timor 22 anos depois

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30 DE AGOSTO, VINTE E DOIS ANOS APÓS O SONHO…
Todos os anos, mesmo sem festa nem comemorações, nos recordamos com emoção e enorme prazer, uma data que nos diz tanto. Comemora-se, este ano, o 22º aniversário daquele 30 de agosto memorável (1999) em que, dentro e fora de Timor, nos empenhámos – o povo de Timor e a Diáspora em todos os seus quadrantes – com enorme fervor e vontade de mudança, num novo rumo para que um povo sofrido e sofredor pudesse dar asas a novos ventos de liberdade e de condução do seu próprio destino. Passam, agora, 22 longos anos. Muita coisa entretanto aconteceu. Foi, é certo, uma data que mexeu com todos nós e em que a liberdade, a democracia. a coragem, a esperança e o querer de um povo mártir venceu a opressão sanguinária de um regime totalitário de 24 anos que tanta gente vitimou. E os heróis anónimos – todos nós – cumprimos e homenageámos os nossos heróis tombados na guerra que fizeram um enorme sacrifício pagando com a vida o sonho e o seu direito inalienável a serem independentes e a cumprirem o seu próprio destino. Em 30 de agosto de 1999 cumpriu-se um desejo que todos ansiavam e que muitos julgavam não ser fácil de ser concretizado. Com 78,5 % dos votos cumpriu-se finalmente aquilo porque tantos lutaram com sangue, suor e muitas lágrimas: Timor ia cumprir o seu sonho! Timor ia ser finalmente independente! E todos nós, na Diáspora, que nesse mesmo dia nos deslocámos ao Largo da Estefânia em Lisboa num imenso mar de gente, nervosa e com uma enorme alegria contida, nos sentimos aliviados, orgulhosos, esfuziantes de felicidade pois tinha-se cumprido a História, o sonho ia tornar-se uma realidade. A independência tinha sido o caminho escolhido. Para bem de todos e de um povo que lutou e sofreu tanto. A 20 de maio de 2002, Timor – Leste tornar-se-ia a primeira Nação livre do século XXI. Tinha-se cumprido a vontade, manifestada em referendo, de um povo ávido de tomar as rédeas do seu próprio destino. Vinte e dois anos depois Timor-Leste continua a desbravar e a consolidar o seu caminho, um sonho que começou a ser tornado realidade nesse longínquo e inesquecível dia 30 de agosto do ano de 1999. Uma data que faz parte da memória de uma Nação e de todo um povo que lutou, sofreu e morreu por esse sonho. Hoje um País consolidado, nascido de um sonho sofrido e de uma certeza destemida e inabalável, que sofre as suas próprias dores de crescimento, com as suas virtudes e alegrias, com os seus defeitos e desilusões. Mas não nos esqueçamos, o caminho faz-se caminhando…
Joaquim Magalhães, Alexandre Augusto Neves Milheiro and 6 others
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The human skull that challenges the Out of Africa theory | Ancient Origins

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This is the account of the discovery of a skull that has the potential to change what we know about human evolution, and a suppression and cover-up which followed.

Source: The human skull that challenges the Out of Africa theory | Ancient Origins

fugir do afeganistão

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Afghan school director writes to Italy, says Taliban not letting him & his family leave
Afghan school director writes to Italy, says Taliban not letting him & his family leave
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Afghan school director writes to Italy, says Taliban not letting him & his family leave
Afghanistan school director, Shir Ahmad Mohammadi writes to his contact in Italy and Kabul office, says Taliban is not allowing him to leave the country.
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archaic humans perished about 110,000 years ago

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Indonesian site suggests archaic humans perished about 110,000 years ago
The Doom of Homo Erectus: Mass Death Marks End of Species
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The Doom of Homo Erectus: Mass Death Marks End of Species
Indonesian site suggests archaic humans perished about 110,000 years ago.
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AMERICA POLÍCIA DO MUNDO

