tornar a ucrânia inóspita, as cidades inabitáveis, terra queimada sem ucranianos para rússia gerir

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【A CAUSA DAS COISAS】
⚡️Russia já destruiu cerca de 600 prédios residênciais em Kharkiv cuja possibilidade de recuperação ficou impraticável.
Para além de mais cerca de 60 instalações como escolas, hospitais,maternidades,etc.
Se isto não é exterminar, nem sei mais o que será!
May be an image of outdoors and text that says "600+ residential buildings in Kharkiv has destroyed by Russian army"
Artur Arêde and 2 others
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Ucrânia: Jornal Novaïa Gazeta remove conteúdos e Facebook é bloqueado na Rússia

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Jornal independente russo, cujo editor foi galardoado o ano passado com o prémio Nobel da Paz, anunciou a remoção de parte dos seus conteúdos ligados à guerra na Ucrânia para evitar sanções.

Source: Ucrânia: Jornal Novaïa Gazeta remove conteúdos e Facebook é bloqueado na Rússia

a próxima invasão é Taiwan Formosa

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【A CAUSA DAS COISAS】
A GUERRA – Alastrar não é preciso!!!
As incursões de um pequeno número de aviões de guerra chineses em Taiwan têm ocorrido quase diariamente, segundo os relatórios do Ministério da Defesa de Taiwan. O recorde foi registado em outubro passado, quando 56 aviões de guerra chineses entraram na área perto de Taiwan num só um dia
O Ministério da Defesa Nacional de Taiwan informou, esta segunda-feira, que 13 aviões de guerra chineses entraram na sua Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ).
As incursões foram feitas por sete caças J-10, cinco caças J-16 e uma aeronave de guerra eletrónica Y-8, informou o ministério em comunicado.
Em resposta, os militares acionaram aeronaves de patrulha aérea de combate, emitiram alertas de rádio e implantaram sistemas de mísseis de defesa aérea para monitorizar a actividade.
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se o vizinho é chato deite-lhe a casa abaixo (putin doctrine)

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【A CAUSA DAS COISAS】
Andam por aí, por aqui e por acolá, muitos (demasiados) “papalvos” que embarcam na cantilena do f..da Putin, que alega que os a invasão à Ucrânia, foi culpa do Ocidente e dos EUA, cuja NATO os obrigou a tomar a iniciativa…
Pois claro, o meu vizinho é um chato do caraças e eu não estou com meias medidas, vou lá com uma buldozer, arraso-lhe a casa, mato-lhe a família, os cães os gatos e até os piriquitos, se os tiver.
Podia ser “piroso” mas o caso é mental e não vai lá com conversa da treta!
Este caramelo só conhece uma linguagem, a dos misseis a entrarem pela porta dentro e rebentarem-lhe com o coiro, aquele que qualquer coirão, gosta de preservar enfiando-se no bunker!
Que o gajo não bate bem dos carretos, a maioria de nós já sabia, outros ficaram a saber e ainda alguns, resistem a admitirem.
Artur Arêde
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MORREU O PE. JOSE MARTINS EM TIMOR DESDE 1974

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Rosely Forganes shared a post.

Admin

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Em Timor-Leste desde 1974. Uma das caras portuguesas mais conhecidas de Timor-Leste. José Martins, padre jesuíta que nunca se calou em defesa da independência e contra a ocupação Indonésia. Faleceu hoje em Portugal.
“Assumi como convicção que Timor e o povo um dia seriam independentes. A resistência durou 24 anos mas podia durar 50, o povo de Timor jamais aceitaria a integração na República da Indonésia”.
“Refleti, tentei rezar, mas acho que não rezei nada, e decidi ficar. Sentia-me cobarde se abandonava o povo entregue a si mesmo. Nunca me arrependi. Várias vezes senti a irmã morte ao meu lado. Não estou arrependido do que vivi”.
A última imagem é do seu último post na página pessoal no Facebook, a propósito das presidenciais.
DEP

Tania Bettencourt Correia is with José Martins and Antonio Sampaio.

