mensagens em KYIIV

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Translation of the signs: (from top left clockwise):
1) Russian soldier: Putin lost. The entire world is with Ukraine. Go away without blood on your hands.
2) Russian soldier: Don’t kill for Putin’s sake. Go back home with a clear conscience.
3) Russian soldier, stop! Don’t become a murderer. Go away! Remain a human being.
4) Russian soldier: Remember [your] family. Go back home with a clear conscience.
5) To the Russian soldiers: Instead of flowers, you’ll be met with bullets. Go away! Go back to your family.
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Kiev is a city of heroes! 💛💙

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China-led development bank halts business in Russia, Belarus | Russia-Ukraine war News | Al Jazeera

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Move is latest sign of the limits of Beijing’s support for Moscow as it faces sanctions and censure over war in Ukraine.

Source: China-led development bank halts business in Russia, Belarus | Russia-Ukraine war News | Al Jazeera

cultura pobre nos açores o padre diz que não foi exonerado????

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O Açoriano Oriental publica o seguinte texto de direito de resposta, remetido pelo padre Ricardo Tavares, diretor regional da Cultura, ao abrigo dos artigos 24º, 25º e 26º da Lei de Imprensa, pela publicação da notícia que foi manchete sob o título “ Ricardo Tavares exonerado de diretor regional da Cultura”, na página 28, de 2 de março: Ao contrário do que a referida notícia transmite, baseada numa comunicação de intenções do Portal da Presidência do Governo Regional dos Açores, não fui exonerado das funções de Diretor Regional da Cultura. Nem solicitei que o fosse. Ainda me encontro oficialmente em funções neste cargo de direção superior do primeiro grau até pelo menos ao dia 15 de março, em virtude do período legal de 10 dias úteis de direito a pronúncia sobre argumentos aduzidos pelo Gabinete da Presidência do Governo Regional para a minha cessação de funções. A qual cessação poderá ser antecipada se entretanto a Secretária da Cultura, da Ciência e Transição Digital for exonerada.
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Pedro

Resposta do drac hoje no açoriano oriental…
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Pedro

Pedro Paulo Camara
Que festa que vai para aqui

oliver stone e a guerra

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Although the United States has many wars of aggression on its conscience, it doesn’t justify Mr. Putin’s aggression in Ukraine. A dozen wrongs don’t make a right. Russia was wrong to invade. It has made too many mistakes — 1) underestimating Ukrainian resistance, 2) overestimating the military’s ability to achieve its objective, 3) underestimating Europe’s reaction, especially Germany upping its military contribution to NATO, which they’ve resisted for some 20 years; even Switzerland has joined the cause. Russia will be more isolated than ever from the West. 4) underestimating the enhanced power of NATO, which will now put more pressure on Russia’s borders, 5) probably putting Ukraine into NATO, 6) underestimating the damage to its own economy and certainly creating more internal resistance in Russia, 7) creating a major readjustment of power in its oligarch class, 8 ) putting cluster and vacuum bombs into play, 9) and underestimating the power of social media worldwide.
But we must wonder, how could Putin have saved the Russian-speaking people of Donetsk and Luhansk? No doubt his Government could’ve done a better job of showing the world the eight years of suffering of those people and their refugees — as well as highlighting the Ukrainian buildup of 110,000 soldiers on the Donetsk-Luhansk borders, which was occurring essentially before the Russian buildup. But the West has far stronger public relations than the Russians.
Or perhaps Putin should’ve surrendered the two holdout provinces and offered 1-3 million people help to relocate in Russia. The world might’ve understood better the aggression of the Ukrainian Government. But then again, I’m not sure.
But now, it’s too late. Putin has allowed himself to be baited and fallen into the trap set by the U.S. and has committed his military, empowering the worst conclusions the West can make. He probably, I think, has given up on the West, and this brings us closer than ever to a Final Confrontation. There seems to be no road back. The only ones happy about this are Russian nationalists and the legion of Russian haters, who finally got what they’ve been dreaming of for years, i.e. Biden, Pentagon, CIA, EU, NATO, mainstream media — and don’t overlook Nuland and her sinister neocon gang in D.C. This will significantly vindicate the uber hawks in public eyes. Pointing out the toxicity of their policies (Yugoslavia, Iraq, Afghanistan, Libya, Syria, NATO expansion, breaking nuclear treaties, censoring and omitting crucial facts from the news, etc.) will be next to impossible. Pointing out Western double standards, including Kyiv and Zelenskyy’s bad behavior, will likewise fall on deaf ears as we again draw the wrong conclusions.
It’s easier now to smear those of us who tried to understand the Russian position through these last two decades. We tried. But now is the time, as JFK and Khrushchev faced down the perilous situation in Cuba in October 1962, for the two nuclear powers to walk this back from the abyss. Both sides need to save face.
This isn’t a moment for the U.S. to gloat. As a Vietnam War veteran and as a man who’s witnessed the endless antagonism of the Cold War, demonizing and humiliating foreign leaders is not a policy that can succeed. It only makes the situation worse. Back-channel negotiations are necessary, because whatever happens in the next few days or weeks, the specter of a final war must be realistically accepted and brokered. Who can do that? Are there real statesmen among us? Perhaps, I pray, Macron. Bring us the likes of Metternich, Talleyrand, Averell Harriman, George Shultz, James Baker, and Mikhail Gorbachev.
The great unseen tragedy at the heart of this history of our times is the loss of a true peaceful partnership between Russia and the U.S. — with, yes, potentially China, no reason why not except America’s desire for dominance. The idiots who kept provoking Russia after the Cold War ended in 1991 have committed a terrible crime against humanity and the future. Together, our countries could’ve been natural allies in the biggest battle of all against climate change. In its technical achievements alone, in large scale science, in its rocketry, heavy industries, and its most modern, clean nuclear energy reactors, Russia has been a great friend to man. Alas, in our century so far, man has failed to see or reach for the stars.
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a morte lenta da Ucrânia