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AMÉRICA CONTINUARÁ SER POLICIA DO MUNDO?!…
Will Afghanistan End US Role as Global Police Force?
(M-sur/Dreamstime.com)
O Afeganistão acabará com o papel dos EUA como força policial global?
Pelo juiz Andrew P. Napolitano
sexta-feira, 27 de agosto de 2021 11:04 AMCorrente | Bio | Arquivo
O desastre da ocupação americana do Afeganistão, que durou quase 20 anos, continua a desenrolar-se. Este desastre começou quando o presidente George W. Bush – profundamente abalado pela inteligência que não deu ouvidos, permitindo assim que os ataques de 11 de setembro ocorressem sem impedimentos – convenceu o povo americano e o Congresso e a maioria de nossos aliados de que os bandidos do governo do Afeganistão no início deste século precisava aprender uma lição, quer eles tenham ou não permitido/facilitado pessoalmente os ataques de 11 de setembro.
Essa monstruosidade moral foi executada em nome da retaliação, dissuasão e libertação, mas, na realidade, foi a arrogância americana.
Aqui está a história de fundo:
Bush – sabendo dias após os ataques de 11 de setembro que eles foram perpetrados e pagos pelos sauditas – acreditava que, ao culpar os ataques ao Afeganistão, destruindo grande parte daquele país e causando a morte de centenas de milhares de inocentes, ele iria de alguma forma ensinar ao mundo que ninguém iria “mexer conosco” sem consequências graves.
A sua reação automática e a exploração do puro medo americano nas semanas seguintes ao 11 de setembro, desencadearam uma série de eventos que culminaram na semana passada com o triunfo no Afeganistão da própria mentalidade de Bush e seus militares, e seus 2 trilhões de dólares emprestados Dólares americanos, tentei destruir.
Para reunir os consentimentos internacionais necessários para produzir a invasão que desejava, Bush também prometeu – canalizando seu interior Woodrow Wilson, que matou inocentes para “tornar o mundo seguro para a democracia” – desafiar a história instalando uma democracia de estilo ocidental no Afeganistão .
Ele não sabia que dezenas de milhares de soldados britânicos no século 19 e mais de 100.000 soldados soviéticos no século 20 não conseguiram dobrar a cultura e a vontade deste país acidentado e miserável? O presidente Barack Obama aceitou o esquema de Bush e continuou a ocupação americana, bem como a missão impossível de construir a democracia.
Essa jogada – nascida da incompetência de Bush e alimentada pela arrogância de Obama – foi um dos piores erros de política externa da história americana moderna.
Durante a campanha presidencial de 2016, Donald J. Trump se separou de seu próprio partido para denunciar a guerra eterna no Afeganistão e prometeu trazer as tropas para casa. O coração de Trump estava no lugar certo – ele estava doente e cansado da guerra – mas sua cabeça não.
No início de 2020, pensando que seria reeleito presidente naquele ano, Trump despachou seu secretário de estado para negociar com o Talibã uma retirada pacífica de quase todas as forças dos EUA e o fim total da ocupação dos EUA.
Os diplomatas de Trump não negociaram com o governo do Afeganistão, mas com o governo em espera, o Talibã.