17 m
Padre jesuíta José Martins, que viveu em Timor-Leste desde 1974, morreu hoje em Lisboa
Díli, 14 mar 2022 (Lusa) – O padre jesuíta português José Martins, que viveu em Timor-Leste desde 1974, e foi uma das vozes da igreja que mais contestou a ocupação indonésia, morreu hoje num hospital em Portugal, confirmou fonte da sua congregação em Díli.
A fonte explicou à Lusa que José Martins, 80 anos, morreu no Hospital de Vila Franca de Xira.
Martins, que chegou a Timor-Leste um ano antes da ocupação indonésia, viveu sempre no território, tendo-se tornado uma das vozes críticas à ocupação indonésia, sendo reconhecido pelo apoio que deu à resistência timorense.
“Assumi como convicção que Timor e o povo um dia seriam independentes. A resistência durou 24 anos, mas podia durar 50, o povo de Timor jamais aceitaria a integração na República da Indonésia”, disse numa entrevista em 2016 à agência Ecclesia.
Apesar da invasão optou por ficar, sendo uma das figuras da igreja em Timor-Leste , ao lado do padre João Felgueiras, que no ano passado completou 100 anos, mais conhecidas em Portugal.
“Sentia-me cobarde se abandonava o povo entregue a si mesmo. Nunca me arrependi. Várias vezes senti a irmã morte ao meu lado. Não estou arrependido do que vivi”, comentou.
A viagem para Timor-Leste surgiu quando tinha 33 anos e foi convidado, depois dos estudos em Roma, para se deslocar ao território durante dois anos, na altura como diretor espiritual para o seminário diocesano então responsabilidade da Companhia de Jesus.
Completou os estudos em Teologia Espiritual no Instituto de Espiritualidade da Universidade Gregoriana e, em Díli, iniciou funções no Seminário diocesano de Nossa Senhora de Fátima, em Dare.
José Martins chegou ao país em 23 de setembro de 1974 e desde aí viveu sempre em grande proximidade à população timorense, de quem destacou sempre o “carinho especial” e a “simplicidade e hospitalidade”.
Correndo o risco de expulsão do país, chegou a apoiar diretamente a guerrilha, tendo escondido no seminário um rádio transmissor, que transportou desmontado em peças, depois de ter conseguido passar pelos postos de controlo em Jacarta e Díli sem ser descoberto.
Em 13 de dezembro de 1975, poucos dias depois da invasão indonésia, o Seminário de Nossa Senhora de Fátima foi bombardeado.
Em 1978, juntamente com o padre João Felgueiras, reabriu o seminário num edifício dos arredores de Dili, chamado Externato de S. José, onde viveu até 1991.
O rosto de José Martins e as suas declarações acabaram por ganhar mais dimensão durante 1999, quando fez repetidas declarações a jornalistas portugueses que acompanharam o referendo em que os timorenses escolheram a independência.
O padre José Martins foi condecorado em 2012 com a medalha da Ordem Dom Martinho Lopes e, em 2016, com a medalha da Ordem de Timor-Leste, atribuídas pelo Estado timorense.
ASP // LFS
Lusa/Fim
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Fina Baptista Guterres and 13 others
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Manuela Bairos

28 m
Senhor Padre José Martins deixou-nos hoje … em Timor desde 1974, com os timorenses atravessou o período mais doloroso da sua história … estará no lugar dos justos e nas memórias de um povo que não esquece os seus heróis…
No photo description available.
Hoje, o privilégio de uma conversa com os padres jesuítas João Felgueiras e José Martins, que acompanharam o povo timorense no seu sofrimento. Impressionante, o que ouvimos é sempre mais do que o que conseguimos ler… testemunhos vivos de imenso respeito pela dignidade com que as populações carregaram a sua resistência, em muitos casos a sua sobrevivência, a sua incomensurável fé. (9 de Abril)
Luis Cardoso de Noronha and 12 others
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ACABEM COM ESTE TERROR DA GUERRA

