ESQUECERAM AS SANÇÕES À ARÁBIA OU IAM NO PREÇO DO PETRÓLEO?

Views: 0

ÇÕ À Á ?
– Onde está o «Ocidente», o tal que vende armamento letal e sofisticado à Arábia Saudita? Onde estão as sanções aos cleptocratas e oligarcas deste Reino das Trevas?
– Onde está o inenarrável MNE português? Não sanciona estes criminosos e inimigos dos Direitos Humanos>?
é ç ú á!!!!
[ A Arábia Saudita bateu no sábado o seu recorde de vários decénios no que respeita a presos executados num só dia: 87. Entre os executados incluem-se pessoas que foram condenadas por delitos cometidos antes de atingirem a maioridade, alguns sendo ainda crianças.]
@ Ryc
Incluindo delinquentes infantis. Arábia Saudita executa 81 penas capitais num só dia
RTP.PT
Incluindo delinquentes infantis. Arábia Saudita executa 81 penas capitais num só dia
A Arábia Saudita bateu no sábado o seu recorde de vários decénios no que respeita a presos executados num só dia: 87. Entre os executados incluem-se pessoas que foram condenadas por delitos cometidos antes de atingirem a maioridade, alguns sendo ainda crianças.
You, Lúcia Vasconcelos Franco and 4 others
2 comments
Wow

Comment

2 comments

All comments

SEMEIEM AGORA EM MARÇO OU PASSEM FOME

Views: 0

Estamos em Março e ou semeamos agora para ter produtos alimentares ou daqui a pouco tempo pode ser já tarde

You, Roberto Y. Carreiro, Lúcia Vasconcelos Franco and 11 others
11 comments
Like

Comment

11 comments

View 2 previous comments
All comments

  • Roberto Y. Carreiro

    O pessoal das associações agrícolas já vieram a público pedir mais apoios e subsídios…..
    2
    • Like

    • Reply
    • 3 d
    View 1 more reply
    • João Mota Gomes

      Author
      Roberto Y. Carreiro com mão de obra fica estupidamente caro e nao justifica
      • Like

      • Reply
      • 3 d
      • Roberto Y. Carreiro

        João Mota Gomes – mas produzir leite e carne nos actuais moldes com recurso a importações de cereais para rações e outras forragens não é viável. Os cereais estão aumentando de preço e muitos países produtores estão já suspendendo a exportação. Lembr…

        See more
        • Like

        • Reply
        • 3 d
      • João Mota Gomes

        Author
        Roberto Y. Carreiro certamente que sim. Tenho sempre defendido diversificação da agricultura e mais autossuficiência
        • Like

        • Reply
        • 3 d
  • Paolo Ferrer

    Dá trabalho.
    É mais cómodo pedir um subsídio para importarem cereais.
    A mesma trampa de sempre.…

    See more
    2
    • Like

    • Reply
    • 3 d

    Paolo Ferrer replied
    2 replies
    4 h

FINANÇAS REGIONAIS

Views: 0

Marlene Ponte shared a link.

9 m
CESA partilha comunicações sobre a Lei das Finanças Regionais - Jornal Açores 9
JORNALACORES9.PT
CESA partilha comunicações sobre a Lei das Finanças Regionais – Jornal Açores 9
Seminário: Evolução e futuro da Lei de Finanças das Regiões Autónomas. Após a realização do Seminário sobre a Lei das Finanças Regionais – que regula o funcionamento das relações financeiras entre o Estado Português e as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira – recentemente p…

Comando está a trabalhar para “melhorar vigilância” da zona marítima dos Açores – Jornal Açores 9

Views: 0

O Comandante da Zona Marítima dos Açores, Miguel Silva, rejeitou hoje que exista falta de fiscalização no mar do arquipélago, mas assegurou que o Comando está a “trabalhar para melhorar” a capacidade de vigilância. Em declarações aos jornalistas após uma audiência com o presidente do Governo Regional, na sede da Presidência, em Ponta Delgada, o […]

Source: Comando está a trabalhar para “melhorar vigilância” da zona marítima dos Açores – Jornal Açores 9

A CULPA É DO ADÃO…

Views: 0

Paulo Melo shared a link.