O acordo que eles fecharam, que foi acordado por Trump, o Departamento de Estado e a liderança do Taleban, exigia que o governo afegão libertasse 5.000 soldados / prisioneiros talibãs de suas prisões e dos EUA para concluir sua partida militar em maio de 2021.
Na época em que Joseph R. Biden Jr. se tornou presidente, ele se deparou com o prazo de maio e a percepção de que 5.000 ex-prisioneiros do Taleban, um número que por si só ultrapassava o número de soldados americanos lá, haviam sido libertados e agora estavam armados.
Todos nós sabemos o que aconteceu quando Biden desligou a tomada no início deste mês e o Taleban assumiu o controle das alavancas do governo em um piscar de olhos. A cabeça de Biden estava no lugar certo, mas seu coração não. Ele sabe que a maioria dos americanos está, como Trump, farto da guerra, mas parece não entender totalmente a grave situação agora presente nas ruas e desencadeada pela súbita partida americana.
Agora, de volta à monstruosidade moral que Bush criou:
Quando Bush decidiu atacar o Afeganistão, ele não pediu ao Congresso uma declaração de guerra, já que ele mesmo reconheceu que o então existente governo afegão não atacou os EUA. Ele pediu e recebeu em seu lugar um estatuto chamado de Autorização para Uso de Força Militar , ou AUMF.
Esta criação é desconhecida da Constituição, pois pretendia autorizar a guerra sem fim.
As declarações de guerra do Congresso estabeleceram historicamente que, uma vez travada a guerra e o alvo rendido, a declaração não autorizava mais a guerra.
Não é assim com o AUMF, já que sua redação era tão expansiva e ambígua; autorizou qualquer presidente a usar força militar a qualquer momento contra qualquer pessoa ou entidade que possivelmente tenha perpetrado ou facilitado os ataques de 11 de setembro.
Todos os sucessores de Bush confiaram neste AUMF para matar pessoas no Oriente Médio, embora muitos deles fossem bebês em 11 de setembro.
Os presidentes podem matar quem quiserem em nome da segurança nacional?
Em uma palavra: Não.
Mas os presidentes americanos estão decididos a construir um império desde que Thomas Jefferson planejou a Compra da Louisiana. É irônico que o homem mais responsável por articular os males do império em 1776 se propusesse a construir um em 1803. No entanto, ao contrário de Abraham Lincoln ou Wilson ou Bush, Jefferson o fez sem força, violência ou derramamento de sangue.
Mas os modernos construtores de impérios americanos certamente pensam que podem matar qualquer inimigo – real ou imaginário. Bush alegou que tinha poderes de outra fonte que não a Constituição. E ele também alegou que poderia privar os americanos de seus direitos naturais e constitucionais – tudo pelo império.
Todo esse assassinato, a menos que seja em legítima defesa – e matar pelo império nunca foi em legítima defesa – desafia a lei natural, que ensina que toda agressão é ilícita e que todo indivíduo – americano ou não – goza do direito inviolável de viver.
A lição do Afeganistão é que os presidentes americanos não tinham direito moral, constitucional ou legal de enviar tropas, dólares e bens para lá em primeiro lugar. A América será a força policial mundial, percorrendo o globo à procura de monstros para matar?
Em caso afirmativo, onde os construtores de impérios olharão a seguir?
Postagens do juiz Andrew P. Napolitano

