The Sydney monorail has been abandoned for years – here’s what it’s like inside | Daily Mail Online

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The single-loop monorail opened in 1988 connecting central business districts, including Darling Harbour, Pyrmont and Chinatown, but was removed in 2013.

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viquingues na américa até 1021

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Vikings are thought to have lived in North America until at least 1021
To confirm the history of the Newfoundland UNESCO historic site, scientists used tree ring data to examine it.
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NUNCA DISCUTA COM BURROS

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NÃO DISCUTA COM BURROS.
O burro disse ao tigre:
– ′′ A grama é azul “.
O tigre respondeu:
– ′′ Não, a grama é verde “.
A discussão aqueceu, e os dois decidiram submetê-lo a uma arbitragem, e para isso correram perante o leão, o Rei da Selva.
Já antes de chegar à clareira da floresta, onde o leão estava sentado em seu trono, o burro começou a gritar:
– ′′ Sua Alteza, é verdade que a grama é azul?”.
O leão respondeu:
– ′′ Certo, a grama é azul “.
O burro apressou-se e continuou:
– ′′ O tigre discorda de mim e contradiz-me e incomoda, por favor, castigue-o “.
O rei então declarou:
– ′′ O tigre será punido com 5 anos de silêncio “.
O burro pulou alegremente e seguiu o seu caminho, contente e repetindo:
– ′′ A grama é azul “…
O tigre aceitou a sua punição, mas antes perguntou ao leão:
– ′′ Vossa Majestade, por que me castigou?, afinal a relva é verde “.
O leão respondeu:
– ′′ Na verdade, a grama é verde “.
O tigre perguntou:
– ′′ Então, por que você me pune?”.
O leão respondeu:
– ′′ Isso não tem nada a ver com a pergunta de se a grama é azul ou verde O castigo acontece porque não é possível que uma criatura corajosa e inteligente como você perca tempo discutindo com um burro, e ainda por cima venha me incomodar com essa pergunta “.
A pior perda de tempo é discutir com um tolo e fanático que não se importa com a verdade ou realidade, mas apenas com a vitória de suas crenças e ilusões. Jamais perca tempo em discussões que não fazem sentido… Há pessoas que por muitas evidências e provas que lhes apresentamos, não estão na capacidade de compreender, e outras estão cegas pelo ego, ódio e ressentimento, e a única coisa que Desejam é ter razão mesmo que não a tenham.
Quando a ignorância grita,
A inteligência cala.
A sua paz e tranquilidade valem mais.
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Helena Pinto and 26 others
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GRANDES AUTORES ERAM DROGADOS

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Álcool (absinto aos litros!) ópio, cocaína, haxixe.
Século XIX, o século da dependência. Uma pessoa começa a ler sobre isto e fica inteirada, além de mal disposta.
Na foto, Charles Beaudelaire (1821-1867)
Podia agora começar a nomear e a enumerar os “dependentes” e famosos criadores. Mas leiam, leiam, tal como eu. Assim ficam a saber.
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Iran Revolutionary Guard colonel is shot dead in Tehran – ABC News

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Iran’s state TV is reporting that a senior member of the country’s powerful Revolutionary Guard has been killed outside his home in Tehran by gunmen on a motorbike

Source: Iran Revolutionary Guard colonel is shot dead in Tehran – ABC News

“Portugal não é um país agrícola”

