ESTEREÓTIPOS HOMEM VS MULHER

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  • David James

    The modern woman is digital. High speed fiber optic networks provide answers instantly to questions like
    1 does this dress make me look fat
    2 why is he so stupid
    3 are the kids ( hungry tired safe sick bored plotting doing HW having fun etc)?
    4 am I cuter than that girl
    5 can my husband read my mind. I hope that one flashes NO
    6 how many calories are in that dessert and how much time does that equate to at an 8:20 pace
    7 do these shoes match these pants
    8 where did that dog puke
    9 what is a football safety
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    • 50 m

AÇORES FALTA A FORMAÇÃO BÁSICA NO TURISMO

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FALTA O BÁSICO
Estamos em plena época alta de turismo e ela veio em força. Um taxista disse-me há dias: não me lembro de um mês de agosto tão movimentado como este.
O pessoal do turismo está exausto. Patrões e empregados. Na generalidade todos têm consciência que é preciso aproveitar, pois os longos meses sem clientes estão a caminho.
Apesar da saturação (que nos deve fazer refletir sobre a nossa preparação para responder às solicitações e, sobretudo, sobre a questão turismo de massas versus turismo de qualidade), julgo existir, na generalidade, a consciência de que não se pode baixar a guarda, sob pena de comprometermos a imagem deste destino, traduzida no bem receber, que, se falhar, compromete qualquer campanha de marketing que possa ser lançada.
Mas, em época que se clama por emprego e emprego mais bem remunerado e em tempo de dificuldades imensas dos pequenos e médios empresários, ainda acontece, num restaurante, um empregado colocar cadeiras em cima das mesas para começar a varrer a sala enquanto decorre uma refeição; ou, num snack-bar, pedir um sumo e ouvir que havia de ter vindo mais cedo, pois a máquina já está lavada, escutando depois um murmúrio entre colegas: se fosse comigo não levava nada! E finalmente chegar sobre a hora de fecho para comprar uma sandes e a resposta ser: está na hora, só amanhã!
Patrões e empregados estão saturados, repito. Há que dar uma margem de tolerância. Mas sou eu, que sou de cá e convivo com estas pessoas todos os dias.
E os turistas, dos quais se deve arrancar unha e cabelo, como já há quem defenda, estarão dispostos a tal desconsideração?
Fico com uma dúvida, porém: sou eu que não estou avaliando bem, ou ainda há regras básicas que não fazem parte da formação elementar de quem faz atendimento ao público?
Victor N Pereira, Eduardo Sarmento and 54 others
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  • [Newsfeed] #TogetherAtHome A pair of medium-brown-toned hands clapping. sticker
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    • 10 h
  • Vivaldina Melo

    O cliente satisfeito é um cliente que volta e trás companhia.
    Mas há Uma grande verdade no meio é que estas pessoas são mto mal pagas e os patrões que tanto reclamam tbm nao atendem melhor.
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    • 10 h
    • Jessica Pacheco

      Vivaldina Melo pior é entrar num estabelecimento quando as luzes estão fechadas e já passou a hora de fecho!!!!! Nem se trata do dinheiro digo eu porque quando vemos que foi esquecimento e uma coisa agora quando é recorrente isso acontecer e outra cois…

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      • 9 h
    • Lara Almeida

      Jessica Pacheco axo k o confinamento mexeu com o cérebro de muitos. Faltas de respeito e mta ma educação veio para ficar em dobro.🥴🙄
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      • 9 h
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    • 10 h
  • José Jorge

    Só há um caminho a seguir: tratar bem da galinha e não come-la. Porque se…… lá se vão os ovos!!!!!!! A respeito, aproveito para atirar cá para fora da tola um pensamento que me rói. Tive três semanas em S. Miguel há bem pouco tempo e notei uma ter…

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    • 10 h
    • Dragao Norte

      José Jorge amigo quem fala asim nao e gago gostei continua um abraco!!
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      • 10 h
    • Berta Tavares

      José Jorge eu corroboro tudo o que disse, infelizmente o Faial estagnou e os faialenses regrediram e muito, entregando-se e acomodado-se a uma maneira fácil e rápida de ganhar algum dinheiro sem terem de se mexer muito, isto deixa-me triste
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      • 8 h
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  • Alda Silva