Açorianos da Nova Escócia

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António João Correia asked a question in Açores Global.

4 m
Açorianos da Nova Escócia
Sou apaixonado pela Nova Escócia. Uma espécie de paraíso na terra sem turismo massificado, nem desejos de imitar parques de diversões. Com um povo acolhedor tem paisagens de sonho, únicas no mundo. E cultura. Muita.
E estou com a família em Peggy’s Cove, na paz de Deus, quando o destino açoriano invade, obviamente, a alma.
Um homem, do nada, com sotaque de São Miguel, diz:
– O Benfica não presta para nada.
A camisa do Benfica identificou-me. De todos os lugares do mundo decidi vestir uma camisa do Benfica em Peggy’s Cove. Pior. Tem o meu nome nas costas. Tenho esta mania indumentária – de gosto duvidoso – para irritar a minha esposa que não gosta de futebol e menos ainda do Benfica.
E o novo amigo açoriano está curioso. Quem somos, o que fazemos ali? Estaremos perdidos? E digo que também sou da ilha do Arcanjo.
Como é que és de São Miguel se falas com pronúncia de “português”? Tens a certeza que és “corisco mal-amanhado”?
E explico que nasci em São Miguel mas sou moralmente de Santa Maria.
E já me está a perguntar quanto ganho e que deveria investir na Nova Escócia. Vendes a tua casa, compras aqui umas cinco casas, arrendas, fazes um “Bed e Breakfast” e já está. Diz ainda que vendeu as casas em Toronto, na Palmerston, e ficou rico. Aquilo está tudo “acelerado” e com milhões em Toronto. As casas tem valores “crazy”. “Crazy, man”. Com o dinheiro, diz ele, até o filho ficou gay. Ele não era mas quando viu aqueles milhões casou-se com um homem. Com o dinheiro acho que saiu do armário. Nem pediu autorização. É um excelente rapaz e está feliz . Diz que “deu milhões” aos filhos.
E a paisagem lembra-lhe os Açores. Com mais lagostas e menos pobreza. E os “conselhos” não acabam.
Não compres em Halifax. Já está muito caro. Compra no campo e como tens um ar meio soberbo vai para o Norte, em Annapolis Royal, onde podes comprar uma mansão. Ou duas.
E se quiseres uma mulher nova também “arranjas” aqui. É só “femas de alta qualidade”. Mal cá cheguei despachei logo a minha. Ou ela é que me despachou o que não vem para o caso.
Diz-me uma coisa: o Mota Amaral ainda é Presidente?
Foto: Peggy’s Cove. Nova Scotia.
May be an image of body of water
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a dificuldade de interpretar

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May be an image of text that says "A diferença entre saber ler e saber interpretar ο que se leu Quando a máquina parar e apitar, por favor retire toda a roupa. Obrigado! Gerência. DOM Amor à língua portuguesa FACEBOOK.COM GRAMATICA2"
É sabido que interpretação de texto não é tão fácil assim, sabemos que ler muitos livros é bom e enriquece o seu vocabulário, a sua forma de se expressar, mas interpretar um texto é primordial que no mínimo a pessoa, o leitor tenha conhecimento de mundo, ficar por dentro das informações que circulam nas manchetes de jornais.
Dada a informação apresentada, temos:
Ordem indireta: “Quando a máquina parar e apitar, por favor retire toda a roupa.”
“Quando a máquina parar e apitar = oração subordinada adverbial temporal. (deslocada)
“Por favor = expressão de cortesia e delicadeza. adjunto adverbial de modo.
“Retire = verbo (VTD) no modo imperativo afirmativo “retire você (sujeito elíptico)”
“Toda a roupa = objeto direto de “retire”.
Ordem direta: Retire, por favor, toda a roupa quando a máquina parar e apitar.
Outra possibilidade: Retire toda a roupa da máquina, quando parar e apitar, por favor!
Querendo ou não, a gramática faz parte também da compreensão do texto. ☺️😁
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quando os camponeses soviéticos passaram a ser gente

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《Há 46 anos atrás (estão a ler bem, não há erro no número de anos), os camponeses soviéticos receberam documentos de identificação pessoal. Até então, eles, durante mais de 50 anos, não podiam abandonar os kolhozes (unidades colectivas de produção) sem a autorização dos dirigentes.
Os primeiros passaportes internos (bilhetes de identidade) soviéticos começaram a ser distribuídos em 1932, mas os membros dos kolkhozes só tiveram direito a eles a 28 de Agosto de 1974. Eles eram automaticamente inscritos no kolkhoze da terra em que nasciam aos 16 anos. Se se movimentassem pelo território da URSS sem uma autorização escrita da direcção da unidade colectiva de produção, podiam ser multados ou condenados a uma pena de prisão que poderia ir até aos três anos.
Recordo que o fim da “servidão da gleba” na URSS terminou quatro meses depois de os militares portugueses terem derrubado a ditadura do Estado Novo em Portugal.
P.S. Para os que não leem com atenção ou têm dificuldade em entender, o que eu escrevi não significa que estou a elogiar o regime salazarista, mas a chamar a atenção para um facto da história soviética.》
Forty-six years ago, peasants in the USSR received passports for the first time, before that, they had been serfdoms for more than 50 years. The USSR Council of…

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