Açores reduzem lista de espera cirúrgica em abril para 10.206 utentes – Jornal Açores 9

Views: 0

Os Açores diminuíram a lista de espera cirúrgica em abril, registando 10.206 utentes em espera, menos 1,6% do que em março e menos 11,7% do que no período homólogo, revela um relatório da Direção Regional da Saúde. “Em abril de 2022, aguardavam em LIC [lista de inscritos para cirurgia] um total de 10.206 utentes, o […]

Source: Açores reduzem lista de espera cirúrgica em abril para 10.206 utentes – Jornal Açores 9

Bênção das Pastas dos Açores nas Portas da Cidade com três anos de finalistas – Jornal Açores 9

Views: 0

A Bênção das Pastas da Semana Académica dos Açores realiza-se no domingo nas Portas da Cidade, em Ponta Delgada, com os finalistas deste ano e dos dois anteriores, que não tiveram cerimónia devido à covid-19, foi hoje revelado. Em declarações à agência Lusa, a presidente da Associação Académica da Universidade dos Açores (AAUA), Daniela Faria, […]

Source: Bênção das Pastas dos Açores nas Portas da Cidade com três anos de finalistas – Jornal Açores 9

avioes chineses em taiwan formosa

Views: 0

Taiwan on Monday reported the largest incursion since January by China’s air force in its air defence zone, with the island’s defence ministry saying Taiwanese fighters scrambled to warn away 30 aircraft in the latest uptick in tensions.
Taiwan jets scramble as China air force enters air defence zone
REUTERS.COM
Taiwan jets scramble as China air force enters air defence zone

sem enganos no dia de enganos

Views: 0

. SEM ENGANOS, 1 ABR 2019, CRÓNICA 246

Escrevo no dia em que dantes se celebravam as petas, e que perdeu a razão de ser. “Fake news” ocupam as notícias todos os dias dimanadas dos governos e da comunicação social. Quando evoco a adolescência, eram tempos bem mais singelos, conquanto não gostasse de os reviver no mesmo ambiente censório de mordaça em que se vivia. Salvaguardado isto, passamos da república monárquica ditatorial para a democracia monárquica ditatorial sem que as pessoas se tenham realmente apercebido de aspetos dinásticos que caraterizam estes anos de 25 de abril.

Nesses idos uma peta bem contada raramente se tornava verdade, mas hoje as petas do dia-a-dia são as verdades indissolutas com que nos presenteiam os governantes, senhores e donos dos nossos quotidianos, submetidos que estamos, já não como servos da gleba mas sim servos da banca, no adágio dos 40 (40 anos de trabalho, 40 anos de descontos e 40% de vencimentos na reforma). Hoje todos acreditam nas petas, mesmo sem ser 1º de abril e raramente alguém questiona a verdade dado que esta perdeu o valor.

Há petas universais, em nome delas quais se fizeram guerras, se mataram milhares, se criaram milhões de refugiados, se destruíram países. Líderes apeados, outros por apear, governos fantoche e fantoches no governo, a ignorância subiu ao poder, diria Brecht se fosse vivo, ao ouvir que um terço dos americanos acredita que a terra é plana.

Os farsantes e falsários de religiões, seitas e demais congregações enriquecem à custa dessas hordas de ignorantes, capazes de se atirarem do precipício abaixo como se seguissem o flautista de Hamelin, enleados na melopeia de inverdades. Há uma pequena elite grisalha de pessoas (não é a peste grisalha) que ainda usa cérebro e pugna pela cultura, educação, capacidade de discernimento, de discussão, de questionar as premissas e tirar conclusões, cada vez mais, confinada ao nicho de votos em branco, esmagados pela força opressora das maiorias carneirentas, sem capacidade nem peso para aumentar a massa crítica dos concidadãos que seguem fingindo ser livres sob o cajado opressor da sociedade que os manipula.

Bertolt Brecht terá dito: “Os cidadãos irão um dia lamentar não só as palavras e atos dos políticos, mas também o terrível silêncio da maioria”…

Um dia, vieram e levaram meu vizinho, que era judeu.

Como não sou judeu, não me incomodei.

No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho, que era comunista.

Como não sou comunista, não me incomodei.

No terceiro dia, vieram e levaram meu vizinho católico.

Como não sou católico, não me incomodei.

No quarto dia, vieram e levaram-me a mim.

Já não havia mais ninguém para reclamar.”

