FRANÇOISE HARDY EM AGONIA

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A CAUSA DAS COISAS
Aos 77 anos, em estado de grande debilidade física por causa de um prolongado problema oncológico, Françoise Hardy revelou, numa entrevista à revista francesa Femme Actuelle, que procura a morte medicamente assistida, uma possibilidade que lhe é vedada pela legislação francesa: “Defendo a eutanásia desde os 15 anos”, disse. E contou a história da sua própria mãe: “Vítima de esclerose lateral amiotrófica, a minha mãe teve a sorte de encontrar um médico hospitalar que a eutanasiou com a minha colaboração quando ela já não conseguia suportar mais sofrimento no âmbito desta doença incurável. No que me diz respeito, gostaria de ter essa possibilidade, mas temo que a minha pequena notoriedade impeça qualquer profissional de assumir esse risco.” Em maio, Françoise, em declarações à revista Paris Match, já considerara as autoridades francesas desumanas por não legalizarem a morte medicamente assistida.
Os problemas de saúde da Françoise Hardy começaram há mais de dez anos, quando a um linfoma sobreveio um cancro no ouvido, que a levou a submeter-se, com aparente sucesso, a um tratamento inovador de radioterapia. Mas os efeitos colaterais parecem ter-lhe causado enorme sofrimento e perda irreversível de faculdades motoras. Recorde-se que, em 2018, Françoise Hardy lançara o seu 28º álbum Personne D’Autre, em que o tema da morte e da comunhão com o cosmos estava omnipresente. Numa entrevista então concedida ao jornal britânico Observer, ela afirmava “ter uma ideia muito positiva da morte. De aceitação.” No disco incluía-se uma canção chamada Special Train, sobre a qual dizia então: “Na minha idade só espero pelo comboio especial que me há-de levar deste mundo.”
Françoise Hardy - Mon amie la rose (1965)
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Françoise Hardy – Mon amie la rose (1965)
Invitée de l’émission Carrefour le 27 mars 1965, la chanteuse yéyé Françoise Hardy interprète une chanson écrite par Cécile Caulier, mise en musique sur un b…
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  • Alexandrina Fernandes

    O eterno sucesso dela “Tous les garçons et les filles de mon âge”. A menina da franja e da minissaia com botas ❤
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importante projeto cultural aprovado

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| DE FENAIS A FENAIS | Aprovação da candidatura ao Programa Cultura – Ministério da Cultura/DGPC – EEA Grants
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Aviso de Concurso: Call 1 – Desenvolvimento Local através da Salvaguarda e Revitalização de Patrimônio Cultural Costeiro
No passado dia 08 do corrente mês, o Museu Carlos Machado recebeu a notificação oficial da decisão final de aprovação do Projeto “De Fenais a Fenais” à candidatura ao EEA Grants com um montante de 750.000,00€. Num total de trinta e uma (31) candidaturas recebidas e criteriosamente verificadas pelo Comité de Seleção, apenas seis (6) foram nomeadas e consideradas, as que reuniram as melhores condições para financiamento, sendo o nosso projeto um deles.
“De Fenais a Fenais: Cultura Matriz do Desenvolvimento Cultural”, enquanto projeto de desenvolvimento local através da salvaguarda e revitalização do património cultural costeiro abrange a zona norte da ilha de S. Miguel, desde a freguesia dos Fenais da Luz à freguesia dos Fenais da Ajuda, e dois (2) imóveis que urge classificar, conservar, salvaguardar, reabilitar e readaptar funcionalmente. São eles, a Casa do Dízimo, nos Fenais da Luz, e a Escola Primária do Plano dos Centenários da Lombinha da Maia, nos Fenais da Ajuda, que converter-se-ão, respetivamente, num Centro de Conhecimento do Património Cultural e Natural e do Desenvolvimento Costeiro, numa parceria com a Associação Núcleo Museológico e a Junta de Freguesia dos Fenais da Luz, e numa Incubadora Cultural para o Empreendedorismo e Inovação da Gastronomia Tradicional, numa parceria com a Casa do Povo e Junta de Freguesia da Maia. Para além da intervenção nestes dois (2) imoveis e numa parceria com a VidAçor – Associação de Desenvolvimento Comunitário e Junta de Freguesia de Rabo de Peixe o projeto irá também contribuir para a refuncionalização do Centro de Artes e Ofícios de Rabo de Peixe, introduzindo no mesmo a componente de salvaguarda do património cultural ligado à vida no mar e às artes de pesca e a sua recriação em elementos potenciadores de novo emprego.
O projeto “De Fenais a Fenais” ao integrar o Programa Cultura – EEA Grants garantirá a realização, associação e a articulação construtiva para o desenvolvimento local entre pontos patrimoniais do território, materiais e imateriais, centros de ciência para a produção de conhecimento e processos de digitalização da informação, “laboratórios” criativos de arte participada e “industrias” locais: artesanais, gastronómicas e de transformação alimentar, agrícolas, piscatórias, lazer, educativas, turísticas, culturais, ambientais, tecnológicas, entre outras, que sejam ou possam ter sido nos anos anteriores elementos de progresso e que logrem a partir deste projeto serem recriadas, identificando nos territórios de Fenais da Luz a Fenais da Ajuda um conjunto de dimensões e competências distintas que possam contribuir para a dinamização de uma economia verdadeiramente solidária com a sustentabilidade da vida das populações locais, a partir das suas capacidades endógenas de organização local e animação territorial, no aparecimento de novas iniciativas sociais e empresarias, com condições para a criação de emprego e riqueza, dando origem a uma nova competitividade territorial, inovadora e diferenciada.
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João Figueiredo and 2 others

