BOMBAS QUE VAPORIZAM HUMANOS

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【A CAUSA DAS COISAS】
A arma termobárica, usada cada vez mais e de forma muito preocupante na Ucrânia por parte das forças Russas e a mando de um dos maiores crápulas da história moderna, quiçá da humanidade, é um tipo de explosivo que utiliza oxigênio do ar circundante, para gerar uma intensa explosão de alta temperatura, e na prática a onda de explosão tipicamente produzida por uma tal arma, é de uma duração significativamente mais longa, do que a produzida por um explosivo condensado convencional.
O desespero por estar a “levar na tarraqueta”, o BANDALHO Putin, abdicou de qualquer resquício de humanidade, princípios, ou regras básicas da arte da guerra, tendo se alheado do direito internacional, borrifando-se para o sofrimento alheio que vai provocando numa nação independente, democrática (palavra irradicada na Rússia Putina), delirando com o sangue que vai derramando no seu ego inflamado, doentio, e animalesco!
As bombas termobáricas lançadas cada vez mais e em desespero de causa pela Putilhada Russa, são consideradas mais graves depois das bombas nucleares lançadas pelos Americanos e que os Japoneses bem conhecem!
Pode ser uma imagem de texto que diz "2 Primeira pequena detonação libera uma nuvem de material explosivo Como funcionam as armas termobáricas 1 Bomba guiada com 3 Uma segunda precisão atinge alvo explosão acende a nuvem, que causa um impacto massivo capaz de vaporizar corpos humanos 九人神放 |大物制會 C"
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GUERRA, O PIOR ESTÁ PARA VIR

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O chefe da diplomacia francesa realçou que se pode temer “uma lógica de cerco”, recordando que se trata de uma tática russa.
Guerra na Ucrânia. ″É possível que o pior esteja à nossa frente″, diz ministro francês
DN.PT | BY DIÁRIO DE NOTÍCIAS
Guerra na Ucrânia. ″É possível que o pior esteja à nossa frente″, diz ministro francês

UM POEMA NO MEIO DA GUERRA

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O poema persa, recitado por um soldado ucraniano,traduzido em português
Às vezes questiono
Quem vai dar-te as notícias da minha morte?
No momento em que souberes da minha morte, por alguém
Quem me dera poder ver a tua bela face
A encolher os ombros, despreocupada
A gesticulares as tuas mãos — não importa
A acenares com a cabeça, ‘Wow! Ele morreu! Que triste!’
Quem me dera poder vê-lo
Pergunto-me
Quem acreditaria,
O teu amor queimou até às cinzas
A floresta da minha alma”
"Quem vai dar-te as notícias da minha morte?": Soldado ucraniano recita poema persa sobre o amor em tempos de guerra
OBSERVADOR.PT
“Quem vai dar-te as notícias da minha morte?”: Soldado ucraniano recita poema persa sobre o amor em tempos de guerra
Zhenya Perepelitsa, um soldado que faz parte dos grupos paramilitares que tentam defender a Ucrânia das tropas russas, foi filmado a declamar um poema persa sobre o amor e a guerra.
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BÁRBAROS RUSSOS INCENDEIAM MUSEU

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Russian Forces Burned Down a Museum Home to Dozens of Works by Ukrainian Folk Artist Maria Prymachenko
NEWS.ARTNET.COM
Russian Forces Burned Down a Museum Home to Dozens of Works by Ukrainian Folk Artist Maria Prymachenko
Ukraine’s culture minister is among those urgin UNESCO to strip Russia’s membership status after the assault.

No Iraque, no Afeganistão, na Ucrânia, os bárbaros têm todos a mesma pele (como diria Boris Vian).