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【A CAUSA DAS COISAS】
Mapa actualisado do Território Ucraniano ocupado pela Federação Russa e um mapa da saída de refugiados (sobretudo mulheres e crianças).
A situação está longe de um desfecho final:
1) A Ucrânia ainda tem a maioria de seus aviões de guerra
2) A Ucrânia tem vindo a ser reabastecida militarmente com equipamentos oriundos de ajudas dos vários países do mundo, europeus e fora da europa, com misseis stinger, lança rockets, munições, etc.
3) A Ucrânia tem estado a receber reforços de ex combatentes que se alistaram e que estavam a viver no estranjeiro(cerca de 80.000) ou mais, homens treinados e conhecedores do teatro das operações. Há muita gente que apesar de tudo, está a entrar na Ucrânia via Polónia o que augura uma força inquebrantável de defender os valores, o território, a pátria.
4) Na medida que o tempo avança e apesar dos bloqueios de Putin a uma imprensa livre em Moscovo, onde Putin aprovou uma lei que lhe permite mandar prender jornalistas, por divulgar informações que vão contra a posição do governo, levando a BBC, Bloomberg, CNN, CBC e outras mídias estrangeiras a suspender as reportagens no país, as notícias correm rapidamente e será uma questão de pouco tempo, até os Russos acordarem para a realidade. Basta que as mães Russas começem a entender que os seus filhos já não voltam mais…
5) Sabe-se ??? ( não consegui confirmar), que o esforço de invasão e ocupação da Ucrânia pelos Russos, implica neste momento, cerca de 2/3 de toda a capacidade militar em homens, disponível da Federação Russa.
Artur Arêde and 1 other
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coerência do PCP

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«Ê» –
Habituamo-nos a ler e a ouvir que o PCP tem sido e é um partido ideologicamente coerente.
Ora, face à mais severa actualidade que estamos a viver, e face a muitas outras situações que vêm do antecedente, constatamos que o PCP – Partido Comunista Português é tudo menos coerente com o ideário que diz defender.
– Como é que um partido que se diz «comunista» apoia um regime nacional-imperialista [ a Rússia do «Czar» Putin…] e que em termos ideológicos situa-se nas águas da extrema-direita e do conservadorismo mais reacionário que existe na Europa e no Mundo ?
– Como é que um partido que se diz «comunista» apoia um regime de capitalismo de Estado misturado com o neo-liberalismo mais selvagem que existe à face da Terra , o qual produz bilionários oligarcas que exploram os trabalhadores russos e expropriam os bens e os recursos daquele imenso país para benefício duma nova corte czarista de privilegiados, como acontecia no tempo dos Romanov?
– Como é que um partido que se diz «internacionalista» e que defende a «libertação dos povos». nega a existência e a independência doutros povos, vizinhos da Rússia?
– Como é que o PCP tem simpatia e talvez até reconheça as repúblicas separatistas de Donetsk e de Lugansk (no Donbass, leste da Ucrânia), quando aqui nos Açores foi sempre visceralmente contra os movimentos independentistas açorianos e madeirenses?
– Sabemos que o conflito entre a Ucrânia e a Rússia não tem explicação simples, mas uma coisa é certa – a Rússia, a pretexto da sua sacrossanta defesa, está invadindo uma nação e um estado por ela anteriormente reconhecido e está agredindo barbaramente um povo, orgulhoso do seu passado e esperançoso num futuro melhor.
– A única «coerência» do PCP que constatamos é o seu patológico «anti-americanismo», muito simétrico a quem sofre de anti-comunismo primário.
– O PCP deixou de ser «comunista» e passou a ser um partido russófilo, talvez para compensar o trauma histórico da queda da URSS e do Muro de Berlim…. só pode!
– É tão triste como paradoxal ver um partido com pergaminhos na luta contra o fascismo em Portugal e no contributo decisivo pelo derrube do Estado Novo em 25 de Abril, se sujeitar acriticamente à estratégia geo-política duma super-potência militar de pendor neo-fascista , a qual agride e ameaça povos e nações, suas vizinhas, já para não falar do apoio ao regime capitalista neo-liberal do Império do Meio [China].
– Mas há coisas que nós não devemos ficar admirados pois em 1939 o PCP apoiou o Pacto Germano-Soviético, conhecido por Pacto Molotov-Ribbentrop, o qual estabelecia «esferas de influência» entre o III Reich de Adolf Hitler e a União Soviética de José Estaline.
Com esse pacto «diabólico» vários estados e territórios foram partilhados entre os outorgantes , entre os quais se destaca a divisão da Polónia entre nazis e soviéticos…
– A História explica tudo isso…
Foto – by ABC de Madrid – manif’s nacional bolchevistas em Moscovo, reprimidas pelo regime de Putin.
@ Ryc
Pode ser uma imagem de 7 pessoas, pessoas em pé e ao ar livre
Vamberto Freitas, TóZé Almeida and 14 others
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