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“Portugal não é um país agrícola”
Alguns dias após o início da guerra na Ucrânia, surgiu nas redes sociais um apelo “senhores agricultores alentejanos, está na hora de começar a semear trigo, cevada, aveia se noutros tempos o Alentejo era o celeiro de Portugal, porque não o será agora?”
Não sou alentejano, estou 300 km a Norte do Alentejo mas posso explicar umas coisas:
1. Não “está na hora” de semear trigo ou cevada. Trigo e cevada são cereais de inverno, que se semeiam no fim do outono para aproveitar as chuvas do inverno e primavera, para colher no Verão. Agora não há condições para essas culturas.
2. O que se pode semear na primavera, se houver água no solo, chuva prevista ou rega disponível, são cereais como o milho ou oleaginosas como a soja ou girassol.
3. Tenho a impressão que o Alentejo ser “celeiro de Portugal” foi mais um desejo do que realidade, que teve o seu expoente na “campanha do trigo”. Essa campanha foi uma iniciativa do Estado Novo, “criada no Diário do Governo a 21 de Agosto de 1929, tendo como objetivos: “Diretamente: Promover o aumento da produção de trigo até às necessidades do consumo, evitando assim a saída para o estrangeiro de importantes caudais de ouro; Indiretamente: Dignificar a indústria agrícola como a mais nobre e a mais importante de todas as indústrias e como primeiro fator de prosperidade económica da Nação”. A Campanha do Trigo integrou as seguintes iniciativas de apoio técnico e tecnológico: empréstimo de material agrícola às explorações; Estabelecimento de campos experimentais; Promoção da escolha e separação de sementes; Instalação de celeiros centrais; Instrução para a utilização de adubos; Assistência técnica direta às explorações. Foram ainda definidos apoios financeiros, tais como o subsídio de arroteia e o crédito de campanha. O crescimento da produção esteve na origem de uma grave crise do setor agrícola. Devido à superabundância das colheitas de 1931 e 1936, o preço do trigo sofreu uma forte desvalorização. Em consequência, os mecanismos mais típicos da Campanha do Trigo foram posteriormente eliminados. A produção do trigo foi apoiada até 1960”. (retirado da Wikipédia). Acusam esta campanha de ter provocado a erosão de solos que não eram aptos para a produção de trigo.
4. “Portugal tem um grau de autoaprovisionamento (autossuficiência alimentar do país) de cerca de 85%”, indicou a atual Ministra da agricultura numa audição na comissão parlamentar de Agricultura e Mar em julho de 2020. De acordo com os dados avançados pela governante, o grau de autoaprovisionamento dos cereais está nos 18%, da carne em 75%, dos frutos nos 77%, do vinho em 113%, do azeite nos 160%, dos hortícolas nos 155%, do tomate em 175%, da batata em quase 49%, do leite em 106%, do queijo em 65% e da manteiga em 152%.”
5. Muito do azeite referido acima é produzido no Alentejo, provavelmente em terrenos por onde passou a campanha do Trigo. Porquê? Porque o azeite é mais bem pago do que o trigo, que até agora vinha barato do exterior, de países como a França, a Ucrânia e a Rússia. Os agricultores precisam de faturar para pagar as despesas da empresa agrícola, os salários e as suas despesas pessoais. Se a atividade não for rentável mudam para outra dentro da agricultura ou saem da agricultura.
6. Olhando as montanhas rochosas do Norte e Centro de Portugal, o meu pai dizia muitas vezes: “Portugal não é um país agrícola, é um país pedrícola”! De facto, a nossa “superfície agrícola útil” representa apenas 40% da área total do país. Temos muita montanha, muita pedra, muita terra difícil ou pouco produtiva. Terrenos férteis, mas de pequena área a norte, terrenos de pequena dimensão no centro, Terrenos grandes no sul mas com pouca água disponível, salvo exceções como o Alqueva. Temos muitas aldeias e campos abandonados por quem partiu para as cidades ou para o estrangeiro à procura de uma vida melhor do que a pobre subsistência que a agricultura lhes permitia.
7. Temos capacidade de produzir mais alimentos do que hoje? Certamente. Para isso é preciso que a agricultura e a soberania alimental sejam prioridades para o governo e para a sociedade. Que os agricultores em Portugal recebam as mesmas ajudas e recebam o mesmo preço pelos produtos que os colegas europeus; que as grandes superfícies parem de usar alguns produtos agrícolas (caso do leite) como isco para atrair clientes, pagando aos fornecedores um valor abaixo dos custos de produção e colocando enormes margens noutros produtos (caso das frutas e hortícolas).
Não podemos plantar milho nos socalcos do Douro. Não vale a pena arrancar os olivais acabados de plantar no Alentejo, para semear trigo. Mas podemos vender o vinho e o azeite “trocando” pelo trigo e milho que nos faltam. Podemos colocar mais cabras a pastar as montanhas, se estivermos dispostos a pagar pelos cabritos um valor que pague ao pastor o sacrifício do seu trabalho. E podemos pagar mais aos produtores de leite, aos horticultores e a outros que investiram, tem capacidade de produzir, mas estrão desanimados e a pensar fechar a atividade porque se sentem abandonados. Portugal não é um “país agrícola” na maior parte da área, não tem 70% de área agrícola como a Ucrânia, mas é neste momento um “cantinho do céu” onde há paz. Tem muito monte, muito bravio, mas apesar disso ainda tem muito boa terra que poderá ser cultivada se quem governa o pais e os supermercados realmente quiser. Carlos Neves (escrito para o “mundo rural” de maio – junho de 2022)
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TIMOR, O LIVRO QUE NÃO SERÁ , JOAO SEVERINO

