o mito da transmissão por assintomáticos

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Hoje no Observador.
May be an image of 2 people and text that says "OBSERVADOR Miguel Menezes e Tiago Mendes Seguir Miguel Menezes é Psicó Psicólogo Clínico e da Saúde, Investigador tem formação em Epidemiologia e Tiago Mendes Economista, Consultor Professor. Da fraude científica à ruína dos povos: ο mito da transmissão por assintomáticos Será que foram tomadas medidas exageradas, com consequências devastadoras, baseadas em pressupostos errados? Como permitimos que tal acontecesse sem nunca haver o devido escrutínio?"
HOJE NO OBSERVADOR
O Miguel Menezes e eu abordamos o mito da transmissão de assintomáticos, pegando na evidência científica existente e voltando ao fio dos acontecimentos iniciais.
Este mito é um dos dois grandes pilares (a par dos Testes PCR e a forma como são usados) por detrás da narrativa que há 1 ano nos impõe medidas desproporcionais, irracionais, anti-científicas e destruidoras de vidas.
Os que negam a ciência e o debate irão estrebuchar, fugir da discussão de ideias, negar o acontecimento chave inicial e atirar falácias para o ar – revelando o seu crescente desespero.
É quase Verão, é tempo de acabar com este mito e de parar a destruição em curso.
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  • Eduardo Silva

    Parem de chamar pessoas saudáveis de assintomáticos.
    Estão a embarcar na propaganda linguística. Deveriam saber melhor!!!!
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    • 1 h
  • Jorge Monteiro

    Eu nem sei como o observador publica esta matéria. É um ótimo sinal
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    • 28 m

habeas corpus

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Fim do estado de emergência. “Governo não vai poder multar quem não usa máscara”, diz constitucionalista
O Tribunal de Sintra aceitou um pedido de libertação imediata ‘habeas corpus’ de uma advogada a quem as autoridades de saúde obrigaram a ficar 14 dias em isolamento profilático em casa, quando regressava do Brasil.
Tribunal considera ilegal obrigação de isolamento profilático de viajantes do Brasil
JORNALECONOMICO.SAPO.PT
Tribunal considera ilegal obrigação de isolamento profilático de viajantes do Brasil

Crónica 394 vidas adiadas 9.5.2021

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Para quem acordou em 2020 jamais esperava ter de assistir a esta nova guerra mundial sem tiros e onde as bazucas de que se fala são de apoio financeiro.

Com efeito, quem acordou em 2020 fê-lo como se estivesse num estado de animação suspensa. Depois de muitas dúvidas, notícias falsas, da instauração do novo regime de medo global viria a terrível constatação de que a vida, tal como a conhecíamos, estava adiada, primeiro por umas semanas, depois por uns meses e agora toma forma o adiamento infindo, com curtas pausas para fingir que ainda vivemos e podemos sair, ir a um café ou a um restaurante ou à praia, para, de seguida, vir nova ordem de recolher a penates.

A escola intermitente, com seis semanas de aulas presenciais cria uma nova estirpe de alunos que pouco ou nada aprendem, e se, dantes já era uma desgraça aprenderem alguma coisa, muito pior será agora.

As casas passaram a ser um escritório alargado de teletrabalho que desfez todas as rotinas e ameaça minar todas as relações interpessoais, ao confinar pessoas por largas horas, dias, semanas, meses em áreas confinadas sem liberdade nem espaço, nem movimentos.

Se dantes muitos casamentos sobreviviam porque o casal mal tinha tempo de se encontrar e estava demasiado cansado pela lufa diária, agora criou-se um novo paradigma de casal à força e servirá de tira-teimas sobre a durabilidade de muitos relacionamentos.

Como todos andam covidescamente preocupados com a pandemia nem se apercebem que estão a destruir anticorpos de vida social e familiar e quando se aperceberem não há psicólogos que cheguem para tanto mal-estar. Serão feitas estatísticas sobre o aumento da violência (sobretudo doméstica) e constatar-se-á que a violência não é só endémica mas se tornou pandémica.

Como acabaram as festas, procissões e outras manifestações abertas ao público onde este podia dar largas a frustrações, medos e outros temores essa repressão de sentimentos irá encontrar novas válvulas de escape nos espaços confinados onde os colocaram.