Governo dos Açores responsabiliza anterior executivo por atraso em porto espacial - Jornal Açores 9
JORNALACORES9.PT
Governo dos Açores responsabiliza anterior executivo por atraso em porto espacial – Jornal Açores 9
A secretária regional da Ciência dos Açores disse hoje que o atual executivo (PSD/CDS-PP/PPM) só é responsável pelo atraso de quatro meses no projeto do porto especial de Santa Maria, imputando o restante tempo ao PS. “Da responsabilidade direta deste Governo, o atraso está desde dezembro […
You and 1 other
Haha

Comment

0 comments

Exigências da Rússia ″mais realistas″, diz Zelensky. Rússia diz que estatuto de neutralidade da Ucrânia está em cima da mesa

Views: 1

A guerra na Ucrânia entra no 21.º dia com novos bombardeamentos em Kiev. Um prédio de 12 andares foi atingido, obrigando à retirada de 37 pessoas. Há registo de dois feridos. Isto num dia em que está prevista a continuação das conversações entre as delegações ucraniana e russa, através de videoconferência.

Source: Exigências da Rússia ″mais realistas″, diz Zelensky. Rússia diz que estatuto de neutralidade da Ucrânia está em cima da mesa

3 PRIMEIROS-MINISTROS EM KYIV

Views: 3

Os primeiros-ministros da Polónia, da Eslovénia e da República Checa estiveram na última noite em Kiev para manifestar apoio ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que assinalou a coragem dos três líderes.
Sob o som de explosões. Como correu a visita de três primeiros-ministros a Kiev
RTP.PT
Sob o som de explosões. Como correu a visita de três primeiros-ministros a Kiev
Os primeiros-ministros da Polónia, da Eslovénia e da República Checa estiveram na última noite em Kiev para manifestar apoio ao presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, que assinalou a coragem dos três líderes. A longa e arriscada viagem de comboio de Mateusz Morawiecki, Janez Jansa e Petr …
Like

Comment
Share

INCUMPRIMENTO RUSSO

Views: 1

Dia D (de “Default”) para a Federação Russa. A Federação Russa poderá entrar hoje em incumprimento, com a impossibilidade de pagar um cupão de dívida soberana de 117 milhões de dólares (El Español). O último incumprimento da Federação Rússia ocorreu em 1998, quando Boris Ieltsin estava no poder https://www.elespanol.com/…/default…/657434703_0.html
May be an image of 1 person, standing and text that says "2 El 'día D' para el default de Rusia: Putin suspenderá pagos por primera vez al no poder acceder a sus dólares El mer rcado apuesta al 90% por el impago. Hay 155 000 millones en juego en manos de inversores extranjeros. En 1998 ya dejó de pagar con Yeltsin"
3
1 comment
Like

Comment
Share
1 comment
Most relevant

  • Nuno ‘Profeta’ Ferreira

    Tenho de apontar que há uma certa lógica retorcida em impedir a Rússia de fazer os pagamentos para depois os acusar de não pagar…

