reparação do cais de ponta delgada

Views: 0

A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) aprovou um projecto de cerca de 4 milhões de euros, candidatado pelo Governo da República, para reparar danos sofridos no Cais do Depósito POL NATO de Ponta Delgada devido a tempestades. Na sequência dessa decisão, o Governo da República autorizou a despesa de projectos no âmbito do “NATO Security Investment Programme”
Ao todo, o Governo português viu aprovados sete projectos no montante global de 14,3 milhões de euros. O projecto de reparação dos danos no Cais do Depósito POL NATO de Ponta Delgada será um investimento feito com verbas repartidas por três anos, entre 2021 e 2023, atingindo o valor total de três milhões novecentos e setenta e cinco euros.
A autorização para esta despesa foi publicada a 6 de Setembro, em Diário da República, através da Resolução do Conselho de Ministros n.º 125/2021.
O programa NATO “Security Investment Programme” é um mecanismo de apoio financeiro da OTAN que promove o desenvolvimento de capacidades militares no seio dos seus aliados, através da implementação de infra-estruturas militares e/ou de sistemas de informação, comunicação e controlo, suportadas pelo Fundo Comum da OTAN.
Ao longo das sete décadas de existência deste programa têm sido executados vários projectos no âmbito do NSIP em território nacional, totalmente financiados pelo Fundo Comum da OTAN e com claro benefício para a defesa e economia nacionais, assumindo-se como um programa de elevada importância para o estímulo da economia.
De acordo com as regras em vigor cabe ao Ministério da Defesa Nacional, por intermédio da Direcção-geral de Recursos da Defesa Nacional e com o apoio dos ramos das Forças Armadas, submeter à consideração e aprovação da OTAN os projectos no âmbito do NSIP passíveis de serem executados em território nacional e que possibilitem a disponibilização de capacidades militares para apoio ao cumprimento da missão da OTAN.
Os sete projectos nacionais devidamente enquadrados no NSIP que obtiveram autorização de execução e financiamento aprovado incluem, para além do projecto de reparação no Cais POL NATO de Ponta Delgada, a restauração no cais do Portinho da Costa pertencente ao Depósito de Munições NATO de Lisboa; a melhoria do “avental de estacionamento” para a missão AEW, a executar na Base Aérea de Beja; a ampliação do Taxiway da AEW também na Base Aérea de Beja; o fornecimento de munições às instalações na Base Aérea de Monte Real; o fornecimento de uma interconexão de pipeline na Base Aérea de Beja e o fornecimento de uma plataforma de trânsito na Base Aérea de Monte Real.
Estes sete projectos representam um investimento global de 14,3 milhões de euros. O Cais do Depósito POL NATO de Ponta Delgada recebeu já, em 2017,um investimento de 5,4 milhões de euros integralmente suportados pela NATO para reparação do cais, na sequência dos temporais que ocorreram em Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016, provocando grandes danos no molhe do porto de Ponta Delgada, junto ao farol.
Esta instalação militar integra o inventário das infra-estruturas da NATO e é a única dotada de condições para o reabastecimento de navios e submarinos militares entre o oeste e este do oceano Atlântico.
PV in diario dos açores.
May be an image of nature and ocean
1
Like

Comment
Share
0 comments

Carlos Fino shared a

país parolo e invejoso de marquises e bairros de lata

Views: 2

Ana Franco, Tomás Quental and 67 others
25 comments
8 shares
Like

Comment
Share
25 comments
View 1 more comment
  • Active
    Ana Franco

    Que perseguição!!! Já mandaram demolir as monstruosidades que se erguem no nosso país, há anos ?

falhança deste designer de roupa

Views: 2

460
495 comments
162 shares
Like

Comment
Share

495 comments

View previous comments
All comments

  • Michael J Gamble

    I would say that’s a black hole, butt!!!!!!!!!
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 8 m
  • Joe Ceeran

    that bitch is a true demokkkkrap
    • Like

    • Reply
    • Share
    • 4 m

Poço da Ribeira do Ferreiro, Ilha das Flores.