Vivemos todos em jaulas, umas maiores outras menores e só nos falta o público para nos sentirmos num zoo, mas como o Onésimo observava há dias numa das nossas tertúlias dos colóquios da lusofonia, afinal já estamos num zoo, chama-se zoomlógico em que a câmara e o microfone nos devassam a toda a hora, como se fossemos obrigados a estar disponíveis a toda a hora para mostrar as habilidades amestradas aos que nos querem ver. E é essa imitação de vida que preenche o nosso novo quotidiano. Assim, estamos todos com a vida adiada à espera de milagres de vacinas e de bazucas que nunca remediarão o mal que já foi feito na destruição do tecido social e humano em que vivíamos, bem dizia nessa tertúlia, a Malvina Sousa “éramos tão felizes e não sabíamos”. Depois disto fica a memória desses dias e uma réstia de esperança que alguns tenham aprendido a dar valor ao que é verdadeiramente importante, enquanto a maioria se esquecerá e prosseguirá opiada com novas drogas de anestesia geral em substituição do fado, futebol e fátima do nosso descontentamento. O novo normal está magnificamente retratado na capa do livro de José Luís de La Guardia “O zoo humano” de 2018 (ed. Caligrama)

Chrys Chrystello, Jornalista, Membro Honorário Vitalício nº 297713

[Australian Journalists’ Association MEEA]

Diário dos Açores (desde 2018)

Diário de Trás-os-Montes (desde 2005)

Tribuna das Ilhas (desde 2019)

Jornal LusoPress Québec, Canadá (desde 2020)

 

 

O polvo Wunderpus, uma maravilha recém-descoberta – Mar Sem Fim

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O polvo Wunderpus – belíssimo, só foi descrito pela primeira vez por pesquisadores em 2006. Vive no Pacífico e encanta fotógrafos.

