PEDIDO AFEGÃO

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Queridos amigos e amigas,
Uma jovem jornalista forçada a esconder-se no Afeganistão fez um pedido para quem a ouvisse ao redor do globo.

“Por favor, rezem por mim”, pediu ela.

A sua vida tinha sido destruída da noite para o dia — ela já não podia escrever usando o seu próprio nome, ou dizer onde estava. Ela não sabia se voltaria a ver a sua família, ou mesmo se iria sobreviver.

Ela não é a única. Desde que os EUA anunciaram sua retirada e os Talibãs tomaram o Afeganistão, milhares agora vivem com medo e escondidos na clandestinidade. Alguns agarraram-se aos aviões numa tentativa desesperada de escapar, e ataques a bomba devastadores acabaram de matar dezenas de pessoas no aeroporto de Cabul.

Nosso movimento não pode desviar o olhar.

Os Talibãs dizem que as forças estrangeiras têm de se retirar do país até terça-feira, o que significa que todos os dias contam para ajudar a salvar vidas. Um grupo de organizações e ativistas está determinado a continuar a prestar serviços críticos mesmo para além deste prazo, apesar dos riscos para eles próprios e para os seus colegas. Mas eles precisam urgentemente do nosso apoio, e precisam dele agora.

Milhões de nós estão a receber este e-mail — se apenas alguns de nós colaborassem, poderíamos ajudar a fornecer alimentos e material médico para salvar vidas aos mais vulneráveis, manter hospitais, maternidades e refúgios abertos, e até mesmo ajudar os que correm mais risco a alcançar a segurança.

Ajude agora com apenas um clique — 100% dos fundos que angariarmos vão para grupos que fazem tudo o que podem para proteger vidas afegãs:

VOU DOAR €2
VOU DOAR €4
VOU DOAR €7
VOU DOAR €14
VOU DOAR €28
OUTRO VALOR
O povo do Afeganistão já passou por mais do que a maioria de nós poderia imaginar. Gerações inteiras têm estado presas em guerras sem sentido e invasões estrangeiras, crianças nascidas em conflitos, campos de refugiados, ou sob um regime absolutamente repressivo.

Mas muitos lutaram pelos seus direitos mais básicos — o direito de garotas irem à escola, das mulheres irem trabalhar e de todos a viverem livres de abusos. E agora, estão aterrorizadas por terem sido abandonadas, e receiam que um governo Talibã possa vê-las perder tudo aquilo pelo que derramaram, sangue, suor e lágrimas a tentarem construir.

Não se trata apenas de tropas estrangeiras a retirarem-se. Os grandes doadores também suspenderam fundos. Mas a ajuda humanitária, já desesperadamente necessária antes da rebelião, é agora absolutamente crucial para apoiar os mais vulneráveis no país, fornecer abrigo urgente contra os Talibãs e a levar os afegãos para a segurança.

É aí que nós entramos. Se hoje formos suficientes a ajudar, podemos:

  • financiar grupos que fornecem alimentos, água, abrigo e material médico às comunidades vulneráveis e aos deslocados;
  • apoiar as respostas locais de refugiados nos países vizinhos e noutros locais, acolhendo milhares de refugiados;
  • manter as unidades hospitalares e maternidades abertas oferecendo assistência médica em áreas por vezes de difícil acesso;
  • apoiar as organizações que oferecem assistência jurídica com pedidos de asilo e outros percursos de proteção;
  • ajudar grupos locais de mulheres a organizar uma rota de fuga, e a criar refúgios para mulheres e garotas em perigo.

Vamos apoiar todos os afegãos temerosos pelas suas vidas. Eles precisam urgentemente da solidariedade de pessoas de todo o mundo. Não os podemos desiludir — ajude agora:

VOU DOAR €2
VOU DOAR €4
VOU DOAR €7
VOU DOAR €14
VOU DOAR €28
OUTRO VALOR
Esta comunidade reuniu-se em tantos momentos de crise e apoiou aqueles que se encontravam na linha da frente, em risco de perderem as suas vidas. Quer se trate de obter alimentos e medicamentos urgentes para as comunidades vulneráveis e esquecidas durante o COVID-19, fornecer apoio às pessoas vítimas de conflitos no Iêmen, ou ajudar as comunidades Maasai a enfrentar a fome, recusando-nos a desviar o olhar. Hoje estaremos com o Afeganistão.