Views: 2

É completamente surreal chegar ao Poço da Ribeira do Ferreiro, Ilha das Flores.
Cenário de filme, mesmo.
Joana Mota and 166 others
8 comments
21 shares
Like

Comment
Share

8 comments

View 6 more comments
All comments

garantido ensino do mirandês

Views: 1

O ENSINO DO MIRANDÊS “TORNA-SE UMA OFERTA REGULAR DA ESCOLA”
Governo assegura ensino do mirandês sem recurso a protocolos
DIARIODETRASOSMONTES.COM
Governo assegura ensino do mirandês sem recurso a protocolos
O Governo assegurou hoje que, com a assinatura da Carta Europeia das Línguas Regionais, há o compromisso de que o ensino do mirandês se mantém sem a necessidade de protocolos com o ministério da Educação.
7
1 share
Like

Comment
Share

este país enoja-me e a justiça anda na lama

Views: 0

Uma mulher que desviou centenas de milhares de euros e lesou uma associação que se dedica a apoiar crianças com doenças raras, vai agora receber uma indeminização de 74 mil euros.
Inaceitável. Mulher sem ética e valores morais.
Isto é apenas um reflexo do nosso país.
Raríssimas: Paula Brito vai receber 74 mil euros de indemnização após ter desviado mais de 300 mil
DIGITAL-LUSO.COM
Raríssimas: Paula Brito vai receber 74 mil euros de indemnização após ter desviado mais de 300 mil
Paula Brito e Costa chegou a acordo com a Raríssimas, a A

TALIBÃS MODERADOS???????Jornalistas afegãos contam que foram detidos e espancados pelos talibãs. ″Pensei que me iam matar″

Views: 1

O relato de dois jornalistas afegãos dá conta que estiveram detidos pelos talibãs e que foram alvo de agressões durante horas por fazerem a cobertura de protestos na capital do país.

Source: Jornalistas afegãos contam que foram detidos e espancados pelos talibãs. ″Pensei que me iam matar″

PERIGO NA TENSÃO CHINA AUSTRÁLIA

Views: 3

Exclusive: Australia is needlessly risking its security with a standoff with China, says former Malaysian prime minister Mahathir Mohamad, who claims Canberra must make the first move to settle tensions with Beijing.
As tensions rise with China, Australia is ‘not so safe’, warns Mahathir
SMH.COM.AU
As tensions rise with China, Australia is ‘not so safe’, warns Mahathir
Malaysia’s former leader Mahathir Mohamad says Australia’s renewed Quad alliance with the US, Japan and India is “an aggressive move” that will anger China.
113
8 shares
Like

Comment
Share

Azores operates a record Airbus A321LR flight of nine and a half hours | World Airline News

Views: 1

Azores Airlines on September 7 flew 7,874 km between Oakland, CA, and Lajes, Azores for nine and a half hours using their Airbus A321LR CS-TSI (Inspire). This becomes the longest flight conducted b…

Source: Azores operates a record Airbus A321LR flight of nine and a half hours | World Airline News