educação no 34º colóquio da lusofonia

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Foi com muito gosto que apresentei Novas Rotas no 34÷Encontro Internacional dos Colóquios de Lusofonia.
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Nos AICL 34 -Ponta Delgada, Centro Natália Correia, fala-se de Educação.
Sara Massa, Carolina Cordeiro and 18 others

Carro que transportava ministro Eduardo Cabrita mata trabalhador na A6 – Portugal – Correio da Manhã

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Vítima, de 43 anos, estava com outros colegas em trabalhos de manutenção de estrada, quando foi atropelado.

Source: Carro que transportava ministro Eduardo Cabrita mata trabalhador na A6 – Portugal – Correio da Manhã

açores o turismo já mexe

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Na ilha de São Miguel já se nota mais movimento devido ao crescente número de turistas na ilha, sobretudo nas últimas semanas.
Uma empresa local de aluguer de automóveis garante que a ocupação está, neste momento, a rondar os 50%.

luís filipe sarmento ao rubro

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“AO RUBRO” – Luís Filipe Sarmento
Amanhã, 19 de Junho às 16h no Hotel Tivoli em Lisboa será apresentado o livro «Ao Rubro».
Luís Filipe Sarmento foi agraciado recentemente com
o PRÉMIO INTERNACIONAL «BALSA DE PIEDRA» pelo conjunto da sua obra. «Ao Rubro» reúne toda a poesia de 1975 a 2020. Desta obra fazem parte livros icónicos. Sobre um desses livros escrevi em 2019 um texto que intitulei:
UM DISPARO DE PÓLEN NO ALTAR DO PENSAMENTO
“KNK” de Luís Filipe Sarmento entra com ímpeto para o lote dos consagrados ao meu Olimpo literário de 2019.
Kant, Nietzsche e Kafka, se fossem vivos, não poderiam queixar-se de desigualdade perante o autor, porque o mesmo foi rigoroso consagrando 25 textos a cada um.
Filosofia de alto calibre, dividida em três partes: Transcendental (Kant), Morte de deus (Nietzsche), O processo labiríntico (Kafka).
O que Luís Filipe Sarmento consegue com este livro é um disparo de pólen no altar do pensamento. De uma só vez, despe deus, tempo, espaço, corpo, linguagem e silêncio. O que se pretende aqui, é caminhar pela invisível pronuncia da mente e não cair na infinda tabuada dos conceitos.
O autor procura o homem que negoceia o temperamento do granizo e se espiritualiza no frio, porque entende que só pelo ciclone o pensamento consegue entrar numa longa avenida de especiarias.
Da leitura cirúrgica desta obra repleta de chamamentos, podemos discernir: o movimento que renega deus para o interior se poder avolumar. Quem espera pelo Criador para se mover, fica no eterno tráfego do medo. E aguardar que o culto coloque algo em marcha é prender o cometa numa faca; o tempo, habitação na qual a maturidade vai imunizando com janelas a cegueira; o silêncio como única linguagem que faz fotossíntese e nos pode conduzir a uma doutrina não rasurada.
Na cartografia que o autor vai construindo, aprendemos: para atingir a claridade, por vezes, temos de engolir os pontos cardeais dos loucos. Só assim, a mente alcança uma voltagem de árvores que ultrapassa o divino.
Na segunda parte, dedicada a Nietzsche, está patente o fim de deus. E com esse desaparecimento, a aurora boreal deixa de ter cadastro. O prazer dá largas braçadas. O sexo pode entrar pela demência como um animal que se alimenta de harpas. A garganta larga o rapto e ascende como liturgia que não precisa de traficar cotovias nubladas. O que acontece aqui é a extinção do enxoval de salmos bolorentos, deixando a religião numa frequência desértica.
Talvez Cioran se pudesse juntar a esta tríade, não sendo a minha intenção desvirtuar o excelente título “KNK”, deixando-o um pouco mais obeso, “CKNK”. Mas, na verdade, Cioran insere-se perfeitamente nesta linha de pensamento, ao afirmar: “Desde o princípio dos tempos, Deus tudo escolheu para nós, até as nossas gravatas”.
A projecção filosófica de “KNK” insinua que temos de escolher a indumentária para o pensamento. Saber que na ascensão ou na ruína, a paisagem deve ter o nosso autógrafo.
Na última parte consagrada a Kafka, entramos na linguagem sem celibato. Textos que se podem lançar do onírico trapézio de Samsa ou K., fazendo longas piruetas na clorofila dos vocábulos.
Em suma, estamos perante um livro de uma verticalidade tremenda, onde Luís Filipe Sarmento deixa um alerta: temos vírgulas em todos os vocábulos com medo que a sociedade solte os cães sobre o nosso poema. Mas afinal, somos nós que mordemos as vértebras à claridade.
Uma obra sublime.
O mesmo digo sobre este “Ao Rubro” que nos faz viajar numa voz que sempre derrubou dogmas.
Luís Filipe Sarmento é um escritor magnífico e intemporal.
Não percam a oportunidade de marcar presença nesta festa literária.
Alberto Pereira
May be an image of Luís Filipe Sarmento and text that says "luís filipe sarmento 45 ANOS DE VIDA LITERÁRIA luís filipe sarmento AO RUBRO Apresentação da obra AO RUBRO Poesia reunida 1975-2020 19.06.2021 poética edições 16h TIVOLI AVENIDA LIBERDADE HOTEL HOTEL TIVOLI I LISBOA"
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o fim de Schengen?