Jose Manuel R Barroso, Maria Antónia Fraga and 4 others

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PRÉMIO PARA HELENA BUESCU

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Professora universitária Helena Buescu recebe Prémio Literário Vergílio Ferreira 2022
3 MAR 2022 09:16
Professora universitária Helena Buescu (Foto 2 ) vence Prémio Literário Vergílio Ferreira 202220 dez 2021 15:53Professora universitária Helena Buescu vence Prémio Literário Vergílio Ferreira 2022
Professora catedrática leciona Literatura Comparada e é considerada a “autoridade incontestável dos estudos comparatistas”.A Universidade de Évora (UÉ) entrega hoje o Prémio Vergílio Ferreira 2022 à professora da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa Helena Carvalhão Buescu, numa cerimónia agendada para as 17:00, na academia alentejana.
Segundo a UÉ, a cerimónia tem lugar na Sala dos Docentes, no Colégio do Espírito Santo, e conta com intervenções da premiada, do júri e da reitora, Ana Costa Freitas.
A 20 de dezembro passado, a universidade alentejana anunciou que o júri do galardão tinha decidido atribuir a distinção à professora catedrática Helena Carvalhão Buescu, que leciona Literatura Comparada e é considerada a “autoridade incontestável dos estudos comparatistas”.
“O alcance do ensaio de Helena Buescu transcende o contexto estritamente académico: a compreensão do mundo e a sabedoria plasmadas nos seus textos ensaísticos, das quais decorrem não apenas o ímpeto pedagógico natural como o olhar humanista inspirador, encontram-se bem patentes”, salientou o júri, na altura.
Instituído pela UÉ em 1996, para homenagear o escritor Vergílio Ferreira (1916-1996), este prémio literário destina-se a galardoar anualmente o conjunto da obra literária de um autor de língua portuguesa relevante nos domínios da ficção e/ou ensaio.
A edição de 2022 do galardão, segundo a universidade alentejana, contou com nomeações oriundas de seis instituições, em representação de dois países.
“O conjunto da obra de Helena Carvalhão Buescu e o seu trabalho académico ofereceram e continuam a oferecer um contributo assinalável para o estudo de literaturas e culturas lusófonas em âmbitos que incluem e ultrapassam largamente o contexto nacional”, realçou a universidade.
Além da sua obra escrita e do seu trabalho de intervenção académica e cultural, a vencedora “trilhou uma carreira impactante no ensino universitário”, acrescentou.
No campo do ensaísmo, Helena Buescu é autora de “uma obra vasta e singular, mas marcadamente coesa”.
O “mérito mais saliente” da sua obra “tem sido, porventura, a consistente releitura dos cânones da literatura portuguesa e lusófona à luz do diálogo com sistemas literários e filosóficos supranacionais, nos quais aquela não pode deixar de participar sem uma perda assinalável de valor e de sentido para ambas as partes”.
Helena Carvalhão Buescu publicou 12 livros de ensaio, como “Chiaroscuro: Modernidade e Literatura” (2001), “Cristalizações: Fronteiras da Modernidade” (2005) ou “Emendar a Morte: Pactos e(m) Literatura” (2008), “O Grande Terramoto de Lisboa: Ficar Diferente” (2005) ou “Experiência do Incomum e Boa Vizinhança” (2013).
