Erupção vulcânica de La Palma pode repetir-se nos Açores. Autoridades em alerta e Governo Regional prepara cenário de retirada de população – Observador

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Autoridades em alerta na sequência da crise sismo-vulcânica reforçam prontidão de meios de socorro e preparam planos de evacuação da ilha. Governo Regional desaconselha viagens para São Jorge.

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Governo dos Açores prepara cenários de retirada de população da ilha de São Jorge – Observador

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No imediato, os doentes internados no Centro de Saúde das Velas, que está próximo dos epicentros dos sismos, serão deslocados para o Centro de Saúde da Calheta, na outra ponta da ilha de São Jorge.

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AS FALHAS DE SÃO JORGE

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S. JORGE COM AS PRINCIPAIS FALHAS TECTÓNICAS.
A CASA DOS AÇORES EM ÇLISBOA SOLIDARIZA-SE COM OS JORGENSES NESTE MOMENTO DIFÍCIL
Pode ser uma imagem de texto que diz "Rosais Beira ILHA DE S. JORGE Velas Toledo Santo Amaro Ribeira do Nabo Urzelina Norte Grande Principais falhas Terreiros Manadas Norte Pequeno Local provável da erupção submarina de 1964 CANAL Calheta Ribeira Seca Fajã dos Vimes Roque Pico ILHA Topo PICO"
Carta de S. Jorge onde se encontram assinaladas as principais falhas tectónicas da ilha, bem como a localização provável da erupção vulcânica submarina ocorrida durante a crise sismo-vulcânica de 1964.
(in “Os Sismos de 1964 Na Ilha de S. Jorge – Registo Diário”, de G. Zbyszewski e T. Pacheco da Rosa; p. 39)

Maria Helena Dá Mesquita Morreu

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É com tristeza que comunico a partida da minha querida prima Maria Helena Dá Mesquita, ciente de que amigos, camaradas e colegas podem, por esta via, tomar conhecimento do facto bem como dos detalhes das cerimónias fúnebres.
O velório começa amanhã 4a feira dia 23 a partir das 15h na Brasília da Estrela. No dia seguinte, ás 16h, será a missa de corpo presente. Às 17h segue para o crematório do cemitério do Alto de São João.
Maria Helena Dá Mesquita foi uma figura discreta da cena cultural portuguesa, sobretudo como agente de teatro. Foi das primeiras mulheres a escrever crítica de teatro em Portugal. Escreveu cerca de 800 textos para os jornais “A Capital” e “O Diário”, e pontualmente em diversas publicações. Os seus textos foram muitas vezes censurados pois o seu escrutínio sobre a injustiça social e consciência sobre a condição humana no plano existencial, eram incómodas ao regime. Foi uma das fundadoras da Associação Port. De Críticos de Teatro. Militante do Partido Comunista Portugês, lutou sempre por um mundo mais justo e belo. Leccionou durante décadas, sobretudo no Liceu Pedro Nunes, onde marcou gerações com o seu espírito inconformista e sonhador. Na fase final da vida ativa co-fundou, juntamente com Fernanda Lapa, a Escola de Leitura e Escrita, na Sociedade Portuguesa de Escritores. A sua vida foi dedicada ao estudo, ao ensino e sobretudo ao teatro, que amava com paixão e devoção.
Obrigada Maria Helena.
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Carlos Serrano