Quando decidimos ser ignorantes, alguém decide em nosso lugar, tornamo-nos manipuláveis. O escritor Baltasar Gracian disse “a ignorância é a zona de conforto em que nos sentimos muito à vontade. Talvez nem nos sintamos confortáveis, mas o medo do que está fora e desafia as nossas crenças, é tão forte que nos mantém paralisados. Escolhemos a ignorância. Afinal a cultura é o que nos distingue do polvo ou da alface.

Os que podem e são donos disto tudo, enviarão os rebentos para escolas elitistas privadas onde aprenderão a dominar os restantes, confinados a uma escola pública, sem rei nem roque. Ainda há dias, alertei uma professora para um clamoroso erro num enorme cartaz, encolheu os ombros “deixe lá, já está e ninguém vai notar!”

DEMOCRACIAS ARMADILHADAS –

Views: 0

democracias armadilhadas

18.2. 28.2.2019, CRÓNICA 237

ChurchillNinguém pretende que seja perfeita ou sem defeito.

Cresci na ditadura. Havia quem lhe chamasse branda, como brandos, alegadamente, eram os costumes do povo que a suportava. Cresci acreditando que, um dia, o país faria parte da Europa e do mundo. Estava tão longe que bem podia pertencer a outra galáxia. Lembro-me de ir a Tui (Galiza) comprar discos dos Beatles ou beber Coca-Cola que eram proibidos, com medo dos miasmas contagiosos de civilizações estrangeiras. Depois, veio o dia de todas as esperanças, um 25 de abril e eu, em Timor, esperei, tardava a chegar (teria ido de barco?) e jamais arribou.

A Europa cresceu, o sonho da UE medrou descontroladamente, até ter mais olhos que barriga e ficar na palhaçada que hoje é. Por toda a parte, uma após outra, as ditaduras foram substituídas por modelos de democracia onde, alegadamente, o povo e a sua vontade eram representados em parlamentos. Já então, o neoliberalismo da Nova Ordem Mundial tinha disseminado as sementes com Thatcher e Ronald Reagan e não sabíamos como iria perverter o Ocidente.

Lentamente, nos últimos vinte anos, assistimos ao constante retrocesso nas conquistas dos direitos fundamentais da humanidade, de igualdade, solidariedade e justiça. As democracias estão a ser manipuladas, numa aparência de vontade popular através do voto universal, mas, na prática, substituídas por autocracias, sem falar daqueles onde as escolhas democráticas foram substituídas por nomeações da anónima banca internacional, do petróleo às farmacêuticas que tudo controlam. Isto num mundo em que a verdade é ficção e a ficção é a neoverdade.

Há tempos, ao ler Umberto Eco “O Cemitério de Praga,” apercebi-me de que como isto sempre aconteceu sem darmos conta. Países habituados a xerifes do universo, como os EUA (em substituição dos decadentes impérios que duas grandes guerras aniquilaram), continuam a inventar invasões, primaveras políticas, depondo ditadores ou democratas a seu bel-prazer. Dir-me-ão que a democracia ainda é o menos mau dos sistemas (como afirmou Churchill). Claro que é a pior forma de governança, salvo todas as outras, há corrupção de políticos de todas as cores, o nepotismo, os arranjinhos parlamentares (agora mamas tu, logo mamo eu).

Dantes, os países democráticos tinham eleições, os outros não (nem mesmo as mascaradas eleições do partido único em Portugal o ocultavam). Hoje assistimos a um novo e preocupante paradigma, a semi-democracia com a aparência (eleições), resultados viciados, roubo descarado de votos e manipulação na via autocrática travestida de democracia oca. Assistimos, nas últimas décadas, a ataques à democracia, e são as instituições europeias quem mais tem atrofiado o funcionamento dos sistemas democráticos, planta frágil que precisa de ser regada diariamente.

O exemplo da democracia semiautonómica, é visível nos Açores onde existe um parlamento regional e teórica liberdade de escolha, mas as decisões relevantes são definidas pelo governo central, ao atropelo e revelia das normas autonómicas, com a cumplicidade local, pau-mandado dos partidos em Lisboa. O povo, que nem é totalmente ignorante, vota com os pés (i.e., abstendo-se) ou a favor dos que o mantém, subsidiodependente. Um ciclo vicioso: vota em mim e recebes apoios, não votas e desenrascas-te sozinho contra a malha burocrática que te vai aniquilar. As vozes independentes, poucas e raras, compradas com mordomias, silenciadas, sem destaque nos média, emudecidos na onda de autocensura que lhes permita sobreviver.

