vivemos num mundo de virgens ofenddidas

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A estátua, que representa uma personagem feminina do poema “La spigolatrice di Sapri“, está a suscitar uma onda de indignação e a levantar o debate sobre o sexismo no país
“Uma ofensa às mulheres“: estátua de camponesa quase despida gera indignação em Itália
TVI24.IOL.PT
“Uma ofensa às mulheres“: estátua de camponesa quase despida gera indignação em Itália

Neblina em ilhas dos Açores pode ser consequência do vulcão de La Palma

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Boa tarde 🙂
Neblina em ilhas dos Açores pode ser consequência do vulcão de La Palma
Carlos Ramalho, do IPMA, explica tratar-se de um “sulfato” que se “agrega com o vapor de água” e que cria aquela “neblina” devido à humidade elevada registada nos Açores.
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) está a estudar a possibilidade de uma reação química provocada pelo vulcão de La Palma estar a criar uma “neblina” em torno das ilhas do grupo central dos Açores.
Em declarações à agência Lusa, Carlos Ramalho, do IPMA nos Açores, refere que a “visibilidade mais reduzida” e a “neblina” verificada no grupo central do arquipélago “poderão ter origem no vulcão de La Palma“. Segundo disse, trata-se de um “sulfato” que se “agrega com o vapor de água” e que cria aquela “neblina” devido à humidade elevada registada nos Açores.

— with Libania Silva.

Neblina em ilhas dos Açores pode ser consequência do vulcão de La Palma
OBSERVADOR.PT
Neblina em ilhas dos Açores pode ser consequência do vulcão de La Palma
Carlos Ramalho, do IPMA, explica tratar-se de um “sulfato” que se “agrega com o vapor de água” e que cria aquela “neblina” devido à humidade elevada registada nos Açores.
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AÇORES – Aerossóis sulfato do vulcão Cumbre Vieja atingem arquipélago. (c/vídeo) – Rádio Ilhéu

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Na sequência da erupção do vulcão de Cumbre Vieja, desde o passado dia 19 de setembro de 2021, têm sido emitidos gases e partículas para a atmosfera

Source: AÇORES – Aerossóis sulfato do vulcão Cumbre Vieja atingem arquipélago. (c/vídeo) – Rádio Ilhéu

New Theory Links Serpent Mound Cults, Impact Craters and High Science | Ancient Origins

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Within the lush Ohio River Valley lies the famous Serpent Mound effigy. It is an earthen mound aligned with the solstices, which rests on the ridge of a meteorite impact crater.

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Abertas candidaturas para apoio às Atividades Culturais para 2022 – Jornal Açores 9

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Estão abertas, até 31 de outubro, as candidaturas para os apoios da Câmara Municipal de Ponta Delgada às Atividades Culturais para 2022. O Regulamento de Apoio às Atividades Culturais, aprovado em Assembleia Municipal a 27 de setembro de 2018, que define a tipologia e as condições de elegibilidade e atribuição de apoios às atividades culturais, […]

Source: Abertas candidaturas para apoio às Atividades Culturais para 2022 – Jornal Açores 9

Ex-Google diz que empresa “está criando Deus” com projeto de IA

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Mo Gawdat, que liderou a divisão de inteligência artificial do Google até meados de 2017, tece críticas às práticas da empresa na indústria

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açores cobertos por poeiras do saara