Source: O polvo Wunderpus, uma maravilha recém-descoberta – Mar Sem Fim

AÇORES E RAÇAS ANÃS

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ESCLARECIMENTO AO PÚBLICO AÇORIANO
Para reposição da Verdade.
“Anda por aí um grande rebuliço a propósito da questão da “cedência temporária”, ao Ecomuseu do corvo (…)”, assim começa o ilustre e educado texto de Paulo Estevão, deputado do Partido Popular Monárquico, publicado no dia 1 de maio no Jornal Açoriano Oriental. Assim começa o texto e, assim, começa a manipulação da opinião publica, algo em seguimento do que foi declarado na reportagem da RTP Açores. Sobre os usos e abusos de privilégios nada direi, pois nada tenho a acrescentar, os gestos fazem a pessoa e nunca à lama se deve descer.
O excelentíssimo deputado quis passar a ideia a todos os açorianos que o Museu Carlos Machado, na minha pessoa, não quis ceder a peça a título de empréstimo ao Ecomuseu do Corvo. Nada mais FALSO, na medida em que nos relatórios e nos e-mails recebidos e trocados apenas é solicitado a “TRANSFERÊNCIA” e “INTEGRAÇAO”. Para confirmação do que aqui exponho, basta-me recorrer às seguintes citações nos documentos: “O Ecomuseu do corvo PLANIFICOU INTEGRAR no seu espólio um exemplar empalhado do boi-raça anã da ilha do corvo. (…) Entendemos que temos, atualmente, condições para TRANFERIR e INTEGRAR, no espólio do Ecomuseu do Corvo” (…) solicitamos que a Direção Regional da Cultura proceda à TRANSFERÊNCIA de um dos dois exemplares empalhados.” (palavras de Deolinda Estevão, esposa do excelentíssimo Paulo Estevão, no dia 13 de abril), ou ainda: “Emito um parecer condicionalmente favorável à TRANSFERENCIA de um exemplar da extinta e empalhada vaca do Corvo (…) ficando, SEM TERMO, exposto no Ecomuseu do Corvo”. (palavras de Ricardo Tavares, Diretor Regional da Cultura). NUNCA nenhuma exposição temporária é referida ou evocada!
Como poderão facilmente entender, não foi feito nenhum pedido formal ao Museu Carlos Machado para a cedência da peça em causa, mas, sim, um pedido formal para a sua TRANSFERÊNCIA. É da política da instituição, de acordo com os procedimentos museológicos, ceder, sempre que justificável, peças solicitadas por outras instituições, desde que sejam salvaguardadas as condições de preservação e integridade das mesmas.
O acervo de história natural do Museu Carlos Machado é, hoje, um património histórico de reconhecido e inegável valor, que deve manter a sua INTEGRIDADE, não deve ser descontextualizado, e deve ser alvo de programas de conservação especializada.
Importa reafirmar, para esclarecimento de todos, qual foi o parecer oficial/técnico do Museu Carlos Machado: a) A raça anã de bovinos conhecida como raça do Corvo, NÃO É oriunda do Corvo e houve criação destes animais na ilha das Flores e em S. Miguel (exploração do Conde dos Fenais – de onde muito provavelmente vieram os exemplares do Museu); b) os exemplares tem mais de 100 anos e requerem cuidados especiais de conservação, não sendo aconselhável a sua movimentação; c) os exemplares da raça anã, naturalizados, integram a coleção de História Natural, que deve ser mantida, o mais possível, na sua integridade original; d) a prática da taxidermia hoje não faz grande sentido e está em desuso, restringindo-se cada vez mais, à manutenção das coleções históricas – será mais interessante numa perspetiva da Ecomuseologia recuperar a criação de animais vivos.
Esta minha intervenção pública procura apenas repor a verdade dos factos. Mais quero relembrar aos açorianos, e ao excelentíssimo deputado Paulo Estevão, que os atrasos ocorridos na abertura do Museu Carlos Machado deveram-se ao real dono de toda a obra, ou seja, à Direção Regional da Cultura que, como todos sabemos, navega, sem critérios, ao sabor das nomeações do vento. Estas minhas palavras podem ser facilmente confirmadas por investigação externa e interna à instituição.
Em vez de desgastar os açorianos com polémicas, convinha relembrar que o Museu Carlos Machado apresenta, AINDA, metade do Núcleo de Santo André por abrir e que bastaria, para a sua conclusão e exposição pública das suas salas, apenas um esforço, primeiro um esforço de vontade e depois um esforço entre pintar paredes e rever a eletricidade. Isto, sim, como diretor aflige-me, e, não obstante o meu entusiasmo e as minhas insistências, continuam sem efeito as minhas palavras junto do governo. Sendo, contudo, de realçar o bom entendimento e grande empenho com a Senhora Secretária Regional da Cultura, Ciência e Transição Digital Dra Susete Amaro.
Sempre dirigi o Museu Carlos Machado com o maior dos entusiasmos e sempre procurei fazer deste museu um espaço para todos os açorianos independentemente de classes ou partidos políticos. O Museu Carlos Machado tem por obrigação servir os açorianos do presente e do futuro e não pode, NUNCA, ser ferramenta de humores políticos.
Para terminar, convém explicitar o significado de “Manipulação”: “Falsificação da realidade que busca induzir alguém a pensar de determinada forma: manipulação de informações”. Não nos deixemos, caros açorianos, manipular ou intimidar nos dias que correm. Usemos a voz! E quando ela nos faltar, usemos a Palavra Escrita em benefício da Verdade e em benefício de todos os açorianos, presentes e futuros.
Duarte Melo
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Para que todos percebamos a “estirpe” do “vice-rei” do Corvo. A ignomínia não pode continuar.
Parabéns

ao Pe. Durte Melo.

TERTÚLIA 34 JORGE CUNHA, JOSÉ DE MELLO, ALDA BATISTA

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Tertúlia 34 Saudades dos colóquios – sábado 15 MAIO 2021 (18h00 AZOST) .

TERTÚLIA 34 JORGE CUNHA, JOSÉ DE MELLO, ALDA BATISTA
transmissão EM https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

todas as tertúlias anteriores, descarregar o vídeo em https://www.lusofonias.net/acorianidade/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios-2.html

ver sem descarregar vão a https://www.lusofonias.net/documentos/tert%C3%BAlias-saudade-dos-col%C3%B3quios.html

no Facebook https://www.facebook.com/lusofonias.aicl/live/

Faial. O regresso ao passado no Peter e as histórias por contar do Genuíno

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Desde o início da pandemia, só foram detetados 59 casos de covid-19 no Faial. Mas a ilha de 15 mil pessoas (e 30 mil vacas) também teve que confinar no ano passado e isso afastou os turistas. Que os faialenses querem ver regressar.

Source: Faial. O regresso ao passado no Peter e as histórias por contar do Genuíno