizou-se nesta altura, explicou, porque se assiste a um cenário de “menos 30 metros” no nível de água e envolveu os fuzileiros portugueses, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), a Fundação Parley for the Oceans e o município de Montalegre.
“Temos a noção de que o avião teria à volta de 300 litros ainda de combustível, seria sempre um elemento estranho na barragem”, salientou David Teixeira.
O acidente ocorreu a 13 de julho de 1997. A aeronave afundou na albufeira depois de um problema hidráulico e de uma tentativa de amaragem, os dois ocupantes sobreviveram e foram levados para o hospital pelos bombeiros de Montalegre.
O secretário de Estado da Conservação da Natureza, das Florestas e do Ordenamento do Território, João Paulo Catarino, que esteve hoje no Alto Rabagão, explicou que a iniciativa se insere numa operação mais vasta.
“A APA aproveitou o facto de termos algumas barragens com espelho de água com uma cota inferior e aproveitamos para fazer algumas limpezas nessas albufeiras. Esta acabou por ser uma limpeza simbólica porque sabíamos que estava aqui uma aeronave, que há mais de 20 anos tinha ficado aqui e, obviamente, que era nossa intenção proceder à sua remoção e foi com alguma emoção que encontramos hoje aqui os bombeiros que ajudaram a socorrer os pilotos e um dos pilotos que esteve neste acidente”, afirmou o governante.
A albufeira abastece de água várias localidades.
“A água que vai para consumo humano é sempre tratada, mas se sair daqui com melhor qualidade o tratamento é mais reduzido e, por isso, é sempre mais vantajoso (…) Há também todos os ecossistemas que depois beneficiam e, se a água estiver em melhores condições, todos beneficiamos com isso”, referiu João Paulo Catarino.
Apesar da descida da cota da barragem, o governante disse estar garantida “a água para consumo humano pelo menos para os próximos dois anos”.
Presente no local esta manhã, um dos pilotos do hidroavião revelou estar “nostálgico”. “São 25 anos de esperança de que um dia a gente ia ver a aeronave, isso aconteceu e isso para nós foi ótimo”, afirmou João Coelho.
Quanto ao acidente, o piloto disse não se lembrar muito bem do que aconteceu, mas que houve uma avaria no sistema hidráulico do aparelho.
Na albufeira estavam, na altura, pescadores de Chaves que ajudaram os pilotos a sair da aeronave.
Um deles, José Luís Martins contou que viram o avião passar várias vezes e a tentar amarar. “Até que, numa dessas vezes, bateu na água e capotou. A sorte foi estarmos aqui bem perto do sítio onde o avião teve o acidente, estávamos num barquito e conseguimos salvá-los”, lembrou o pescador.
O vice-presidente da Câmara de Montalegre, David Teixeira, relatou uma “missão complicada”, que começou com a deteção da aeronave na albufeira e a sua retirada das águas pelos militares da Marinha.
Já na margem, coube hoje aos bombeiros de Montalegre e à Proteção Civil municipal a recolha para um camião que irá fazer o transporte do aparelho.
O autarca explicou que se pretende, agora, que os destroços possam ser “reutilizados numa obra de arte” que “deixe na memória este acontecimento e este esforço” de limpeza e de preservação ambiental.
“Este foi também um gesto de sensibilização de todos os habitantes e insere-se num esforço contínuo que temos vindo a fazer de limpeza das margens desta albufeira”, salientou David Teixeira.
O nível da água da barragem do Alto Rabagão desceu cerca de 30 metros nos últimos meses, devido também à seca que afetou o país.
O município do Norte do distrito de Vila Real aproveitou para realizar uma operação de limpeza das margens, recolhendo, com a ajuda de voluntários, as toneladas de lixo que ficaram visíveis ao longo de toda a envolvente da albufeira.
PLI // JAP
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