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【A CAUSA DAS COISAS】
Sem eletricidade, água, aquecimento ou comida. Na maior parte do dia, incapazes de se comunicar com o mundo exterior, assustados com o barulho de mísseis e estilhaços.
Essa é a realidade de quem vive em Mariupol, no leste da Ucrânia.
Por quase duas semanas, a cidade, como tantas outras na Ucrânia, têm estado a ser sitiadas por tropas russas.
Áreas residenciais inteiras foram reduzidas a escombros e até hospitais e escolas carregam as cicatrizes escuras das bombas.
As forças do Kremlin cortaram o acesso a todos os serviços básicos enquanto a cidade congela no inverno.
Imagens e depoimentos de lá mostram moradores se reunindo nas ruas, quando as explosões permitem, para cozinhar seus alimentos com pedaços de troncos de árvores, e também formando milícias urbanas para enfrentar o cerco.
E nos últimos dias, a operação para a retirada de pessoas acabou impedida por um novo bombardeio russo.
Para os muitos residentes, o que está acontecendo em Mariupol trouxe de volta a terrível lembrança de um dos acontecimentos que mais marcaram as ex-repúblicas soviéticas: o cerco que a antiga capital do império russo experimentou por quase 900 dias durante a 2ª Guerra Mundial.
“Todos os russos aprenderam sobre o cerco a Leningrado (com excepção dos senhores da guerra, instalados no Kremelin) durante a 2ª Guerra Mundial.
Infelizmente, a história se repetiu, mas agora é o governo russo que mata de fome as cidades ucranianas”
O que está acontecendo em Mariupol imposto por um déspota de nome Putin (que o pariu), trouxe de volta a terrível lembrança de um dos acontecimentos que mais marcaram as ex-repúblicas soviéticas: o cerco que a antiga capital do império russo experimentou Leningrado, por quase 900 dias durante a 2ª Guerra Mundial.
Os nazistas atacaram a cidade com tudo o que podiam. Segundo relatos históricos, Hitler também acreditava que Leningrado cairia em questão de dias.
Mas a resistência foi além de todas as expectativas: os alemães não conseguiram assumir o controle da cidade, o que levou a uma tragédia humanitária de grandes proporções.
Também os nazistas não permitiram corredores humanitários e a comida ficou escassa. Eles também cortavam o acesso à energia, aquecimento e água potável durante o inverno rigoroso.
Qualquer semelhança com o ataque e invasão da Ucrânia pelos Russos, comandados pelo maior fdp-mor do seculo 21, não é mera coincidência!
Durante anos, o fd Putin participou das homenagens realizadas no cemitério de Piskarevskoye, onde uma enorme vala comum guarda os restos mortais de algumas das vítimas.
“Meu irmão, que nunca vi ou conheci, foi enterrado aqui, nem sei onde exatamente”, disse Putin durante uma solenidade em 2012.
“O que estamos vendo na Ucrânia é uma inversão da mitologia de Leningrado: a nação que estava se defendendo das tropas do invasor que sitiava sua cidade, tornou-se a invasora que sitia uma cidade em outro país vizinho”
“Enquanto o fda Putin descreveu o governo ucraniano e seus combatentes como fascistas e neonazistas, a invasão nas últimas duas semanas de facto, mostra que a Rússia é o país que comete abusos flagrantes dos direitos humanos e sitia cidades de maneiras não muito diferentes daquelas do cerco nazista de Leningrado”
Artur Arêde
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ATAQUE ERUSSO A BASE UCRANIANA