Com esperança e gratidão,

Sarah, Marigona, John, Mouhamad, Adela, Aloys, Will, Bert, Elisabete e todo o time da Avaaz

PS: Essa pode ser sua primeira doação para nosso movimento. E que primeira doação!! Você sabia que a Avaaz se sustenta totalmente com pequenas doações de membros da comunidade como você? É por isso que somos totalmente independentes, ágeis e eficazes. Junte-se a mais de 1 milhão de pessoas que doaram para tornar a Avaaz uma verdadeira força do bem no mundo.

Nota: A situação no Afeganistão é altamente incerta, exigindo que os grupos reavaliem constantemente as suas operações e cronogramas. Se não pudermos utilizar o dinheiro que angariamos para ajudar os afegãos por conta disso, estaremos em contato com outras opções para a redistribuição desses fundos ou para lhe oferecer um reembolso.

Mais informações:

A Avaaz é uma rede de campanhas global de 65 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. (“Avaaz” significa “voz” e “canção” em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Você se tornou membro do movimento Avaaz e começou a receber estes emails quando assinou a campanha “Community Petitions Site” no dia 2013-12-03 usando o seguinte endereço de email: CHRYSCHRYSTELLO@SAPO.PT.

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O CUSTO DA GUERRA

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The cost of the global war on terror: $6.4 trillion and 801,000 lives [Brown University] #Afghanistan https://www.brown.edu/news/2019-11-13/costsofwar
The cost of the global war on terror: $6.4 trillion and 801,000 lives
BROWN.EDU
The cost of the global war on terror: $6.4 trillion and 801,000 lives
Two reports released by the Costs of War project, based at Brown, provide a comprehensive estimate of the financial and human cost of America’s post-9/11 wars.
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EUA NO AFEGANISTÃO, PARA QUÊ?

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O QUE ESTAVAM OS EUA A FAZER NO AFEGANISTÃO? / OPINIÃO
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A Mãe de todas as Bombas e a mulher afegã
Lembro-me perfeitamente daquele 17 de Dezembro de 2001 em que Bush anunciou a vitória militar sobre os Talibãs. Estava nessa noite em Paris a jantar com três amigos diplomatas de um país muçulmano do Sudeste-Asiático e de um deles ouvi a seguinte observação: “esta guerra ainda nem começou e não vai acabar com a vitória dos americanos”.
Muitos anos depois, em Abril de 2017, já durante a presidência Trump, num gesto aparentemente sem sentido, mas muito marcado pela mentalidade americana do entusiasmo juvenil pelas explosões, a força aérea dos EUA lançou a célebre Mãe de todas as Bombas sobre uma aldeia perdida ocupada pelo agora famoso Estado Islâmico de Khorasan. Aquele inútil fogo de artifício foi anunciado como expressão da potência americana e da impossibilidade de esta alguma vez ser confrontada com uma derrota.
Entre Dezembro de 2017 e Maio passado, os EUA gastaram diariamente no Afeganistão o equivalente a todas as necessidades anuais em educação, saúde e alimentação de todos os afegãos com menos de 15 anos de idade.
No domingo passado, fomos confrontados com a derrota americana. Argumentarão alguns que não foi uma derrota. Evidentemente que foi, pois o que define uma derrota é o abandono do campo de batalha sem que o objectivo apontado seja atingido, mas também é ficar à margem dos acontecimentos e perder todo o poder negocial. Se essa guerra tivesse terminado, como nos disseram, em 17 de Dezembro de 2001, ou com o anúncio da morte de Osama bin Laden, em 2011, a pergunta que se coloca é o que estavam lá a fazer.
Se nos responderem que estavam ali para implantar um regime republicano e democrático, importa que não lhes respondamos nem com factos, nem com convicções, mas com argumentos jurídicos. E quais são?
Ora bem, surpreendido ficamos com os nossos mestres de RI, mais os analistas de política internacional por nenhum deles ter até ao momento feito a mais leve alusão à Constituição afegã de 2004, o tal texto que seria a ossatura do regime democrático e republicano que agora morreu sem disparar um tiro. É evidente que os nossos preclaros cientistas políticos e os peritos nativos em RI jamais leram tal Constituição.
Como grande parte do bruaá que se produz envolve a questão religiosa e o estatuto e condição da mulher afegã, bom seria lembrar que a Constituição de 2004 foi redigida com o propósito manifesto do acatamento pleno da cultura religiosa do Islão e que para a produção legislativa essa Constituição previu um corpo especializado para análise de todas as leis, por forma a que estas fossem conformes com a religião do Estado da República Islâmica do Afeganistão. Assim, a religião muçulmana era a base da Constituição até agora em vigor. De lado, pois, sem apelo, quaisquer pretensões de separação entre a ordem política e a esfera do religioso.
No que à mulher respeita nessa Constituição, o artigo 5º consagrava a igualdade entre mulheres e homens, mas que na legislação produzida ao longo dos últimos 16 anos, o marido tem o poder de negar alimentos à sua mulher se esta recusar relações sexuais, que uma mulher só pode abrir uma conta bancária com a autorização do pai, do marido ou de um irmão, que uma mulher, caso tenha irmãos masculinos, não tem qualquer direito a receber a herança pela morte do progenitor, e assim por diante. A legislação é extensa e derroga todas as conquistas obtidas no passado, quer na Constituição de 1939, quer durante o regime comunista, entre 1978 e 1992.
A questão final é a de sempre. Por que raio estavam lá os americanos? Ora, para negócios de privados e para experimentar bombas sobre populações pobres e indefesas.
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  • Augusto Almeida