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Partilha-se notícia do jornal Diário Insular com o título:
“Félix Rodrigues alega que o fenómeno é mais habitual no final do inverno: Poeiras do Saara chegam aos Açores num período pouco comum”.
A fotografia é da autoria de António Araújo.
Nos últimos dois dias, as poeiras do Saara afetaram sobretudo as ilhas do grupo central, mas deverão agora deslocar-se para o grupo oriental.
Desde quarta-feira que há um “nevoeiro” diferente nas ilhas do grupo central. Os mais atentos terão associado o fenómeno às poeiras do Saara, que volta e meia afetam a região.
O investigador Félix Rodrigues, especialista em poluição, confirma-o, mas diz que não é comum aparecerem nesta época do ano.
“O que é normal é que elas apareçam no final do inverno, princípio
da primavera ou a meio do verão.
Estamos num período em que é extremamente incomum”, avançou, em declarações a DI.
Segundo Félix Rodrigues, a concentração de partículas em suspensão, provenientes do Saara, ocorreu desde quarta-feira, sobretudo no grupo central, mas a partir de hoje deverá reduzir-se nestas cinco ilhas e intensificar-se no grupo oriental.
“No grupo central desce drasticamente. Vai começar a ver-se mais o seu efeito no grupo oriental”, explicou.
Ainda que sem dados que o comprovem, o investigador acredita que a concentração de poeiras do Saara nesta altura do ano se justifique pela existência de “duas circulações
ciclónicas no Atlântico”: a tempestade tropical Victor, que se encontra abaixo de Cabo Verde, deslocando-se para oeste da ilha das Flores, e que se prevê passar amanhã a ciclone de categoria 1, e o ciclone Sam, de categoria 4, que está a provocar distúrbios
na bacia do Atlântico Norte.
Segundo Félix Rodrigues, “não é credível” que estas partículas sejam provenientes do vulcão de Cumbre Vieja que entrou em erupção em La Palma, porque estas poeiras terão sido transportadas desde a Mauritânia para os Açores, passando por cima de Cabo Verde e não das Canárias.
No entanto, é possível que nas próximas semanas possa chegar à região uma mistura de poeiras do Saara e de poeiras do vulcão.
O investigador recomenda que em caso de deteção de poeiras do Saara nos Açores a população utilize máscara, porque as partículas finas “entram diretamente no trato respiratório” e podem ser nocivas para a saúde.
Na quarta-feira, a concentração de partículas em suspensão de diâmetro inferior a 2,5 micrómetros, no grupo central, foi superior aos limites definidos para a concentração aceitável de poluentes (20 microgramas por metro cúbico).
Ontem, baixou para 16 a 18 microgramas por metro cúbico, mas habitualmente, essas partículas não ultrapassam 1 micrograma por metro cúbico.
“Estamos no limiar da qualidade do ar aceitável”, alertou Félix Rodrigues.
Nas restantes ilhas, a concentração de partículas foi mais reduzida. No grupo oriental, rondou os 6 microgramas por metro cúbico e no grupo ocidental ficou-se pelos 3 microgramas por metro cúbico.
Quanto ao falso nevoeiro que afetou as ilhas, é justificado, segundo Félix Rodrigues, por uma maior concentração de partículas ainda mais finas, de 1 micrómetro, que têm um “efeito climático”.
As partículas finas provocam um fenómeno que se assemelha ao nevoeiro.
Nos últimos dois dias, as poeiras do Saara afetaram sobretudo as ilhas do grupo central, mas deverão agora deslocar-se para o grupo oriental.
May be an image of outdoors and text that says "DEPOIS DE DOIS DIAS DE MAIOR CONCENTRAÇÃO NO GRUPO CENTRAL POEIRAS DO SAARA A CAMINHO DO GRUPO ORIENTAL [Página 08]"
Félix Rodrigues and 10 others
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património da SINAGA