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Ataque russo a base militar próximo à Polônia deixa ao menos 35 mortos e 134 feridos.
Pelo menos 35 pessoas morreram e 134 ficaram feridas quando um ataque aéreo russo atingiu uma base militar no oeste da Ucrânia a cerca de 32 quilômetros da fronteira polonesa, disseram autoridades ucranianas neste domingo (13)
“O ataque aéreo foi realizado nos mares Negro e Azov”, disse o chefe da administração regional de Lviv, Maksym Kozytskiy, em um post do Telegram, que confirmou o número de mortos e feridos. Ele acrescentou que cerca de 30 mísseis atingiram o Centro Internacional de Manutenção da Paz e Segurança em Yavoriv.
Kozytskiy acrescentou um apelo à OTAN para criar uma zona de exclusão aérea sobre a Ucrânia e fornecer aviões militares. Os países da OTAN, incluindo os Estados Unidos, não o fizeram devido a preocupações de que as medidas possam aumentar seriamente o conflito com a Rússia.
Russian missiles strike Ukraine military base near Poland border, death toll rises | Read more at: https://t.co/0ZUKf4NWdN pic.twitter.com/EuVhq98oYc
— Economic Times (@EconomicTimes) March 13, 2022
“Agora que o bombardeio está se aproximando das fronteiras dos países da Otan, este é o momento crucial”, disse Kozytskiy.
O ataque ocorreu depois que o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Ryabkov, sugeriu no sábado que as forças russas poderiam tentar destruir carregamentos estrangeiros de armas para a Ucrânia, classificando-os como “alvos legítimos”.
O Centro Internacional para Manutenção da Paz e Segurança recebe regularmente instrutores americanos, canadenses e outros internacionais que ajudam a treinar os militares ucranianos.
A base aérea está localizada no Lviv Oblast, a cerca de 30 milhas do centro de Lviv e a apenas 13 milhas da fronteira com a Polônia.
1

RÚSSIA ENDURECE POSIÇÃO

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【A CAUSA DAS COISAS】
Considerando o pior cenário: uma Ucrânia transformada em Síria e uma Rússia em Coreia do Norte
Enquanto a Ucrânia resiste apesar da implacabilidade do agressor, a Rússia de Putin endurece e se isola cada vez mais.
Cada dia traz sua cota de horrores, desde que a Rússia lançou uma guerra injustificável contra a Ucrânia. Cada dia também é grande, com eventos que eram impensáveis ​​até recentemente. A resposta ocidental foi unida e inesperada: desencadeando de imediato as sanções massivas, caça aos activos oligárquicos, entrega de armas aos ucranianos, levando em conta o drama migratório e humanitário que está apenas começando. Mas essa resposta, por mais louvável que seja, não impede os mísseis russos e os ataques a civis. De forma alguma é possível conter o designio sombrio do Kremlin e sua corrida precipitada. Pelo contrário. O regime russo há muito aceita – por sua conta e risco – a ideia de que a superioridade e o facto consumado por si só garantem uma posição de força.
Sabemos o que o Ocidente se recusa a considerar: um confronto militar direto com a Rússia. Portanto, nada de “zona de exclusão aérea” imposta pela OTAN, para desafiar a superioridade aérea do agressor. Mas, neste momento, nenhuma saída para a crise está surgindo. É perigoso arriscar previsões. Mas é fundamental considerar, entre todos os cenários, o pior possível. Mesmo entre os especialistas russos, poucos haviam previsto uma operação militar em todo o território ucraniano. A lição desse erro, compartilhada pelo autor destas linhas, parece óbvia: não deve ser cometido novamente. O pior cenário – além de uma escalada nuclear entre a Rússia e a OTAN – é este: a Ucrânia se transformar na Síria e a Rússia se transformou na Coreia do Norte.
Comparações entre países sempre têm limites. Comecemos pela Ucrânia. Na Síria, a dimensão étnica e religiosa, o papel da organização terrorista Estado Islâmico são características particulares deste conflito. Mas são as semelhanças que importam agora. Vladimir Putin subestimou totalmente a capacidade de mobilização e resistência patriótica dos ucranianos. Lógico, já que ele até nega a existência plena de tal povo, considerado um primo provinciano bastardo, para ser corrigido. O plano para derrubar o poder em Kiev colide com a realidade. O Kremlin plantou ódio nos corações dos ucranianos contra Moscovo. Mesmo que o presidente Volodymyr Zelensky fosse morto ou forçado ao exílio, qualquer fantoche instalado em Kiev seria considerado como tal.
Por Piotr Smolar (Washington, correspondente)
Pode ser um grande plano de 1 pessoa, barba e óculos graduados
Artur Arêde
Enquanto a Rússia pode perder a guerra com a Ucrânia Putin não! O regime político da Federação Russa está em perigo. Este é um dos dilemas da guerra. Por outro a Rússia não tem economia para suportar por muito tempo uma guerra que custa por dia 1000 Milhões Euros. A tentação da Rússia utilizar armas proibidas será cada vez maior. Estará Putin num beco sem saída?
Gabriela Mota Vieira and 3 others
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O dia do novo amanhã ADRIANO MOREIRA