    No sábado fui com um grupo almoçar a um restaurante da nossa cidade para comemorar um aniversário. A certa hora um empregado veio às nossa mesas e batendo com uma mão na outra referiu que estava na hora de nos irmos embora. Falta de ética, é assim …

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    • 10 h
  • Davide Furtado

    Sou do Pico, visito normalmente duas vezes por ano. Venho de muito longe e ja viagei por muitos lugares.
    Fico parvo com a attitude de muitos comerciantes e seus empregados como atendem o publico e em especial os turistas.
    Oxala’ que isto dure… Algo v…

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    • 10 h
    • Helder Silveira

      Davide Furtado como picaroto e que por cá vive em permanência subscrevo na íntegra tudo aquilo que aqui descreves ,além de acrescentar que já vi e presenciei ,descartar clientes ,para não empregar outro termo . Espero e desejo que se mudem alguns comportamentos .
      1
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      • 8 h
  • Eugenio Viana

    O que ouço em relação a preços, é que temos a hotelaria mais cara e a restauração mais barata , e só quem não trabalha das 11 às 15 é das 18 às 22h30 , leia se meia noite, sem horas extraordinárias muitas vezes é que percebe como devem ser maus estes…

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    • 9 h
    • Eugenio Viana

      Na escola de hotelaria tive de passar por todas as áreas, para que tivéssemos noção do que custa o trabalho, e todos têm os seus problemas, mas aturar clientes difíceis a todas as horas e ainda ter de ser sorridente quando passa uma hora do fecho… …

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      • 9 h
    • José Jorge

      Eugenio Viana É dos clientes que vem o ordenado!!! é bom não esquecer. E é dos patrões que deve vir a boa organização, porque os clientes têm todos caras diferentes. Eu não trabalhei na restauração, mas vivi sempre daquilo que os clientes pagavam pelo …

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      • 9 h
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  • Filipe Pires

    O que me preocupa realmente são os preços, preços para turista.
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    • 9 h

AFEGANISTÃO CORRIDA CONTRA O TEMPO

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Chrys Chrystello
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A OCUPAÇÃO E ERROS DOS EUA NO AFEGANISTÃO