somos contra o betão em miradouros açorianos

Views: 0

Faltam 5 dias para acabar a Consulta Pública da Proposta para o Miradouro da Lagoa do Fogo. Eu sou contra a construção de um edifício de 400m2 de betão em pleno Miradouro, que promove a aglomeração de pessoas e carros numa sensível Área Protegida de Habitats e Espécies, na fronteira com Reserva Natural e partilho o porquê. Sejam a favor ou contra, participem, escolhemos nós o que queremos para os Açores!
+2
Como criar um Centro de Interpretação da Paisagem sem Interpretar o Centro da Paisagem
A menos de uma semana para o fim da Consulta Pública para o Miradouro da Lagoa do Fogo, partilho preocupações sobre a proposta.
O mote original da intervenção é Ambiental: disciplinar e controlar a descida à Caldeira, reduzir o impacto ambiental daquela área devido à forte carga turística que se regista nos últimos anos, de modo a proteger a Fauna e Flora locais. Totalmente de acordo, é um dos preços a pagar em ter apostado na monocultura falível de Turismo de massas.
As propostas, quer na primeira quer nesta segunda versão, não respondem ao desafio! E não o fazem por:
– Insistirem num programa altamente questionável para aquele local e, pior do que isto, o modo de o conceber: um edifício enterrado em betão com 400m2, totalmente refém da primeira versão show-off que só ali poderia ocorrer, com um túnel a rasgar a Cadeira da Lagoa do Fogo (crime ambiental contra todas as boas práticas em Reservas Naturais).
– Falta de uma visão estratégica para todo o complexo da Lagoa do Fogo, faltou entender e tirar partido de todas as potencialidades e atrações e serem integradas como um todo: Lagoa do Fogo, Caldeira Velha, Salto do Cabrito, Pico da Barrosa, Lombadas, Janela do Inferno, etc. Não controla todas as possíveis entradas, apenas a do Miradouro.
– Não ser o edifício que controla o acesso à Caldeira, mas sim, e bem, uma vedação. Porque insistem no edifício “cego” naquela zona, como forma de concentração de pessoas/carros/poluição no local mais sensível? Um monumento natural como a Lagoa do Fogo precisa mesmo de Centro de Interpretação? Com 400m2 em betão?
– A meu ver, tudo não passa de um marcar de posição político, como se de um legitimar do assalto de hotéis e fabricas a que a Lagoa do Fogo tem sido sujeita nos últimos anos (alguns com os mesmos intervenientes envolvidos, incompatibilidades e processos altamente duvidosos), com a total e incompreensível corroboração de Governo e Autarquias, que até PDM suspendem para favorecer investidores. A confirmação vem quando a oposição reclama para si os créditos do projeto TCHARAM e não a real utilidade/viabilidade do mesmo.
– O descartar deliberadamente um Estudo de Impacte Ambiental para uma área tão delicada, que pela sua paisagem, por ser fronteira com uma Reserva Natural (em que o seu limite nunca deve ser entendido como uma simples linha no papel) e por ser Área de Proteção de Espécies e Habitats, teria obrigatoriamente que ser feito. Que impacto terão as escavações, as centenas de toneladas de betão e respetivo carbono incorporado, a qualidade dos reservatórios de água que ali correm e que abastecem boa parte da ilha, a perturbação de aves e flora que foram a desculpa para o controle na Caldeira, os problemas técnicos de fornecer eletricidade, água, esgotos, resíduos, etc.? Não é difícil saber em antemão o resultado do Estudo, daí ser descartado á partida.
– Perder a oportunidade de mudar o paradigma, nesta Era em que internacionalmente todos estão a desenvolver esforços em relação ao Ambiente, Alterações Climáticas e mesmo a nível Social, ao não promover políticas de Mobilidade Sustentável, Proteção Ambiental e de Ecossistemas ameaçados, a prática de exercício físico em contacto com a Natureza.
– Não resolve o problema do estacionamento abusivo no Miradouro que cada vez mais irá acontecer, continua a considerar apenas o carro em relação a alternativas que melhor respondem aos interesses coletivos e ambientais. Não promove uma proteção/distanciamento em relação ao ponto critico, bem pelo contrário, agrava-o com aglomeração.
– Ter ainda o apoio de uma Secretaria do “Ambiente e Alterações Climáticas”, quando a intervenção proposta ignora-os, com o desplante de conseguir apresentar um projeto desta ordem para o local mais sensível da ilha. Num país desenvolvido, eram demitidos na hora, para não mencionar o corte a qualquer financiamento inseridos num programa como a Rede Natura 2000 ou numa visão de Acordo de Paris. Qual é mesmo a utilidade desta Secretaria, que “tem como missão garantir a manutenção da qualidade ambiental, a conservação da natureza, a proteção dos ecossistemas, bem como a gestão dos recursos hídricos e um eficiente ordenamento do território” mas que atua em completa contradição com os seus desígnios? Curioso que nunca se fizeram tantos crimes lesa-pátria na área ambiental desde que foi criada, e mais projetos deste calibre estão em andamento para São Miguel e não só.