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TIMOR EM LIVRO
Hoje, convidaram-me a escrever um livro sobre Timor português e Timor-Leste independente. Expliquei que não o faria porque teria de escrever uns 10 volumes e que iria envergonhar muita gente. A minha mágoa pelo que aconteceu ao longo de décadas em Timor não me levou a ter ódio por ninguém, mas muitos dos nomes que teria de escrever na obra, revoltavam-me de tal forma que aos leitores aconteceria o mesmo e não sei se a minha saúde aguentaria. A história de Timor desde a Segunda Guerra Mundial até aos dias de hoje é triste, vingativa, corrupta, traidora, despresível, amorosa, paradisíaca, solidária e invejosa. Uma história que teve etapas deploráveis de roubo patrimonial, pedofilia, violação sexual, desvio de dinheiros públicos, traição política e crime organizado.
Neguei a escrita dos vários volumes sobre Timor, porque já não posso recolher os depoimentos do deportado político Manuel Viegas Carrascalão, de José Morais da Silva, ex-chefe do Estado Maior da Força Aérea, de Mário Carrascalão (que me mostrou cópias de cheques passados por generais indonésios com destino a personalidades portuguesas que se afirmavam grandes revolucionários a fim de permitirem a invasão militar indonésia), de Diogo Freitas do Amaral, de Mário Soares, de João Carrascalão, ex-presidente da União Democrática Timorense e que só ele sabia porque teve de participar numa guerra civil e de tantas personalidades que comprovariam que Timor foi sempre uma terra onde se praticou o roubo e a traição, (inclusivamente no seio de famílias) por parte de quem tinha a obrigação de respeitar um dos melhores povos do mundo.
Apenas dizer-vos que agradeci o convite com as lágrimas nos olhos, porque as duas últimas décadas de Timor-Leste foram uma vergonha de nível mundial, incluindo o atentado à figura de maior prestígio como aconteceu contra José Ramos-Horta, agora eleito novamente Presidente da República. E o livro teria de mencionar quem tentou matar este herói da resistência timorense, este diplomata simples e culto, este autodidata que conquistou o mundo.
Foto de António Casais
Pode ser uma imagem de 2 pessoas, lusco fusco, natureza, céu e oceano
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há neonazis a lutar pelos russos?