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Regressemos então ao Certificado Digital ou Passaporte Covid como, também, já é denominado. Uma das bases do processo de construção europeu, diria até que um dos seus pilares fundamentais, é a livre circulação de pessoas e bens dentro do espaço da União. Que, embora só tenha efectivamente sido implementado com o famoso Tratado de Schengen, em 95, esteve ou estava implicitamente subjacente à própria génese do ideário europeu com a livre circulação de trabalhadores e da liberdade de implementação de empresas e serviços estabelecida logo em 1957 no Tratado que instituiu a CEE. Ou seja, a livre circulação entre países da UE não é um princípio qualquer é uma parcela fundamental de um dos, se não o mais importante, conceitos fundadores que é o de Cidadania Europeia. Enquanto cidadãos de um espaço geográfico comum é um direito inalienável a liberdade de circulação dentro dele, abolindo-se fronteiras, vistos e direitos alfandegários. Esta livre circulação foi também uma conquista civilizacional, estreitando laços entre povos e nações e indo até mais longe na supressão de fronteiras políticas e muitas vezes meramente administrativas e colocando-se a ênfase na identificação cultural, linguística e histórica dos povos europeus. Veja-se, aqui tão perto, a questão Galega ou, por exemplo, o caso mais sensível do povo Euskadi, separado em dois países diferentes. Com isto não quero entrar em matérias nacionalistas, mas antes assinalar a importância deste assunto do ponto de vista quase filosófico na construção europeia. Ora o Certificado Digital vem reinstituir “barreiras” ou, pior, uma discriminação, mesmo que positiva, nesta livre circulação e, é por isso mesmo, que vai essencialmente contra o espírito da própria União. Ainda para mais, quando a razão que nos é dada para esta supressão de um direito fundamental da cidadania europeia é meramente potenciar a retoma económica. Junte-se a isto o facto de estar acessível apenas a uma minoria da população, vacinados ou pós-infectados, ter subjacente informação clínica sensível e privada, ser potencialmente gerador de discriminação, ir contra o direito à privacidade e, last but not least, ser altamente perigosa e duvidosa a generalização da sua utilização, veja-se que já se fala em acesso a eventos e espectáculos para percebermos como estamos na ante-câmara de um novo big brother is watching you mascarado de salvo-conduto vacinal. Esta espécie de classe executiva para covidiotas não é um avanço na construção europeia nem uma afirmação da sua cidadania, antes pelo contrário, é um gesto xenófobo e autoritário que limita e discrimina os cidadãos europeus com a aposição de uma verdadeira anilha sanitária para controlo da circulação, resta saber quem controla as entradas e as saídas neste matadouro em que a loucura pandémica transformou o nosso espaço comum…
Visit the COVID-19 Information Centre for vaccine resources.
Get Vaccine Info

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ampliar a pista da Horta

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Parlamento açoriano quer saber custos da ampliação do aeroporto da Horta
Os deputados da Assembleia Legislativa dos Açores aprovaram hoje por unanimidade uma proposta do PSD/CDS-PP/PPM para que o Governo da República divulgue os “custos reais da ampliação da pista do Aeroporto da Horta”, na ilha do Faial.
A votação aconteceu durante o plenário do parlamento açoriano que decorre durante esta semana na cidade da Horta.
