Coronavírus perde 90% da capacidade de infetar depois de 20 minutos no ar

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Um novo estudo britânico revela que o coronavírus perde 90% da eficácia de infeção após passar 20 minutos no ar. Esta investigação comprova mais uma vez a importância do distanciamento social e do uso da máscara na prevenção dos contágios.

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Sistema de voto antecipado está preparado para um milhão e 200 mil eleitores – Rádio Ilhéu

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O sistema de voto antecipado em mobilidade nas legislativas está preparado para um milhão e 200 mil eleitores, através de 2.600 secções, que poderão ainda ser aumentadas.

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Criado email para notificar autoteste positivo em alternativa à Linha de Saúde – Açoriano Oriental

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Queixas sobre a dificuldade em contactar a Linha de Saúde Açores têm-se multiplicado. USISM criou email para facilitar contacto

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o v í r u s QUE ACABOU COM A DEMOCRACIA E AS LIBERDADES (TÍTULO MEU TEXTO DE PEDRO ARRUDA)

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O medo é, provavelmente, nos dias que correm, a substância mais inoculada no mundo ocidental, para lá, obviamente, da vacina. Ao longo destes dois anos de pandemia as doses de pânico e chantagem, misturadas com segregação, opressão e autoritarismo, num cocktail medicinal sem precedentes, tem sido prescritas, num verdadeiro bar aberto de totalitarismo, por órgãos de comunicação social e autoridades como autênticos elixires de banha da cobra contrabandeados por caixeiros viajantes no velho oeste. A overdose de projeções e estimativas e gráficos e ondas e comunicados aterrorizadores tornaram-se uma rotina diária digna de um junkie em fim de linha cambaleando por uma dose de heroína. Já não vivemos sem o paternalismo pandémico de um Rodrigo Guedes de Carvalho. Ou, o conto de fadas sanitário de Graça Freitas. As homilias salvificas dos Tatos Borges e outros especialistas do Big Brother viral. As mamas flácidas e repugnantes de Marcelo e Bolieiro. E a “conversa em família” diária, horária até, dos números e das curvas que teimam, como ondas da Nazaré, em nunca achatar. Tudo na construção de um mundo cada vez mais polarizado, extremado e insano. Ao fim de décadas, séculos, de lutas pela liberdade e a igualdade e a solidariedade. Pela construção de um Estado de Direito Democrático inclusivo e defensor das minorias, corremos agora para um tempo em que, eufemisticamente apelidado de “novo normal”, aceitamos sem qualquer sobressalto o cercear das liberdades, a proibição da vontade individual, a imposição de actos médicos, o controlo digital do quotidiano, a autentica shoa vacinal, que procura reduzir a existência à potência de um preparado injectável. Nunca na história da humanidade se assistiu a um desvario colectivo desta magnitude. No Canadá anunciam-se impostos para não-vacinados, em Itália obrigatoriedade vacinal para maiores de 50 anos, em França Macron propõem-se “foder” os inimigos da pátria sanitária impedindo-os basicamente de ter vida. Um pouco por todo o mundo o livre trânsito farmacêutico tornou-se condição sine qua non para quase tudo, quem sabe até para respirar. Do outro lado da barricada, cada tentativa de olhar o vírus com sensibilidade e bom senso, de-lhe compreender os ritmos e idiossincrasias, de, no fundo, lhe aceitar a natureza e com ela a nossa própria mortalidade, a ordem natural das coisas e da endemia global, é imediatamente atacada com o rótulo ou de negacionismo ou de, na melhor das hipóteses, suecionismo. A nova ordem mundial é a da opressão pelo terror, numa embriaguez de “salvar vidas”, como se a saúde fosse não já uma condição do humano mas um processo permanente e eterno de doença, necessitando ad nauseam de um horário medicamentoso, um devir geriàtrico em forma de doses de medicamentos, imposto de forma universal, dos 5 aos 85, vendendo-nos esse logro abominável da eternidade impossível. Um admirável mundo novo feito de medo, chantagem, segregacionismo e opressão. Citando Freddy Mercury “who wants to live forever?”, principalmente neste fétido e irrespirável paraíso vacinal… #fuckcovid19 ✊
Arlindo Mano, Sonia Borges de Sousa and 7 others
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escolher escola privada por algoritmo

