HDES A MELHORAR

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Alguns casos superiores há 5 anos
HDES bate recordes de actividade médica nos primeiros sete meses deste ano
Os valores do movimento assistencial realizado no Hospital do Divino Espírito Santo (HDES), nos primeiros sete meses do ano, revelam uma recuperação total em relação aos valores dos últimos 5 anos, sendo em certos casos mesmo superiores – isto apesar de todos os protocolos que ainda estão em vigor no âmbito da pandemia e até das falhas informáticas de que o hospital foi alvo – revela a administração hospitalar.
“São dados oficiais que revelam o grande esforço que tem vindo a ser desenvolvido por todos os funcionários do HDES e que são absolutamente notáveis”, sublinha a administração presidida pela médica Cristina Fraga.
Consultas no maior valor desde 2017
Ao nível das consultas foi atingido o total de 169.238 (os resultados finais ainda podem ser ligeiramente superiores, uma vez que faltam algumas validações), “que é claramente o maior valor desde 2017”.
O cenário repete-se em todas as categorias: nas consultas médicas (mais 27% do que em 2020 e mais 16,7% do que na média de 2017 a 2019); nas consultas não médicas (3,9% em relação a 2020 e 52,7% à média 2017- 2019); e nas consultas de enfermagem (16,7% e 49%).
Média de dias de internamentos diminui
No Internamento, há a registar neste período um total de 10.871 utentes saídos, o que revela um aumento de 20% em relação a 2020 mas uma quebra de 4,4% em relação à média dos anos anteriores.
Há a registar, no entanto, que a média de dias de internamento baixou em relação ao ano anterior, embora mantendo-se em linha com a média dos anos anteriores.
Mais cirurgias no Bloco
No Bloco, há a registar um total de 4.856 cirurgias, o que representa uma recuperação de 53% em relação a 2020 e mesmo um crescimento de 1% em relação à média dos anos anteriores, “o que é significativo”, considera o HDES.
Embora na Produção Programada, que representou uma recuperação de 63% em relação a 2020, exista uma redução de quase 6% em relação à média dos anos anteriores, registam-se aumentos significativos na Produção Adicional: mais que o dobro de 2020 (120%) e mais 31% em relação à média dos anos anteriores.
A produção urgente também cresceu bastante, com mais 16,15% em
relação a 2020 e 5,2% em relação à média dos anos anteriores.
Valores pré-pandémicos na Urgência
O número de utentes atendidos na Urgência, se bem que em Julho já revele uma certa retoma para valores pré-pandémicos, em termos do período de Janeiro a Julho mantém-se bastante semelhante ao de 2020, com um crescimento de apenas 1%, mas uma descida de 35,7% em relação à média dos anos anteriores.
“É, no entanto, uma área que encaramos com atenção, uma vez que os valores mensais já revelam uma tendência de subida acentuada”, revela o HDES.
A percentagem de Azuis e Verdes no total de urgências continua abaixo das médias dos anos anteriores, e bai- xou mesmo em relação a 2020 cerca de 15,7%.
Crescimento no Hospital Dia
No Hospital Dia registam-se igualmente crescimentos em relação aos anos anteriores, nomeadamente ao nível do número de doentes atendidos, que aumentou 29,5% em relação a 2020 e 14% sobre a média dos anos anteriores.
O número de exames realizados regista um aumento de 32,2% em relação a 2020 e de 5% em relação a 2019, o que é também muito significativo.
Menos partos e mais cesarianas
O número de partos realizados continua a revelar tendência de abaixamento, com uma redução de 4,7% em relação a 2020 e de 7,6% sobre a média dos anos anteriores.
O total cesarianas também continua a crescer, sendo mesmo o maior valor dos 5 anos e representando em 2021 cerca de 44,6% do total de partos. Sobre os nados mortos, há a registar 4 casos, que embora representem um aumento para o dobro em relação a 2020, estão quase 43% abaixo da média dos anos anteriores.
Palestra amanhã no HDES
O HDES promove amanhã uma palestra sobre Igualdade Feminina, destinada a comemorar o Dia Internacional da Igualdade Feminina, que se celebra nesse dia.
A palestra terá como oradoras Tânia Fonseca, Directora Regional para a Promoção da Igualdade e Inclusão Social, e Helena Soares, Directora do Serviço Social do HDES, e será moderada por Carolina Viveiros, Directora da Consulta Externa do HDES.
A palestra tem início pelas 14h00, no Auditório do HDES, que está limitado a 20 pessoas e contará com a transmissão em directo, através da página do HDES no Facebook.
(Diário dos Açores de 25/08/2021)
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a marcha do progresso