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Afghanistan war logs: Massive leak of secret files exposes truth of occupation.
A huge cache of secret US military files today provides a devastating portrait of the failing war in Afghanistan, revealing how coalition forces have killed hundreds of civilians in unreported incidents, Taliban attacks have soared and Nato commanders fear neighbouring Pakistan and Iran are fuelling the insurgency.
The disclosures come from more than 90,000 records of incidents and intelligence reports about the conflict obtained by the whistleblowers’ website WikiLeaks in one of the biggest leaks in US military history.
The files, which were made available to the Guardian, the New York Times and the German weekly Der Spiegel, give a blow-by-blow account of the fighting over the last six years, which has so far cost the lives of more than 320 British and more than 1,000 US troops.
Their publication comes amid mounting concern that Barack Obama’s “surge” strategy is failing and as coalition troops hunt for two US naval personnel captured by the Taliban south of Kabul on Friday.
The war logs also detail:
• How a secret “black” unit of special forces hunts down Taliban leaders for “kill or capture” without trial.
• How the US covered up evidence that the Taliban have acquired deadly surface-to-air missiles.
• How the coalition is increasingly using deadly Reaper drones to hunt and kill Taliban targets by remote control from a base in Nevada.
• How the Taliban have caused growing carnage with a massive escalation of their roadside bombing campaign, which has killed more than 2,000 civilians to date.
In a statement, the White House said the chaotic picture painted by the logs was the result of “under-resourcing” under Obama’s predecessor, saying:
“It is important to note that the time period reflected in the documents is January 2004 to December 2009.”
The White House also criticised the publication of the files by WikiLeaks:
“We strongly condemn the disclosure of classified information by individuals and organisations, which puts the lives of the US and partner service members at risk and threatens our national security.
WikiLeaks made no effort to contact the US government about these documents, which may contain information that endanger the lives of Americans, our partners, and local populations who co-operate with us.”
The logs detail, in sometimes harrowing vignettes, the toll on civilians exacted by coalition forces: events termed “blue on white” in military jargon.
The logs reveal 144 such incidents.
Some of these casualties come from the controversial air strikes that have led to Afghan government protests, but a large number of previously unknown incidents also appear to be the result of troops shooting unarmed drivers or motorcyclists out of a determination to protect themselves from suicide bombers.
At least 195 civilians are admitted to have been killed and 174 wounded in total, but this is likely to be an underestimate as many disputed incidents are omitted from the daily snapshots reported by troops on the ground and then collated, sometimes erratically, by military intelligence analysts.
Bloody errors at civilians’ expense, as recorded in the logs, include the day French troops strafed a bus full of children in 2008, wounding eight.
A US patrol similarly machine-gunned a bus, wounding or killing 15 of its passengers, and in 2007 Polish troops mortared a village, killing a wedding party including a pregnant woman, in an apparent revenge attack.
Questionable shootings of civilians by UK troops also figure.
The US compilers detail an unusual cluster of four British shootings in Kabul in the space of barely a month, in October/November 2007, culminating in the death of the son of an Afghan general.
Of one shooting, they wrote: “Investigation controlled by the British. We are not able to get [sic] complete story.”
A second cluster of similar shootings, all involving Royal Marine commandos in Helmand province, took place in a six-month period at the end of 2008, according to the log entries.
Asked by the Guardian about these allegations, the Ministry of Defence said:
“We have been unable to corroborate these claims in the short time available and it would be inappropriate to speculate on specific cases without further verification of the alleged actions.”
Rachel Reid, who investigates civilian casualty incidents in Afghanistan for Human Rights Watch, said:
“These files bring to light what’s been a consistent trend by US and Nato forces: the concealment of civilian casualties.
Despite numerous tactical directives ordering transparent investigations when civilians are killed, there have been incidents I’ve investigated in recent months where this is still not happening.
Accountability is not just something you do when you are caught.
It should be part of the way the US and Nato do business in Afghanistan every time they kill or harm civilians.”
The reports, many of which the Guardian is publishing in full online, present an unvarnished and often compelling account of the reality of modern war.
Most of the material, though classified “secret” at the time, is no longer militarily sensitive.
A small amount of information has been withheld from publication because it might endanger local informants or give away genuine military secrets.
WikiLeaks, whose founder, Julian Assange, obtained the material in circumstances he will not discuss, said it would redact harmful material before posting the bulk of the data on its “uncensorable” servers.
WikiLeaks published in April this year a previously suppressed classified video of US Apache helicopters killing two Reuters cameramen on the streets of Baghdad, which gained international attention.
A 22-year-old intelligence analyst, Bradley Manning, was arrested in Iraq and charged with leaking the video, but not with leaking the latest material.
The Pentagon’s criminal investigations department continues to try to trace the leaks and recently unsuccessfully asked Assange, he says, to meet them outside the US to help them.
Assange allowed the Guardian to examine the logs at our request.
No fee was involved and WikiLeaks was not involved in the preparation of the Guardian’s articles.
Nick Davies and David Leigh.
The Guardian, July 25, 2010.
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TORNOU-SE BANAL O ABUSO DE CRIANÇAS (AÇORES)

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Perpetua-se… Com tamanho enterrar de cabeças na areia, em breve só se avistam os pés!
26 de agosto de 2018
Enquanto não se encarar o abuso sexual de crianças como um grave problema social, a comunidade, através das mais diferentes estruturas, não se mobilizará para contrariar este problema de forma determinada!
As notícias assumem regularidade confrangedora. Passam a fazer parte da rotina…
Os abusos sexuais de menores conhecem, no presente, nova expressão. Urge um projecto mobilizador de energias que enfrentem este problema e que salvaguarde a afirmação de direitos inalienáveis dos ofendidos, contrariando a dimensão deste flagelo.
Regra número um: Não vale enterrar a cabeça na areia!!!
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Roberto Y. Carreiro and 5 others
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MIGUEL MONJARDINO E OS TALIBÃ

