ponta delgada, o liceu precisa de obras

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Preservar o Liceu de Ponta Delgada.
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“manter vivo o antigo Liceu de Ponta Delgada para as futuras gerações “
Ricardo Teixeira, Fátima Silva and 27 others
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  • Vera Mónica Correia

    Eu já saí dessa instituição há 15 anos e na altura já eram urgente obras na escola.
    É um palácio com história e há a obrigação (nem que seja moral) de o preservar.
    Já agora, a todos os novos alunos, devia ser dada uma aula sobre a importância deste palácio e a época em que foi porque isso não é feito e a grande maioria não sabe. Acredito até que haja professores que não o sabem!! Eu pelo menos só aprendi depois de sair dali. A minha mãe também lá estudou e não aprendeu, assim como muitas outras pessoas que, enquanto lá estiveram, não sabiam
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    • 10 h

gregos na ibéria

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Bom dia, amigos.
Todos sabemos que os antigos Gregos eram navegadores destemidos e que nada receavam.
Ou quase.
A verdade é que tinham medo de aranhas e de baratas, ou não fossem um bocado mariconços.
Mas também havia uma terra por estas bandas onde eles não gostavam mesmo nada de meter as sandálias, que é como quem diz as patas – era Ophiussa, a região onde vivia o povo Ophi, espalhado pelo que é hoje o Douro Litoral.
Os Ophis, um povo proto-celta que viveu em plena Idade do Ferro, muito antes de por cá andarem os Lusitanos e os Romanos, sobreviviam como podiam.
Iam semeando umas coisas, não muitas, pois era preciso prevenir as dores nas costas, apanhavam outras na floresta que estavam mais à mão, roubavam aqui e acolá, caçavam uns pardais e criavam alguns animais.
Poucos, já se vê, porque o preço da carne estava pela hora da morte.
Mas aquilo de que os Ophis gostavam mesmo era de andar à bolachada.
E quanto não havia inimigo à vista entretinham-se a desatar ao estalo e à canelada uns aos outros.
Talvez isso se devesse ao facto de venerarem as serpentes, ao que parece então muito abundantes na região e que já se sabe são más como o facadas, e o seu líder enfeitava-se com escamas e avançava para os inimigos como se fosse um dragão, o que é coisa que ninguém deseja ver pela frente.
A não ser o Liverpool, claro.
Diga-se que Ophiussa, em Grego, significa exactamente Terra das Serpentes.
Os Gregos, já se sabe, vinham até cá ver o que podiam fanar, mas os Ophis não estavam pelos ajustes.
Não era incomum cortarem as cabeças aos seus inimigos, aos quais mais tarde se convencionou chamar adversários, e começarem a desatar aos pontapés às mesmas.
Este costume, curiosamente, perdurou até aos dias de hoje na mesma região.
Basta atentar, por exemplo, no caso do Canelas 2010.
As marcas deixadas pelos Ophis são aliás ainda hoje bastante comuns, até na toponímia de vários locais.
É o caso, por exemplo, de Ofir (originalmente Ophir), afamada praia de Esposende.
Os locais, que não apreciam por aí além a teoria de serem descendentes de adoradores de serpentes e de dragões, sustentam que a sua terra é nada mais, nada menos do que a legítima Ophir, terra multimilenar que abastecia de ouro a corte do rei Salomão.
Eu também queria.
Mas não é assim.
Primeiro porque em Ofir nunca acharam uma pepita, por pequenita que fosse;
segundo porque os arqueólogos sustentam que a mítica Ophir estaria localizada no Sri Lanka, na Índia ou até na costa oriental africana.
Não deixa igualmente de ser curioso um certo tipo de chamamento ainda hoje muito popular na mesma região.
Quando se quer chamar a atenção de alguém que teve uma atitude menos correcta, não é incomum usar-se a seguinte expressão: Ó fiúza, tu bê lá, carago!
Pois, lá está…
Mas voltemos aos Ophis.
Quem levou que contar deste povo foram os pobres dos Estrímnios, os seus adversários de eleição, que habitavam a faixa litoral a sul do Douro e que volta e meia eram atormentados pelo raio dos adoradores de serpentes, que não os deixavam em paz e que lhes ganhavam quase sempre na arte de andar ao estalo.
Isso mesmo é mencionado pelo poeta romano Avieno na “Ora Marítima”, na qual refere que os Estrímnios tiveram de fugir com o rabo entre as pernas das suas terras por causa das constantes invasões do “povo das serpentes”, ao qual deu o nome de Draganos.
Bom, eu não possuo plenas certezas, mas tenho uma leve suspeita que os Draganos sobreviveram até aos dias de hoje.
Imaginem onde.
Uma boa quinta-feira para todos.
(da página do Facebook de Jorge Alves).
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A Finlândia se tornará o primeiro país do mundo a abolir todas as disciplinas escolares