– O deliberado branqueamento de informação desde a primeira apresentação pública: na primeira versão foi omitido o enorme impacto visual da boca do Túnel para a Caldeira da Lagoa do Fogo e suavizado a brutalidade dos passadiços de betão em plena caldeira com a sua “pigmentação”. Nesta segunda proposta, são completamente omitidos os 13 lanternins – elementos de betão que afloram da cobertura para captar luz – das imagens fotorealistas. A ideia que é “apenas” a continuação da pendente natural e que não irá ter presença visual no local é puramente ficção, tanto que ocultaram o que já é bem percetível pelos desenhos técnicos. Estes lanternins, assim como os corredores de betão a anunciar a construção, são visíveis de qualquer ponto de vista do miradouro. É isto a que chamam promover um debate sério e construtivo? Uma consulta pública é unicamente uma etapa a queimar, depois de um projeto desta dimensão recusar continuamente as críticas evidentes e ser feito por adjudicação direta, aos mesmos que fazem hotéis para o local, em procedimentos pouco claros?
– Qual é o real valor da última unidade de Paisagem na ilha a resistir aos caprichos de se construir um qualquer Hotel ou Centro de Interpretação? Qual é mesmo a melhor (e talvez única) mais-valia dos Açores em relação ao restante mercado no sector do Turismo? Açores como destino de EcoTurismo? Não desta forma, certamente. Porque razão tem crescido imenso a procura de destinos como Flores, Pico, São Jorge (enquanto ainda não são também destruídos) em detrimentos das ilhas campeãs de hotéis e centros de interpretação? Sabem que intervenções como esta colocam de parte a denominação/nomeação da Região como destino e a prémios de Sustentabilidade, estes sim fundamentais para a sua promoção internacional?
– É estranho também observar o comportamento de algumas Associações financiadas, que mudam de opinião de uma versão para a outra quando os problemas que enumeraram mantêm-se, terão sido os diplomas a eles atribuídos por decreto e exclusividade na exploração turística do local a fazerem mudar de ideias? Ou os financiamentos das autarquias interessadas?
A minha ideia para o local, e da maioria das pessoas com quem partilhei as preocupações é clara. A proposta terá que ter:
– Controlo do acesso á Caldeira através de vedação, quer no Miradouro que foi muito bem alvo de uma reformulação, quer a Sul. O edifício e programa não têm qualquer necessidade de ali estar, ainda para mais não tendo qualquer ligação com a Paisagem.
– Repensar o Complexo como um todo, como se fez em Sintra, num exemplo mais próximo, e que tão bons resultados deram! Criar uma rede de transporte coletivo elétrica que interligava todos os pontos turísticos e ele próprio controla as afluências.
– Questionar a utilidade da antiga Estrada Regional, que atualmente é meramente de acesso aos monumentos naturais da Lagoa do Fogo (especialmente depois da abertura da variante Lagoa-Ribeira Grande). Porque não fechá-la ao trânsito comum e promover uma Ecovia com um transporte coletivo que apoiava quem não quisesse/pudesse ir de bicicleta, a pé, etc. desde as bolsas de estacionamento afastadas e com pequenos edifícios de apoio (WC, informação turística, aluguer de bicicletas/meios eléctricos). Retirar os carros/autocarros da paisagem, promover a redução de poluição ambiental, visual, sonora!
– Acima de tudo, manter a ESSÊNCIA da experiência Açores nestes pontos-chave, em que cada visitante se sente um explorador, com a mínima presença possivel de intervenção humana!
Não sou de todo contra o desenvolvimento, até faço dele vida. Sou sim totalmente contra estragar locais sagrados, em que o único protagonista deve ser o Património Natural, com programas altamente questionáveis, sem uma clara visão estratégica a longo prazo e que consequências terão este tipo de intervenções. Esta ideia de construir é sempre sinal de desenvolvimento não poderia ser mais barroca, traumas passados creio. A Natureza é definitivamente o Petróleo do século XXI !
Temos novamente uma oportunidade para mudar o paradigma, é nosso dever participar ativamente naquilo que NÓS queremos para os NOSSOS AÇORES, não o que meia dúzia de iluminados ambicionam para o seu umbigo com o dinheiro dos outros! O que ficam são os erros, muito caros de pagar e apagar. Deixem-se de ilusionismos, a MAGIA já lá está de origem e não estragá-la é a maior das homenagens!
Encontra-se aberta a consulta pública sobre o projeto até 15 de Setembro, participem!
P.S. Se este projeto for avante, aproveito já para propor um Centro de Observação de Aves e Hotéis da (outrora) Reserva da Lagoa do Fogo – o Lagoon Eye! Qualquer confusão com um modelo importado é mera coincidência. Sugiro a pintura em laranja, não vá alguma ave esbarrar-lhe e ainda a danificar.
Like

Comment