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Notas de uma entrevista com Ana Patrícia Carvalho no Jornal da Noite SIC Notícias:
1. Tragédia, coragem, compaixão, desespero, milagres e escolhas terríveis #KabulAirport #Kabulairlift. Veremos tudo isto nas próximas 24-48 horas. Em contrapartida, estes são dias extremamente felizes para os Talibãs e os seus apoiantes.
2. Se o prazo de evacuação de civis for mesmo 31 de Agosto, então: (i) a partir de sexta-feira/sábado, o número de pessoas que pode ser evacuadas por via aérea começará a decrescer; (ii) os EUA/países europeus terão de avançar com a retirada das suas forças de #KabulAirport.
3. A evacuação do maior número possível de civis, levará os EUA a destruir o equipamento militar (artilharia, morteiros, veículos, sistemas de defesa contra drones, etc.) no aeroporto de Cabul no final da sua saída.
4. Mesmo assim, muitas das pessoas que cooperaram com os EUA, países europeus, a NATO, Nações Unidas e NGOs nos últimos 20 anos não conseguirão sair do Afeganistão pelo aeroporto de Cabul. Estes são os dias dos telefonemas e das mensagens mais difíceis.
5. Joe Biden deu a entender que a saída dos EUA a 31 de Agosto depende da evacuação de todos os cidadãos norte-americanos que quisessem sair do Afeganistão. O que acontecerá se um número significativo deles não conseguir chegar ao aeroporto e/ou ser evacuado a tempo?
6. Do ponto de vista de President Joe Biden, o sucesso político da #KabulAirlift depende da ausência de baixas militares norte-americanas em Cabul e da inexistência de um ataque terrorista bem sucedido contra as forças militares no aeroporto de Cabul.
7. Não temos prestado atenção ao que se tem passado nas fronteiras do Afeganistão com os países vizinhos. Sobretudo a norte e a leste. Com a aproximação de 31 de Agosto, quem quiser sair do Afeganistão está ser encorajado a tentar a fronteira com o Paquistão.
8. Como é natural, sabemos ainda pouco sobre o que realmente levou William Burns, Director da Central Intelligence Agency (CIA)a Cabul anteontem. É provável que uma parte da conversa tenha sido sobre a possibilidade de o prazo de 31 de Agosto ser estendido por 4-5 dias a troco da entrega de um aeroporto funcional.
9. Mais importante, todavia, é os EUA decidirem se querem ou não que os Talibãs sejam bem sucedidos no governo do Afeganistão. Em que condições está a administração Biden disposta a reconhecer um governo liderado pelos Talibãs?
10. Moscovo, Nova Déli e Pequim também estão a deliberar sobre o tema. Putin falou com Modi ontem e hoje com Xi Jinping. A ideologia dos Talibãs, o terrorismo e o tráfico de droga são as suas principais preocupação.
11. Não é popular dizer isto em Portugal/Europa mas, para a President Joe Biden e os governos europeus, os direitos das mulheres e das crianças afegãs não são um interesse nacional a defender pela força das armas. Esta é a realidade dos factos.
12. A evacuação de cidadãos russos hoje a partir do aeroporto de Cabul sugere que os grupos de Talibãs do norte do Afeganistão que receberam o benefício da dúvida e algum apoio em Moscovo estão a perder a luta pelo poder na capital afegã.
13. O uso de equipamento militar EUA por algumas unidades militares Talibãs é apenas mais um sinal de uma coisa surpreendente: entre o 2001 e 2021, os Talibãs mostraram mais capacidade de adaptação militar e de inovação tecnológica do que EUA, aliados europeus e governo afegão.
14. Para os Talibãs, esta foi uma guerra pela sobrevivência. Para os segundos, foi uma guerra de escolha a partir de uma certa altura. O governo afegão, infelizmente, nunca conseguiu mostrar uma capacidade de adaptação militar e de inovação tecnológica semelhante à dos Talibãs.
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Roberto Y. Carreiro, Monica Rodrigues Port-ue and 82 others
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“Dar futuro” a uma afegã. Empresa portuguesa contrata engenheira e pede resposta rápida ao Estado – Renascença

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É o que se chama uma corrida contra o tempo. Uma consultora recrutou uma habitante de Cabul para vir trabalhar em Portugal, mas ainda não tem qualquer indicação de como a nova colaboradora pode sair do país. À Renascença, o fundador da empresa pede mais apoio ao processo por parte do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

Source: “Dar futuro” a uma afegã. Empresa portuguesa contrata engenheira e pede resposta rápida ao Estado – Renascença