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A ILUSÃO DA ESCOLHA LIVRE
Entre os vários unicórnios que são atirados para a mesa dos debates, o que mais me incomoda por uma margem Usain Bolt / Pequim 2008, é o do cheque ensino e da “livre escolha”. A IL fala no tema como uma simples liberdade individual, o CDS junta-lhe uma pianada de Chopin mais triste e diz, sem se rir, que é a forma dos “pobres poderem também escolher a escola dos filhos”.
Como vivo no regime do cheque-ensino há década e meia, resolvi ir exercer a liberdade. Curiosamente nunca consegui que ao meu filho fosse oferecido um lugar numa escola que não pública (daquelas mesmo 100% públicas).
Liguei para lá, ligeiramente incomodado com esta coisa de não me darem liberdade e perguntei: “e quê crl?????”
Ao que me responderam, de forma absolutamente excepcional, que tinha sido o algoritmo e tal. Era tudo feito de forma integralmente automática.
Como gosto de algoritmos perguntei um bocadinho mais. Então mas como é que a coisa funciona? E a rapariga disse que, primeiro entravam alunos com familiares entre os estudantes, depois, os lugares que sobravam iam para o público geral (cerca de 30) e eram colocados numa data qualquer online e comecava a selva. O mais rápido a preencher a aplicacão, ganhava. Em cerca de 2 minutos, palavras dela, estavam as vagas esgotadas. No ano seguinte repetiam a dose.
Depois de ouvir a explicacão e sempre naquele espírito da liberdade e escolha livre, pensei, uma gajo que não tenha um computador, não consegue meter os filhos nesta escola.
Mas ok, tudo bem. É só uma canelada na liberdade do indivíduo. Toda a gente tem um computador, vamos lá, sejamos razoáveis. E se não tem computador certamente não se importa que o filho seja pedreiro. É isso. Estudasse.
Respirei fundo e juntei mais umas gramas de liberalismo e passei à questão seguinte. Então…se têm uma fila de espera formada, porque é que a desfazem todos os anos? Dessa forma estão apenas a perpetuar a selva e a tornar virtualmente impossível a entrada. A rapariga lá repetiu que era tudo automático e que o algoritmo é que formava a lista.
Parece-me estranho esta coisa dos pobres escolherem a escola dos filhos numa janela temporal de 2 minutos. Há um desarranjo intestinal de última hora ou até uma ligeira flatulência, lá se vai a educação dos putos. É, no mínimo, uma escolha livre bem supersónica.
Fiquei também com alguma dificuldade em encaixar o conceito da liberdade algorítmica mas enfim, já tenho alguma idade e pode ser uma startup da web summit. Também não quis dar parte fraca e passar por estúpido.
Avancei para a dúvida que me restava. Mas então, se é tudo automático, não há qualquer selecão da lista criada pelo algoritmo, como é que a fauna no recreio é predominantemente loura e ali ao lado, na pública, parece que estamos em Bagdade ou em Mogadíscio? Deve ser um azar dos távoras nenhum africano ou árabe, residente nesta região, conseguir ser rápido no gatilho do rato ou teclado. Logo eles que tiveram tanto treino no mundo real.
Para acreditar num algoritmo tão ariano, tenho que imaginar um de três cenários:
a) o Ventura aprendeu c++
b) a lista é retocada por um olho azul
c) e se fosses gozar com o crl?
O que me leva à frase do Cotrim no início de cada debate. O liberalismo não funciona e não é preciso.
Não existe livre escolha de absolutamente nada num regime de selecão humana.
O que é preciso, ontem, hoje e amanhã, é um sistema público e universal de educacão com escolas abertas para todos e em quantidade suficiente. Não é ter uma pública que é obrigada a aceitar todos e, à sua volta, outras 7 que escolhem quem aceitam e são pagas por todos.
O que é preciso é tratar os professores com dignidade, retirá-los da precariedade em que vivem e dar-lhes estabilidade, progressão (a sério) de carreira e um salário que não seja um embaraco dizer em voz alta.
O que é preciso, é que os putos de Mogadiscio, Bagdad, Teerão, Erbil, Pristina, Asmara, Santiago do Chile e Manila, não tenham que estudar e viver em guetos, num país onde os pais pagam o mesmo imposto mas não acedem ao mesmo algoritmo.
É isto o cheque-ensino. Uma merda. O resto são ilusões de quem nunca teve que meter os pés no mundo real.
May be an image of text that says "Skickal. weuncouay, anuary AM Ämne: Ej erbjuden plats till år 7 hösten 2022 2022 11:12:01 Hej, Vi har idag skickat ut erbjudande om skolplats till ett antal elever inför hösten 2022. Da vi har haft ett högt söktryck till dessa platser kommer ert barn tyvärr inte kunna erbjudas nagon plats. Ni har inte heller kommit med bland de första 30 reserverna. NI behaller anda er plats i kön hela 2022 ut. Vänliga hälsningar, Administrationen Privatskola"
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  • João Menéres

    Texto interessante! Sem qualquer ironia.
    De qualquer forma não deixa de ter piada que escrevas que o liberalismo não funciona nem é preciso. Fiquei com vontade de te perguntar: quando é que o comunismo funcionou e em que medida é que precisamos dele?