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May be an image of map and text that says "Belarus Poland Chernihiv Russia Sumy Kyiv Slovakia Hungary Kropyynytskyi Dnipro Moldova Kryvyi.Rih Zaporizhzhia Mykolaiy Romania Ukrainian controlled territory Occupied territory pre 24/02/22 Occupied territory since 24/02/22 Contested settlement Forward Russian operating areas Recently recaptured Ukraine --Borders of Donetsk and Luhansk Oblasts Observed Russian offensive/>Ex Russian offensive -Ukrainian offensive Created by @war mapper Odesa Melitopol Mariupol Berdiansk Sevastopol 200km 124 niles, 00:00 UTC 23/05/22"” width=”804″ height=”540″></div>
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A notícia de hoje é a da existência de grupos neonazis alinhados com Putin e a combater pela Rússia e quem o afirma são os serviços secretos alemães. Claro que os nossos “kamaradas” vão rapidamente dizer que os Russia Imperial Movement com a trupe paramilitar Imperial Legion, os Rusich, os Night Wolves, as milícias chechenas de Kadyrov ou os sanguinários do Grupo Wagner é tudo invenção e vai na volta até combatem é ao lado da Ucrânia. Alexei Milchakov, líder do grupo nazi russo Rusich que também tem ligações ao grupo Wagner, diz que não faz prisioneiros e que adora “o cheiro de carne humana a queimar” mas há dentro dos comentadores habituais nas TV´s portuguesas quem tente branquear isto. Já dão pena e metem dó!
O que é certo é que nem assim o exército russo consegue ter sucesso na ofensiva e hoje Putin mais uma vez chamou o amigo Lukashenko ao gabinete certamente para lhe pedir reforços, caso contrário a transição para uma estratégia defensiva é mais que certa. Lukashenko que tem a população contra ele, o exército em rebelião contra a participação na Ucrânia, a economia duramente atingida por sanções e sabe que só Putin o pode manter no poder – e quer cobrar o preço por isso.
Putin já demitiu comandantes militares acusados de fracasso, o exército reorganizou unidades de combate e começou a cavar as posições defensivas ao norte de Kharkiv enquanto realiza ataques adicionais de mísseis estratégicos em toda a Ucrânia.
O foco das forças russas no momento é o leste da Ucrânia e, em particular, a segurança da região de Donbas. Comparado com as grandes aspirações de Putin nos primeiros dias da guerra, da guerra de 72 horas que chegava a Kyiv, este é um objectivo relativamente modesto.
E apesar de reduzir os seus objectivos, nem assim os militares russos conseguem progressos significativos em face da defesa obstinada dos ucranianos e do fluxo maciço de ajuda militar ocidental.
Milhares de soldados russos foram mortos ou feridos e centenas de veículos blindados destruídos no leste do país. Um enorme esforço para o curto território conseguido ao fim de 3 meses de combate.
Os russos continuam os ataques nas regiões de Zaporizhia e Kherson. Têm ganho algum terreno em Severodonetsk, empurrando o norte e oeste da Popasna de modo a chegar às principais estradas do sector e controlar as linhas de abastecimento. Mas, dada a escala da mobilização militar ucraniana, a quantidade de ajuda ocidental e a demonstrada incapacidade dos russos de realizar operações de grande escala com eficiência, não é seguro que estes avanços não venham a ser perdidos em face de uma contra ofensiva ucraniana.
É provável que a capacidade russa de continuar as suas operações ofensivas na Ucrânia esteja perto de atingir o limite. Os ucranianos corroeram a capacidade física e moral dos militares russos e só uma estratégia engenhosa russa poderá desequilibrar a guerra na Ucrânia.
Putin e o alto comando militar continuarão a exigir avanços, mas dificilmente no próximo mês conseguirão resultados significativos. Muitas das unidades de combate russas estão agastadas, e muitos dos seus soldados e subalternos não têm vontade de continuar a dar mais a uma instituição que nem consegue alimentá-los adequadamente. É certo que ao momento os russos não estão derrotados e tão cedo não abandonarão o território ucraniano e por isso vão simplesmente mudar para uma estratégia defensiva na Ucrânia.
À primeira vista isso poderá simplificar os problemas dos russos na Ucrânia mas a verdade é que isso colocará mais um novo conjunto de desafios. O primeiro desafio é que eles não terão mais a iniciativa. O exército russo, em estratégia defensiva, estará em modo reactivo. O exército ucraniano poderá decidir onde, quando e como enfrentar os russos.
A iniciativa estratégica, operacional e táctica ficará com os ucranianos. Isso dará ao alto comando militar ucraniano flexibilidade sobre o tempo, local, força e sequência das inevitáveis contra-ofensivas que conduzirá para recapturar território.
Um segundo desafio para os russos é que muitas das suas unidades passarão de operações militares para actividades de “apoio à ocupação”. Com efeito, os soldados precisarão se tornar governadores nas áreas da Ucrânia que ainda mantêm e que procuram converter em colónias russas. Isso não apenas drena forças militares para se defender contra os ucranianos, mas também requer uma série de conjuntos de qualificações que normalmente não residem em instituições militares, como a administração civil. E, os russos já sabem da experiência na Síria e na Tchetchénia o quanto isso é pesado e caro.
Um terceiro desafio para os ocupantes russos, para agravar seus problemas já enormes, é que eles vão ter que lidar com um movimento de resistência popular. Como os ucranianos demonstraram ao longo desta guerra, eles são um povo orgulhoso, determinado e corajoso. Já existem muitos relatos de insurgentes ucranianos operando no sul da Ucrânia. Com o tempo isso vai crescer em número nas áreas controladas pelos russos. E os russos também devem imaginar que esses insurgentes serão bem apoiados pelo Ocidente.
Finalmente, o exército russo tem um problema de moral. É difícil para Moscovo vencer o que quer que seja enquanto despreza a vida dos seus soldados. Prova disso as deserções do Exército russo, a incapacidade de recuperar os seus mortos e a falta de apoio às famílias militares. E com isso Putin espera que num exército de soldados mal liderados sejam também administradores, que persigam insurgentes e conquistem os corações e mentes dos ucranianos. E serão precisos muitos mais soldados, um exército para continuar a defesa do território e outro exército para a ocupação – serão, pois, muitos mais do que aqueles que têm atualmente na Ucrânia. A recente decisão ucraniana de desistir da defesa da siderúrgica Mariupol proporcionou uma pírrica vitória para os russos mas é improvável que haja mais desses pequenos sucessos para o exército russo.
À medida que a ofensiva no leste perde força, os russos inevitavelmente terão que fazer a transição para uma estratégia defensiva na Ucrânia e ao fazê-lo, o Exército russo enfrentará uma nova série de desafios difíceis pela frente. É esperar para ver!
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The Evidence is Cut in Stone: A Compelling Argument for Lost High Technology in Ancient Egypt | Ancient Origins