Adeus, camarada. Uma perda enorme para a cultura portuguesa.
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Maria Helena Dá Mesquita
Morreu uma das grandes mulheres a escrever crítica de teatro em Portugal.
Tive a sorte de contar com a sua presença nos Prémios Guia dos Teatros em 2008 (foto) onde lhe foi atribuído o Prémio da Crítica.
Perdemos uma extraordinária mulher do teatro.
Fica o seu obituário.
Ao dia 21 de março do corrente ano de 2022 faleceu uma figura discreta da cena cultural portuguesa. Maria Helena Dá Mesquita foi a primeira mulher a escrever crítica de teatro em Portugal. Trabalhou regularmente para os jornais “A Capital” e “O Diário”, e pontualmente em diversas publicações. Os seus textos foram muitas vezes censurados pois o seu escrutínio sobre a injustiça social e consciência sobre a condição humana no plano existencial, eram incómodas ao regime. Foi, até ao fim, militante do Partido Comunista Portugês. Leccionou durante décadas, sobretudo no Liceu Pedro Nunes, onde marcou gerações com o seu espírito inconformista e de deslumbrado. Na fase final da vida ativa co-fundou, juntamente com Fernanda Lapa, a Escola de Leitura e Escrita, na Sociedade Portuguesa de Escritores. A sua vida foi dedicada ao estudo, ao ensino e sobretudo ao teatro, que amava com paixão e devoção.
Biografia
Maria Helena de Souza Dá Mesquita nasceu em Lisboa a 19 de julho de 1933. Concluiu os estudos secundários em julho de 1951, tendo ficado dispensada do exame de aptidão à Universidade. Nesse mesmo ano, ingressou na Faculdade de Letras de Lisboa. Licenciou-se em Filologia Germânica, em julho de 1957, com uma dissertação em literatura alemã intitulada “Aspetos do Problema da Crise na Obra de Herman Hesse, tendo obtido a classificação de 15 valores. Concluiu nesse mesmo ano o curso de Ciências Pedagógicas. Ainda como estudante universitária iniciou a carreira docente primeiro no Liceu de D. Filipa Lencastre (1956), depois no colégio das Religiosas Escravas do Sagrado Coração de Jesus onde permaneceu durante dois anos letivos 1956-1957, 1957-1958. Em 1958, concorreu e ficou colocada no Liceu de Dom João de Castro. Leccionou cerca de duas décadas no Liceu Pedro Nunes. Fez vários estágios de ensino e ensino através do teatro, em Londres e também em Swansea, Munique, Gottingen, Hamburgo, Folkestone. Entre 1968 a 1975 trabalhou em regime de comissão de serviço no Instituto de Meios de Audiovisual, mais tarde Instituto de Tecnologia Educativa. Aí desenvolveu sobretudo experiências pedagógicas que davam a conhecer o teatro e as suas potencialidades, como atividade interdisciplinar. Realizou este trabalho com regularidade até deixar o ensino em 1984. Neste âmbito realizou filmes com alunos e encenou peças de autores como Steinbeck, Charles Dickens, Shakespeare. Em 1969 estabeleceu contactou com o Professor Shelly, do Old Vic de Bristol, o qual com o patrocínio do IMAV deu uma série de aulas a aluno do Liceu Padre António Vieira. Em dezembro de 74 organizou um seminário “Thêatre et enseignement” que teve a colaboração do Professor Richard Monod da Universidade Paris 2. Frequentou o curso de teatro de Adolf Gutkin em 1970 e o curso de Arnold Linhine sobre Stanislavsky na SPA. Fez parte da comissão consultiva de atribuição de bolsas na Fundação Calouste Gulbenkian na área das artes. Fez parte da comissão consultiva que elaborou o projeto de reforma do conservatório – Fundação Calouste Gulbenkian – 1971. Fez uma tese de mestrado sobre literatura irlandesa, especificamente sobre Lady Gregory, no âmbito da qual traduziu algumas pequenas peças. Desde fevereiro de 1968 passou a exercer crítica de teatro nos jornais “A Capital” – mais de 800 textos entre 1968 e 1979, “Notícias da Tarde” (Porto) – mais de uma centena de textos entre 1981 e 1984, “O Diário” – mais de meia centena de textos entre 1984 e 1987. Colaborou ainda em várias revistas de ensino e de teatro. Na fase final da vida ativa, co-fundou, com Fernanda Lapa, a Escola de Leitura e Escrita, que dirigiu por mais de 15 anos. A sua biblioteca e arquivo foi doado, em 2020, à Universidade de Évora, especificamente ao CHAIA – Centro de História de Arte e Investigação Artística.
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O PIOR DA POLÍTICA, OSVALDO CABRAL