Na apresentação da proposta, o deputado do PSD/Açores Carlos Ferreira salientou que a ampliação da pista do aeroporto da Horta é “fundamental para a economia do Faial” e para “garantir o futuro” das ligações da ilha com o exterior.
Segundo um estudo de 2017 encomendado pela Câmara Municipal da Horta, a ampliação da pista do único aeroporto da ilha do Faial custaria cerca de 35 a 40 milhões de euros.
Carlos Ferreira lembrou que, a 24 de março de 2021, o secretário de Estado Adjunto e das Comunicações, Hugo Santos Mendes, afirmou que o Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) e a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) consideraram os custos apresentados no estudo como estando “muito subavaliados”.
“Sendo a informação sobre os custos reais da ampliação da pista do Aeroporto da Horta fundamental para o processo e tendo sido posta em causa, pelo Governo da República, a validade do estudo encomendado pela Câmara Municipal da Horta, impõe-se uma tomada de posição concreta desta Assembleia”, afirmou o social-democrata Carlos Ferreira.
O deputado do CDS-PP Rui Martins disse que os açorianos “têm o direito” de conhecer os valores sobre a ampliação do aeroporto da Horta e enalteceu as “diferenças substantivas na postura” entre o atual Governo Regional, de coligação PSD/CDS-PP/PPM e o anterior, liderado pelo PS.
Também o líder parlamentar do PPM, Paulo Estêvão, considerou que o atual presidente do executivo açoriano, José Manuel Bolieiro, “assumiu a liderança politica” do processo e criticou as “promessas não cumpridas” do PS sobre o assunto nos últimos anos.
O deputado do PS Tiago Branco classificou o projeto como um “tiro de pólvora seca”, que “só serve para fazer barulho” e condenou a “contradição” do PSD por ter defendido que a região “deveria intervir financeiramente no projeto” quando estava na oposição.
O líder parlamentar do PS/Açores e antigo presidente do Governo dos Açores, Vasco Cordeiro, advogou que, sendo o aeroporto “uma estrutura privada, não deveriam ser afetadas verbas regionais” para a sua ampliação.
O deputado do PAN, Pedro Neves, defendeu uma intervenção dos fundos regionais na obra de ampliação do aeroporto da Horta, enquanto Carlos Furtado, do Chega, lembrou que existem outros aeroportos cuja pista necessita de ser ampliada, como o da ilha do Pico.
O coordenador do BE/Açores António Lima questionou três vezes o secretário regional dos Transportes, Mota Borges, sobre as obrigações de serviço público das ligações aéreas porque, “se não houver aviões para aterrar, a ampliação fica bastante comprometida”.
Na resposta, o governante disse que, até ao “final deste mês”, espera ter “informações novas” sobre as negociações com o Governo da República, tendo em vista a compensação das ligações áreas de serviço público entre o continente e o arquipélago.
A 14 de junho, o Governo da República criou um grupo de trabalho para estudar a ampliação do aeroporto da Horta, na ilha do Faial, que irá integrar representantes dos ministros do Planeamento e das Infraestruturas.
A 11 de maio, foi revelado que a prioridade para o aeroporto da Horta é completar a área de segurança até 2024, segunda a ANA, que assumiu o “compromisso” de analisar a ampliação da pista, uma resposta que deixou o presidente do Governo dos Açores “satisfeito”.
O Governo dos Açores, de coligação PSD/CDS-PP/PPM é suportado na Assembleia Regional pelos partidos que integram o governo e pelo Chega e Iniciativa Liberal.
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  • Pedro De Castro