A sua obra mais recente, intitulada “O Poeta na Cidade: A Literatura Portuguesa na História” (2020), ganhou o Grande Prémio de Ensaio Eduardo Prado Coelho, da Associação Portuguesa de Escritores (APE).
O galardão que homenageia o autor de “Aparição” foi atribuído, pela primeira vez, a Maria Velho da Costa, seguindo-se Maria Judite de Carvalho, Mia Couto, Almeida Faria, Eduardo Lourenço, Óscar Lopes, Vítor Manuel de Aguiar e Silva e Agustina Bessa-Luís.
Manuel Gusmão, Fernando Guimarães, Vasco Graça Moura, Mário Cláudio, Mário de Carvalho, Luísa Dacosta, Maria Alzira Seixo, José Gil, Hélia Correia, Ofélia Paiva Monteiro, Lídia Jorge, João de Melo, Teolinda Gersão, Gonçalo M. Tavares, Nélida Piñon, Carlos Reis e Ana Luísa Amaral foram os outros galardoados.A escritora portuguesa Ana Luísa Amaral está nomeada para o prémio literário em Línguas Românicas da Feira Internacional do Livro de Guadalajara, no México, revelou a Direção-Geral do Livro, Arquivos e Bibliotecas (DGLAB).
Escritora Ana Luísa Amaral nomeada para prémio da feira do livro de Guadalajara
Ana Luísa Amaral está nomeada para o prémio por indicação conjunta da DGLAB e da Organização de Estados Ibero-americanos (OEI-Portugal), que sublinham “o contributo inquestionável” da escritora “para o património cultural do espaço ibero-americano”.
A Feira Internacional do Livro de Guadalajara, considerada a mais importante feira literária em espanhol, atribui, desde 1991, um prémio literário em línguas românicas, tendo já reconhecido trinta autores. Em 2020, o prémio foi atribuído a Lídia Jorge.
Nascida em Lisboa, em abril de 1956, a escritora e professora universitária Ana Luísa Amaral, tradutora de romancistas e poetas, é doutorada em Literatura Norte-americana pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, onde foi professora.
A viver em Leça da Palmera desde a infância, Ana Luísa Amaral tem dezenas de títulos de poesia publicados, desde “Minha Senhora de Quê” (1990), além de já ter escrito teatro, ficção e vários livros para crianças.
A sua obra encontra-se traduzida e publicada em várias línguas e países, tendo obtido numerosas distinções, como o Prémio Literário Correntes d’Escritas, o Premio Letterario Poesia Giuseppe Acerbi e o Grande Prémio de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores.
Esta semana, a Universidade de Évora entregou a Ana Luísa Amaral o Prémio Vergílio Ferreira, que lhe fora atribuído este ano, pelo conjunto da obra.
Em maio passado, recebeu o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana, também pelo conjunto da obra, e, um mês depois, o Prémio Literário Francisco de Sá de Miranda 2021.
Em 2020, a associação das Livrarias de Madrid deu o prémio de Livro do Ano, na área de Poesia, à edição espanhola de “What’s in a name”, de Ana Luísa Amaral.
A Feira Internacional do Livro de Guadalajara decorrerá em novembro, no México.
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PLANOS MILITARES RUSSOS