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A crise brutal que a Rússia provocou faz lembrar uma consideração de Teilhard de Chardin: “É uma coisa terrível ter nascido, quer dizer, de se encontrar irrevogavelmente conduzido, sem o ter querido, por uma corrente de energia formidável que parece querer destruir tudo aquilo que contém em si” (Hymne de l’Univers). O mundo está em processo de mudança. Claro que sempre esteve, mas atingiu um ponto crítico. Maior quantidade e maior velocidade em todos os escalões do processo. Nunca fomos tantos ao redor da Terra, nunca soubemos tanto uns dos outros, nunca dependemos tanto de cada um e cada um de tantos. Mas, também, nunca as vizinhanças foram tão ocasionais e episódicas nem tão grave a falta de equação entre as instituições e a vida.

Source: O dia do novo amanhã

OS QUE SONHAM COM UM GOLPE DE ESTADO NA RÚSSIA

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GUERRRA UCRANIA DIA 14 DE MARÇO
O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, desvalorizou ainda as sanções que têm sido impostas à Rússia na sequência da invasão, dizendo que as consequências destas medidas seriam “minimizadas”.https://www.noticiasaominuto.com/…/russia-nega-ter…//
Andrei Soldatov, um jornalista russo de investigação especializado em assuntos do Kremlin, disse esta segunda-feira no Channel 4 News que o presidente da Rússia, Vladimir Putin, poderá vir a ser derrubado do poder pelos próprios oficiais e generais.
2h07 – Chernobyl volta a ficar sem energia elétrica
A central nuclear está de novo sem acesso a energia, dizem as autoridades ucranianas. Chernobyl está sob controlo das autoridades russas desde os primeiros dias da invasão.
Kiev alerta para a necessidade de garantir o fornecimento de energia por questões de segurança. As autoridades ucranianas sublinham que só assim será possível evitar “uma repetição do desastre” ocorrido em 1986.
11h57 – Exército russo não descarta assumir “controlo total” das principais cidades ucranianas

O exército russo não descarta lançar ataques para assumir o controlo total das principais cidades ucranianas, alertou esta segunda-feira o Kremlin. Nesta altura, muitos dos principais centros urbanos do país estão cercados por forças russas.

“O Ministério da Defesa, para garantir a máxima segurança da população civil, não exclui a possibilidade de assumir o controlo total das grandes cidades que já estão cercadas”, disse o porta-voz presidencial Dmitry Peskov.

11h18 – Varsóvia acusa Moscovo de procurar causar o pânico entre civis
O primeiro-ministro polaco Mateusz Morawiecki acusa o Kremlin de procurar gerar o pânico entre a população. Em causa está o ataque de domingo junto à fronteira com a Polónia que provocou 35 mortos.
“Um ataque com um míssil a apenas 20 quilómetros da nossa fronteira mostra como a Rússia opera. [A Rússia] quer provocar o pânico entre os civis”, acusa o responsável polaco.
Putin "pode ser derrubado num golpe russo", diz especialista no Kremlin
NOTICIASAOMINUTO.COM
Putin “pode ser derrubado num golpe russo”, diz especialista no Kremlin
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