Rumámos para a autocracia, com a manta diáfana da aparência democrática. Infelizmente, o pior está para chegar. O nacionalismo e a xenofobia chegam com o voto do povo. E até eu, um otimista nato, tenho demasiadas dúvidas, rodeado por autómatos não-pensantes, obcecados com os pequenos ecrãs dos smartphones e impérvios aos atropelos à dignidade, equidade e justiça, em volta. Possa eu continuar a falar, sem medos persecutórios, mesmo que as palavras não cheguem a muitos nem sejam lidas, e já me contentaria nos dias difíceis que se avizinham.

Quando essa liberdade se perder, terei de me conformar e aceitar que implantem um ”chip” para o meu bem, como nem Orwell nem Aldous Huxley conseguiram imaginar.

heroína na Lagoa

Views: 0

Presos na Lagoa dois homens com 550 doses de heroína
CORREIODOSACORES.PT
Presos na Lagoa dois homens com 550 doses de heroína
A Brigada de Investigação Criminal da Esquadra de Lagoa procedeu à detençã

MORREU UMA CIENTISTA

Views: 0

Óbito/Raquel Seruca: Marcelo elogia “mente brilhante” que “inspirou uma geração de cientistas”
Lisboa, 30 mai 2022 (Lusa) – O Presidente da República lamentou hoje a morte da investigadora Raquel Seruca, elogiando o seu “notável trabalho” no estudo do cancro gástrico e recordando-a como “uma mente brilhante” que “inspirou uma geração de cientistas na área”.
Raquel Seruca morreu hoje, aos 59 anos, de doença oncológica, informou a Universidade do Porto, onde era professora e investigadora.
Numa mensagem de pesar publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, Marcelo Rebelo de Sousa “lamenta a morte prematura de Raquel Seruca, e envia à família e colegas as mais sentidas condolências”.
“Raquel Seruca, vice-diretora do Instituto de Patologia e Imunologia Molecular (Ipatimup), investigadora do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde (i3S) e professora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, desde sempre se destacou na medicina e na promoção e defesa da ciência em Portugal, tendo contribuído com o seu notável trabalho de investigação para avanços significativos no estudo e tratamento do cancro gástrico”, lê-se na nota divulgada.
O chefe de Estado acrescenta que Raquel Seruca era “considerada uma mente brilhante e uma verdadeira força da natureza por quem com ela se cruzou” e “inspirou uma geração de cientistas na área tendo recebido inúmeros prémios”.
Na nota da Presidência da República, destaca-se “a insígnia de Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique (2009), a Medalha de Ouro de Mérito Científico pela Câmara do Porto (2014), Prémio Labmed (2002 e 2003), Prémio Benjamin Castleman USCAP (2001 e 2012)”.
Nascida na cidade do Porto em 9 de junho de 1962, Raquel Seruca licenciou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto em 1986 e doutorou-se em 1995 pela mesma universidade. Foi bolseira de investigação no Departamento de Genética Humana da Universidade de Groningen, Países Baixos, em 1998.
Foi investigadora no Ipatimup e no i3S, onde liderou um grupo de investigação dedicado ao estudo do cancro gástrico.
O funeral de Raquel Seruca será na terça-feira, pelas 15:00, a partir da Igreja de Cedofeita, no Porto.
IEL (PLI) // JPS
May be an image of 1 person
Like

Comment
0 comments

SATA PASSAGEIROS EM TERRA

Views: 0

Mau tempo condiciona transportes aéreos
A SATA tem 650 passageiros em terra.

( Antena 1 – Açores)


Foram cancelados 10 voos. 9 da Sata Air Açores.

1 da internacional , o Horta – Lisboa. Este voo divergiu para o Pico.

Houve também um Terceira – Horta da Sata Air Açores que divergiu para o Pico.

Cerca de 650 passageiros estão retidos. Não chegam hoje ao seu destino. A SATA espera poder acomodá-los amanhã.

May be an image of aeroplane
1
1 comment
Like

Comment
Share
1 comment
All comments

  • Paolo Ferrer

    Vá lá, esta semana há comunicado e informação.
    Nos dias de nevoeiro, talvez por serem dias de festa de S. Cristo a comunicação ficou na gaveta. Desta vez há alojamento e refeições garantidas ou só voucher ?