European Parliament demands return of 400 stolen airplanes – Travel Tomorrow

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A recent communication from the European Parliament shows MEPs applauding European transport and tourism operators for helping refugees from Ukraine, demanding Russia returns the 400 stolen […]

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PSP detém em flagrante delito grupo de assaltantes a Posto de Abastecimento de Combustível na Ribeira Grande – Jornal Açores 9

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A Divisão Policial de Ponta Delgada, através de Polícias da Esquadra da Ribeira Grande, informa que, na madrugada de domingo, dia 22 de maio de 2022, procedeu à detenção em flagrante delito, de 4 indivíduos, todos do género masculino, com idades entre os 17 e os 24 anos, pela prática do crime de furto, em […]

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PRR E A COLÓNIA DOS AÇORES

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O ex-ministro Siza Vieira volta a confirmar que nunca foram definidas “verbas específicas” para os Açores nas Agendas Mobilizadoras do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR)
Ponta Delgada, Açores, 24 mai 2022 (Lusa) – O ex-ministro da Economia Siza Vieira insistiu hoje que não foram definidas “verbas específicas” para os Açores nas Agendas Mobilizadoras do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e mostrou-se surpreendido com a “celeuma” levantada pelo processo na região.
“Não foi definida nenhuma regra cativa ou a cativação de qualquer componente do programa para as empresas da região, seguramente não a propósito das Agendas Mobilizadoras. Pelo menos eu não tive conhecimento disso”, declarou.
Pedro Siza Vieira falava hoje na comissão de inquérito ao processo das Agendas Mobilizadoras na delegação da Assembleia Legislativa dos Açores, em Ponta Delgada.
O anterior ministro com a pasta da Economia reforçou que as Agendas Mobilizadoras se integram no conjunto de programas do PRR, que são “nacionais, sem restrições territoriais”.
“Não existe nos programas nacionais nenhuma alocação ou resguardo de nenhuma verba específica para nenhum território nacional ou para nenhuma região autónoma”, insistiu.
Siza Vieira disse que pessoalmente fez “bastante divulgação” daquele programa do PRR, através da participação em seminários em vários pontos do país, onde realçou a “importância das Agendas Mobilizadoras”.
O ministro afirmou que nunca teve conhecimento de um eventual reinício do processo, a propósito das declarações, em 20 de outubro, do presidente do Governo Regional, José Manuel Bolieiro, que disse que as candidaturas de empresas açorianas iriam começar do zero.
Siza Vieira avançou que aquele programa foi abordado nos encontros que teve com o líder do executivo regional (PSD/CDS-PP/PPM), mas ressalvou que não se trataram de “reuniões operacionais”.
Sobre a atuação do Governo dos Açores durante as candidaturas às Agendas Mobilizadoras, o anterior ministro socialista considerou “normal” que as “entidades públicas mobilizem as empresas a participar nesses programas”.
“Percebo muito bem que essa questão de terem contratado consultores levante celeuma e polémica, mas, em última análise, o que queremos é que todas as empresas portuguesas possam crescer”, realçou.
E concluiu: “não vou tirar nenhumas conclusões sobre o que se passou aqui porque não tenho conhecimento de facto nenhum. Como disse, li no jornal. Mas fiquei um bocado surpreendido por ter havido tanta celeuma [nos Açores sobre as Agendas Mobilizadoras]”.
Em 17 de maio, o ex-ministro do Planeamento Nelson de Sousa afirmou que estavam disponíveis 117 milhões para as empresas açorianas nos vários programas do PRR (que não se destinavam apenas às Agendas Mobilizadoras) e considerou “pura falsidade” as declarações do presidente do Governo Regional sobre a reabertura das Agendas.
A comissão de inquérito às agendas mobilizadoras foi aprovada por unanimidade no parlamento açoriano em outubro de 2021, depois de vários partidos terem questionado a gestão feita pelo Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) às verbas previstas no PRR para o arquipélago ao abrigo daquele programa.
Em causa estava uma alegada verba inicial de 117 milhões de euros, financiada pelo PRR, destinada a projetos de inovação, turismo e agroindústria, a que poderiam candidatar-se as empresas açorianas que apresentassem projetos em consórcio.
RPYP (CYB)// MCL
Lusa/Fim
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    Pierre Sousa Lima

    E Sérgio Ávila ainda tem o desplante de dizer que nada sabia !
    É pior que a fase mais retrógrada do colonialismo Belga no Congo no século XIX. Só falta cortar as mãos aos Açorianos !
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tecnologia como prova judicial