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O pior da política é a falta de credibilidade.
PS e PSD têm dado uma imagem muito má na defesa de posições contraditórias, conforme estão no governo ou na oposição.
É penoso assistir, nos últimos tempos, aos desafios lançados pelo PS ao actual governo de coligação, onde pedem tudo, quando no governo defendiam o seu contrário.
Da mesma maneira que é surpreendente ver o PSD a rejeitar propostas que defendiam quando estavam na oposição.
O último exemplo tem a ver com o preço dos combustíveis e a defesa da redução do Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP).
O PS até tem razão quando apresenta números factuais, nomeadamente ao sublinhar que o preço da gasolina subiu 29% desde o início de 2021, o gasóleo rodoviário aumentou 42%, o gasóleo agrícola 77% e o gasóleo pescas 113%.
E tem razão quando avança que o actual governo, desde que tomou posse, tem vindo a arrecadar crescentes milhões com o ISP.
O problema é que o PS não tem credibilidade para falar destas e de outras reivindicações, roçando mesmo o exagero populista a proposta para que o ISP seja reduzido ao mínimo, coisa que nem os seus camaradas de Lisboa querem mexer, preferindo baixar o IVA.
Em plena pandemia, quando empresas e cidadãos enfrentavam a crise económica em cima da sanitária, o governo de Vasco Cordeiro não quis baixar o ISP para os valores mais baixos que agora defende e nunca se coibiu de arrecadar os crescentes milhões do imposto, não cumprindo, muitas vezes, o prometido diferencial de 10% dos preços cobrados no Continente.
Chegou ao cúmulo de, em 2018, ter cobrado ilegalmente, no ISP do gasóleo, acima dos 40 cêntimos por litro, nos meses de Janeiro até Outubro, o mesmo acontecendo com a gasolina no primeiro trimestre daquele ano.
Desde que tomou posse, em 2012, os governos de Vasco Cordeiro aumentaram as receitas do ISP de 40 para 60 milhões de euros anuais, sensivelmente o mesmo valor que é hoje arrecadado pelo actual governo.
Tem razão, também, o PSD, ao acusar o PS de, entre 2016 e 2020, o governo do PS ter cobrado, durante 30 meses, o ISP do gasóleo acima do valor previsto na lei, recusando sempre baixar o valor do ISP.
Mas também não tem credibilidade para, agora, defender o contrário, quando na oposição fazia propostas para baixar o referido valor.
O PSD chegou mesmo, em Fevereiro de 2019, a requerer um debate de urgência no parlamento para obrigar o governo do PS a baixar o ISP, coisa que, agora, tem relutância em fazer.
O mais certo é que vai acabar por o fazer, porque a crise assim obriga.
O ISP é uma mina para qualquer governo, sobretudo quando as receitas são escassas e as contas públicas têm uma trajectória de desequilíbrio.
Quando foi preciso baixar impostos, a oposição votou, incompreensivelmente, contra.
Pedir, agora, o melhor dos mundos, quando, lá fora, não se assiste a este exagero, é cavar mais o fosso da credibilidade.
É preciso manter o diferencial dos preços em relação ao Continente, para que o nosso sector produtivo seja competitivo, como também é preciso evitar os exageros eleitoralistas que são tentadores em momentos de crise.
Este governo já devia ter criado uma espécie de gabinete de crise, envolvendo os parceiros sociais, para que não haja tentações de especulação e açambarcamento, ao mesmo tempo que deve ser dada uma atenção muito especial às famílias mais necessitadas neste momento de crise.
Quem é pobre, corre o risco de ficar ainda mais pobre com os cenários sombrios que se avizinham na economia.
Como na vida, a política precisa de bom senso.
Coisa rara por estas paragens.
****
SATA NO PIOR – Ao que parece a SATA prepara-se para fechar os seus escritórios junto da enorme comunidade açoriana na costa leste dos EUA, nas cidades de Fall River e New Bedford, sem ainda se conhecer o famigerado e secreto plano de reestruturação.
É outro exagero incompreensível, como se fossem os emigrantes açorianos os culpados pela crise da empresa.
Reduzir os recursos ou fazer um esforço para se melhorarem os objectivos da operação naquelas paragens, que até dá lucro, seria o mais sensato.
O escritório da SATA junto da nossa comunidade da diáspora não é, apenas, um instrumento da empresa.
É, acima de tudo, um símbolo da presença física da Região Autónoma nos EUA, uma espécie de embaixada com muitos anos e História, em que os viajantes açorianos recorrem sempre que surja alguma dificuldade ou dúvida.
Com o encerramento deste escritório, é a Região Autónoma que perde notoriedade e, mais do que isso, perde a confiança e proximidade junto de milhares de açorianos, que ficam sem interlocutor.
Mais um erro crasso que este governo faz que não vê.
(Osvaldo José Vieira Cabral – Diário dos Açores de 23/03/2022)
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O CERCO A MARIUPOL