    Que divulgue e que coloque o guito. Ou eles ou a empresa que agora é privada. Ou então sejamos inteligente e olhemos ali para o lado para um aeroporto que é da região e o investimento seria no que é nosso e não no que é de privatos.
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A misteriosa estátua que existia na Ilha do Corvo antes da chegada dos Portugueses | VortexMag

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Forte de São João Baptista , em Santa Maria e o aproveitamento politico do Partido Socialista!

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Forte de São João Baptista , em Santa Maria e o aproveitamento politico do Partido Socialista!
Em discussão e aprovação hoje na ALRA.
É caso para se afirmar: Que lata deputados Vasco Cordeiro e João Vasco Costa!
Quando em 24 anos de “Governo Centopeia” deixaram chegar ao estado de ruínas em que se encontram, este e outros registado nos Organismos Nacionais, e que após um excelente trabalho do Deputado da AR – Paulo Moniz, para passarem para património da Região A Açores, queriam entregar esta indesejada herança à Camara Municipal De Vila Do Porto.
Os Ex- Governos Socialistas, de Carlos César e Vasco Cordeiro, chegaram a perguntar às Câmaras e Assembleias Municipais, se tem capacidade financeira, para assumirem a recuperação de este e outro tipo de património, que na maioria deverá ser classificado ou já é de interesse cultural?
Até mesmo herança de família pode-se recusar!
“22/Novembro de 2016 noticia do Clube dos Amigos e Defensores do Património Cultural e Natural de Santa Maria:”
O Clube dos Amigos e Defensores do Património Cultural e Natural de Santa Maria (CADEP), nos Açores, defendeu hoje a recuperação urgente do forte de São João Baptista, sob pena de não resistir ao inverno.”
Que fizeram os Governos de Carlos César e Vasco Cordeiro sobre o assunto, pois até na minha Freguesia De Maia, temos o antigo Posto da Guarda Fiscal, também em degradação!
Parabéns deputada Elisa Sousa, pelas excelentes intervenções sobre o assunto, pois o cheiro das autarcas está a encurtar a memória de alguns.
Afonso Quental
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O PLANTADOR DE ABÓBORAS LUIS CARDOSO NORONHA

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Infelizmente por causa da pandemia os poucos lugares disponíveis estão preenchidos. Mas poderá acompanhar através do facebook das Bibliotecas de Oeiras, a partir das 15 horas e assim terá tempo para desfrutar do jogo Alemanha-Portugal pelas 17 horas. Espero e desejo que ganhe Portugal, em Munique.
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SAT, 19 JUN AT 14:00 UTC
O Plantador de Abóboras

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  • Paulo Saldanha

    Lalika preocupa…sei manan. Desejo um excelente lançamento.
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