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Most people know of the great construction achievements of the dynastic Egyptians such as the pyramids and temples of the Giza Plateau area as well as the Sphinx. Many books and videos show

Source: The Evidence is Cut in Stone: A Compelling Argument for Lost High Technology in Ancient Egypt | Ancient Origins

açores e o património desbaratado

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Vandalismo (?) no Pico da Pedra.
Já não deveria estar tapado o buraco?
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Deixa-me revoltada a situação a que esta casa cheia de história chegou!
Casa onde nasceu Dr. Dinis Moreira da Mota, engenheiro responsável pela construção do molhe do porto de Ponta Delgada, na rua do mesmo nome, no Pico da Pedra, onde viveu Aristides Moreira da Mota, seu irmão, arauto da Autonomia dos Açores, António Augusto da Mota Frazão, pai, ilustre professor e reitor do Liceu de Ponta Delgada e cujo nome foi dado à Escola Básica da nossa freguesia; posteriormente pertença da família do Padre António Furtado de Mendonça, célebre orador do princípio do século XX nesta ilha, doada à Igreja por sua família, como pode chegar a este ponto de degradação?!
Como é possível a Igreja não preservar o património que tem ao seu cuidado e que é parte da nossa história e identidade?
Que exemplo de falta de respeito transmite?

You, Leonor Sampaio Silva and 4 others

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