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Açores admitem liderar processo nacional de uso de tecnologia como prova judicial
O presidente do Governo dos Açores admitiu que o executivo venha a liderar uma proposta legislativa nacional que promova a possibilidade de os meios tecnológicos serem admitidos como prova nas infrações que sejam detetadas em águas nacionais.
“Não excluo nenhuma possibilidade, mas não vou agora adiantar um compromisso de realização porque estamos, como deve ser, em jeito de ‘draft law’, a começar a fazer pensamento sobre esta matéria. Não havendo iniciativa nacional, a região pode muito bem tomar esta iniciativa”, declarou José Manuel Bolieiro.
O líder do executivo açoriano, de coligação PSD/CDS-PP, falava aos jornalistas, no Palácio de Sant’Ana, em Ponta Delgada, na sequência da audiência concedida ao novo Comandante da Zona Marítima dos Açores, comodoro José Rodrigues Pinto.
Bolieiro revelou que está previsto para 22 de junho, na ilha Terceira, no TERINOV, um colóquio de “reflexão do ponto de vista político, académico, mas também judiciário, sobre a possibilidade de aproveitar os novos meios tecnológicos como admissibilidade de prova tendo como referências as infrações no mar”.
É o caso da observação a partir do espaço, por exemplo, tanto nas pescas como na poluição oceânica, frisou.
A subzona dos Açores representa a maior área da Zona Económica Exclusiva nacional, a terceira maior da União Europeia, representando 11% da ZEE europeia.
Frotas exteriores violam com frequência as águas portuguesas para o exercício de pesca ilegal, segundo testemunhos da comunidade piscatória regional, delapidando os recursos locais.
José Manuel Bolieiro disse ainda contar com a Marinha no processo de fiscalização das áreas de reserva marinha protegidas, no âmbito do projeto ‘Blue Ocean’, que visa antecipar as metas europeias nesta área, para os Açores, em 2023.
A região pretende atingir a meta de 30% de Áreas Marinhas Protegidas até 2023.
O governante salvaguardou que a Marinha “não pode deixar de ter uma posição que não a de incrementar os meios” de fiscalização nos Açores, como referiu ter sido o testemunho deixado pelo novo comandante da Zona Marítima dos Açores.
Bolieiro manifestou a satisfação pelo facto de, “até final deste ano, ter-se finalmente um salva-vidas, que estará posicionado no grupo central, em particular na Horta”, bem como por se estar a desenvolver um esforço para reforçar os navios de vigilância da subzona dos Açores da Zona Económica Exclusiva nacional.
O comodoro José Rodrigues Pinto declarou, por seu turno, que se está a recorrer cada vez mais aos meios tecnológicos como forma de reforçar a fiscalização das águas açorianas, o que, a par de “processos inovadores na metodologia de trabalho” e da coordenação de todas as entidades ligadas ao processo, torna a operação “mais eficiente”.
O novo comandante da Zona Marítima dos Açores, face ao alargamento da plataforma continental, declarou que os meios existentes “serão os suficientes até porque são os que o país disponibiliza, sendo dever cumprir a missão com estes, obrigando a ser mais eficientes com recurso a soluções inovadoras” como os drones, projeto já instalado na Madeira e que vai chegar também aos Açores.
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novo urbanismo

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A Câmara Municipal de Ponta Delgada, presidida por Pedro Nascimento Cabral, está a construir uma pista de Pumptrak no Parque Urbano da cidade.
A construção deste equipamento vai contribuir para a promoção da prática desportiva e, ao mesmo tempo, para a dinamização e reforço da atratividade da maior zona verde do concelho, com cerca de 30 hectares, considerado o pulmão verde de Ponta Delgada.

TIMOR E AÇORES 20 ANOS

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Luís Silveira eleito Presidente da Associação de Municípios do Triângulo – Jornal Açores 9

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A Intermunicipal da AMT – Associação de Município do Triângulo, reuniu nas Velas, em São Jorge, tendo como objetivo eleger os seus novos órgãos sociais. Luís Silveira, Presidente do Município de Velas foi eleito para assumir a presidência da Associação que junta os seis Municípios das Ilhas de São Jorge, Pico e Faial, tendo como […]

Source: Luís Silveira eleito Presidente da Associação de Municípios do Triângulo – Jornal Açores 9