OSVALDO CABRAL, A TEMPESTADE PERFEITA

Views: 1

A tempestade perfeita
O que vem por aí fora é o que se pode chamar de tempestade perfeita.
O impacto que os efeitos da crise vai trazer à economia açoriana será mais duro do que a crise pandémica.
Serão os aumentos dos preços em catadupa, a falta de muita matéria prima, o racionamento, a especulação, o açambarcamento, a inflação e a mais do que previsível subida das taxas de juro.
Nada que não fosse esperado numa região frágil como a nossa, isolada no Atlântico e dependente do exterior em transportes e em produtos de bens alimentares.
Podíamos ter reduzido esta dependência?
Claro que sim! E não faltou quem avisasse ao longo dos últimos anos.
Há, seguramente, mais de duas décadas que se ouve falar nesta região de criar uma reserva alimentar perante a impossibilidade de uma autossuficiência e uma teimosa monocultura da vaca.
Se há coisa em que falhamos em toda a linha ao longo de toda a governação autonómica foi no planeamento para uma emergência alimentar e energética.
No passado demos exemplos com enormes áreas de terrenos para sementeiras diversificadas, como o milho, o trigo, o centeio e por aí fora, mas não fomos suficientemente competentes para manter uma reserva de emergência.
Os sucessivos governos ignoraram os avisos e fomentaram, com base na subsidiação, as importações e a monocultura.
Só há poucos meses é que, perante uma crise que já se instalara no sector agrícola na União Europeia, os governos dos Açores e da Madeira enviaram uma carta conjunta, assinada pelos respectivos presidentes, à ministra da Agricultura, pedindo respostas urgentes para o aumento dos custos de produção do sector agrícola e pecuário.
Na carta, os executivos regionais lembram que a necessidade de ter em consideração as RUP foi reconhecida, por iniciativa de Portugal e Espanha, nas conclusões do Conselho da Agricultura de dezembro de 2021 sobre o Plano de Contingência “para garantir o abastecimento alimentar e a segurança alimentar em tempos de crise”.
Como se vê, só quando o fogo entra em casa é que acordamos para a desgraça.
O mesmo aconteceu com os combustíveis, área em que poderíamos estar hoje a dar cartas no país e na Europa, não fosse a subserviência dos nossos governantes aos seus líderes de Lisboa.
Ainda na semana passada ouvi esta coisa espantosa de Vasco Cordeiro, no parlamento açoriano, questionando o governo se “já tem alguns contactos em curso quanto ao Porto da Praia da Vitória e ao Gás Natural Liquefeito?”!
Então não foram os seus governos, conjuntamente com os seus camaradas da República, que prometeram, há anos, instalar o GNL na Praia da Vitória?
O famoso PREIT (Plano de Revitalização Económica da Ilha Terceira), criado em 2015, já prometia “definir o Porto da Praia da Vitória como o porto abastecedor nacional de GNL, para as travessias transatlânticas e consequente candidatura nacional do mesmo ao Programa European Connecting Facility”.
Onde é que ele está?
De 2105 para cá o que foi feito?
Claro, não fizeram absolutamente nada, como continuaram a fomentar a propaganda com mais promessas por parte da República e o ‘amouchar’ da região perante o incumprimento nacional, nesta tradicional curvatura espinhal que fazemos aos senhores de Lisboa, pondo os interesses partidários acima dos interesses do povo açoriano.
Dois anos depois, a 20 de Novembro de 2017, a senhora Ministra do Mar foi ao porto da Praia da Vitória dizer que aquela infraestrutura era fundamental para a estratégia nacional ligada ao abastecimento com gás natural liquefeito (GNL).
“Esse porto é fundamental para a execução de uma estratégia nacional que tem a ver com o seu posicionamento logístico a nível do Atlântico ligado com o abastecimento do gás natural liquefeito”, afirmou então Ana Paula Vitorino, a mesma que nos ‘engavetou’ com a Lei do Mar, perante o silêncio comprometedor dos seus camaradas açorianos.
Todos eles assistiram à senhora ministra a prometer um ‘road show’, que já tinha começado na China, englobando os portos açorianos, porque a Praia da Vitória é “um dos pontos fulcrais para a estratégia de abastecimento internacional do gás natural liquefeito que engloba os portos dos Açores, Sines, Lisboa e Leixões, não excluindo outros”.
Tudo benzido pelas nossas autoridades regionais, que até diziam mais: “é pretensão criar no Porto da Praia da Vitória um ‘bunkering’ deste combustível que será efetuado por investimento privado com recurso simultâneo aos fundos comunitários e instrumentos disponibilizados pelo Banco Europeu de Investimento. Com a criação deste entreposto, prevê-se a intersecção no fixo de carga transatlântica e criação de economias de escala através da etilização do GNL por outras entidades, nomeadamente do setor energético”.
Onde é que está tudo isso?
Eis como, em quase uma década, andamos a prometer tanta coisa que nos podia, agora no presente, atenuar a tempestade perfeita que vamos enfrentar.
Sobre isso o julgamento está feito. E não esquece.
O que é preciso, agora, é que olhemos para os mais carenciados, os que vão sofrer mais com esta crise inesperada e para a qual os políticos foram incompetentes em nos preparar.
Que sirva de lição.
Março 2022
Osvaldo Cabral
Diário dos Açores, Diário Insular, Multimedia RTP-A, Portuguese Times EUA, LusoPresse Montreal)
May be an image of 1 person and text
You, Paula Cabral, Susana Goulart Costa and 39 others
4 comments
8 shares
Like