    A perderem tempo e dinheiro .. para tentarem capturar um país estratégico para os U.S.A. ..
    Mas acima de tudo para mostrarem uma supremacia que já não existe >18 anos.
    Em suma, estiveram a semear o caos, e a alimentarem uma hipótese de vida Ocidental .. de forma utópica e provisória, .. resultados à vista.
    “O presidente dos U.S A. (Mr. Biden) é um verdadeiro cargueiro dos anos 80 .. um Tollan.
    É preciso saber e entender o que é ser estadista, para se governar um país como os Estados Unidos da América do Norte.
    Em circunstância alguma um líder deve de “ladrar”, mas sim morder no momento exacto.
    Comunicar publicamente para que o mundo o saiba, que se irá vingar pelo atentado (explosão) junto ao aeroporto de Cabul, (Afeganistão) .. é de uma enorme irresponsabilidade.
    Irá criar/fomentar novos atentados, estes para demonstrarem que não o temem, nem a ele (Biden) nem aos U.S.A. vs. NATO.
    Gente pequena a quererem “liderar” grandes países.
    Raispele, a velhice neste caso em particular é um perigo!
    Ele não tem Amigos nem família naquele país de guerras constantes, se tivesse .. estaria a mata-los, tal como está a matar milhares à conta da sua bocarra esquerosa.”
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PDL PISCINA INTERDITA NAS PORTAS DO MAR

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AVISO – ENCERRAMENTO TEMPORÁRIO DA PISCINA NATURAL DAS PORTAS DO MAR
Na sequência das chuvas verificadas na noite de quinta para sexta-feira na cidade de Ponta Delgada, as águas do mar na zona da piscina natural das Portas do Mar (vulgarmente conhecida como “Pesqueiro”) apresentou-se hoje com alguma sujidade e com resíduos de folhagens e outros materiais, trazidos pelos escoamentos pluviais.
Obedecendo ao princípio da precaução em Saúde Pública, a Portos dos Açores, S.A, optou, neste contexto, pelo encerramento temporário daquele local quanto à sua utilização para banhos.
A empresa pública gestora do espaço solicitou, entretanto, hoje mesmo, análises laboratoriais (físico-químicas e bacteriológicas) à qualidade das águas balneares na referida infraestrutura, pelo que se vão aguardar os resultados das mesmas com vista ao futuro levantamento da proibição de banhos agora determinada.
A retoma da normalidade no funcionamento da piscina do “Pesqueiro” carecerá, ainda, da devida validação pelo Delegado de Saúde do Concelho de Ponta Delgada, logo que considere estar o local com todas as condições para o seu uso balnear.
📄PA, SA (2021.08.27)
📷 André Velho Cabral
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CRUZADAS E ISLÃO

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Carlos Fino
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DIÁLOGO COM O ISLÃO / OPNIÃO
Miguel Castelo Branco
Snt2ti6 mASpugusognngsth aieoddraret eld1n9:01m ·
A herança dos neo-conservadores
Uma das mais tolas e trágicas ideias produzidas desde há mais de 1000 anos no Ocidente foi esta de querer fazer uma cruzada para mudar o Islão. Desconhecedores de tudo, indiferentes, até, a conquistadores de génio que no passado pisaram terras do Islão, os americanos acabaram por envolver-se num mundo diferente que não era inimigo do Ocidente e com o qual poderíamos ter as melhores relações, revolvendo-o e ensanguentando-o. Creio que foi Napoleão, ao pisar o solo egípcio em 1798 quem afirmou em arenga aos seus soldados: «As pessoas com quem vamos viver são muçulmanas. Tenham pelos seus imãs o mesmo respeito q