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Essa reforma exigirá muita cooperação entre professores de diferentes disciplinas e é por isso que os professores já estão passando por um treinamento intenso.

Source: A Finlândia se tornará o primeiro país do mundo a abolir todas as disciplinas escolares

Luso-Brazilian Culture: Timor Cast a Magical Spell 50 Years Ago, by Chrys Chrystello

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with transcription at

https://wisconsin-edu.zoom.us/rec/play/91ww8HSOUX9RmUFGIGVjLhWj9UwP8wuVtCKC0FTDDbL4rD3st0rvsjc9Td0eLGxt8rZ9wtL9NmFRa7X7.EDAD6ymN55mUMGMq?continueMode=true&_x_zm_rtaid=_50od1paSj2ZHKyE9Ng2xA.1638381161377.e95d91355f9f3bba359c87f4b3769eb8&_x_zm_rhtaid=350

Governo dos Açores decreta uso obrigatório de máscara – Jornal Açores 9

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De acordo com uma circular normativa da Direção Regional da Saúde, apesar da “elevada cobertura vacinal na região e da atual situação epidemiológica suportarem uma estratégia de flexibilização gradual, progressiva e proporcionada das medidas de saúde pública implementadas no contexto pandémico, a utilização de máscaras continua a ser uma importante medida de contenção da infeção, […]

Source: Governo dos Açores decreta uso obrigatório de máscara – Jornal Açores 9

Porque é violento o que nos estão a fazer – Observador

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Dita-nos o mais elementar bom senso que numa situação de crise devemos evitar o pânico. Os tão afamados especialistas de tudo e mais alguma coisa desrespeitaram em absoluto uma regra tão elementar.

Source: Porque é violento o que nos estão a fazer – Observador

não há tempo Daniel Braga

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NÃO HÁ TEMPO PARA TER TEMPO
Num outro tempo onde o tempo valia tempo. Numa outra altura onde havia tempo até para que o tempo se escoasse de uma maneira mais célere, pois o tempo era um tempo que lentamente se movimentava ao sabor da suave passagem pela vida, sem grandes constrangimentos nem grandes solavancos. Um tempo suave, que o tempo levou. Um tempo que o tempo não espera pois esse tempo, precioso no tempo, faz – nos apressar a vida, sem rancores nem motivos, sem perdões nem mágoas, para que o tempo que nos resta na cronologia apressada da vida que por nós passou, se transforme em puzzles de gratas memórias e felizes coincidências, onde nos sintamos reconhecidos connosco e com os nossos estados d’alma, reflexos interiores da vida que vivemos na locomotiva do tempo que passou célere e não pediu licença para parar. Falo-vos de um tempo em que nascemos, vivemos e por fim sentimos que cumprimos e partimos. Imagens que ficam por colorir, histórias por realizar e contar, coisas por dizer e fazer, gestos por reconhecer, gratidão por doar, perdões por dar e receber, mas a vida essa não se compadece e num tempo em que não há tempo para ter tempo, não há que perder tempo e ter medo de viver a vida que ainda não vivemos e os sonhos guardados nas gavetas de um tempo esquecido e agora recuperado no calor de uma vida que se pretende feliz e apaziguadora, na locomotiva do tempo que passa a alta velocidade sem deixar tempo para pensar e para haver tempo de usufruir e ainda agarrar o que nos resta para uma nova luz de entusiasmos, de esforços e motivações. É necessário ter tempo para dar tempo a um novo recomeçar.
Daniel Braga
(Foto extraída da net)
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Inacio Moura, Daniel Braga and 8 others
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