Comment
Share
4 comments
View 3 previous comments

SANTANA CASTILHO, MEDIR O QUÊ

Views: 0

Medir o quê e medir para quê?
1. De início falávamos dos atrasos nas aprendizagens, provocados pelas enormes irregularidades verificadas nos dois últimos anos lectivos. Agora falamos dos atrasos no “Plano de Recuperação de Aprendizagens”, provocados pela escassez de professores, mais grave no Algarve e Lisboa e Vale do Tejo, mas já estendida a todo o país. Porque sem professores não se recuperam aprendizagens e sem presente nem futuro na carreira não se atraem professores.
Tendo este quadro por fundo, o Governo entendeu que as condições de aprovação e conclusão do ensino básico se limitariam às classificações internas e que no ensino secundário continuariam as regras que vigoraram nos dois últimos anos: só será necessário realizar os exames às disciplinas específicas para acesso ao ensino superior. Entender a decisão como apropriada às circunstâncias não impede de a considerar como mais uma achega para a diminuição da exigência do sistema de ensino.
2. De 2 deste mês a 22 Abril, em 80 países participantes, decorre a aplicação dos testes PISA, os quais, como é sabido, medem literacias diversas dos alunos com 15 anos de idade. Portugal está envolvido no processo com 12.000 estudantes, pertencentes a 231 escolas.
A qualidade psicométrica deste programa tem sido criticada, sob ângulos diversos, ao longo dos tempos. Ainda recentemente, António Teodoro (Critical Perspectives On PISA As A Means Of Global Governance) lhe apontou problemas metodológicos, incoerências e limitações, afirmando mesmo ser um erro crasso calibrar políticas pelo PISA. Com efeito, alinhar acções educativas com estratégias assentes na teoria do capital humano, mais do que inadequado, é redutor para o desenvolvimento dos jovens e obriga-nos a formular a pergunta: o que devemos esperar da Educação? Que forme homens completos ou competidores económicos?
A tendência da OCDE para estabelecer uma tessitura entre a missão da escola e o interesse da economia tem promovido a aquisição de competências instrumentais mais do que a aquisição do conhecimento. Só que a Educação é arte de pessoas e o seu objectivo é formar pessoas, que não objectos produtores de lucro. Mais do que mundializar os interesses económicos, deve a Educação mundializar os direitos fundamentais da pessoa humana.
3. Quatro conceituados autores da economia da educação, numa meta-análise de dados de 164 países (Measuring Human Capital Using Global Learning Data, 2021, Nature, Vol. 592) referem que ao aumento generalizado do tempo de escolaridade tem correspondido um crescimento baixo ou mesmo nulo das aprendizagens dos alunos. Reportando-se a dados de 2000 a 2017, dizem os autores que esses dados mostram um fraco progresso no que se aprende, ou seja, os alunos estão na escola, mas aprendem muito pouco. Ora é por aqui que fomos e continuaremos com os governos de António Costa, suprimindo a avaliação séria, manipulando resultados escolares e promovendo narrativas pedagógicas já derrotadas no passado como inovações do terceiro milénio.
O nosso sistema de ensino continuará pressionado com o aumento de temas que devem integrar as aprendizagens. Um a um, é fácil defender com argumentos a pertinência desses temas. Vistos em conjunto, abalroam duas variáveis inultrapassáveis: o número de horas lectivas disponíveis e os limites de assimilação por parte dos alunos.
A organização do ensino apelará cada vez mais para a dimensão controladora e cada vez menos para as dimensões reflexiva, colaborativa, afectiva e relacional. Particularmente com a ênfase dada à chamada digitalização da educação, o ensino institucional tenderá para o rapidamente feito, substituindo o desenvolvimento de pessoas inteiras pelo desenvolvimento de autómatos.
Tudo porque há quem não entenda que se Frank Lloyd Wright tivesse vivido no mato, nunca teria projectado o que projectou, ainda que, concedo, a sua cubata pudesse superar a dos vizinhos.
In “Público” de 16.3.22
88
2 comments
43 shares
Like

 

Comment
Share
2 comments
  • Pause GIF
    Tenor
    • Like

       

    • Reply
    • 58 m
  • António Manuel Borralho

    Quando se considera que o rigor e avaliação séria apenas se consegue com exames é a maior desconsideração relativamente ao trabalho dos professores aqueles que, diariamente, estao nas salas de aula com os alunos e que mais sabem sobre as aprendizagens dos mesmos.

    2

    • Like

       

    • Reply
    • 18 m
    • Edited