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Graças às ações bem-sucedidas de uma das unidades das Forças Armadas da Ucrânia ocupantes russos perdem não só tecnologia e poder.
Em pânico também deixam documentos secretos. Sim, temos os documentos de planeamento de uma das unidades do grupo tático do batalhão 810.a brigada marinha separada da Frota do Mar Negro da Federação Russa.
Documentos recebidos incluem um mapa de trabalho, tarefa de combate, mesa de chamadas, mesas de sinal de controlo, mesas de gestão ocultas, lista de armazém de pessoal, etc.
Com base nas informações recebidas, sabe-se que os documentos de planeamento para a guerra com a Ucrânia foram aprovados ainda no dia 18.01.22, e a operação de captura da Ucrânia deveria ter lugar dentro de 15 dias, nomeadamente a partir de 20.02. Depois de 06.03.
A unidade inimiga teve de desembarcar a partir do VDC “Orsk” na área do assentamento Stepanivka-1 e atuar mais com as unidades militares do 58.o Exército da Federação Russa, nomeadamente com o 177.o regimento separado do Corpo de Fuzileiros Navais da Rússia F ederação. O objetivo final destas forças era bloquear e assumir o controlo de Melitopol.

ALVÍSSARAS CONTRA O TIRANO

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Alex Konanykhin, que reside nos Estados Unidos, diz que vai “continuar a ajudar a Ucrânia nos seus esforços heróicos para resistir ao assalto da horda de Putin”.
Empresário russo oferece um milhão de dólares pela detenção de Putin
DN.PT
Empresário russo oferece um milhão de dólares pela detenção de Putin
Alex Konanykhin, que reside nos EUA
https://www.dn.pt/internacional/empresario-russo-oferece-um-milhao-de-dolares-pela-detencao-de-putin-14643104.html?fbclid=IwAR3sYLSczbAjX3aDmbNrvWx0CkUTEtWnhuwbnSMb8ktseTw7ZcKJ9QmdsHo

Se os russos trouxerem o poder para o Oceano Atlântico, Portugal “passa a estar na primeira linha de defesa da NATO” – CNN Portugal

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O coronel José Henriques diz que a resistência ucraniana é “brilhantíssima”, mas enfrenta um poder militar “extraordinariamente superior”. Falando sobre eventuais envolvimentos das forças portuguesas no conflito entre russos e ucranianos, refere que, neste momento, a linha de contacto da NATO com a Rússia está a leste, mas os russos têm um grande poder naval na península de Cola, em Murmansk, junto à fronteira com a Finlândia. E se esse poder naval for trazido para o Oceano Atlântico, Portugal, que neste momento está na retaguarda da NATO, passaria para a “primeira linha de defesa”. O coronel realça ainda que “as nove ilhas dos Açores são nove porta-aviões inafundáveis”.

Source: Se os russos trouxerem o poder para o Oceano Atlântico, Portugal “passa a estar na primeira linha de defesa da NATO” – CNN Portugal

putin will stop at nothing to submit the Ukrainian nation

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I believe Putin does not wish to find a diplomatic end to the war of conquest that he is murderously waging against Ukraine.
The ferocious demeanor manifested in the attack, which is now increasingly directed against civilians and residential areas,
suggests the Russian dictator will stop at nothing to submit the Ukrainian nation. He is behaving akin to a rabid predator.
Putin is perilously pushing his own people backwards to an economic abyss and miserably standard of living. He is ignoring or denying all the consequences of poverty and lack of freedom necessary for seeking change and social justice. A seemingly unimpressed, unmoved pariah, he faces the world, defiantly, while threatening to unleash a nuclear and perhaps assured mutually destructive outcome. He demonstrates an obsession and warped, pathological cognitive pattern that seems ominous of his ambition to restaure and perhaps expand the former empire of the Soviet Union.
Putin will not retreat until the elimination of Ukraine’s sovereignty becomes a tragic reality.
One wishes to be utterly wrong predicting the diabolical success of Putin’s armies slowly, viciously destruction of a democratic neighbor. The Ukrainians who state the belief they will stop the Russian advance manifest a confidence that may be the emotional result of their love of country and the wish to prevail. Their heroic and undeniably competent military leaders perhaps are more reality oriented and thus aware of their inspiring objective. They know their stiff resistance is exacting from the invaders the formidable price of bleeding Russia and the Putin autocratic regime to irrelevance in the World in terms of the former and probable death of the latter.
The outcome of this conflict, however, does not have to be Russia’s expectations. There is more the free nations of the world, particularly the United States and Europe can do to thwart Putin’s aim. In addition to humanitarian assistance and defensive weapons, there are ways and covert help to deny Russia’s aircraft the domination of Ukraine’s skies, while stoping and burn menacing convoys like the one inviting annihilation at the approach to Kyiv.
As the charismatic and courageous president of Ukraine
is reported to have stated, the overcautious response of NATO countries have shown may be misinterpreted in Moscow. Success in his criminal endeavors have embolden Putin to take a further step, convinced of his immunity and the West’s paralysis as he waves his huge nuclear arsenal.
The half hearted, limited international reaction to Putin is allowing Russia’s aggression in return for the oil and gas that contributes to the stabilization of the world market. Tragically, we are not willing to give up a significant part of our comfort to ensure the security of the World.
Short of overt boots on the ground, more can be done for all of us are being diminished in our humaneness and moral integrity by the sacrificial assassination of the brave Ukrainian national.
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