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alice empresta-me o país das maravilhas?

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“…Nesta época estranha a inteligência parece estúpida e a estupidez inteligente, e torna-se salutar desconfiar de ambas por questão de prudência….”
António Lobo Antunes, in ó .
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MUÇULMANOS, ÁRABES, E QUEJANDOS

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A CAUSA DAS COISAS
Um árabe não é um muçulmano, islâmico não é o mesmo que um islamita, nem um jiadista. Estes e outros termos, de novo na actualidade por via da vitória dos talibãs no Afeganistão, resumidos neste texto publicado no jornal digital “Observador”.
Glossário: um muçulmano é um árabe? Não
OBSERVADOR.PT
Glossário: um muçulmano é um árabe? Não
Um árabe não é um muçulmano, islâmico não é o mesmo que um isl

ANIMAIS PREFEREM MILHO ORGÂNICO AO GMO

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A CAUSA DAS COISAS
O milho é uma das culturas mais sujeitas à modificação genética. A principal razão? Aumentar a produtividade das culturas para obter maiores quantidades de produto, em detrimento da biodiversidade. E provavelmente também sobre saúde, embora existam opiniões muito diferentes sobre isso.
Com o objetivo de comparar milho transgênico e não transgênico, um grupo de alunos, de acordo com a página fb do Die Kraft Der Natur , decidiu fazer uma experiência. Colocaram 4 espigas de milho, transgênicas e não transgênicas, num parque povoado por vários esquilos. Resultado?
Os primeiros permaneceram intactos, enquanto os últimos foram muito apreciados pelos esquilos. Prova de que preferem o milho orgânico. Isso não é evidência suficiente para provar que o milho OGM faz mal à saúde; no entanto, o instinto animal certamente não deve ser subestimado.
Isso sem falar nos resultados de muitos estudos que ao longo do tempo mostraram os danos causados ​​pelos OGM à agricultura e à biodiversidade. Sem falar de outras pesquisas publicadas no Jornal Internacional de Nutrição Humana e Medicina Funcional, segundo as quais a saúde humana melhora drasticamente quando nós eliminamos alimentos geneticamente modificados da nossa dieta ou pelo menos reduzir o seu consumo.
A experiência da espiga de milho na verdade tem uma longa história por trás, lançado anos atrás pela Biology Fortified que, por meio de uma campanha de arrecadação de fundos no Experiment.com, conseguiu financiar o custo de fabricação e envio de um grande número de kits contendo uma manjedoura, OGM e não Milho OGM. Kits especialmente projetados para permitir que voluntários realizem a experiência em casa.
May be an image of corn and text that says "Die Kraft Der Natur 82sma LEO G m 201) G m 0E 2 Ein interessantes Experiment, das von jungen Studenten in England durchgeführt wurde. Sie nahmen einen gentechnisch veranderten Mais und einen, der nach alter landlicher Art ohne GVO angebaut wurde. Diese beiden Huhneraugen wurden einem örtlichen Eichhörnchenpark auf Nadeln gesteckt. Und nächsten Tagen waren die Ergebnisse des Experiments offensichtlich. Fotoquelle @ GrowingProduce FB 7,7mil 465 7,1 mil den"
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EM 1918 JÁ HAVIA TROTINETAS NO PALÁCIO DE CRISTAL

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Anda tudo entusiasmado com as maquinetas espalhadas pela cidade?
Pois em 1918, os nossos avós passeavam-se nos jardins do Palácio de Cristal, no Porto, em bólides semelhantes. E não precisavam de nenhuma App…
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A MISERÁVEL tv DO JORNALIXO