Carlos FinoMay be an image of 4 people and people standing
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DIÁLOGO COM O ISLÃO / OPNIÃO
Miguel Castelo Branco
Snt2ti6 mASpugusognngsth aieoddraret eld1n9:01m ·
A herança dos neo-conservadores
Uma das mais tolas e trágicas ideias produzidas desde há mais de 1000 anos no Ocidente foi esta de querer fazer uma cruzada para mudar o Islão. Desconhecedores de tudo, indiferentes, até, a conquistadores de génio que no passado pisaram terras do Islão, os americanos acabaram por envolver-se num mundo diferente que não era inimigo do Ocidente e com o qual poderíamos ter as melhores relações, revolvendo-o e ensanguentando-o. Creio que foi Napoleão, ao pisar o solo egípcio em 1798 quem afirmou em arenga aos seus soldados: «As pessoas com quem vamos viver são muçulmanas. Tenham pelos seus imãs o mesmo respeito que temos pelos nossos padres e bispos».
Que esta trágica lição que desfila perante nós nos leve, finalmente, a reconhecer que o Ocidente se enganou e que à espada anteponha o ramo de oliveira. Que aquele discurso tóxico, demente e entranhado de ódio que ao longo das últimas décadas se instalou no Ocidente, acicatado pelos fazedores de guerras, dê lugar a uma atitude serena. Para o nosso bem e deles, acabe-se com a guincharia dos islões, ou que esta fique circunscrita aos pobres de espírito de sempre.
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ue temos pelos nossos padres e bispos».
Que esta trágica lição que desfila perante nós nos leve, finalmente, a reconhecer que o Ocidente se enganou e que à espada anteponha o ramo de oliveira. Que aquele discurso tóxico, demente e entranhado de ódio que ao longo das últimas décadas se instalou no Ocidente, acicatado pelos fazedores de guerras, dê lugar a uma atitude serena. Para o nosso bem e deles, acabe-se com a guincharia dos islões, ou que esta fique circunscrita aos pobres de espírito de sempre.
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citroen ds elétrico

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Este DS elétrico é mais um passo numa nova tendência

 

https://www.acp.pt/ser-socio/noticias/classicos/detalhe/este-ds-eletrico-e-mais-um-passo-numa-nova-tendencia?utm_source=sfmc&utm_medium=email&utm_campaign=nl_autoclube-20210827&utm_content=clubes-classicos&chave=a0a26b71fab9febb872ba19f47c675b55bd31018368714fd4eea9ebfa14b29380ae4640b701d59941522f95814e1709ab308de8249c96df330d4992991372907

 

|AUTOCLUBE

Empresa responsável pela conversão defende que ainda há maior conforto neste modelo de 1971, agora em modo silencioso

A empresa especialista pioneira em eletrificação de carros clássicos, a Electrogenic, criou um Citroën DS totalmente elétrico. O DS de 1971 é uma versão nova e polémica de um grande ícone do automobilismo francês de todos os tempos, conhecido pela sua beleza e condução suave e diferente de tudo o que foi feito naquela época.

A empresa de Oxford manteve e, segundo afirma, até melhorou a famosa sensação de “tapete voador” com que os entusiastas do DS caracterizam a sensação de andar no seu interior, ao combiná-lo com um “powertrain” elétrico, silencioso e de emissões zero.

Ao conceber o que se acredita ser o primeiro Citroën DS elétrico convertido de forma profissional, a Electrogenic removeu o motor original a gasolina de quatro cilindros de 2.0 litros e o trocou-o por um motor elétrico síncrono ‘Hyper9’, que produz 120 cv, aliado a 235Nm de binário instantâneo – sendo estes dois indicadores aumentos substanciais em relação ao original. A potência é entregue às rodas dianteiras.

Alojado dentro do chassis elegante do DS está uma bateria de 48,5 kWh, oferecendo um alcance real de aproximadamente 225 km em cada carga. O carro está equipado com um carregador de 29kW, que carrega as baterias em cerca de duas horas. Tanto o tamanho da bateria quanto o tipo de carregador podem ser ajustados para se adequar ao tipo de condução de cada proprietário. Uma bateria opcional de ‘extensor de alcance’ oferece aos clientes a opção de estender o alcance do carro para mais de 300 km.

Uma das características definidoras do DS é seu sistema de suspensão hidropneumática, que permite o autonivelamento e é responsável pela famosa qualidade de passeio do carro. Em vez de usar a bomba mecânica original e barulhenta, a Electrogenic criou uma bomba elétrica silenciosa, que oferece um conforto mais sofisticado do que o original.

5 amantes de Reis portugueses mais famosas do que as próprias Rainhas | VortexMag

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Ao longo da história, várias foram as amantes de reis portugueses que se tornaram mais famosas do que as próprias rainhas. Descubra algumas delas.

Source: 5 amantes de Reis portugueses mais famosas do que as próprias Rainhas | VortexMag