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A/O Regional
Santa Clara denuncia “atentado” na SINAGA
Paulo Faustino
O grupo independente de cidadãos ‘Santa Clara Vida Nova’ está indignado com o que diz ser o desmantelamento, contra a vontade da maioria dos habitantes da freguesia, de equipamentos pertencentes ao núcleo fabril da SINAGA e pediu que a Câmara Municipal de Ponta Delgada (CMPD) tome uma posição, demarcando-se do governo nesta matéria.
Ainda ontem, através do Facebook e de um artigo de opinião publicado num jornal local, Mário Abrantes, membro daquele grupo e um ‘histórico’ do PCP/A, denunciava a existência de um “desmantelamento predatório e acelerado, com destino à sucata, de maquinaria e equipamentos cultural e materialmente muito valiosos e únicos que constituíam o núcleo fabril da SINAGA”. Núcleo esse que, segundo referiu, “tanto os entendidos como os cidadãos da freguesia de Santa Clara (…) pretendiam que fosse preservado para o futuro com caráter museológico e, eventualmente, objeto da instalação complementar de um centro interpretativo do processo de produção do açúcar de beterraba que durante tantos anos prestou um apreciável contributo à economia dos Açores”. Abrantes, no seu texto, mostrou-se contundente: “o que está a acontecer, nas costas da cidade de Ponta Delgada (…), a um ritmo frenético de execução só explicável pela pressa em o tornar irreversível, é um grave e muito preocupante atentado a um valioso e centenário equipamento industrial pertencente ao património histórico, cultural e social dos Açores”.
Instado pelo Açoriano Oriental, o presidente da Junta de Freguesia de Santa Clara, reeleito por aquele movimento, afina pelo mesmo diapasão. António Cabral fala por si e em nome da maioria dos santaclarenses, para dizer que está a ser cometido um “crime” quando estão em causa equipamentos com mais de cem anos e alguns já estão desmantelados.
O autarca não acredita que o Museu Carlos Machado tenha capacidade para vir a receber aquele imenso património fabril, lamentando que o que se vê, por estes dias, é o recheio da antiga açucareira a ser expedido sem que os cidadãos, especialmente os de Santa Clara, se tenham pronunciado.
“Custa-nos muito. Queríamos ser ouvidos, não só Santa Clara, mas também os munícipes de Ponta Delgada e que a Câmara fosse chamada para um estudo sobre a melhor solução a dar à SINAGA”, frisou António Cabral, ressalvando, por um lado, que o equipamento industrial em questão tem grande valor patrimonial e poderia servir para fins museológicos e, por outro, que o vasto terreno envolvente à fábrica tem potencial para servir a população e o turismo, inclusive como espaço de convenções. Mas lamenta: “Não se sabe o destino que terão os terrenos, não nos dizem nada”.
Segundo António Cabral, o grupo ‘Santa Clara Vida Nova’ está a “trabalhar” sobre o assunto, admitindo a adoção de medidas.♦
Tutela esclarece situação nas instalações industriais
A Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública (SRFPAP) começa por clarificar que o desmantelamento da antiga fábrica da SINAGA não é de agora, tendo começado pouco depois do anterior governo socialista ter anunciado, no final de 2017, a suspensão da transformação de beterraba em açúcar. Ou seja, considera ser no “mínimo abusivo” dizer-se que tal operação esteja a ser realizada “a um ritmo frenético de execução”.
Na verdade, o referido desmantelamento, ao qual estão afetos três a quatro trabalhadores, verifica-se na zona industrial, “de forma ordeira e devidamente priorizada”, envolvendo tancagens e respetivas canalizações no interior da fábrica; equipamentos localizados em zonas com elevado risco estrutural; equipamentos com elevado grau de deterioração e obsolescência e equipamentos exteriores.
“As instalações industriais da SINAGA, cuja segurança e vigilância foram reforçadas após o seu encerramento, apresentam um elevado grau de degradação, consequência da não manutenção do espaço nos últimos anos, pelo que, logo após o desmantelamento das tancagens, será dado início ao desmantelamento de equipamentos instalados em zonas com elevado risco de colapso”, informa uma nota da tutela enviada a este jornal.
A SRFPAP acentua que a falta de manutenção de equipamentos “leva a que muitos deles estejam extremamente degradados”, sendo que, “face à sua dimensão e ao claro risco de acidente no interior da fábrica, foi imperativo decidir pelo seu desmantelamento”. E faz notar que tais equipamentos “não se configuram passíveis de integrar qualquer projeto museológico nem têm, pelo estado em que se encontram, qualquer uso ou valor comercial”.
A Secretaria Regional das Finanças, Planeamento e Administração Pública esclarece ainda que todos os equipamentos em razoável estado de conservação estão salvaguardados pela Direção Regional da Cultura, através do Museu Carlos Machado. “Algumas peças foram já colocadas no Núcleo de Santa Bárbara e nos armazéns do Museu. Outras peças, a incorporar futuramente na coleção, carecem de inventariação e estudo a que procederá esta entidade”, acrescenta. / Paulo Faustino
Foto: João Pacheco de Melo
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