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Cem mil pessoas continuam presas na cidade cercada de Mariupol, sob constante bombardeamento russo, quase um mês após o início da invasão da Ucrânia pelas forças de Moscovo, revelou esta quarta-feira o presidente ucraniano.
Cem mil pessoas continuam presas na cidade cercada de Mariupol
RTP.PT
Cem mil pessoas continuam presas na cidade cercada de Mariupol
Cem mil pessoas continuam presas na cidade cercada de Mariupol, sob constante bombardeamento russo, quase um mês após o início da invasão da Ucrânia pelas forças de Moscovo, revelou esta quarta-feira o presidente ucraniano.
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expo de TOMAZ BORBA VIEIRA

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Mais da noite de abertura da exposição do artista escritor açoriano Tomás Borba Vieira , sob a Curadoria do Édson Busch, com Sandra Melo, Simone Nascimento e outros amigos.
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E a cultura açoriana sempre ganha a minha atenção! Abertura da exposição do artista e escritor açoriano Tomaz Borba Vieira, com a curadoria do querido amigo Édson Edson Busch Machado; no Café del Mar – Florianópolis, uma noite encantadora com amigas especiais, Vilca Merizio, Eula Regina Maciel, novas amigas e amigos! Noite especial! Exposição “Sentimento Insular”. Um trio especial de escritoras mulheres com foco na cultura açoriana!
You, Urbano Bettencourt, Pedro Paulo Camara and 7 others
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Edson Busch Machado is at Café del Mar – Florianópolis.

Desenho original do açoriano Tomaz Borba Vieira. Estou reforçando o convite para a inauguração de sua exposição ” Sentimento Insular” , hoje a partir das 19 horas no Café del Mar, rua Maestro Tullo Cavallazzi, 20 no centro de Florianópolis. Aguardo sua presença.

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há ou não uplifting (levantamento de solo) em são jorge?

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Dados que necessitam de ser confirmados ou refutados com meios locais de medição geodésica e por entidades oficiais!! Mas espero que a confirmação ou refutação seja urgente!
Aparentemente a última passagem do satélite Sentinel detectou Uplift da superfície da ilha de São Jorge.
Uplift é basicamente o empolamento vertical do relevo da ilha. A ilha está com zonas com empolamento.
É importante saber agir e estar preparado, com calma. Sem pânico. O pânico é o pior inimigo. Estar preparado é a melhor ajuda. A realidade é que se trata de uma ilha vulcânica. É previsível que estás situações ocorram em determinados períodos.
Palavras no Twitter do portal GeologyHub:
Overlay of towns with the ongoing uplift at Sao Jorge. Source: latest sentinel run from 19:49 last night. If you live in or near the center of one of these spots, be ready to evacuate with short notice. #portugal #azores #volcano #volcanoes #geology https://t.co/AHkFkf1TR4
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