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Bem observado
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António Barreto
“É simplesmente desmoralizante. Ver e ouvir os serviços de notícias das três ou quatro estações de televisão é pena capital. A banalidade reina. O lugar-comum impera. A linguagem é automática. A preguiça é virtude. O tosco é arte. A brutalidade passa por emoção. A vulgaridade é sinal de verdade. A boçalidade é prova do que é genuíno. A submissão ao poder e aos partidos é democracia. A falta de cultura e de inteligência é isenção profissional.
Os serviços de notícias de uma hora ou hora e meia, às vezes duas, quase únicos no mundo, são assim porque não se pode gastar dinheiro, não se quer ou não sabe trabalhar na redacção, porque não há quem estude nem quem pense. Os alinhamentos são idênticos de canal para canal.
Quem marca a agenda dos noticiários são os partidos, os ministros e os treinadores de futebol. Quem estabelece os horários são as conferências de imprensa, as inaugurações, as visitas de ministros e os jogadores de futebol.
Os directos excitantes, sem matéria de excitação, são a jóia de qualquer serviço. Por tudo e nada, sai um directo. Figurão no aeroporto, comboio atrasado, treinador de futebol maldisposto, incêndio numa floresta, assassinato de criança e acidente com camião: sai um directo, com jornalista aprendiz a falar como se estivesse no meio da guerra civil, a fim de dar emoção e fazer humano.
Jornalistas em directo gaguejam palavreado sobre qualquer assunto: importante e humano é o directo, não editado, não pensado, não trabalhado, inculto, mal dito, mal soletrado, mal organizado, inútil, vago e vazio, mas sempre dito de um só fôlego para dar emoção! Repetem-se quilómetros de filme e horas de conversa tosca sobre incêndios de florestas e futebol. É o reino da preguiça e da estupidez.
É absoluto o desprezo por tudo quanto é estrangeiro, a não ser que haja muitos mortos e algum terrorismo pelo caminho. As questões políticas internacionais quase não existem ou são despejadas no fim. Outras, incluindo científicas e artísticas, são esquecidas. Quase não há comentadores isentos, ou especialistas competentes, mas há partidários fixos e políticos no activo, autarcas, deputados, o que for, incluindo políticos na reserva, políticos na espera e candidatos a qualquer coisa! Cultura? Será o ministro da dita. Ciência? Vai ser o secretário de Estado respectivo. Arte? Um director-geral chega.
Repetem-se as cenas pungentes, com lágrima de mãe, choro de criança, esgares de pai e tremores de voz de toda a gente. Não há respeito pela privacidade. Não há decoro nem pudor. Tudo em nome da informação em directo. Tudo supostamente por uma informação humanizada, quando o que se faz é puramente selvagem e predador. Assassinatos de familiares, raptos de crianças e mulheres, infanticídios, uxoricídios e outros homicídios ocupam horas de serviços.
A falta de critério profissional, inteligente e culto é proverbial. Qualquer tema importante, assunto de relevo ou notícia interessante pode ser interrompido por um treinador que fala, um jogador que chega, um futebolista que rosna ou um adepto que divaga.
Procuram-se presidentes e ministros nos corredores dos palácios, à entrada de tascas, à saída de reuniões e à porta de inaugurações. Dá-se a palavra passivamente a tudo quanto parece ter poder, ministro de preferência, responsável partidário a seguir. Os partidos fazem as notícias, quase as lêem e comentam-nas. Um pequeno partido de menos de 10% comanda canais e serviços de notícias.
A concepção do pluralismo é de uma total indigência: se uma notícia for comentada por cinco ou seis representantes dos partidos, há pluralismo! O mesmo pode repetir-se três ou quatro vezes no mesmo serviço de notícias! É o pluralismo dos *papagaios no seu melhor!
Uma consolação: nisto, governos e partidos parecem-se uns com os outros. Como os canais de televisão.
*Papagaios não, chilreada de periquitos sim!*”
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